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Heraldo Almeida

A Arte da Guerra

A Arte da Guerra é um tratado militar escrito durante o século IV a.C pelo estrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze capítulos, cada qual abordando um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor um panorama de todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um combate racional. Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategistas militares através da história como Napoleão, Zhuge Liang, Cao Cao, Takeda Shingen, Vo Nguyen Giap e Mao Tse Tung.

 

Desde 1772 existem edições europeias (quatro traduções russas, uma alemã, cinco em inglês), apesar de serem consideradas insatisfatórias. A primeira edição ocidental tida como uma tradução fidedigna data de 1927.

 

O livro A Arte da Guerra foi traduzido para o português por Caio Fernando Abreu e Miriam Paglia (1995).

 

Com seu caráter sentencioso, Sun Tzu forja a figura de um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a surpresa.

 

Hoje, A Arte da Guerra parece destinado a secundar outra guerra: a das empresas no mundo dos negócios. Assim, o livro migrou das estantes dos estrategistas para as do economista e do administrador.

 

Embora as táticas bélicas tenham mudado desde a época de Sun Tzu, esse tratado teria influenciado, segundo a Enciclopédia Britânica, certos estrategistas modernos como Mao Tsé-Tung, em sua luta contra os japoneses e os chineses nacionalistas. Inclusive encontra-se nos escritos militares de Mao-Tse-Tung citações do livro A Arte da Guerra de Sun Tzu.

 

O general brasileiro, Alberto Mendes Cardoso, chamou o livro do Sun Tzu de clássico militar. (pt.wikipedia.org).

 

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A face do meu amor
Tem a cútis da leveza
É mais fina que o esplendor
Que o glamour da natureza

Rambolde Campos/Joãozinho Gomes

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Conselho

Eleição do Conselho Estadual de Cultura está agendada para acontecer no dia 22 de maio, das 8h às 17h, no colégio Gabriel de Almeida Café ( antigo CCA).

 

‘Ogunhê Meu Pai’

Título da nova música de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes, gravada pelo sambista Jorginho do Cavaco. Uma saudação a São Jorge guerreiro.

 

No Youtube

Programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9) apresentado de segunda à sexta, às 16h, está com uma página no YouTube.

Se inscreva e curta os vídeos (clipes) e fotos de artistas da Amazônia. Assista também, diariamente.

 

‘Virou Macapá’

Título da música do cantor e compositor, Mauro Guilherme (falecido), que retrata a chega da sexta-feira em Macapá. Uma bela homenagem à cidade morena.

 

‘Legal e Ilegal’

Título da música do cantor e compositor paraense, Felipe Cordeiro, que faz parte do repertório amazônico e, também, cita ‘a gengibirra do marabaixo’.

 

‘Água Doce’

Título da música do paraense Silvan Galvão, gravada com a participação da cantora amapaense, Patrícia Bastos.

 

Privilégio

Cantor e compositor paraense, Enrico Di Miceli declara em sua página no Facebook, um dos motivos de orgulho que tem por morar em Macapá.

“Vivo na cidade cortada pela linha do Equador e daqui poder assistir o movimento do sol anunciando a primavera, é uma das riquezas de morar nessa lindeza que é Macapá, a capital do meio do mundo”.

Copom estará pronto para ajustar aperto monetário caso choque inflacionário exija, diz Campos Neto

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que o Comitê de Política Monetária (Copom) estará pronto para ajustar o tamanho de seu ciclo de aperto no caso específico dos choques inflacionários maiores ou mais persistentes do que o esperado.

Em apresentação em reuniões com investidores organizadas pelo Bank of America e pela XP Investimentos, Campos Neto disse que o Copom “avalia que o momento exige serenidade para avaliar o tamanho e a duração dos choques atuais”, e que “persistirá em sua estratégia até que o processo de desinflação e a ancoragem das expectativas em torno de suas metas se consolide”.

Ele, que está em Washington para reuniões do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, também repetiu previsões anteriores de que o Banco Central elevará a taxa Selic em 1 ponto percentual em sua próxima reunião, ante patamar atual de 11,75%.

“O Copom ressalta que seus futuros passos de política monetário poderão ser ajustados para garantir a convergência da inflação para suas metas e dependerá da evolução da atividade econômica, no balanço de riscos e nas expectativas e projeções de inflação para o horizonte relevante à política monetária”, afirmou.

Campos Neto já havia indicado recentemente que o BC estaria aberto a analisar seu cenário de política monetária, depois que a divulgação da maior alta do IPCA para março em 28 anos turbinou apostas no mercado de que o ciclo de aperto iniciado em 2021 não será encerrado em maio próximo, como o presidente da autarquia chegou a indicar no final do mês passado.

