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Heraldo Almeida

O “Arraial do Quero Mais”

Os cantores e compositores, Osmar Júnior e Rambolde Campos, criaram, na década de 1990, em Macapá (AP), um projeto musical batizado de “Arraial do Quero Mais”, com o objetivo de estimular o movimento das quadrilhas juninas em todo o estado que, à época, estava se organizando, se multiplicando e se proliferando nos bairros da cidade.
Como no Brasil existem diferentes estilos e uma diversidade cultural de segmentos, este projeto se propôs a criar uma trilha sonora que incentivasse o movimento “quadrilheiro”, sem ferir nossas raízes, e dessa forma, respeitando e valorizando as temáticas dos grupos, mas propondo ao segmento a inclusão de nossa cultura regional, agregando seus valores e ritmos nas letras das músicas. E isso foi aceito e aprovado pelo segmento junino.
O projeto ”Arraial do Quero Mais”, se transformou em um álbum com um CD contendo canções de composições autorais dos dois artistas, Osmar Júnior e Rambolde Campos. O disco tornou-se uma antologia consolidada e com as músicas bastante utilizadas pelos grupos, nos festivais juninos e muito tocadas pelas emissoras de rádios de Macapá.
Desde que esse projeto foi lançado, seus idealizadores realizaram shows em várias cidades do estado, principalmente na época das festas de São João. Em Macapá, onde tem a maior concentração de quadrilhas juninas, Osmar Júnior e Rambolde Campos, percorreram os bairros, levando à toda população, além do entretenimento, a valorização da cultura nordestina em permanente interação com a cultura da região norte, sobretudo do Amapá.

 

 

CURUÁ: É um rio brasileiro, localizado no estado do Pará, com cabeceira na “Serra do Cachimbo”. Durante seu percurso até a foz no rio Iriri, passa por diversas áreas indígenas, como uma tribo de “Caiapós”. Sua região mais conhecida é onde se encontram as cachoeiras do Rio Curuá, no distrito de “Castelo dos Sonhos”.

 

Olha meu amor
O que eu quero é te beijar
Seja onde for
Ou aqui ou acolá
Joãozinho Gomes/Amadeu Cavalcante

 

‘Ai Vovó’
Sábado (19) tem pré-lançamento do CD ‘Ai Vovó’, da Banda Afro Brasil, na Maloca da Tia Chiquinha (Curiaú), a partir das 19h.
Será uma noite cultural com participação confirmada dos artistas: Brenda Melo, Raízes da Favela, Finéias Nelluty, Banda Negro de Nós, Raízes do Bolão e outros convidados.

 

‘Tarumã’
A gravadora Tarumã é administrada pelo competente engenheiro de som Jorge Luiz, onde muitos artistas amapaenses e fora do Estado, gravam seus discos. É uma grande referência.

 

Referência
Músico instrumentista, compositor e produtor amapaense, Taronga á um dos criadores da Banda Negro de Nós e uma referência no quesito profissionalismo. Parabéns, Amigo.

 

Barzinho
Sambista Jorginho do Cavaco tem show na agenda, ‘Samba e Som de Barzinho’, sábado (19), a partir das 19h, no Farofa Tropical, na Rua São José, 1025 – Laguinho. Informações: 98137-3130.

 

Paulo Gustavo
Projeto de Emergência Cultural, Paulo Gustavo, aguarda aprovação da Câmara Federal para virar Lei. Já com o SIM do Senado os artistas esperam a vez dos deputados federais.

 

Flor Morena’
Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD de seus 10 anos de carreira.

A música ‘Flor Morena’ é um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora. Confira em todas as plataformas digitais.

 

‘Abaladora’
Título de uma música de Thamires Tannous, Marina Peralta e Makely Ka, em homenagem a todas as mulheres. “Eu sou a matriarca mãe, gaia na fogueira pagã. Uma cunha tchucarramãe, mulher que cuspiu a maçã…”.

 

Paes explica adiamento dos desfiles de fevereiro para abril

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, participou na noite de segunda-feira do programa “Roda Viva”, da TV Cultura, e foi perguntado pelo jornalista Ruben Berta, do portal UOL, sobre a decisão de adiar os desfiles de fevereiro para abril de 2022. Em sua questão, o repórter citou que não foi uma questão apenas científica.

 

“Já disse algumas vezes. Primeiro, outro dia conversando com os presidentes das escolas disse que eles apanham de tudo quanto é lado, porque são a Sapucaí. Ninguém joga pedra em árvore que não da fruto. O carnaval da Sapucaí, como do Anhembi, em São Paulo, é um carnaval que chama muita atenção. Aquela festa tem um custo. A prefeitura da uma ajuda, mas tem venda de ingresso, venda de camarotes, patrocinadores que temem associar sua marca a uma festa que pode ser considerada genocida (que mata as pessoas por Covid-19), tem cobertura de televisão, graças a Deus, a TV Globo faz a cobertura e paga por isso para escolas de samba. Teve um momento ali que tinha um risco reputacional para o carnaval”, disse Paes, que completou sobre a decisão de adiar os desfiles.

