Wellington Silva

Novo atentado desmantelado

 

Um perigosíssimo esquema terrorista nazifascista foi recentemente desmantelado pelo serviço de inteligência da Polícia Civil juntamente com o ministério da Justiça e Segurança Pública.

Não estamos aqui falando de bravatas de filmes da série 007 mas sim da vida real, gente capaz de tudo para eliminar autoridades públicas.

A arquitetura logística do novo atentado planejava explodir o Palácio do Planalto com o Presidente Lula dentro assim como também explodir o prédio do STF visando ceifar a vida dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

No caso particular do prédio do STF o objetivo principal era exatamente explodir o espaço de debates das eleições para o segundo turno ceifando assim a vida de todos que estivessem dentro do raio de ação do ataque.

Batizada de Operação Rede Interrompida, a imediata ação policial cumpriu oito mandatos de busca e apreensão em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

Estamos falando aqui de evidentes células do terror com o claro objetivo de eliminar autoridades, repito, e tudo com o claro objetivo de minar a reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Tudo está absurdamente muito claro neste nosso rico Brasil varonil de devaneios, fanatismo bolsonarista e tentativa de golpe de estado.

A Polícia apreendeu computadores, celulares, material de propaganda nazista e armas. E parece que os investigados não se conheciam pessoalmente, salvo melhor juízo das investigações.

A ferramenta de comunicação dos investigados ocorria em grupos de Telegram, plataforma que se transformou em refúgio predileto para criminosos desta natureza, a combinação perfeita de criptografia forte com dificuldade de rastreamento.

Felizmente os serviços de inteligência empreenderam métodos científicos e logísticos para descobrir e desmantelar estes perigosos núcleos espalhados em diversos estados.

Analisando muito seriamente o caso, assim se manifestou o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva:

“Não eram práticas inocentes. O que estava ali sendo engendrado eram atentados sérios”.

Os acusados compartilharam na internet o modelo da planta arquitetônica em formato tridimensional tanto do Palácio do Planalto como do prédio do STF, para estudar as formas de ataque. A intenção era realizar as execuções em janeiro de 2027 com o uso de bombas, granadas de mão e até um fuzil ponto 50 capaz de derrubar helicópteros.

Infelizmente, todos sabem que esse já não é mais um episódio isolado!

O planejamento da tentativa de assassinato de Lula, Geraldo Alkmin, Alexandre de Moraes e dos presidentes da Câmara e Senado Federal surgiu exatamente com o Punhal Verde Amarelo.

E eu sinceramente fico me perguntando o seguinte:

Será que esse tipo de gente quer o bem do Brasil ou simplesmente deseja o poder através do terror?

Isso tem que parar, custe o que custar, na forma da lei!

 

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Reflexões ao Club do Rock

 

Todo festival de rock que se preze deve evidentemente apresentar uma diversidade de estilos e verdadeiramente navegar na história do rock, inserindo em sua programação bandas que toquem Elvis, B.B. King, Beatles, Roling Stones, Pink Floyd, Yes, Genesis, Deep Purple, Rush, Alman Brothers, Jovem Guarda, Tropicalismo, Raul Seixas, Rita Lee, Casa das Máquinas, e por aí vai…

Um festival de rock, como o aqui realizado em Macapá, não pode de forma alguma se resumir a metal pesado em toda a extensão de sua programação.

Uma programação desta natureza soa como exclusivismo preferencial, justamente a imposição e prevalência da organização de uma tribo sobre os demais estilos que fizeram emergir o bom e velho rock and roll.

Nunca é demais lembrar que as raízes do rock emergiram do blues, do Rhythm and Blues, gênero de música popular que se originou nas comunidades afro-americanas, na década de 40, abordando temas como o racismo social, liberdade e alegria, opressão racial, dor e fracassos.

Já o blues é um gênero musical de origem afro-americana bem específico, surgido no extremo sul dos Estados Unidos da América, no final do século XIX.

As narrativas poéticas e melódicas de um bom blues falam quase sempre de trabalho, cantos do campo, melancolia e tristeza, paixões, gnose.

A escala de um bom blues possui progressões de acordes específicos, com variações de notáveis improvisos instrumentais, onde, o blues de doze compassos, é o mais comum.

A própria palavra blues, em inglês, é sinônimo de melancolia.

Elvis, Beatles, Roling Stones e Raul Seixas, por exemplo, beberam e mentalmente mergulharam por diversas vezes nas raízes do blues, deles emergindo trabalhos musicais maravilhosos, fantásticos, sucessos até hoje sempre lembrados.

