Wellington Silva
Paz em Gaza!
Não sou fã de Donald Trump, muito pelo contrário, mas haveremos de reconhecer o seu forte empenho com ótimos resultados para o tão sonhado e aguardado processo de paz em Gaza, espaço territorial de muita violência, mortes e genocídio.
Seria muito radicalismo de minha parte não reconhecer que, mesmo com atitudes absurdas contra o Brasil e o mundo, por conta de seus “tarifaços”, Trump sem dúvida alguma foi capaz de costurar tão sonhado acordo de paz entre Israel e o Hamas.
Salvas de palmas, também, ao presidente da França, Emmanuel Macron, assim como a Ursula Von Der Leyen (líder do bloco europeu), Antônio Guterres (Secretário Geral da ONU), Abdul Fattah Khalil Al-Sisi (presidente do Egito), Recep Tayypi Erdogan (presidente da Turquia), e a grande Liga Árabe, todos muito empenhados para que este acordo de paz se tornasse algo real e concreto, com o cessar fogo definitivo.
Mas, a pergunta histórica que não quer calar continua no ar:
Quantas vidas inocentes não seriam poupadas se, em 14 de maio de 1.948, data de criação do estado de Israel, houvesse sido criado o estado palestino?
Neste ano, em 14 de maio de 1.948, a Organização das Nações Unidas cometeu um grave erro histórico ao dividir o território palestino e não admitir a criação e identidade territorial da palestina.
Anos depois, surge a Organização para Libertação da Palestina, a OLP, sob a liderança de Yasser Arafat, braço armado palestino que incomodaria Israel e o mundo livre com suas táticas de guerrilha e terror.
Qual era o objetivo da OLP?
É a mesma luta palestina de hoje, ou seja, a independência, reconhecimento e criação do estado palestino.
Quantas mortes não poderiam ter sido evitadas?
Falar em morte de inocentes, o Senhor Benjamin, Grande Secretário Executivo do Inferno em Gaza, tem uma dívida imensa com vidas inocentes tão abruptamente ceifadas.
O Grande Alá, o Olho que tudo vê, e a tudo observa, dará aos homens demônios sem compaixão a paga de seus atos como grande tributo de seus mórbidos crimes contra a humanidade.
E então, haverá choro e ranger de dentes…
Ademais, neste dia de escuridão e desencarnes já será tarde demais para súplicas e arrependimentos…
Longa vida e paz aos reféns libertos do cativeiro!
Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade!
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Deponham Maduro!
“Tigamente” as meninas assim cantavam nas cantigas de roda:
“Quantas laranjas maduras oh! menina, que cor são elas? Elas são, verde e amarelas…”
“Mister” Maduro continua se comportando como uma fruta desprezível, a laranja podre do pomar!
Porque ele age assim!?
Quer somente chamar a atenção para desviar olhares clínicos sobre a grave situação política e social em que vive a Venezuela ou realmente quer provocar um conflito bélico suicida com os Estados Unidos?
E a gente sinceramente fica se perguntando o que uma pessoa desta natureza tem na cabeça?
Qual será o legado histórico de Maduro para a Venezuela?
Eleições “arranjadas” e fraudadas, soterramento do processo democrático, violência, autoritarismo, isolamento territorial, perseguição e eliminação de opositores, gravíssima crise social e econômica, elevados índices de fome, miséria e êxodo populacional de venezuelanos para o Brasil e países vizinhos.
Eis senhores, o triste legado de Maduro!
Daí honestamente se pode dizer:
“Caracas, pô!
Recentemente o tal “Escudo Bolivariano” movimentou tropas do regime de Maduro na fronteira com o Brasil chegando descaradamente a invadir nosso território!
A tal operação militar, de acordo com o ditador, foi para “garantir a paz, a soberania, a liberdade e a verdadeira democracia”.
Para o mundo verdadeiramente livre e democrático a expressão dita pelo ditador soa como uma piada de muito mal gosto e altamente hilária pela sua própria natureza!
Todo mundo sabe e a imprensa livre sabe da inexistência de liberdade e democracia na decadente governança venezuelana.
Para quem conhece história figura como uma aberração usar o nome do Grande Libertador das Américas, Simon Bolivar, na boca suja de um ditador, Simon que foi um grande guerreiro em defesa da liberdade, da democracia e fundamentalmente do pensamento progressista.