 

“Neste momento, infelizmente, nessa disputa doida do Brasil, todos nós que amamos a diversidade, cultura, artes, temos que atentos a isso, porque aqueles que não aguentam e não conseguem olhar o diferente, olham o carnaval como ele é, uma celebração cultural, como origem de religão de matriz africana. Estamos vendo muitos grupos ideológicos contra o carnaval. O carnaval precisa ser protegido. Tomei uma decisão a partir da análise de todo esse quadro. Até sabia que e tinha esperança que estaria acontecendo o que está acontecendo, com a taxa de transmissão muito baixa. Infelizmente, isso tudo assustava os patrocinadores e tem uma conta cara para pagar. O subsídio que a prefeitura ajuda, mas não resolve o problema. Foi uma solução estratégica para preservar essa celebração fantástica, que é o carnaval, e, para que nós pudéssemos ter esses patrocínios todos garantidos. É o melhor dos mundos? Não, eu sou um prefeito que gosto muito do carnaval”.

 

Perguntado sobre o envolvimento de milícias nas escolas que desfilam na Intendente Magalhães, Paes respondeu qual é a medida da prefeitura para o caso. “Esse é um tema que vamos levar uma discussão mais longa. Sempre defendi que as escolas de samba, que são um ativo cultural, sempre foram foco da minha atenção. É muito importante para economia carioca e brasileira, além da manifestação cultural. No meu outro governo, a gente estrututou muito as quadras das escolas de samba para serem usadas durante o ano com eventos e shows para serem autosustentáveis. Defendi o subsídio e óbvio que você tem controles, mas que não são perfeitos. O melhor caminho é a gente dar sustentabilidade para escolas de samba. O Grupo Especial e Acesso, que desfilam na Sapucaí, poderiam estar sobrevivendo com as marcas das escolas, um pouco mais de tecnologia e a própria quadra”. (www.carnavalesco.com.br).

 

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Voa pássaro feito de poesia
Leva nas tuas asas
A palavra escrita, bendita
A palavra que também tem asas como o dia

Aroldo Pedrosa/Willian Cardoso

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Dança

Núcleo Âmago de Dança retorna com suas aulas presenciais, nesta quarta (16). O coordenador do projeto, bailarino Pablo Sena, informa que todos os cuidados estão sendo tomados para o projeto continuar.  Contato 96 98137-3430.

 

Música

Músico e compositor amapaense, Joel Elias, e o jornalista e compositor, João Silva, nos deram mais uma obra musical de presente, ‘Folha Caída’, gravada pelo cantor Albes Matos. Uma bela homenagem à cidade de Macapá. Parabéns.

 

Pré

Secretário de cultura/AP, Evandro Milhomem, informa que é pré-candidato a Deputado Federal este ano. Já esteve representando o Estado na Câmara Federal. Boa sorte.

 

‘Pretas Velhas’

Título da música que Carlos Pirú e Nonato Soledade feziram em homenagens às mulheres negras do Amapá.

 

‘Açaí Fruta Mãe’

Título da poesia cantada de Negra Áurea, já disponível em seu canal no YouTube.

“Uma referência ao açaí, dando a ele a importância de fruta mãe, por ser responsável pela base alimentar da população nortista”, disse a artista.

 

‘Prece a Samaúma’

Título do mais novo poema de Joãozinho Gomes, que está sendo musicado pela compositora Simone Guimarães.

Um dos versos da obra: “Sagrada árvore neste agora alvorecer/Feito uma filha que acaba de nascer/Venho à sua sapupema me benzer/E sob a chuva de sua paina agradecer…”.

 

‘Festejo’

Título de uma bela música composta por Rambolde Campos e Joel Elias, no ritmo do marabaixo, a cultura mãe do Amapá.

“Corre menina, chama o Munjuca, hoje é dia do senhor. É tanto devoto levando a bandeira que a Trindade abençoou…”.

Conheça a canção ‘Saga da Amazônia’

O cantador e compositor brasileiro, Vital Farias, que nasceu no sítio Pedra D’Água, município de Taperoá, estado da Paraíba, expressa na canção Saga da Amazônia, todo seu sentimento de amor à Amazônia e conta para o mundo, através de música, o sofrimento daquele povo com o crime causado pelo homem sobre a natureza.
Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta, mata verde, céu azul, a mais imensa floresta, no fundo d’água as Iaras, caboclo lendas e mágoas e os rios puxando as águas.
Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores, os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores, sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir era: fauna, flora, frutos e flores. Toda mata tem caipora para a mata vigiar, veio caipora de fora para a mata definhar e trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira e trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira.
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar, prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar: se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá. O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar e o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar? Depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar, igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar.
Mas o dragão continua a floresta devorar e quem habita essa mata, prá onde vai se mudar? Corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá, tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura. No lugar que havia mata, hoje há perseguição. Grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão, castanheiro, seringueiro já viraram até peão, afora os que já morreram como ave-de-arribação. Zé de Nata tá de prova, naquele lugar tem cova, gente enterrada no chão: Pois mataram índio que matou grileiro que matou posseiro, disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro roubou seu lugar
Foi então que um violeiro chegando na região ficou tão penalizado que escreveu essa canção e talvez, desesperado com tanta devastação, pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção, com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa dentro do seu coração.
Aqui termina essa história para gente de valor, pra gente que tem memória, muita crença, muito amor, pra defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta, era uma vez uma floresta na linha do equador.