Na apresentação divulgada pelo BC, Campos Neto disse que o choque de oferta do conflito na Ucrânia tem potencial de exacerbar as pressões inflacionárias tanto em países emergentes quanto desenvolvidos, e afirmou que o impacto de curto prazo da crise energética decorrente da guerra envolve desafios elevados para transição a uma economia verde.

A Região: uma rede de relações

O tema da região me persegue. Talvez pela circunstância de viver num Estado, o Rio Grande do Sul, cuja cultura, e especialmente cuja literatura, tradicionalmente vêm sendo apodadas de regionalistas. Em função disso, escrevi um ensaio (Pozenato, 1974), tentando separar as ideias de regionalismo e de regionalidade na literatura gaúcha, confrontando-as com o possível ideal da universalidade literária. Mas vivo também num espaço, o da colonização italiana, que reivindica de longa data ser classificada como região com identidade própria. Mais ainda, trabalho numa Universidade que tem um projeto de regionalização, sobre o qual também tentei refletir num novo ensaio (Pozenato, 1995) em que a ideia de região é mais uma vez posta em cena e, mais uma vez, em confronto com o ideal universitário da universalidade do conhecimento.

 

Agora, para cúmulo das circunstâncias, estou envolvido num projeto de estudos regionais. Não há como negar, portanto, que sou perseguido pela ideia de região. Mas desde o início dos meus estudos sobre o tema até agora, num período de vinte anos, mudou sensivelmente a inflexão com que a ideia de região é abordada. Talvez seja possível simplificar essa mudança dizendo que ela transitou de uma visão negativa para uma visão positiva. Quer dizer: antes era preciso demonstrar que o regionalismo não consistia numa visão estreita do processo social, em qualquer de suas dimensões; hoje, a percepção das relações regionais é vista como um modo adequado de entender como funciona, ou pode funcionar, o processo de mundialização de todas as relações humanas.

 

Mas não adiantemos a discussão. A ideia de região é antiga. Buscando a sua etimologia, Emile Benveniste (citado por Bordieu, 1989, p. 118) mostra que a palavra regio deriva de rex, a autoridade que, por decreto, podia circunscrever as fronteiras: regere fines. A região não é pois, na sua origem, uma realidade natural, mas uma divisão do mundo social estabelecida por um ato de vontade. Tal divisão só não é totalmente arbitrária porque, por trás do ato de delimitar um território, há certamente critérios, entre os quais o mais importante é o do alcance e da eficácia do poder de que se reveste o autor da região. Enquanto esse poder é reconhecido, a região por ele regida existe. Em suma, a região, sem deixar de ser em algum grau um espaço natural, com fronteiras naturais, é antes de tudo um espaço construído por decisão, seja política, seja da ordem das representações, entre as quais as de diferentes ciências. A idéia de região como um espaço natural talvez tenha surgido a partir de sua utilização pela geografia. A Geografia Física circunscreve territórios em função da paisagem, como se dizia antigamente, ou seja, da Meteorologia, da Hidrologia, da Topografia, da vegetação etc. A Geografia Humana define os espaços regionais também com critérios objetivos, fornecidos pela História, pela Etnografia, pela Lingüística, pela Economia, pela Sociologia. Como nem sempre esses critérios coincidem, é possível falar de região histórica, região cultural, região econômica e assim por diante, com fronteiras distintas no mesmo território físico. (José Clemente Pozenato – https://www.ucs.br).

 

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Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa

Tom Jobim/Vinícius de Moraes

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Lançamento

Cantor e compositor paraense, Natal Villar vai lançar seu novo álbum, ‘Além da Linda do Equador’, dia 30, a partir das 12h, em todas as plataformas digitais.

 

Espetáculo

Foi um verdadeiro espetáculo os desfiles das escolas de samba do grupo especial, na Sapucaí, na sexta e sábado. Parabéns.

 

‘Faces da Vida’

Nome do grupo musical amapaense formado pelo DJ Luciano Milagre e MC Rafa. Eles gravam versões das músicas regionais no ritmo do Hip Hop. É um belo projeto.

 

‘Maria Bonita’

Título do novo disco da banda amapaense Mini Box Lunar, com seis faixas, com produção e direção musical de Otto Ramos, um dos integrantes da banda.

O projeto é patrocinado pelo Governo Federal, através da Lei Aldir Blanc. As músicas do EP já estão disponíveis nas plataformas digitais.

 

 Talento

Jovem cantor amapaense, Elson Summer já demonstra um talento nato no segmento da música. Vem se destacando no estilo gospel e conquistando seu espaço. Ele é da Banda Renovação Parabéns.