De resto, é a América Latina, Estados Unidos, o mundo livre e o povo venezuelano gritarem uníssonos, em alto e bom som:
Já chega!
Deponham Maduro!
Beto Guedes e a Folia Literária
Um grande privilégio para nós amapaenses assistir gratuitamente um show ao vivo do grande mito da Musica Popular Brasileira, Beto Guedes, lá no lugar bonito, esquina com o majestoso rio Amazonas, como atração principal da Folia Literária amapaense.
Membro do lendário Clube da Esquina, Beto Guedes embalou e continua embalando gerações com suas belíssimas canções de conscientização, verdades, paz e amor.
O Sal da Terra, por exemplo, do antológico álbum Contos da Lua Vaga, composição de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, é uma canção atemporal, mais atual que nunca, que fala da necessidade de mudança, de paz e amor:
“Falo nesse chão da nossa casa,
vem que tá na hora de arrumar,
vamos precisar de todo mundo,
pra banir do mundo a opressão,
para construir a vida nova,
vamos precisar de muito amor,
a felicidade mora ao lado,
e quem não é tolo pode ver,
A paz na Terra, amor
O pé na terra,
A paz na Terra, amor
O sal da Terra
A belíssima canção Contos da Lua Vaga, uma composição de Beto Guedes e Márcio Borges, é uma crítica ao materialismo, ao poder, mas também um hino a verdade, a esperança e ao amor:
Diamantes e cristais,
Não valem tal poder,
Contos de Luar,
Ou a história dos homens,
Lua vaga vem brincar,
E manda teus sinais,
Que será de nós,
Se estivermos cansados,
Da verdade,
Do amor?
Mas a Folia Literária contou com a brilhante participação de sangue novo na poesia tais como Andressa Silva, com sua obra Metamorfoses, Editora Ler Amar; Jéssica Thais e sua obra Todas as Coisas Moram em Mim e Natanael Dobaluae, com obra intitulada Vão, assim como Gian Danton, com obra intitulada Cabanagem.
Sucesso absoluto pra eles!
No Stand Edições do Senado Federal me chamou muito a atenção histórica obra assinada por Ricardo Kotscho intitulada Explode Um Novo Brasil, Diário da Campanha Diretas Já. Uma obra imperdível para guardar, ler, pesquisar, reler e escrever. A obra contém documentos históricos importantes, cartas, fotos históricas com os grandes ícones das Diretas Já tais como Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, Lula, Sarney, Franco Montoro, Mário Covas, Miguel Arraes, Fafá de Belém, Caetano Veloso, Maria Bethania, Gil, e tantos outros, que ilustram este tesouro histórico. Mas, temos também Sessenta Anos do Golpe de 1.964, uma organização de Cristiano Ferreira, e Cicatrizes, obra fotográfica e documental com narrativas sobre o famigerado e malfadado 08 de janeiro de 2023.
Por fim e enfim, a Folia Literária realmente foi uma grande ode a cultura, a literatura, a boa música, às artes.
Parabéns aos organizadores!
Lula e o “chameguinho” de Trump
Quando a gente pensa que já viu de tudo nesta vida eis que não mais que de repente a gente se depara com uma cena inusitada e inesperada para todos, principalmente para o presidente Lula:
O “automatic lover” do supremacista Donald Trump para com o presidente do Brasil!
Se antes Trump disparava sua metralhadora giratória contra nosso país e contra nosso presidente agora é só love forever (amor para sempre)!
Será?
Mas, a perguntinha que não quer calar é a seguinte:
O que sinceramente motivou o presidente Donald Trump a inesperadamente mudar a sua postura agressiva contra o presidente Lula e contra nós brasileiros?
A resposta é muito simples:
Pressão, muitíssima pressão do setor turístico, comércio, empresariado e parlamento americano, tanto da parte dos democratas como também dos republicanos. Juntos e unidos a essa poderosa força-tarefa está o pessoal do agro, da indústria, do comércio e do parlamento brasileiro, todos aliados a corrente de esforços do governo Lula e do Itamaraty.
Trata-se então de uma luta diplomática e de interesses econômicos tanto do setor produtivo brasileiro como americano.