 

 

AUTOR: É aquele que cria, causa ou dá origem a alguma coisa, especialmente obra literária, artística ou científica. É diferente de narrador.Na narratologia, o autor é uma das três entidades da história, sendo as outras o narrador e o leitor/espectador. O leitor e o autor habitam o mundo real. É função do ‘E’ desafia a ideia de que um texto pode ser atribuído a um único autor.

 

 

A face do meu amor
Tem a cútis da leveza
É mais fina que o esplendor
Que o glamour da natureza
Rambolde Campos/Joãozinho Gomes

 

Oficial

Agora é oficial. Prefeito do Rio de Janeiro oficializa datas dos desfiles das escolas de samba no mês de abril. Confira no site www.carnavalesco.com.br.

 

Eleição
Este ano de 2022 terá eleição na Liesap para eleger sua nova presidência. Até o momento nenhuma manifestação de interessados na disputa.

 

Antecipar
Como a Liesap já divulgou que as atividades de seu calendário de eventos estão suspensas em 2022, bem que poderia antecipar a eleição da instituição. #Dica.

 

De volta
Radialista Elson Summer é o novo apresentador do programa ‘Show da Diário’ (Diário FM 90,9), às 14h, de segunda à sexta. Ele assumiu nesta segunda (14). Boa sorte.

 

Novidades
Em breve o programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9), de segunda à sexta, às 16h, vai anunciar algumas novidades. Aguardem que é coisa boa. Sintonize.

 

No Youtube
Programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9) apresentado de segunda à sexta, às 16h, está com uma página no YouTube.
Se inscreva e curta os vídeos (clipes) e fotos de artistas da Amazônia. Assista também, diariamente.

Virou Macapá’
Título da música do cantor e compositor, Mauro Guilherme (falecido), que retrata a chega da sexta-feira em Macapá. Uma bela homenagem à cidade morena.

 

A região: uma rede de relações 

O tema da região me persegue. Talvez pela circunstância de viver num Estado, o Rio Grande do Sul, cuja cultura, e especialmente cuja literatura, tradicionalmente vêm sendo apodadas de regionalistas. Em função disso, escrevi um ensaio (Pozenato, 1974), tentando separar as ideias de regionalismo e de regionalidade na literatura gaúcha, confrontando-as com o possível ideal da universalidade literária. Mas vivo também num espaço, o da colonização italiana, que reivindica de longa data ser classificada como região com identidade própria. Mais ainda, trabalho numa Universidade que tem um projeto de regionalização, sobre o qual também tentei refletir num novo ensaio (Pozenato, 1995) em que a ideia de região é mais uma vez posta em cena e, mais uma vez, em confronto com o ideal universitário da universalidade do conhecimento.

Agora, para cúmulo das circunstâncias, estou envolvido num projeto de estudos regionais. Não há como negar, portanto, que sou perseguido pela ideia de região. Mas desde o início dos meus estudos sobre o tema até agora, num período de vinte anos, mudou sensivelmente a inflexão com que a ideia de região é abordada. Talvez seja possível simplificar essa mudança dizendo que ela transitou de uma visão negativa para uma visão positiva. Quer dizer: antes era preciso demonstrar que o regionalismo não consistia numa visão estreita do processo social, em qualquer de suas dimensões; hoje, a percepção das relações regionais é vista como um modo adequado de entender como funciona, ou pode funcionar, o processo de mundialização de todas as relações humanas.

Mas não adiantemos a discussão. A ideia de região é antiga. Buscando a sua etimologia, Emile Benveniste (citado por Bordieu, 1989, p. 118) mostra que a palavra regio deriva de rex, a autoridade que, por decreto, podia circunscrever as fronteiras: regere fines. A região não é pois, na sua origem, uma realidade natural, mas uma divisão do mundo social estabelecida por um ato de vontade. Tal divisão só não é totalmente arbitrária porque, por trás do ato de delimitar um território, há certamente critérios, entre os quais o mais importante é o do alcance e da eficácia do poder de que se reveste o autor da região. Enquanto esse poder é reconhecido, a região por ele regida existe. Em suma, a região, sem deixar de ser em algum grau um espaço natural, com fronteiras naturais, é antes de tudo um espaço construído por decisão, seja política, seja da ordem das representações, entre as quais as de diferentes ciências. A idéia de região como um espaço natural talvez tenha surgido a partir de sua utilização pela geografia. A Geografia Física circunscreve territórios em função da paisagem, como se dizia antigamente, ou seja, da Meteorologia, da Hidrologia, da Topografia, da vegetação etc. A Geografia Humana define os espaços regionais também com critérios objetivos, fornecidos pela História, pela Etnografia, pela Lingüística, pela Economia, pela Sociologia. Como nem sempre esses critérios coincidem, é possível falar de região histórica, região cultural, região econômica e assim por diante, com fronteiras distintas no mesmo território físico. (José Clemente Pozenato – https://www.ucs.br)

 

 

GAFIEIRA: É o local onde, por volta do fim do século XIX e início do século XX em diante, tradicionalmente as classes mais humildes podiam freqüentar para praticar as danças de casal, ou danças de salão. Não chegava a ser um clube e sim uma alternativa para essas pessoas e, pelo que consta a história, as gafieiras sempre existiram no município do Rio de Janeiro.