Dito e escrito tudo isto, hoje temos como importante exemplo para nós o Rock in Rio deste ano.

Nomes importantes do universo do rock e da boa música estarão presentes no Rock in Rio 2026 tais como o nosso eterno Capitão Fantástico, Sir Elton John, e nosso tão Querido e Genial Gilberto Gil, não esquecendo também da incrível sonoridade musical do fantástico Roupa Nova, eles que enriquecerão e muito esta notável diversidade musical que o Rock in Rio apresenta este ano.

Portanto, senhores organizadores do Club do Rock em Macapá, festival de rock que se preze se faz assim, com diversidade de estilos, com boa qualidade musical, e fundamentalmente, com muito respeito as raízes do rock.

Para o ano, pensem em trazer Robertinho de Recife para juntos apreciarmos bons solos de guitarra ou a irreverência e boa sonoridade do Titãs e do Roupa Nova, por exemplo.

Não existe música velha e música nova!

Existe música boa e música ruim!

Beatles & Raul Seixas Forever são a prova histórica disso!

É isso aí gente!

 

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Humberto Moreira

 

Humberto da Costa Moreira, um ícone do rádio e da televisão amapaense, o precursor do jornalismo televisionado advindo de uma época em que tudo estava por fazer…

É a grande referência histórica quando falamos de música, dos grandes e saudosos bailes, das grandes bandas, de uma geração de artistas de grande talento, que hoje raramente se vê.

Assim, nesta exata forma, é que podemos tentar definir alguém como ele, uma pessoa ímpar que dedicou parte significativa de sua vida ao esporte, a arte e cultura, a radiofusão, ao jornalismo, um maranhense mais que tucuju, filho da saudosa Mãe Dulce e de João Batista, o nosso Querido e saudoso Piloto.

Em 1.974, ano em que a Tv Amapá Canal 6 inaugura a projeção de seu sinal para todo a região amapaense, Humberto imprime sua marca em notável apresentação do primeiro jornal televisionado, o Jornal do Amapá. E, de bate-pronto, convida o radialista Sebastião Oliveira e Izabel Miranda para formar um time de primeira linha para apresentar o referido jornal.

Nesta época pioneira, o comando da direção da televisão estava sob a responsabilidade dos conhecidos jornalistas Luiz Melo e Correa Neto, eles que formataram a linha editorial da referida emissora.

Era uma época em que talento somado a criatividade contavam e em muito para a boa fórmula do sucesso.

Na lendária Rádio Difusora de Macapá Humberto Moreira chegou a realizar históricas transmissões tais como a icônica vitória do Esporte Clube Macapá. Mas, como ele mesmo dizia, o que mais lhe marcou foi o fato de ter de transmitir a grande tragédia do naufrágio do barco a motor Novo Amapá, tragédia ocorrida em 1.981, no rio Jari.

A tragédia do naufrágio do Novo Amapá foi um gravíssimo acidente que por muito tempo deixou a população amapaense em luto, dada as circunstâncias do acidente e o total de vítimas, sendo manchete nos jornais do Brasil e do mundo.

Na música, com sua inconfundível voz, Humberto gostava de navegar na Bossa Nova, na MPB, no bom samba de raiz, no jazz, no soul e no pop rock.

E foi na lendária banda Os Cometas que ele se destacou como vocalista ao cantar grandes sucessos da Jovem Guarda, dos Beatles, dos Incríveis e dos Fevers, por exemplo.

Sua última participação ao vivo ocorreu exatamente no grande palco de sua vida jornalística, a lendária Rádio Difusora de Macapá, no programa Bom Dia Difusora, ao lado dos jornalistas Paulo Silva e Rodiney Santos, por ocasião das merecidas homenagens prestadas ao jornalista Aníbal Sérgio, recentemente falecido. Dias depois, Humberto da Costa Moreira parte, deixando lacunas difíceis de preencher na crônica esportiva, no rádio, na arte e cultura amapaense.

 

 

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A Ucrânia e seus mortais drones

 

Quantas mortes a mais serão necessárias para que Putin entenda de uma vez por todas que ele não pode, não deve e não tem o direito de invadir um país e tentar subjugar um povo guerreiro como o ucraniano?

O recente levantamento feito neste mês de julho de 2026 indica que a terrível Guerra na Ucrânia já causou 2 milhões de mortes, o maior número registrado em um conflito bélico desde a Segunda Grande Guerra Mundial.