 

 ‘Amor Negro’

Título da música de Enrico Di Miceli, gravada por Edilson Moreno em seu primeiro disco, em 1992. O tema é uma homenagem ao centenário da Abolição da Escravatura.

 

 ‘Água Doce’

Título da música do paraense Silvan Galvão, gravada com a participação da cantora amapaense, Patrícia Bastos. O clipe está disponível no canal do Silvan, no Youtube.

O que é música Gospel?

A música gospel é conhecida como um ritmo e um estilo musical religioso de grupos cristãos. O termo também é utilizado para fazer referência a músicas evangélicas. Presente principalmente em cerimônias religiosas e costuma ter como tema principal a adoração a Deus, a Cristo ou ao Espírito Santo.

 

A música gospel é escrita e executada por muitos motivos com motivo religioso ou até cerimonial, ou como um produto de entretenimento para o mercado comercial. No entanto, o tema obrigatoriamente abordado na música gospel é o louvor, adoração ou graças a Deus.

 

Em inglês, ‘gospel’, derivada do inglês ‘God-spell’ que significa Deus soletra, e as pessoas fazem alusão por algum motivo sem ser mencionado como ao Evangelho bíblico que nos narra as boas novas ao mundo. A vinda de Cristo ao Mundo —, pelos livros dos Evangelhos Canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Uma tradução literária da palavra grega, euangelion para o Inglês eu- ‘good’, – angelion ‘message’, que significa em Português, boa mensagem.

 

Originalmente, no grego Clássico, angelion referia-se a gorjeta que se dava ao mensageiro que entregava uma (eu = boa) mensagem (o antigo correio), mas já dos anos de Cristo a palavra se cunhou no significado de mensagem. A palavra grega, ‘euangelion’ é também a fonte do termo ‘evangelista’. Os autores dos Evangelhos Canônicos Cristão são conhecidos como os evangelistas. Geralmente, nos Estados Unidos, o termo gospel é uma referência a trabalhos do gênero de literatura cristã antiga.

 

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Sim, eu tenho a cara do Saci
O sabor do tucumã
Tenho as asas do Curió
E namoro cunhantã

Nilson Chaves

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Sapucaí

Encerra neste sábado (23) os desfiles das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro. A Marquês de Sapucaí é o verdadeiro palco do carnaval brasileiro.

 

Salve Jorge

Sambista Jorginho do Cavaco realiza mais uma festa em homenagem ao dia de São José, padroeiro dos sambistas brasileiros, neste sábado (23). O local escolhido para celebrar a data foi o Clube da Maçonaria (Araxá). Várias atrações confirmadas.

 

Novo disco

Banda Negro de Nós gravou seu novo disco, ‘Negro de Todos Nós’, com 12 belas músicas que retratam a rítmica e o swing nortista. Disponível em todas as plataformas digitais.

 

Juventude

Grupo ‘Marabaixo da Juventude’ é uma referência da nova geração que assume o seu papel de continuar na luta em defesa da cultura-mãe do Amapá, exaltando e valorizando o que é nosso. Parabéns.

 

‘Meu Endereço’

Título de uma bela música de Zé Miguel e Fernando Canto com pitadas de poesia declarando amor por Macapá.

“É fácil o meu endereço, vá lá quando o sol se por, na esquina do rio mais balo, com a linha do equador…”.

 

Feirinha

A Feirinha Quilombola (permanente) está acontecendo na maloca da Tia Chiquinha (Curiaú), é uma iniciativa da dona Esmeraldina Santos. Vários produtos de arte estão sendo comercializados. Visite.

 

‘Lamento’

Título da obra musical do cantor e compositor, Ozy Rodrigues, em parceria com Dagoberto Paranhos. “Terra lavrada, irrigada e fertilizada, com sangue e suor dos negros que aqui aportaram…”. Bela canção.

Amapaenses fazem shows com o grupo Wakerê, na Guiana Francesa

Uma temporada de muita música e swing está acontecendo desde o dia 18 e vai até 30 de abril, na Guiana Francesa. São músicos brasileiros, guianeses e franceses que formam o grupo Wakerê, com shows, workshops e gravação de clipe. É a efetividade do trabalho de intercâmbio cultural e artístico entre as duas nações que se torna realidade neste projeto transfronteiriço de preservação e união das raízes afro-caribenhas e brasileiras.
Além desta turnê, o grupo Wakerê está confirmado na plataforma Stage e festival Nômade, que acontecerá do dia 17 a 23 de julho na França. O projeto Wakerê tem apoio do Ministério da Cultura Francesa e está representado pela Associação Nômade e Associação dos Músicos do Amapá (AMCAP).