 

 

Voa pássaro feito de poesia

Leva nas tuas asas

A palavra escrita, bendita

A palavra que também tem asas como o dia

Aroldo Pedrosa/Willian Cardoso 

 

 

Com estilo

Grupo de samba amapaense, ‘Os Moreiras’ se despediu de seus fãs em grande estilo, com vários shows. O retorno em dezembro já está agendado. Boa sorte.

 

Berço

Mazagão Velho é o berço da cultura amapaense e uma grande referência e fonte de inspiração aos artistas tucujus. #Visite.

 

Fechou

Casa de Cultura Sankofa fechou as portas, mas encerrou seu ciclo de eventos artísticos e culturais com vários shows.

Neste domingo (13) tem Marabaixo e Batuque pra terminar em grande estilo, a partir das 18h. O endereço é na Orla da Cidade, bairro Santa Inês – Macapá/AP.

 

Responsabilidade

O Trapiche Eliezer Levy agora é de responsabilidade da Prefeitura de Macapá. Uma emenda parlamentar do senador Davi Alcolumbre vai garantir a reforma e revitalização daquele belo cartão postal, que está fechado há anos.

 

Privilégio

Cantor e compositor paraense, Enrico Di Miceli declara em sua página, no Facebook, um dos motivos de orgulho que tem por morar em Macapá.

“Vivo na cidade cortada pela linha do Equador e daqui poder assistir o movimento do sol anunciando a primavera, é uma das riquezas de morar nessa lindeza que é Macapá, a capital do meio do mundo”.

 

‘Prece a Samaúma’

Título do mais novo poema de Joãozinho Gomes, que está sendo musicado pela compositora Simone Guimarães.

Um dos versos da obra: “Sagrada árvore neste agora alvorecer/Feito uma filha que acaba de nascer/Venho à sua sapupema me benzer/E sob a chuva de sua paina agradecer…”.

 

Música

O pianista, compositor e arranjador brasileiro Ricardo Bacelar, lançou o single ‘Nada Será Como Antes’ (música de Milton Nascimento/Ronaldo Bastos).

 

 

 

 

Marca Rio Carnaval é lançada na Cidade do Samba

O Desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí, agora tem uma marca: Rio Carnaval. Criada pela Tátil Design e capitaneada pela LIESA, o desenho traz a força da comunidade do Samba e foi inspirado no balanço da porta-bandeira, personagem icônico dentro de uma agremiação, para a sua construção. Com um nome que dispensa tradução mesmo quando falado em outros idiomas, a Rio Carnaval concretiza um símbolo que traduz a energia contagiante da festa trazendo ainda mais protagonismo para os profissionais do Carnaval, que são a peça criativa e realizadora da maior celebração popular do Brasil.

“A Rio Carnaval é uma marca viva e pulsante, que pode se adaptar às cores de todas as Escolas e reagir aos sons, representando, assim, o Carnaval. Nosso objetivo é mostrar a unidade dos desfiles na Sapucaí, imprimindo neste símbolo toda a magia e encantamento que a Avenida proporciona em todos os envolvidos. Além disso, com a marca conseguimos atrair ainda mais os patrocínios, criando oportunidades de investimento na festa, como, a criação de uma linha de produtos personalizados”, conta Gabriel David, diretor de Marketing da LIESA.

O processo de construção da marca durou em torno de seis meses que envolveu entrevistas com ícones do Samba como os carnavalescos Rosa Magalhães e Laila; o comentarista Milton Cunha; o sambista Monarco; além de representantes da Liga – Helio Motta, vice-presidente e Elmo dos Santos, diretor de Carnaval. “Fomos para Cidade do Samba, aumentamos o time, abrimos mais experimentações para o processo e mergulhamos para entender o que estava por trás desse ícone, qual seria a essência da bandeira. Estudamos o movimento, o rastro que ela produz e a magia que ela transmite”, explica Fred Gelli, CEO da Tátil. A marca, que estampará todo o Sambódromo em abril deste ano, terá o lançamento oficial nos dias 26 e 27 de fevereiro, em um evento na Cidade do Samba. (www.liesa.com.br)

 

 

CURUÁ: É um rio brasileiro, localizado no estado do Pará, com cabeceira na “Serra do Cachimbo”. Durante seu percurso até a foz no rio Iriri, passa por diversas áreas indígenas, como uma tribo de “Caiapós”. Sua região mais conhecida é onde se encontram as cachoeiras do Rio Curuá, no distrito de “Castelo dos Sonhos”.