Em toda essa embolada, como coringa do baralho estava Donald Trump que absurdamente resolveu travar uma ativa e grandiosa cadeia econômica entre Brasil e Estados Unidos, cadeia que evolve um volume significativo dos mais variados produtos, desde o ferro e aço ao café, sucos, madeiras nobres, etc…
Após o frigir dos ovos finalmente o presidente americano pode perceber a ilusão imperial de seu poder, justamente, o sério risco de mergulhar os Estados Unidos em sérios problemas econômicos e sociais ao impor tarifas absurdas contra o Brasil. Neste tropel de cavalo doido travaria uma velha e promissora cultura comercial.
Muito cênico e por vezes exagerado em suas falas, Trump desta vez e de forma “carinhosamente” elegante sinaliza paz e amor para Lula e para o Brasil.
“Entonces”, que venham bons acordos para que seja imediatamente restabelecida a boa cultura comercial do multilateralismo entre americanos e brasileiros, como de muito “sói acontecer”.
É isso aí!
Blindagem imoral vale-crime
Compete agora ao Senado Federal criar uma barreira de contenção para logo sepultar de vez esta excrescência, aberração, imoralidade, ilegalidade e grande sacanagem política adjetivada de PEC da blindagem para políticos e parlamentares ou, para o bom entendedor, a malfadada PEC da blindagem do crime.
Em sendo uma medida inconstitucional, a PEC da blindagem visa acorrentar e amordaçar a justiça brasileira diante do abuso e absurdo do crime, do ato delituoso, entenda-se as instâncias jurídicas competentes e a corte suprema do país, o Supremo Tribunal Federal.
Em recente pronunciamento o Senador Renan Calheiros (MDB) afirmou ser a medida um vale-crime como descarada proposta de emenda à Constituição, proposta que afronta o artigo 5º da Carta Magna do País onde textualmente diz que “todos são iguais perante a lei sem distinção de cor, condição social, raça ou credo”. O senador alertou o senado que a referida proposta recentemente aprovada na Câmara Federal é uma porteira aberta ao crime organizado, ao PCC, a bandidos da pior espécie, e que o Congresso Nacional jamais pode servir de abrigo para este tipo de gente.
O Senador Oto Alencar (PSD) foi mais longe e afirmou ser difícil tal absurdo ser aprovado no Senado Federal. Na sua avaliação pessoal a tendência é que a Casa Legislativa não só recuse a proposta como também atue como uma forte barreira de contenção diante de tamanha e vergonhosa aberração para o parlamento brasileiro e para o país.
Mas, afinal de contas, quem ou o que está ou estão por detrás de tamanho absurdo?
Os fora da lei, golpistas, milicianos, os processados na justiça, investigados e condenados, agitadores do caos e do crime organizado?
A resposta é, tudo junto e misturado!
Temos então um grandioso caldeirão lamacento, tão lamacento e assustador como a lama de Brumadinho e tão fétido e pútrido como a desgraça em decomposição orgânica.
Se a tal anistia para golpistas já é um absurdo inconstitucional a tal PEC da blindagem chega a ser um escárnio nojento para o povo brasileiro e para o nosso parlamento.
Blindagem imoral vale-crime?
Nunca! Jamais!
Sobre golpistas condenados e o “fuxius”
Que todo o povo brasileiro entenda e aprenda de uma vez por todas que o Brasil não aguenta e não suporta mais golpes de estado e não suporta e não aguenta mais porcas mentes golpistas!
Chega! O país precisa de pacificação e não mais de divisão, precisa mais de união e não mais de mais e mais confusão!
O falso mito, o ídolo e os idólatras, o líder supremo e liderados ficaram na porca ilusão do sonho dominador sobre os dominados, todos agora amotinados em prisões, vítimas de sua absurda impulsividade dominadora.
“Entonces”, viva a democracia, viva o estado democrático de direito, viva o livre pensamento, VIVA O PROGRESSISMO, a cultura, a educação, o verdadeiro progresso humano, a evolução e a verdadeira revolução cultural, sim, um viva e um brinde a tudo isto porque só assim e somente assim uma sociedade livre pode sadiamente construir o seu salutar futuro.
Bolsonaro e seu grupo político foram vítimas de seus próprios atos!
Não foi Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia, Flavio Dino e Zanin que os condenaram, mas tão somente eles mesmos com reiteradas e reincidentes absurdas atitudes contra a democracia, contra as instituições públicas e muito pior, são mentores intelectuais contra a vida de autoridades públicas e contra o patrimônio público da União Federal, União Federal que somos todos nós, a Grande Nação Brasil.