Além de vários artistas franceses, o grupo é formado pelos brasileiros do Amapá: Paulinho Queiroga (bateria), Nelson Dutra (baixo), Deize Pinheiro (voz), Bone Jeová (trombone), Nena Silva (percussão afro) e Fineias Nelluty (guitarra e voz). Todos com grande experiência e no currículo musical passagens por território francês e parcerias nos palcos com os artistas estrangeiros em eventos internacionais como o Amapá Jazz Festival.
A base musical dos integrantes de Wakerê é basicamente a música instrumental e a Música Popular Brasileira (MPB), o que não foi obstáculo para essa guinada rumo a um estilo mais dançante e envolvente, que vasculham a memória sonora dos músicos e plateia. Todo o repertório do grupo é autoral, um intrínseco trabalho de entrega e sensibilidade.
Fineias Nelluty, artista amapaense, um dos músicos que há anos atua na integração cultural entre as fronteiras, avalia que este momento é para ser celebrado como uma conquista e realização de sonhos, plantados desde os anos 80, quando iniciou o fortalecimento da ponte cultural entres os países. “A música tem esse poder encantador de unir pessoas e culturas através de acordes e sons, nem sempre precisa entender no sentido literal uma letra, porque a música se traduz em sentimentos, e nossa proposta é essa, unir pessoas e cultura através da música, da essência, do toque, da dança que ela induz, do encanto que são os sons das Antilhas e Caribe, que nossos ouvidos têm facilidade para aceitar”, afirma Fineias.

Agenda de shows de abril: Dia 21 – Show em Cayenne no Cafè de la gare, dia 22 – Show em Cayenne no Eldorado, dia 23 – show em Kourou no Le Bocal/ Autre, dia 24 – Gravação de imagens do clipe da musica Solei, dias 25, 26 e 27 – Ensaio e criação, dia 28 – Show em Kourou no Cinema Urânia, dia 29 – Show em Saint Laurent – SLM – Camp transportation, dia 30 – Show em Apatou. (Texto: Mariléia Maciel).

 

 

COMPOSITOR: É um profissional que escreve música. Normalmente o termo se refere a alguém que utiliza um sistema de notação musical que permita a sua execução por outros músicos. Em culturas ou gêneros musicais que não utilizem um sistema de notação, o termo compositor pode-se referir ao criador original da música.

 

Quem avistar o Amazonas nesse momento
E souber transbordar de tanto amor
Este terá entendido
O jeito de ser do povo daqui
Val Milhomem/Joãozinho Gomes

 

 

Credenciamento
Macapatur lançou Edital para credenciamento de atrações artísticas e culturais para atuarem nos eventos realizados pela Prefeitura de Macapá. Confira no portal www.macapa.ap.gov.br.

 

No Youtube
Programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9), de segunda à sexta, às 16h, está com uma página no YouTube. Se inscreva e curta os vídeos (clipes) e fotos de artistas da Amazônia.

 

Site da cultura
Seja um anunciante do site da cultura ocantodaamazonia.com e tenha o sucesso garantido na divulgação de seu produto. O padrão de qualidade é impecável. Entre em contato: 96 99141-8420. #Aguardando.

 

‘Aqui no Quintal’
Título da música do poetinha Osmar Júnior. Faz parte do novo projeto desse artista tucuju. Com participação especial de Nilson Chaves, a interpretação ficou lindona. Ouça no programa ‘O Canto da Amazônia’ (DiárioFM 90,9), às 16h.

 

Forrozão
Quadrilha junina Simpatia da Juventude vai realizar o seu 20º Pré-Festival junino, dias 13 e 14 de maio, na sede de Boêmios do Laguinho, a partir das 20h. São 5 mil reais em premiação. Inscrições abertas. Mais informações: 96 99145-7603/98100-7135.

 

Tetracampeão
Cantor Meio Dia da Imperatriz não estará cantando na Sapucaí, este ano. Depois de 20 anos e 4 títulos como intérprete da escola.

 

‘Catirina’
Título de uma bela música do poetinha, Osmar Júnior, gravada pela cantora Claudete Moreira. Linda interpretação. “Catirina meu desejo é teu beijo minha flor. Ê Catirina, Catirina meu amor…”.