 

Olha meu amor
O que eu quero é te beijar
Seja onde for
Ou aqui ou acolá
Joãozinho Gomes/Amadeu Cavalcante

 

Sucesso
Jornalista Aline Brito assume a secretaria de comunicação da Prefeitura de Santana, empossada na quinta (10). Parabéns e boa sorte à nova gestora.

 

Encerramento
Neste sábado (12) continua a programação artística de encerramento o (12) da Casa de Cultura Sankofa (Orla da Cidade), a partir das 18h.

 

Pavull
O amigo Pedro Ivo (Guto Pavulagem) desenvolve com muito profissionalismo, responsabilidade e competência o seu trabalho de produções de eventos.
O cara é tão bom e conhecedor do que faz, que foi batizado de Pavull Produções. Gostei.

 

No ar
Neste sábado (12) é dia de ouvir o programa Viva o Rádio, na Diário FM 90,9, a partir das 11h. Um show de conhecimento. Sintonize.

 

Novidades
O programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) vai contar uma novidade que seus ouvintes vão adorar. Aguardem.

 

‘Depois dos 60’
Título da nova música da cantora e compositora, Rose Show, com arranjos de Delmir Nunes. “O amor se reinventa, inventa, depois dos 60. Sentimento voa fora como um pássaro na aurora…”.

 

‘Flor Morena’
Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD de seus 10 anos de carreira.

A música ‘Flor Morena’ é um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora. Confira em todas as plataformas digitais.

 

 

Envelopes de notas fechados após desfile de cada escola

Os presidentes das doze escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, já estão cientes do projeto para o fechamento das notas após cada dia dos desfiles no Carnaval 2022. Os julgadores dariam todas notas após a última escola de domingo e os envelopes seriam lacrados. O mesmo aconteceria depois da última escola na segunda-feira. Todas as notas só serão conhecidas apenas na apuração, na quarta-feira de cinzas, e lidas no formato tradicional, como foi realizado até o Carnaval 2020.
A ideia não é ter a campeã de um dia e do outro, mas dar igualdade para a competição, evitando o privilégio para quem desfila na segunda-feira. Lembrando que a Viradouro foi campeã em 2020 desfilando como a segunda escola de domingo. Desde 2010, quando a Unidos da Tijuca venceu, que uma escola vencedora não tinha desfilado no primeiro dia de apresentações no Sambódromo.
O projeto ainda está em debate na Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). Alguns dirigentes gostaram da proposta e outros ainda estão indecisos. O martelo deve ser batido ainda esse mês ou em novembro. A possibilidade é grande que a proposta vire realidade.
A definição mudaria consideravelmente a competição, afinal, quem desfila no domingo, sempre tem como desvantagem o volume de informações que os julgadores recebem no pós desfile. Após o primeiro dia, eles vão para casa, conversam com familiares, amigos e podem ver notícias. Nada disso acontece com quem desfila no segundo dia, já que todas as notas (domingo e segunda) são dadas após a última escola do grupo passar pela Marquês de Sapucaí, na manhã da terça-feira. (carnavalesco.com.br).

 

 

CAPIVARA: É uma espécie de mamífero roedor da família Caviidae e subfamília Hydrochoerinae. Alguns autores consideram que deva ser classificada em uma família própria. Está incluída no mesmo grupo de roedores ao qual se classificam as pacas, cutias, os preás e o porquinho-da-índia. Ocorre por toda a América do Sul ao leste dos Andes em habitats associados a rios, lagos e pântanos, do nível do mar até 1 300 m de altitude.

 

 

Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Tom Jobim/Vinícius de Moraes

 

 

‘Faces da Vida’
Nome do grupo musical amapaense formado pelo DJ Luciano Milagre e MC Rafa. Eles gravam versões das músicas regionais no ritmo do Hip Hop. É um belo projeto.

 

Abandono
Trapiche Eliezzer Levy continua abandonado pelas autoridades. É feio ter um belo lugar, em frente à cidade, ignorado pelo poder público. Nota zero nos quesitos valorização, respeito e amor às nossas coisas.

 

‘Maria Bonita’
Título do novo disco da banda amapaense Mini Box Lunar, com seis faixas, com produção e direção musical de Otto Ramos, um dos integrantes da banda.
O projeto é patrocinado pelo Governo Federal, através da Lei Aldir Blanc. As músicas do EP já estão disponíveis nas plataformas digitais.

 

Talento
Jovem cantor amapaense, Elson Summer já demonstra um talento nato no segmento da música. Vem se destacando no estilo gospel e conquistando seu espaço. Ele é da Banda Renovação Parabéns.

 

Poesia e música
Poeta amapaense, Pedro Stkls, tem um belo projeto que junta poesia e música com muita qualidade.
O talentoso artista tem uma linguagem regional em suas obras com pitadas do tempero amazônico.