Eu sinceramente continuo me perguntando o que apoiadores de Bolsonaro tinham na cabeça quando lançaram e apoiaram a sua candidatura à presidência da República Federativa do Brasil mesmo sabendo de suas atitudes e comportamentos absurdos tais como o de tentar explodir quartéis, fato amplamente divulgado pela Revista Veja e IstoÉ.
Também continuo me perguntando, me indagando como simplório escritor e livre pensador o que honestamente o “Fuxius” possui na cabeça ao absolver integralmente “Bolsonero” e seu grupo político?
Naquele exato momento ele encarnou o avesso do avesso, a inversão de valores. Entrará para a história como a negação de si mesmo e de tudo aquilo que combateu e tanto defendeu após o fracassado movimento golpista e as imperiosas ultimações de medidas cautelares arguidas pelo Supremo Tribunal Federal, contra o golpe.
Ele entrará para a história cônscio, muito cônscio de que votou e argumentou absurdos ignorando complemente a tentativa de assassinato de um colega de trabalho, o ministro Alexandre de Moraes, além de autoridades públicas. Inevitavelmente entrará para a história como “o cara” que tentou absurdamente absolver réus condenados que descaradamente arquitetaram a depredação total de seu próprio espaço de trabalho.
E então, brasileiros e brasileiras de boa vontade, verdadeiros patriotas, ao lembrar dele, dirão:
“Oh! Hoje amanheci meio “fuxius”, quer dizer, do avesso, o contrário do normal e de tudo aquilo que é legal.
É isso aí!
Lixo é lixo e merda é merda!
Após diversas trocas de pontos de vista em comum com o amigo jornalista Édi Prado, livre pensador e grande caneta, eu sinceramente cheguei a uma conclusão sobre o fenômeno bolsonarista e suas reincidências absurdas:
Lixo é lixo e merda é merda!
Isso me faz lembrar Tim Maia ao afirmar que “tudo é tudo e nada é nada”!
O todo é Deus, a Justiça Divina e nosso imenso e rico Brasil e seu povo. O nada é a efemeridade da vida, da ambição e da loucura!
Quando se fala em bolsonarismo meu grande Irmão Cabuçu Borges intui que é muita informação para seus neurônios e que seus neurônios não suportam e não comportam todo o conjunto da obra, entenderam?
Rapaz, é muita cagada!
Falar nisso, nestes últimos anos, nunca na história do Brasil se viu um volume tão grande de “cagadas”, absurdos e aberrações como os praticados por lunáticos bolsonaristas. Houve tentativa de golpe de estado e tentativa de assassinato de autoridades, destruição de patrimônio histórico tombado, tentativa de atentado à bomba, apropriação indébita da mesa diretora do parlamento brasileiro, eutanásia à bomba de fanático militante bolsonarista frente ao Supremo Tribunal Federal, e por aí vai…
Teria como evitar tudo isso?
Sim, teria, houvesse a cúpula militar e política usado a razão ao invés da emoção e da ambição ao indicar e apoiar o “mito messias” para o relevante cargo de presidente da República Federativa do Brasil.
Para quem não sabe, o “mito messias” fora julgado e condenado por Junta Militar do Exército Brasileiro após tentar explodir quartéis, fato amplamente divulgado pela Revista Veja e IstoÉ, em 1.987. Toda a arquitetura do plano, planejamento, croquis, fora ideia dele.
Lembro perfeitamente que o general Augusto Heleno, do Exército Brasileiro, declarara em alto e bom som a livre imprensa que “a presidência da República é uma instituição quase sagrada para ser maculada”!
E agora José, meu caro Heleno de Tróia?
Vocês quase implodiram a democracia brasileira, a ética e os bons costumes!
O músico, cantor e compositor Nil Piska nos deixa uma profunda reflexão sobre o tema em questão:
“O bolsonarismo é uma deficiência mental que faz “patriota” ser contra a pátria, cristão ser a favor da guerra, político eleito ser contra a democracia, militar pedir intervenção estrangeira, cientista ser contra a vacina, servidor público apoiar privatização, pobre ser contra taxar rico”.
Pode Freud?
Loucura perde!
Ocorre que boa parte deles ainda não se deram conta da totalidade dos absurdos enquanto que uns fingem não ver absolutamente nada!
“Deus, Pátria e Familícia”!
“Linda mente brasileira”!
Paulo Rodrigues
Como parte da programação Exposição Amazônia, “um olhar para a preservação do magnífico santuário da Mãe Natureza”, o Museu Sacaca abrigou belíssima exposição de artes plásticas intitulada Obras Artísticas de Paulo Rodrigues, exposição organizada na Galeria de Arte Museu Sacaca.