 

A cultura da música

A música é a mais universal das artes. Sua presença se dá não apenas ao longo da história, mas também nas mais variadas formas e culturas. Não há civilização, grande ou pequena, que não possua sua própria expressão musical. A apreciação dessa arte não depende de língua ou nível cultural. É o prazer proporcionado por essa mistura de harmonia, ritmo, melodia e timbre o que realmente importa. Pois a música está diretamente ligada ao encadeamento de emoções.
As composições podem nos suscitar alegria ou tristeza, euforia ou paz de espírito. O espectro emocional é vasto e pode unir diversas pessoas em um contexto social através de um mesmo sentimento. Do tropicalismo brasileiro, ao punk londrino. Do samba carioca de Noel e Cartola ao blues americano de B.B. King e Muddy Waters. Alguns desses movimentos ganharam amplitude mundial. Nada mais natural já que a música é capaz de unir diferentes culturas. Afinal, os ritmos contagiam. A corda de violino que reproduz Beethoven fala à alma do ouvinte hoje, como falava ao compositor alemão 200 anos atrás.
Para melhor apreciar essa criação humana é importante adquirir cultura musical. Hoje, graças à tecnologia, as pessoas ouvem música com mais frequência. Quase o tempo todo. Mas poucas entendem de verdade essa arte. É importante lembrar que a música não se resume à sua função de entretenimento. É preciso, em primeiro lugar, abrir o nosso leque para além daqueles sons que nos parecem imediatamente agradáveis. Pois respeitar e entender a expressão musical de diferentes culturas e grupos expande a nossa visão de mundo.
Isso é importante para estimular uma maior tolerância à diferença. Uma necessidade cada vez maior em nossa sociedade moderna. Outro benefício da cultura musical irá surgir na maior referência para as pessoas que se iniciam no mundo da composição. É a falta de referências que ocasionam um cenário de empobrecimento musical. Quanto mais vasta a sua cultura nesse campo, mais rico e criativo o resultado das suas composições. Mas nada disso é mais importante do que o aspecto lúdico e educacional da música. (https://www.sabra.org.br/).

 

 

CURICACA: É uma ave da ordem dos Pelecaniformes da família Threskiornithidae. Seu nome popular é onomatopéico, semelhante ao som do seu canto, composto de gritos fortes. Conhecida, também, como despertador (Pantanal), carucaca, curicaca-comum, curicaca-branca e curicaca-de-pescoço-branco.

 

 

Quando a terra pediu socorro
Eu estava no morro batendo tambor
E a levada do Marabaixo
Armou o meu braço a seu favor
Binho/Zé Miguel

 

 

Espetacular
Foi um verdadeiro espetáculo o show ‘Mestres do Samba’, que aconteceu no sábado (16), no centro de Cultura Negra – Laguinho.
O projeto foi idealizado e realizado pelos 10 mestres de bateria do carnaval amapaense. Parabéns.

 

Emenda
Senador Davi Alcolumbre informou, durante o show ‘Os Mestres do Samba’, que aconteceu no sábado (16), no Centro de Cultura negra – Laguinho, que já tem uma emenda, de sua autoria, garantida para os desfiles das escolas de samba de 2023.

 

Internacional
Já em Caiena (Guiana Francesa) a Banda Wakelê, para temporada de shows, com os artistas amapaenses: Finéias Nelluty, Deize Pinheiro, Paulinho Queiroga, Nena Silva, Nelson Dutra, Boner Sousa. Boa sorte.

 

‘Negra da Luz’
Já lançado o primeiro disco da cantora e compositora amapaense, Mayara Braga, com 8 belas músicas de vários compositores brasileiros. O álbum ‘Negra da Luz’ está disponível nas redes sociais. Parabéns.

 

Site da cultura
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‘Serrado’
Título da música de Djavan, lançada em 1978, é uma das preferidas do artista por sua rica versatilidade melódica.
“Se o senhor me for louvado eu vou voltar pro meu serrado, por ali ficou quem temperou o meu amor e semeou em mim essa incrível saudade..”.

 

‘Ainda Laguinho’
Título da música de Heraldo Almeida e Osmar Júnior, vencedora do 1º Festival de Samba e Pagode do Amapá, em 1991. A obra foi gravada por Mayara Braga em seu primeiro disco, ‘Negra da Luz’.

 

Mudanças nos critérios de julgamento para o carnaval 2022

Diretores de Carnaval das 12 Escolas de Samba do Grupo Especial, tiveram total liberdade para fazerem considerações sobre os critérios de julgamento que vêm sendo adotados nos últimos desfiles e deixaram sugestões de alterações no Regulamento.

 

Ao final do encontro, o presidente da LIESA, Jorge Perlingeiro, e o Coordenador de Julgadores, Júlio César Guimarães, consideraram o debate bastante proveitoso. Críticas e sugestões foram registradas e farão parte de um relatório que, ao final do Ciclo de Debates, será submetido à plenária da Liga.

 

“A plenária será soberana para analisar todas as questões e, se considerar pertinente, promover mudanças no Regulamento e no Manual de Julgadores. As mudanças aprovadas já serão postas em prática no Carnaval de 2022”- explicou Perlingeiro, que elogiou o ato nível do encontro – o segundo do Ciclo.