O crescente desgaste das forças russas concentradas no front leste da Ucrânia apresenta um total de 1,4 milhão de soldados russos mortos.

Este total parcial aumenta na medida exata em que as forças de defesa e ataque ucranianas imprimem com mortais drones pesadas perdas as forças de ataque russas.

Pesquisa recente mostra uma perda mensal de mais de 30 mil soldados russos, número que supera em muito o nível de recrutamento do Kremlin, estimado em 27 mil, um custo cada vez maior para o desvario de Vladimir Putin de dominação e expansão territorial.

A contar desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, a Rússia já perdeu mais de 3.772 mil tanques de combate, incluindo o modelo avançado T-90M, e, 1.933 veículos de combate IFV. Perdeu, também, 454 peças de artilharia em campo, 889 canhões autopropulsados e 465 lançadores múltiplos de foguetes.

E o estrago não para por aí!

Os mortais drones ucranianos já botaram pra correr de portos a temível frota russa do mar negro.

Recentemente, drones ucranianos atingiram 20 embarcações russas, sendo navios-tanque de gás, petroleiros, cargueiros e um rebocador.

O temível e poderoso navio de guerra russo, o Moskva, que era símbolo da marinha, agora jaz no fundo do mar, fulminantemente atingido por drones caseiros ucranianos.

E o estrago continua…

Chuvas de drones vem atingindo diversas fábricas produtoras de petróleo, aeroportos, pontes, trens de carga, aviões e helicópteros de combate, deixando as defesas russas sem saber o que fazer.

Vários bombardeiros TU-95 e TU-22M3, aeronaves de transporte Na-12BT, um avião de alerta antecipado A-50, e diversos helicópteros Mi-8 já foram destruídos pelos mortais drones da Ucrânia.

O velho slogan da Rússia intocável e imbatível está aos poucos sucumbindo diante da inteligência e engenhosidade ucraniana somada a teimosia genocida de Vladimir Putin, ele que não se importa com vidas humanas e sim com o poder e expansão territorial.

Mas, a pergunta mundial que se faz é a seguinte:

Até quando e até onde Vladimir Putin pretende continuar com este insano terror?

 

 

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Ene

 

Era uma vez, lá nas terras da distante África, berçário cultural de nossos bravos ancestrais, uma bela sereia chamada Ene, ávida em aventurar-se em uma viagem de pura emoção para celebrar a vida, a luz do bom convívio, do aprendizado, a razão de ser de nossa raiz cultural.

Ene repentinamente parte da África até finalmente dar uma paradinha em Minas Gerais para depois partir para Pernambuco e rumar para Paraíba, sendo seu ponto de chegada final o Amapá, Quilombo do Matapi, Quilombo localizado no município de Santana.

Nesta inspirativa viagem figuram personagens que significativamente ilustram esta belíssima história contada pela professora, escritora, poetisa e contadora de histórias, Márcia Galindo:

Ene, que na verdade é Eliene, mãe da escritora, grande inspiração de coragem, beleza e bravura para o desenvolvimento de tão bela narrativa.

Depois, surge Elza Maracá, avó da escritora, eternizada na sabedoria e no multiculturalismo de um peixe-boi bem feminino.

Seguidamente surge no caminho de Ene a sereia cangaceira Chiquinha, nossa Querida e saudosa Tia Francisca (Professora), considerada pela escritora como sua mãe do coração.

Para a escritora, esta foi a forma ou fórmula mágica de contos que encontrou para eternizar a memória e a imagem icônica de cada uma, elas que significativamente imprimiram muita positividade na vida da autora.

Assim, se manifesta, Márcia Galindo:

“Esta é, portanto, uma obra mais que especial, carinhosamente muito bem desenhada, formatada, ilustrada, dedicada as pessoas com PcD (Pessoas com Deficiência), elas que diante dos desafios, preconceitos, capacitismo, inventam rodas para navegar pela vida. Portanto, que este livro seja um espelho onde todas as cores, raízes e corpos se reconheçam com dignidade, respeito e amor. Dedico esta obra aos Nordestinos que chegaram nas terras amapaenses com respeito, dignidade, com valorização de nosso sotaque como uma língua viva em transformação; a esta terra amapaense que me acolheu e me inspira há mais de três décadas com o som de seus tambores; aos que preservam o batuque, o marabaixo e a força de nossos ancestrais”.

A professora Márcia Galindo é pernambucana e Mestra nas águas da Educação.

Arquiteta das palavras, é escritora, poetisa e guardiã das memórias. De seu inspirador e irrequieto sentimento já foram concebidas trinta obras em forma de livros, versos, contos e saberes.