Tive a honra de conhecer o Paulo Rodrigues em 1.984 quando realizávamos na Praça da Bandeira o Movimento Artístico Popular do Amapá, o MOAP, sob a liderança de Raimundo Braga de Almeida/R.Peixe.
Na época, o Paulo era atuante Coordenador de Cultura do Sesc Amapá, figurando como presidente Jonas Pinheiro Borges. E foi exatamente através de R. Peixe que conheci o Paulo, alma irrequieta, sempre muito propositivo e criativo em suas ações.
Quando falamos em movimentos culturais, em cultura, artes plásticas ou carnaval, não tem como você deixar de citar o nome de Paulo Rodrigues na contextualização individual ou geral.
Seu indiscutível talento para o desenho, e depois para as artes plásticas, germinou muito cedo, ainda na juventude. Mas foi exatamente a escola surrealista, dentro da técnica óleo sobre tela, que despertou nele grande interesse pela pintura.
A temática por ele abordada quase sempre são gritos de alerta em defesa da Mãe Natureza Amazônica. Nela, o homem predador é o personagem central da devastação, do caos, o cérebro motor a exaurir o grande legado outorgado pelo Supremo Criador às gerações presentes e futuras.
Este seu brado retumbante, por assim dizer, visa tão somente conscientizar a sociedade presente para que a futura ainda tenha algo de beleza natural a olhar nas florestas, nos campos, lagos, mares e rios…
Se a liberdade de ser e agir é um legado natural de Deus, Paulo observa que este legado deve obrigatoriamente estar associado ao introspectivo respeito e defesa da Mãe Natureza antes que tudo se acabe e nada reste a lamentar!
Paulo Rodrigues nasceu no dia 04 de janeiro de 1.956, artista plástico surrealista, arte-educador, carnavalesco e um grande autodidata, sempre muito apaixonado pelas artes e pela cultura de um modo geral.
Participou de diversas exposições coletivas em diversos estados do Brasil tais como em São Luiz, Fortaleza, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e Salvador, ao lado de R. Peixe, o grande decano da pintura amapaense.
Paulo foi diretor da Fundação de Cultura do Amapá, diretor da Rádio Difusora de Macapá, presidente da Liga das Escolas de Samba do Amapá e diretor de cultura na Secretaria de Estado da Cultura do Amapá. No carnaval amapaense conseguiu obter vários títulos, principalmente para o Maracatú da Favela. Foi também vice-presidente da Federação Amapaense de Futebol, Conselheiro do Conselho Estadual de Política Cultural e Presidente da Associação Cultural Amigos do Samba.
Que sua obra, imortal, se perenize no tempo!
Assim seja!
Paulo Rodrigues
Como parte da programação Exposição Amazônia, “um olhar para a preservação do magnífico santuário da Mãe Natureza”, o Museu Sacaca abrigou belíssima exposição de artes plásticas intitulada Obras Artísticas de Paulo Rodrigues, exposição organizada na Galeria de Arte Museu Sacaca.
Tive a honra de conhecer o Paulo Rodrigues em 1.984 quando realizávamos na Praça da Bandeira o Movimento Artístico Popular do Amapá, o MOAP, sob a liderança de Raimundo Braga de Almeida/R.Peixe.
Na época, o Paulo era atuante Coordenador de Cultura do Sesc Amapá, figurando como presidente Jonas Pinheiro Borges. E foi exatamente através de R. Peixe que conheci o Paulo, alma irrequieta, sempre muito propositivo e criativo em suas ações.
Quando falamos em movimentos culturais, em cultura, artes plásticas ou carnaval, não tem como você deixar de citar o nome de Paulo Rodrigues na contextualização individual ou geral.
Seu indiscutível talento para o desenho, e depois para as artes plásticas, germinou muito cedo, ainda na juventude. Mas foi exatamente a escola surrealista, dentro da técnica óleo sobre tela, que despertou nele grande interesse pela pintura.
A temática por ele abordada quase sempre são gritos de alerta em defesa da Mãe Natureza Amazônica. Nela, o homem predador é o personagem central da devastação, do caos, o cérebro motor a exaurir o grande legado outorgado pelo Supremo Criador às gerações presentes e futuras.