 

‘Amor Negro’
Título da música de Enrico Di Miceli, gravada por Edilson Moreno em seu primeiro disco, em 1992. O tema é uma homenagem ao centenário da Abolição da Escravatura.

 

‘Água Doce’
Título da música do paraense Silvan Galvão, gravada com a participação da cantora amapaense, Patrícia Bastos. O clipe está disponível no canal do Silvan, no Youtube.

 

Gira Mundo e Unibanco promovem campanha em prol do Bailique

Associação Gira Mundo e Instituto Unibanco, lançaram a campanha “Ajude o Bailique”. Essa é uma ação solidária de arrecadação de diversos materiais para os moradores do arquipélago. A Gira Mundo é uma instituição que contempla e trabalha com diversos grupos de teatro e sempre realiza ações sociais.

 

Com início do ano letivo se aproximando, as entidades se juntaram para arrecadar: material escolar, de higiene pessoal e de limpeza, além de água, máscara e álcool em gel. A ideia é tentar ajudar os moradores das 57 comunidades que vivem no arquipélago do Bailique, que sofrem com a falta d’água para beber e com a falta de condições básicas para sobreviver. Ultimamente os moradores do Bailique tem sofrido com a salinização das águas do rio Amazonas que cercam as ilhas que compõe aquele ilhéu, o que dificulta o acesso a água potável. Por isso, a preocupação das duas entidades em minimizar essa situação.

 

As doações podem ser feitas na Escola Estadual José de Alencar, que fica localizada na Rua Cândido Mendes, 269 – Perpétuo Socorro, ou por meio de PIX através da chave: CNPJ 07.465.360/0001-08. Informações: (96) 98143-4131. (Ascom/Gira Mundo – Adryany Magalhães (96) 99144-5442).

 

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No Curiaú tem tambor marabaixo
São José é minha fé na beira mar
Isso é o Amapá
Ver nossas tradições rio acima e abaixo

Ivo Canuty

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Fechou

A casa de Cultura Sankofa fechou as portas depois de quase oito anos valorizando os artistas amapaenses. A partir desta quinta (10) haverá uma última programação para marcar o encerramento. #Obrigado.

 

‘Mandala Aberta’

Título da música de Sabrina Zahara em parceria com Paulinho Bastos, no repertório do 1º disco solo da artista, ‘Eu Não Ando Só’, já em todas as plataformas digitais.

 

Exaltação

Cantor Dudu Nobre lança, na sexta (11), o álbum ‘Sambas de Exaltação do Rio de Janeiro, com os maiores sambas enredos da história. Em todas as plataformas digitais.

 

‘Ilhas Que Bailam’

Título de uma das músicas de Osmar Júnior e Fernando Canto, que está no disco “Piratuba a Cantoria no Lago”, do poetinha Osmar Júnior.

 

‘Último Chá’

Título da música de Paulinho Bastos gravada em seu 1º disco (CD), “Batuqueiros”, com participação especial do cantor e compositor, Nico Cadena, sobrinho do artista. Uma bela canção.

 

Profissionalismo

Produtor, locutor, publicitário e DJ. O amigo Rocha é tudo isso e mais um pouco, além do grande profissional que é em tudo o que faz.

Proprietário do Estúdio Midas Live, o empresário tem uma agenda cheia durante a semana, com gravações de áudios e produções diversas. Parabéns.

 

‘O Canto da Amazônia’

Um programa com a cara e o jeito da nossa gente, de segunda à sexta, às 16h, na Diário FM 90,9. É bom de ouvir. Ele valoriza o que é nosso. Sintonize.

O que é música Gospel?

A música gospel é conhecida como um ritmo e um estilo musical religioso de grupos cristãos. O termo também é utilizado para fazer referência a músicas evangélicas. Presente principalmente em cerimônias religiosas e costuma ter como tema principal a adoração a Deus, a Cristo ou ao Espírito Santo.

 

A música gospel é escrita e executada por muitos motivos com motivo religioso ou até cerimonial, ou como um produto de entretenimento para o mercado comercial. No entanto, o tema obrigatoriamente abordado na música gospel é o louvor, adoração ou graças a Deus.

 

Em inglês, ‘gospel’, derivada do inglês ‘God-spell’ que significa Deus soletra, e as pessoas fazem alusão por algum motivo sem ser mencionado como ao Evangelho bíblico que nos narra as boas novas ao mundo. A vinda de Cristo ao Mundo —, pelos livros dos Evangelhos Canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Uma tradução literária da palavra grega, euangelion para o Inglês eu- ‘good’, – angelion ‘message’, que significa em Português, boa mensagem.

 

Originalmente, no grego Clássico, angelion referia-se a gorjeta que se dava ao mensageiro que entregava uma (eu = boa) mensagem (o antigo correio), mas já dos anos de Cristo a palavra se cunhou no significado de mensagem. A palavra grega, ‘euangelion’ é também a fonte do termo ‘evangelista’. Os autores dos Evangelhos Canônicos Cristão são conhecidos como os evangelistas. Geralmente, nos Estados Unidos, o termo gospel é uma referência a trabalhos do gênero de literatura cristã antiga.