A belíssima e emocionante noite de autógrafos da obra Ene ocorreu na residência da saudosa Tia Francisca, na presidente Vargas, nº 884, bairro central de Macapá, e contou com a presença de familiares de Chiquinha, amigos da família e da escritora.

 

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Vini Jr. e a seleção brasileira

 

Anotem bem o que digo:

Vini Jr. ainda será o segundo Pelé da Seleção Brasileira de Futebol!

Eu só queria mais um, somente mais um Vini Jr. para a Seleção Brasileira ser feliz neste infeliz final que ela teve nas oitavas de final da Copa do Mundo de Futebol.

Inteligente, criativo, rápido, veloz, visionário nos momentos oportunos, assim defino Vini Jr.!

O problema é que os demais não conseguiram acompanhar o seu rápido raciocínio em campo, e aí senhores, deu no que deu…

Implorei ao Professor Pardal, da Disney, para fazer um clone bem legal do Vini Jr. e ele respondeu ser um risco clonar um craque como ele. Disse que sua máquina de clonagem ainda está em aperfeiçoamento, e pode dar problemas, problemas que geralmente ocorrem em seus primeiros experimentos científicos.

Implorei ao Pardal para trazer o técnico Zagalo em sua máquina do tempo e ele respondeu que também, geralmente, sua máquina do tempo enguiça no tempo de algum tempo atrás…

Então eu disse:

Lascou-se tudo Professor!

Ele respondeu:

– Tenha fé! A próxima Copa é em 2030!

E é exatamente nesta fé em Vini Jr. que eu e a torcida brasileira se apoia para a próxima Copa do Mundo, assim como em Endrik Felipe Moreira de Souza, a tabelinha criativa perfeita com Vini Jr. para bola na rede!

Perceberam como o nosso time verde e amarelo repentinamente cresceu em campo com a entrada um pouco tardia do Endrik?

Não teríamos um melhor destino no infeliz jogo contra a Noruega se Endrik e Neimar tivessem logo entrado na abertura da disputa Brasil X Noruega?

Creio, certamente, que sim!

Daí meu apelo ao Professor Pardal para trazer de volta o Zagalo, ele que era “turrão” mas fazia exatamente o que era pra fazer, ou seja, criar as melhores táticas, as melhores jogadas, com os melhores atletas disponíveis.

Com Zagalo, não tinha estrelismo!

Com Zagalo, entrava em campo quem ele observava que podia produzir resultados imediatos!

Com Zagalo, fomos felizes e vimos a Copa do Mundo por diversas vezes, o único tetracampeão mundial de futebol.

A grande lenda, Mário Jorge Lobo Zagallo, nos deixou em 2024, aos 92 anos.

Daí eu me pergunto:

Mas porque diabos estamos importando técnico internacional para comandar os destinos da Seleção Brasileira, se aqui temos bons técnicos?

Porque continuamos exportando bons jogadores para times europeus, a eles presenteando, e de bandeja, nossas técnicas, estratégias, a boa arte do futebol brasileiro?

Deixo com você, caríssimo leitor, tais indagações…

E, sinceramente, do jeito que está, NÃO DÁ MAIS!

 

 

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Dia D, nunca estivemos sozinhos!

 

Um filme pra pensar, esta é a definição da nova grande obra cinematográfica de Steven Spielberg, Dia D, obra que já está dando no que falar no mundo todo.

Dia D não é um filme para sentir medo, pavor, e muito menos para despertar insegurança e ansiedade em nossos corações, muito pelo contrário!

Seu final “cutuca” o espectador a aprender a ouvir:

ESCUTE!

Portanto, sabedoria é fundamentalmente saber ouvir!

Dia D é uma obra para profunda reflexão diante daquilo que é inteligentemente extremamente extraordinário. Algo muito, mas muito além das tolas vaidades, absurdos e aberrações humanas.

Dia D é uma obra que exorta a razão universal, o amor, o elevado conhecimento mental psíquico, a compaixão, a solidariedade, e começa exatamente evidenciando o contrário de tão nobres sentimentos humanos:

Poder, controle, manipulação!

O grande dilema deste fantástico filme reside exatamente naquilo que ufólogos vem falando, comentando e escrevendo a muito tempo:

Os famosos arquivos secretos sobre ovnis e seus tripulantes por décadas escondidos por governos, principalmente, pelo governo dos Estados Unidos da América.