 

Além das sugestões apresentadas verbalmente, os diretores de Carnaval receberam exemplares do Manual de Julgadores utilizado no último Carnaval (2020), para estudarem quesito por quesito e, posteriormente, encaminharem sugestões por escrito.

 

A reunião foi fechada, sem cobertura jornalística, como também serão as outras três do Ciclo de Debates – razão que impede o presidente de comentar os assuntos discutidos no encontro. Os representantes da Imprensa também terão a oportunidade de emitir opiniões e dar a sua colaboração.

 

O Ciclo de Debates Para Critérios de Julgamento dos Desfiles do Grupo Especial prossegue com a participação dos julgadores que atuaram nos desfies do Carnaval 2020 e os selecionados para 2022. (liesa.com.br).

 

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Meu coração tropical
Amanheceu batucando por você
Eu não sou anormal
Aqui do outro lado do Brasil

Osmar Júnior

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Brasilidade

Jovem e talentosa cantora da Armênia, Arpi Alto gravou um dos maiores clássicos da música brasileira e mundial, Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Uma bela interpretação. Veja em seu canal no YouTube.

 

Referência

A ativista cultural, Del Marabaixo, é uma referência no quilombo de Campina Grande (Macapá), onde tem seu trabalho reconhecido e respeitado. #MeRepresenta.

 

‘Jardim Infame’

Título de uma bela música de Val Milhomem e Amadeu Cavalcante, gravada por Amadeu. “Um beija flor voou deixando eu meu jardim uma açucena chorosa, que era viçosa e hoje é fim…”.

 

‘Sonho em Desencanto’

Título de uma das novas músicas do cantador da Amazônia, Nonato Santos, que está no repertório do disco ‘Desvairada Utopia’.

 

‘Quilombola’

Título do novo disco do cantor e compositor amapaense, Zé Miguel, já disponível em todas as redes sociais.

 

‘Amor Negro’

Título da música de Enrico Di Miceli, gravada por Edilson Moreno em seu primeiro disco, em 1992. O tema é uma homenagem ao centenário da Abolição da Escravatura.

 

‘Legal e Ilegal’

Título da música do cantor e compositor paraense, Felipe Cordeiro, que faz parte do repertório amazônico e, também, cita ‘a gengibirra do marabaixo’.

Ciclo do Marabaixo inicia neste sábado

São pelos caminhos da Favela, Bairro de Santa Rita, que as caixas de marabaixo vão entoar seus primeiros toques de nosso ritmo tradicional, fazendo a abertura oficial de mais uma edição do Ciclo do Marabaixo.
Cumprindo o calendário litúrgico da igreja católica, os festejos em louvor à Santíssima Trindade começam neste Sábado de Aleluia,16, a partir das 17h, na avenida Duque de Caxias, 1203, no bairro de Santa Rita, no Barracão da Tia Gertrudes. Haverá transmissão ao vivo pelas redes sociais e, também presencialmente, com apresentação da carteira de vacinação contra a COVID-19.
Para este ano como parte da programação, na abertura do ciclo, os festeiros e promesseiros farão um debate com a “LIVE DOS BARRACÕES” tendo como temática “Ciclo do Marabaixo, valorizando o Patrimônio Imaterial do Amapá 2022” que será transmitido pelas redes sociais do Berço do Marabaixo.
Na Favela, o Ciclo do Marabaixo é uma herança deixada por Gertrudes Saturnino de Loureiro, que após a sua saída da frente da cidade, a pedido do governador da época, resolveu reconstruir sua história na Favela, onde criou seus filhos, filhas, netos e netas, deixando a eles e toda esta geração, o legado das festividades. Esta manifestação realizada por famílias tradicionais dos bairros da Favela e do Laguinho, e na área rural de Macapá, em Campina Grande, começa no sábado de aleluia e tem seu encerramento no domingo, após o dia de “Corpus Christi”.
“Precisamos manter viva a tradição de nossos antepassados e preservar a memória de nossa gente que ajudou a construir nossa Macapá nos deixando a responsabilidade de darmos continuidade a este momento que une a nossa fé e a cultura” finalizou Valdinete Costa, neta de Tia Gertrudes Saturnino. (Comunicação Berço do Marabaixo/Fotos: Divulgação Berço do Marabaixo – Texto: Cláudio Rogério 96 99141-8420).

 

 

CARAVANA: uma caravana é um comboio de mercadores, viajantes, peregrinos, torcedores ou qualquer tipo de pessoa, que agrupam-se para percorrer grandes distâncias, muitas vezes por motivo de segurança. Nos desertos, como o do Saara, são movidas por camelos ou dromedários.