Este seu brado retumbante, por assim dizer, visa tão somente conscientizar a sociedade presente para que a futura ainda tenha algo de beleza natural a olhar nas florestas, nos campos, lagos, mares e rios…
Se a liberdade de ser e agir é um legado natural de Deus, Paulo observa que este legado deve obrigatoriamente estar associado ao introspectivo respeito e defesa da Mãe Natureza antes que tudo se acabe e nada reste a lamentar!
Paulo Rodrigues nasceu no dia 04 de janeiro de 1.956, artista plástico surrealista, arte-educador, carnavalesco e um grande autodidata, sempre muito apaixonado pelas artes e pela cultura de um modo geral.
Participou de diversas exposições coletivas em diversos estados do Brasil tais como em São Luiz, Fortaleza, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e Salvador, ao lado de R. Peixe, o grande decano da pintura amapaense.
Paulo foi diretor da Fundação de Cultura do Amapá, diretor da Rádio Difusora de Macapá, presidente da Liga das Escolas de Samba do Amapá e diretor de cultura na Secretaria de Estado da Cultura do Amapá. No carnaval amapaense conseguiu obter vários títulos, principalmente para o Maracatú da Favela. Foi também vice-presidente da Federação Amapaense de Futebol, Conselheiro do Conselho Estadual de Política Cultural e Presidente da Associação Cultural Amigos do Samba.
Que sua obra, imortal, se perenize no tempo!
Assim seja!
Vingais direitos da natureza
Nunca na história mundial a humanidade vivera tempos tão sombrios como na Segunda Grande Guerra Mundial.
Em 1940 a máquina de guerra nazifascista praticamente já dominava quase toda a Europa, faltando somente o império britânico, a lendária Inglaterra. Na tradicional e bela avenue des Champs-Élysées o poderoso exército alemão desfilava com seu Fuher enquanto os franceses, humilhados, choravam pelos quatro cantos da cidade luz.
Em Paris as luzes da ribalta apagaram-se para dar lugar ao medo, ao terror e ao espectro da morte. Nada escapava aos olhos ferozes e tirânicos de Hitler e seus oficiais, todos com sede de vingança pela derrota alemã sofrida durante a Primeira Grande Guerra Mundial.
Mas, na lendária e guerreira Inglaterra, uma espada flamígera bem reluzente se levantara contra a tirania:
Winston Churchill!
Seu brado retumbante, ocorrido no parlamento britânico, no dia 04 de junho de 1.940, ficara definitivamente marcado na história mundial:
“Nunca nos renderemos! Lutaremos até o último homem no ar, nos campos, nas praias e nos mares…”
Mas, havia covardes como Chamberlain, que desejava um acordo de paz com Hitler. Churchill então resolveu andar de trem para consultar o povo, para sentir no coração de cada um o que exatamente cada um pensava. Todos foram uníssonos em dizer, NEVER, rendição, NUNCA!
Nosso Grandioso Irmão Winston Churchill foi às lágrimas e levou este forte e bravo sentimento do povo britânico ao parlamento, e lá, foi ovacionado de pé, aniquilando assim a sórdida e covarde tentativa de Chamberlain de rendição incondicional a Hitler.
“Maçons alertas, tendes firmeza, vingais direitos, da natureza…”
Estamos vivendo uma era de inversão de valores, os mesmos e velhos valores democráticos tão ardorosamente defendidos por Joaquim José da Silva Xavier, Rousseau, Gonçalves Ledo, José Bonifácio, D. Pedro I, Carlos Garibaldi, Rui Barbosa, Winston Churchill, e tantos outros valorosos Irmãos idealistas.
Hoje, como no passado, a ameaça totalitária novamente se agiganta e se alimenta da ignorância, da superstição, da falta de informação, da falta de educação e cultura.
“Maçons alertas, tendes firmeza, vingais direitos, da natureza…”
Qual é o alerta?
O de estarmos sempre vigilantes contra todos aqueles que ousarem atentar contra os valores democráticos tão duramente conquistados por nossos Irmãos do passado, como Churchill.
Quais direitos da natureza a vingar, a ardorosamente defender?
A DEMOCRACIA, o estado democrático de direito, a liberdade, o livre pensamento, enfim, a evolução da humanidade, legado natural do Supremo Arquiteto do Universo outorgado a nós, homens e mulheres de boa vontade.
Reflitamos sobre isso, pela passagem do 20 de agosto, Dia do Maçom!
É isso aí!