Quantas pessoas que tiveram contatos de primeiro, segundo e terceiro graus com naves espaciais e seres inteligentes já não foram ridicularizadas, perseguidas e taxadas de loucas por um sistema cruel, desumano e supremacista?

E agora, inesperadamente, após décadas parado, o projeto de conquista da Lua é retomado pelos americanos.

Porque será?

Desde quando o americano Neil Armstrong desceu do módulo Águia e pisou em solo lunar, em 1.969, que não se ouvia falar em custosos e ambiciosos projetos de conquista da Lua.

Até hoje não se sabe ao certo quais foram os motivos reais que levaram o governo americano a abandonar por décadas o projeto de conquista da Lua. Lembro, quando criança, da grande intenção dos americanos em construir uma base lunar em nosso satélite natural. Isso era amplamente divulgado nos meios de comunicação nas revistas Manchete, Veja e IstoÉ.

Passado tempos, revelações aos poucos surgem, vindas de nada mais e nada menos dos próprios astronautas, quase todos relatando terem tido contatos com naves espaciais providas de alta tecnologia, tecnologia totalmente desconhecida da engenharia humana.

Seria a Lua uma espécie de espaço de descanso para naves espaciais vindas de outros planetas?

Seria o nosso satélite natural uma espécie de base alienígena?

Astronautas da Apolo 11 assim como da Apolo 13 relataram terem sido acompanhados e observados por naves extraterrestres que do nada surgiam e do nada desapareciam.

Seria todo este histórico acervo, aliado ao testemunho de milhares e milhares de pessoas, militares, oficiais, astronautas, puro delírio coletivo?

Não seria o mesmo que tentar soterrar o histórico testemunho cabal que de muito existe vida inteligente no espaço, vidas e tecnologias muito além da nossa tão pequena compreensão humana?

PENSO, EVIDENTEMENTE, QUE DESDE O COMEÇO DAS ERAS NUNCA ESTIVEMOS SOZINHOS NO UNIVERSO!

 

 

“Master Club”

 

Nunca na história do Brasil se viu um grupo político e empresarial tão “traquina”, nocivo e depreciativo ao parlamento brasileiro, a ética e aos bons costumes como as “ilustres e impolutas” figurinhas investigadas, envolvidas, citadas e enquadradas no escândalo do Banco Master, figurando como gerente da situação do “esquemão” mister Vorcaro.

Podemos então “batizar” tal “esquemão” cinematográfico de Master Club, justamente, um clube de ratazanas onde milhões são descaradamente rateados entre eles?

Sinceramente, causa ESPANTO mister Flávio requerer 134 milhões de reais a Vorcaro para patrocinar a filmagem da história de um golpista subversivo fascista. Ele, o “intrépido” capitão mortalha, o gigante pela própria natureza negacionista a ciência e as normas gerais estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde para combater o mortal vírus da covid-19.

Sinceramente, não dá!

Isso é demais para meus neurônios cansados de tantos absurdos e aberrações!

Grande vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2025, Ainda Estou Aqui teve um custo estimado em cerca de 45 milhões de reais, valor

este sem nenhuma captação de recursos de leis nacionais de incentivo a cultura, a produção cinematográfica.

O filme Agente Secreto custou 28 milhões de reais, sendo 9 milhões oriundos de financiadores internacionais.

É mister o Master Club esclarecer que o montante de 134 milhões de reais não representa o espelho orçamentário total do filme do capitão mortalha.

Daí fica a perguntinha nacional que não quer calar, Senhor André Mendonça:

Não tem algo de muito errado neste império Master Club dos bolsoneros?

Muitos congressistas progressistas já estão afirmando que SIM, que esta grana toda, boa parte dela, pode ter tido um outro destino a financiar nos Estados Unidos da América operações articuladas contra a nossa pátria mãe gentil.

É exatamente deste tipo de “patriotas” que estamos falando, justamente, os mercenários vendilhões da pátria capazes de tudo, absolutamente TUDO, para retomar o poder da pátria mãe gentil, nem que seja na marra.

Como o tal famigerado golpe de estado que tanto defendiam, não deu certo, hoje eles defendem e exortam a absurda intervenção militar americana no Brasil!

São mercenários que simplesmente cospem na nossa Constituição e na Carta das Nações.

Esperamos, no frigir destes ovos quentíssimos, que o pleno do STF se manifeste sobre temas tão controversos, porém extremamente necessários!

Com a palavra o Senhor André Mendonça!