 

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Seu boto dono das águas
Ensine-me a remar
Cortar essas marés de léguas
Cavalgar feito égua

Annie Carvalho – poeta

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Novidade

Cantora e compositora amapaense, Sabrina Zahara lançou, nas plataformas digitais, seu primeiro disco solo, ‘Eu Não Ando Só’.

Das oito músicas do projeto, ela assina cinco em parceria com Paulinho Bastos, Cléverson Baía e Eduardo Branco. O músico Hian Moreira é quem assina a direção e produção.

 

Encerramento

Grupo de samba Os Moreiras encerra temporada, no sábado (12), na Arena WK (Laguinho), em frente à sede de Boêmios do Laguinho, a partir das 18h. Informações: 98436-7001.

 

Referência

Músico percussionista amapaense, Pascoal fez parte de muitos projetos, principalmente tocando bateria em várias bandas. Foi um grande profissional e uma boa referência para as novas gerações.

 

‘Cavalo Selvagem’

Título do livro do escritor roraimense, Eliakin Rufino, ilustrado para crianças e adolescentes, disponível na livraria Boa Vista do Roraima Gardem Shopping, em Boa Vista – Roraima.

 

Planeta Amapari

Ouvindo as músicas do disco ‘Planeta Amapari’, projeto criado por Val Milhomem, Joãozinho Gomes e Zé Miguel, fica fácil entender o amor desses artistas por nossa aldeia tucuju.

“Somos filhos dessa terra e também dessas estrelas, do infinito e da floresta, da nação que nos constela…”.

 

‘Jaçanã’

Título do livro que reúne grandes nomes da poesia da Amazônia, assim como a amapaense Annie de Carvalho, poeta tucuju. ‘Jaçanã – Poética Sobre as Águas’.

 

‘Luz do Mundo’

Título de uma bela música do maestro, Manoel Cordeiro e do cantor, Ronery, gravada pela Banda Warilou e pela cantora, Gaby Amarantos, no primeiro disco solo de Manoel Cordeiro, ‘Sonora Amazônia’.

A Arte da Guerra

A Arte da Guerra é um tratado militar escrito durante o século IV a.C pelo estrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze capítulos, cada qual abordando um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor um panorama de todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um combate racional. Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategistas militares através da história como Napoleão, Zhuge Liang, Cao Cao, Takeda Shingen, Vo Nguyen Giap e Mao Tse Tung.
Desde 1772 existem edições europeias (quatro traduções russas, uma alemã, cinco em inglês), apesar de serem consideradas insatisfatórias. A primeira edição ocidental tida como uma tradução fidedigna data de 1927.
O livro A Arte da Guerra foi traduzido para o português por Caio Fernando Abreu e Miriam Paglia (1995).
Com seu caráter sentencioso, Sun Tzu forja a figura de um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a surpresa.
Hoje, A Arte da Guerra parece destinado a secundar outra guerra: a das empresas no mundo dos negócios. Assim, o livro migrou das estantes dos estrategistas para as do economista e do administrador.
Embora as táticas bélicas tenham mudado desde a época de Sun Tzu, esse tratado teria influenciado, segundo a Enciclopédia Britânica, certos estrategistas modernos como Mao Tsé-Tung, em sua luta contra os japoneses e os chineses nacionalistas. Inclusive encontra-se nos escritos militares de Mao-Tse-Tung citações do livro A Arte da Guerra de Sun Tzu.
O general brasileiro, Alberto Mendes Cardoso, chamou o livro do Sun Tzu de clássico militar. (pt.wikipedia.org).

 

 

COMPOSITOR: É um profissional que escreve música. Normalmente o termo se refere a alguém que utiliza um sistema de notação musical que permita a sua execução por outros músicos. Em culturas ou gêneros musicais que não utilizem um sistema de notação, o termo compositor pode-se referir ao criador original da música.

 

Quem avistar o Amazonas nesse momento
E souber transbordar de tanto amor
Este terá entendido
O jeito de ser do povo daqui
Val Milhomem/Joãozinho Gomes

 

Músico
Músico instrumentista, compositor e produtor amapaense, Tom Campos é um daqueles que nos acalanta com suas obras. Sua guitarra, eterna companheira, tem uma verdade em seu tocar. Ele é um grande profissional da música. #Bravo.

 

Respeito
Os artistas precisam de mais respeito das autoridades, sobretudo, daquelas que ignoram ou pouco fazem para garantir que as obras desses militantes artísticos e culturais sobrevivam. #Mais Respeito.

 

Investimento
Fortaleza de São José de Macapá passará por reforma e receberá investimentos de mais de 30 milhões. Esse recurso vem de parcerias do GEA, Banco Nacional de Desenvolvimento, Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes. Esse ano de 2022 a Fortaleza de São José vai completar 240 anos.

 

Referência
A marabaixeira Elisa Congá é a referência do Grupo de Marabaixo Raízes da Favela. Ela tem muitos trabalhos realizados e continua desenvolvendo os projetos em vários lugares da cidade de Macapá.