 

 

Sim, eu tenho a cara do saci, o sabor do tucumã
Tenho as asas do curió, e namoro cunhatã
Tenho o cheiro do patchouli e o gosto do taperebá
Eu sou açaí e cobra grande

Nilson Chaves

 

 

 

Marabaixo
Ciclo do Marabaixo 2022 inicia sua programação no Barracão da Tia Gertrudes, na Favela, no sábado (16), a partir das 17h. O evento vai acontecer presencial e On Line.

 

‘As Faces’
Dias 16 e 23 de abril a Cia. Cangapé de Teatro vai apresentar o espetáculo ‘As Faces de Cristo’, às 19h, no Espaço Cangapé (Quarta Avenida do Araxá-470).

 

‘Samba da Saudade’
Título da nova música de Helder Brandão e Nivito Guedes. Tocando no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9).

 

Festejo

Dias 20 e 21 de abril, festejo em louvou a Santo Expedito, com almoço, jantar, Batuque e Marabaixo. Na casa do Carlinho do Tio Duca, no Curiaú.

 

‘Jardim Infame’
Título de uma bela música de Val Milhomem e Amadeu Cavalcante, gravada por Amadeu. “Um beija flor voou/deixando eu meu jardim/uma açucena chorosa/que era viçosa e hoje é fim…”.

 

Poeta
Jovem poeta amapaense Neto Romano, com belos textos deixa seu talento registrados em suas inúmeras poesias (Escritores AP – YouTube).
“Quero beijar o canto da sua boca e tocá-la com as pontas dos meus dedos/Silenciosamente para quê o mundo aplauda nossa forma de amor sem culpa…”.

 

Como vivem os índios da Amazônia?

É na Amazônia que se concentra a maior população indígena com cultura preservada, com cerca de 310 mil pessoas vivendo em tribos, sem contar as etnias que ainda são desconhecidas.
A Fundação Nacional do Índio (FUNAI) acredita que existam 77 grupos de índios totalmente isolados na floresta amazônica, destes, 32 já foram confirmados. Os maiores grupos de índios da Amazônia são os Guaranis, Xerentes, Amawákas, Anambés, Kambebas e os Aruá. No entanto, há mais de 200 diferentes etnias espalhadas por todo o Brasil.
Mesmo diante de muitos avanços tecnológicos, os índios da Amazônia procuram manter a sua cultura, vivendo em integração com a natureza e resguardando sua hierarquia e rotina. Suas crenças e seus ritos também são intimamente ligados aos elementos naturais.
Os indígenas que vivem na floresta amazônica, em sua maioria, dormem em redes dentro de enormes ocas comunitárias e, como seus antecedentes, caçam, pescam, cultivam seus próprios alimentos e falam suas línguas nativas. Mesmo escolhendo viver em aldeias na mata, boa parte dos índios conhecem outras culturas e são fluentes em português. Segundo o IBGE, os índios da Amazônia possuem melhor qualidade de vida do que as etnias indígenas que vivem em cidades ou em integração com o meio urbano.

 

 

CAIPIRA: É um termo de origem tupi que designa, desde os tempos coloniais, o morador da roça, os mestiços de branco e índia que, no século XVIII. A designação alcançou, sobretudo, populações da antiga capitania de São Vicente, depois capitania de São Paulo, que abrangia extensa região que ia de Minas Gerais, Paraná até à região de Lajes, no estado de Santa Catarina.

 

 

Quando a mulher adentra na floresta
Para encontrar seus seres ancestrais
Os olhos de jaguar se cruzam em plena festa
Com os olhos encantados dos pássaros astrais
Zé Miguel/Fernando Canto

 

 

Abertura
Nesta quarta (13) aconteceu a abertura da programação do Ciclo do Marabaixo 2022, na Seafro (antiga residência do governo, às 18h.

Grupos de Marabaixo que estiveram presentes: Raimundo Ladislau, marabaixo do Pavão, berço do Marabaixo, Raízes da Favela, Campina Grande, Marabaixo do Laguinho, Marabaixo São José, Herdeiros da Tradição, Raimundo Nonato, Herdeiros do Marabaixo e Banda Afro Brasil.

 

 

Calendário
A programação do tradicional Ciclo do Marabaixo inicia no sábado (16), a partir das 17h, com o grupo Berço do Marabaixo, na Favela, e no domingo (17) no laguinho, com o grupo Raimundo Ladislau, às 17h.

 

 

Pantanal
A música tema da novela global Pantanal é de autoria de Marcus Viana, gravada (nova versão) por Maria Bethânia e participação especial (viola caipira) de Almir Sáter. Ficou top.