 

 

 

Alcione e o nosso Marabaixo

 

Não é um deslumbre ver ao vivo e a cores Alcione cantar Cartola, a antológica canção As Rosas Não Falam, uma belíssima construção poética na voz de quem tem um incrível potencial de canto?

Nossa, e como canta nossa querida Alcione, particularmente, para mim, a atual voz do Brasil, ela que brinca com as notas musicais e nos toca profundamente, lá no fundinho do coração.

Sua marcante e notável apresentação, realizada bem ao lado do Parque Residência do GEA, contou com uma plateia emotiva e muito contagiante. Cada canção que cantava era acompanhada do coro livre entoado por populares ali presentes, que dançavam e se divertiam ao som de uma incrível e muito criativa banda musical.

De um natural carisma bem popular, mulher verdadeira e por vezes muito brincalhona, ela também nos brindou com grandes clássicos da Música Popular Brasileira, samba de raiz tais como Retalhos de Cetim, do genial cantor, compositor e músico Benito di Paula.

Mas, o ponto central de seu SHOW, para nós, amapaenses, foi exatamente sua apresentação com marabaixeiros macapaenses, um show a parte que contagiou a todos em uma belíssima homenagem ao Amapá, a nossa cultura, a força da expressão cultural de nossa região.

O rufar dos tambores do Marabaixo com certeza e com cerveja ganharão muito mais força de divulgação com o apoio incondicional de nada mais e nada menos, da grande voz do Brasil:

ALCIONE!

Foi um momento único, impar, altamente significativo para a cultura local, para a alma cultural do Amapá.

Samba com Marabaixo dá em batuque, em uma grandiosa batucada, uma química ancestral fenomenal!

É momento que fica, que se registra, no tempo e no espaço, da beleza, força e vigor de nossa cultura de resistência, marca ancestral de nossa identidade cultural, de nosso povo, nossa terra, nossa gente.

GRATIDÃO ALCIONE, POR SEU APOIO, POR SUA ENERGIA VIBRACIONAL!

GRATIDÃO!

 

Telhado de vidro

Tem um antigo ditado que diz que quando alguém ou pessoas metaforicamente jogam muitas pedras em alguém com certeza e com cerveja querem esconder o jogo pra evitar a descoberta da sujeira escondida debaixo do tapete.

Este tipo de gente é exatamente aquele tipo maluco com metralhadora giratória, ele que alucinadamente dispara pra todo lado sem antes raciocinar para ter a exata dimensão da situação, analisar os fatos, avaliar as formas racionais de estratégia.

Gente assim não pensa, apela, e apela muito, e sempre e quase sempre dá vazão a absurdas emoções, fazem cagadas mil, fazem de tudo pra atrair a atenção pública, e depois, tardiamente se arrependem!

E aí, senhores e senhoras, Inês já é morta!

A cagada tá feita!

Tarde demais para retificações e desculpas esfarrapadas!

Foi assim e está sendo assim com o caso do Banco Master e foi assim e está sendo assim com o caso do escândalo da Previdência Social, uma “promocion” gerada pelo tal Careca da Previdência, exatamente “o cara” que muito aprontou pros aposentados e pensionistas, nomeado no governo bolsonarista.

Agora, o caso do Banco Master cai “coladinho” no “colinho” do Flávio, logo ele que vive a jogar pedras no presidente Lula, e paralelamente, tira uma de “gringo latino americano”, justamente, aquela “linda mente brasileira” a lamber as botas de Donald Trump e séquitos seguidores.

Resultado do ato nupcial com o “Master” Vorcaro e com o trumpismo:

Queda inevitável nas pesquisas!

Sinal de que a sociedade brasileira está acordando, não dorme e está atenta aos fatos, ao noticiário nacional e internacional, pois, afinal de contas, nem tudo que reluz é ouro!

Portanto, quem tem telhado de vidro, não atire pedras nos outros! 

A história mostra fatos e mais fatos de discursos nacionalistas sempre a escamotear más intenções totalitárias.

Adolf Hitler, Mussoline, Stalin, Hugo Chavez e Maduro começaram exatamente assim, com falsos discursos populistas, discursos nacionalistas, para depois, articularem acordos até com o “coisa ruim” visando a extensão do poder.

As conveniências de momento sempre colocam em xeque-mate o caráter político deste tipo de gente, se é que se pode chamar de gente déspotas e entreguistas capazes de tudo pra se manter no poder.

Saber separar o joio do trigo, caríssimo eleitor, e o caroço, da boa fruta, eis o X da questão!

Refletir, é preciso!

É isso aí gente!