 

‘Catirina’
Título de uma bela música do poetinha, Osmar Júnior, gravada pela cantora Claudete Moreira. Linda interpretação. “Catirina meu desejo é teu beijo minha flor. Ê Catirina, Catirina meu amor…”.

 

‘Amazônia na Veia’
Título do último disco de Zé Miguel. No repertório, 11 belas músicas que falam de nós, povo amazônico: Estória de Nós, Quando Desbotado, Amor eu Dou, Quimera Telúrica, A Ponte, Jogo de Risco, Amazônia na Veia, Meu ABC, Brazucas da Gema, Kizomba no Samba e Só Dá Se Viver.

 

‘Lamento’
Título da obra musical do cantor e compositor, Ozy Rodrigues, em parceria com Dagoberto Paranhos. “Terra lavrada, irrigada e fertilizada, com sangue e suor dos negros que aqui aportaram…”. Bela canção.

 

Viradouro adota fênix como mascote da escola

A Viradouro, atual campeã do carnaval carioca, levou um baque após o título em 2020. Em abril, o barracão sofreu um incêndio. No início da pandemia, a vermelho e branco não pode comemorar sua conquista com a comunidade e ainda teve que reformar todo o espaço de produção do seu desfile. Mantendo sempre o brilho no olhar, como diz seu lema, a agremiação de Niterói não baixou a cabeça, pelo contrário, ele segue com muita vontade e quer ser novamente campeã.

 

Um bicampeonato consecutivo no Grupo Especial do Rio de Janeiro não acontece desde 2008, quando a Beija-Flor conquistou em 2007 e 2008. Para isso, a fênix foi adotada oficialmente como mascote, o barracão foi totalmente recuperado e com diversas mudanças e os ensaios começaram na última terça-feira (19) e dia 14 de novembro, está programado o primeiro treino na Avenida Amaral Peixoto, no Centro de Niterói.

 

“Foi um grande susto (incêndio). Ficamos ao mesmo tempo extremamente desesperados e aliviados porque ninguém se machucou. Durante muitos dias, viemos para cá, limpar o barracão e aprendendo sobre incêndio. Tinha uma particularidade que não sabia. O que o fogo não destrói, a água destrói. Tivemos que usar uma quantidade significativa do prêmio do título do Carnaval 2020. Conseguimos refazer o barracão. A obra durou quase oito meses, teve que ser feita, dentro do que era possível, devido aos cuidados com a pandemia. Tivemos que refazer toda parte elétrica. Foi uma tristeza entrar e ver tudo queimado. Perdemos todos os documentos que estavam aqui. O andar inteiro do administrativo foi perdido. Toda parte de RH. A taça de 2020 não estava, mas a de 2019 sim. Ela ficou toda queimada, mas decidi não mexer. A escola adotou a fênix como símbolo. Ela representa tudo que vivemos. Traduz bastante nossos últimos anos”, disse o presidente Marcelinho Calil, que revelou uma situação intrigante vivida após o incêndio.

 

Nos preparativos para o desfile de 2020, a vermelho e branco foi a agremiação que mais ensaiou e o resultado foi visto na Avenida, em uma apresentação muito bem feita nos quesitos Evolução e Harmonia. Fora quase 40 treinos, entre atividades na quadra e na rua. Agora, o reencontro com os componentes, após quase dois anos de afastamento, mexeu com a comunidade. (carnavalesco.com.br).

 

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Sim, eu tenho a cara do Saci
O sabor do tucumã
Tenho as asas do Curió
E namoro cunhantã

Nilson Chaves

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Raízes da Favela

Grupo de Marabaixo Raízes da Favela é uma instituição com vários projetos sociais e culturais, defendendo a história do povo tucuju. A coordenação é da ativista cultural, Elisa Congó. Parabéns.

 

Feirinha

A Feirinha Quilombola que está acontecendo na maloca da Tia Chiquinha (Curiaú) é uma iniciativa da dona Esmeraldina Santos. Vários produtos de arte estão sendo comercializados. Visite.

 

Contrato

Quadrilha junina Simpatia da Juventude já está trabalhando para o projeto de 2022. Neste sábado (5) a diretoria da ‘Fera do Amapá’ assinou contrato com os profissionais: miss caipira, coreógrafo, estilista e outros. Parabéns.

 

Pintura

Artista plástico, Augusto Leite, ligou informando que está produzindo muitas obras em seu ateliê particular (casa). “A pintura me deixa mais leve e completa”.

 

Intérprete

José Maria Coelho, falecido semana passada vítima de Covid-19, além de um grande profissional do rádio, também foi intérprete de Piratas Estilizados, na década de 1980.

 

‘Para Macapá’

Título da música de Naldo Maranhão e Tomé Azevedo. Uma bela declaração de amor à cidade de Macapá. A obra foi gravada por Naldo Maranhão.

 

Literatura

Livro do escritor Mauro Guilherme, ‘Histórias de Desamor’ (publicado em 2012), foi republicado como e-book e ganhou nova capa. Podemos encontrá-lo na livraria virtual www.amazon.com.br.