 

 

Reconhecimento
Cantor amapaense, Amadeu Cavalcante é considerado um dos maiores intérpretes da Amazônia. Sua voz privilegiada é respeitada e conhecida em todo o país. #Merecimento.

 

Mão na massa
Novo secretário da Secult, Cléverson Baia, mal assumiu o posto e já foi logo colocando a mão na massa, visitando obras e conhecendo os projetos conduzidos pela secretaria. Acompanhando tudo de perto. Parabéns.

 

 

Pré
Laura do Marabaixo (compositora, cantora, dançadeira de Marabaixo e tocadora) se apresenta como pré-candidata a deputada federal pelo PV. Ela dix que o legado cultural lhe credencial para disputar uma vaga. Boa sorte.

 

 

‘Jaçanã’
Título do livro que reúne grandes nomes da poesia da Amazônia, assim como a amapaense Annie de Carvalho, poeta tucuju. ‘Jaçanã – Poética Sobre as Águas’.

Saiba o que é poesia

Poesia é uma forma de se expressar e transmitir sentimentos, emoções e pensamentos. Antigamente, as poesias eram cantadas, acompanhadas pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isto, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico.

O Dia Nacional da Poesia é comemorado em 14 de março, pois foi nesta data que nasceu o grande poeta brasileiro Castro Alves, em 1847. Foi conhecido como o poeta dos escravos por ter lutado arduamente pela abolição da escravatura no Brasil. Poeta romântico, Castro Alves morreu de tuberculose na capital baiana, Salvador, em 06 de julho de 1871, com apenas 24 anos. Ele escreveu obras clássicas como ‘Navio Negreiro’ e ‘Espumas Flutuantes’.

A poesia, ou gênero lírico, é uma das sete artes tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos, ou seja, ela retrata algo em que tudo pode acontecer dependendo da imaginação do autor como a do leitor.
Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia, a obra poema, o poeta o artífice. O sentido da mensagem poética também pode ser, ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos (no sentido de sua imaterialidade) e da possibilidade de esses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta.

Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem, ainda que, não necessariamente, verbal.

 

 

 

CÁLICE: Do latim cálix ou do grego kylix que era usado nos simpósios, é um recipiente destinado a conter líquidos. É usado concretamente em certos rituais cristãos para conter o vinho com água, sendo apresentado no altar. Na missa cristã, o cálice representa o Santo Graal, ou seja, o cálice que Jesus Cristo teria usado n a Última Ceia. É usado na Liturgia eucarística e no Rito da Comunhão. Antes e depois desses momentos, ele fica vazio, de forma que água e o vinho que serão usados na Consagração ficam em recipientes à parte, as galhetas.

 

 

Meu coração menino
Trás no peito um beija flor
A procura de ninho
Voando atrás do teu amor
Beto Oscar e Helder Brandão

 

 

Conquista

Músico percussionista, cantor e compositor paraense, Silvan Galvão vai fazer show na Argentina e Chile, dias 16 e 23 de abril. É a música da Amazônia conquistando o mundo. Parabéns.

 

 

Ciclo do Marabaixo

Programação do tradicional Ciclo do Marabaixo 2022 inicia no sábado (16) nos bairros laguinho, favela e quilombo de Campina Grande. Agenda encerra no dia 19 de junho.

 

 

Mestres do Samba
Ta chegando a hora do maior encontro de baterias do Amapá, com Os Mestres do Samba, no Centro de Cultura Negra – Laguinho, no sábado (16), a partir das 18h.

Vários artistas convidados: Shory, Cafú, Meio Dia da Imperatriz, Marcelinho do Cavaco, Miracildo (Mira) e todos os intérpretes das escolas de samba. Adquira seu ingresso: 96 98121-6381/99156-9155/98101-5814.

 

 

Investimento
Prefeitura de Macapá investe 80 mil para as comunidades que irão realizar o Ciclo do Marabaixo 2022. O recuso será dividido entre os grupos participantes do tradicional evento.

 

 

‘Poesia de Rio’
Título de um dos livros do poeta, escritor, compositor e cantor, Mauro Guilherme (falecido). Foi um artista de respeito pelas inúmeras obras literárias. Parabéns.

 

 

Guarás
Poetinha Osmar Júnior é autor da música ‘Quando Voltam os Guarás’, do disco que tem o mesmo nome. “Olha meu bem, os guarás que voltaram do sul esvoaçam e dançam alegres, porque o céu do norte ainda é azul…”.

 

 

Juventude
Cantor e compositor, Osmar Júnior vem produzindo canções que lhe identifica e aproxima da nova geração, mas sem perder a essência de suas obras. O poetinha é bem aceito pela juventude.