Wellington Silva

Vida real educação e economia Brasil

 

Para Vitor Pereira, doutor em economia e professor da Escola Nacional de Administração Pública, o Brasil tem um problema crônico de evasão do ensino médio que precisa ser enfrentado. Pereira tem vários estudos publicados sobre o tema e acompanha o impacto de experiências desse tipo no nível estadual. Segundo ele, para cada 100 alunos que ingressam no ensino médio, 10 deles evadem a cada ano e menos de 60% vão terminar na idade correta.

 

Em uma conta preliminar, o programa teria um custo de R$ 4,7 bilhões com base numa comparação com o custo do projeto da deputada Tabata. “É um custo baixo diante do retorno”, afirma Pereira. Segundo ele, dados internacionais mostram que concluir o ensino médio reduz em 80% a probabilidade de o jovem precisar de assistência social no futuro, em 22% a chance de prisão e em 33% a probabilidade de morte ao longo de 10 anos.” É uma questão urgente reduzir a evasão escolar”, alerta o especialista, enfatizando que os resultados de uma política desse tipo são rápidos.

 

O Brasil perde R$ 372 mil por jovem que não conclui a educação básica. Esse montante se explica porque os jovens que possuem a educação básica completa passam, em média, mais tempo de sua vida produtiva ocupados e em empregos formais, com maior remuneração e maior expectativa de vida com qualidade. Estima-se que cada jovem com educação básica viverá quatro anos de vida a mais que um jovem que não terminou a escolaridade e tendem a ter um menor envolvimento em atividades violentas, como homicídios.

 

Pesquisa conduzida pelo economista Ricardo Paes de Barros, no ritmo atual, aponta que 17,5% dos jovens que hoje têm 16 anos não completarão a educação básica (pré-escola, fundamental e médio)

 

IMPOSTÔMETRO

De acordo com a apuração compreendida entre o período de 01 de janeiro de 2023 a 03 de fevereiro de 2023, o impostômetro indicou até o fechamento deste artigo o valor de TREZENTOS E TRINTA E NOVE BILHÕES, CENTO E OITENTA QUATRO MILHÕES

 

População desocupada no Brasil

A população desocupada no Brasil foi estimada em 12,4 milhões de pessoas na semana entre 21 e 27 de junho, uma taxa de desocupação de 13,1%. O número equivale a um aumento de 12,3% com relação à semana anterior, quando 11,7 milhões estavam desocupados, e alta de 10,5% com relação a primeira semana de maio. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD COVID-19) para a semana entre 21 e 27 de junho, divulgada, hoje (17), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

A MISÉRIA

Em importante edição a Veja ofereceu sua contribuição para enfrentar o flagelo da miséria ao abordar o assunto. Depois de uma década promissora, entre 2004 e 2014, quando 30 milhões de brasileiros deixaram a miséria, a tendência começou a se inverter no governo Bolsonaro. As últimas estatísticas mostram que há mais de 36 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, ou seja, gente que vive com menos de 3 reais por dia.

 

A ERA PROMISSORA

Em 2011, o Brasil passou da 7ª para a 6ª posição no ranking mundial da economia. Depois de ultrapassar o Reino Unido, o país esteve entre as maiores economias do mundo.

 

No ano anterior, em 2010, quando alcançou a 7ª colocação no ranking, o PIB brasileiro havia crescido 7,5%. Já em 2011, o crescimento foi de 2,7%.

 

Em 2012, não muito tempo depois, com um crescimento de 0,9%, o Brasil voltou a ficar atrás do Reino Unido. Em 2016, a economia brasileira foi ultrapassada pela Índia e pela Itália no ranking mundial, ocupando a 9ª posição do ranking. O ano de 2008 foi muito importante para a projeção econômica do Brasil: a grande revista ‘The Economist’ coloca em sua capa a foto de Cristo Redentor decolando, mostrando a ascensão econômica que o país estava vivendo. Neste ano, o Brasil era a nova maior economia do mundo. Nos dois anos seguintes, o país cresceu para 8º e 7º lugares ao decorrer dos anos. De 2010 até 2014 o Brasil se manteve no sétimo lugar. Porém, com o decorrer dos anos e as inúmeras turbulências tanto mundiais quanto internas, o cenário mudou. De acordo com levantamento o Brasil caiu para a 71ª posição no ranking global de competividade, seguindo uma queda vertiginosa que vem ocorrendo desde 2019.

 

Atualmente as maiores economias do mundo são EUA, China, Japão, Alemanha, Reino Unido, Índia, França, Itália, Canadá, Coréia do Sul.

 

E A PETROBRÁS?

Mas, a Petrobrás apresentou um lucro fantástico nos três primeiros meses de 2022 de 44,5 bilhões de reais.

No ano em que o consumidor brasileiro pagou elevados preços de combustíveis a Petrobrás apresentou o maior lucro de sua história:

106,6 BILHÕES DE REAIS!

A referida companhia anunciou a distribuição de mais 37, 3 bilhões em dividendos a seus acionistas como retorno ao resultado apresentado em 2021.

 

Yanomamis e monstros

 

Qual o grau de dívida histórica nacional com as comunidades indígenas?

 

Para quem pesquisa história, eles tiveram papel decisivo na consolidação do território nacional brasileiro. Ao lado de tropas portuguesas expulsaram   invasores estrangeiros e tornaram capaz a soberania nacional do país.

 

Qual o grau de menosprezo e até mesmo de motivação ou perseguição política a estas comunidades, principalmente contra os Yanomamis?

 

Até que ponto autoridades foram omissas, coniventes ou tiveram participação direta ou indireta com o atual estado de calamidade em que se encontra o povo Yanomami, vítimas de subnutrição, fome e doenças? Seria este o resultado óbvio, direto e vil da ilegal política de exploração mineral de ouro assim como do abandono do poder público?

 

Quais interesses estão por detrás de uma modalidade genocida tão vil, covarde, sistematicamente pensada? Ouro, ouro, ouro!?

 

Todas estas questões devem ser mensuradas e cuidadosamente investigadas!

 

Indignados, de uma coisa temos certeza:

Estarrecidos, após atos de vandalismo praticados em Brasília, estamos de novo a assistir cenários de terror como triste resultado de uma política doentia, genocida, covarde, vil e perversa onde o céu não é o limite, pois ela inverte valores, desvaloriza a vida humana e destrói a Mãe Natureza!

 

Mais de vinte mil garimpeiros encontram-se a certo tempo ilegalmente explorando ouro em áreas de reserva Yanomami, e tudo sob as “vistas grossas” de autoridades. De tabela, rios e nascentes de perder de vista estão morrendo por conta da ação mortal do mercúrio e de outros metais pesados. Trata-se de um sinistro efeito dominó contaminante que vem matando peixes, animais, aves, causando graves doenças e mortalidade ao povo Yanomami!

 

O plano de contenção e de expulsão de garimpeiros das áreas de reserva Yanomami foi engavetado!

 

Aeronaves que viessem a sobrevoar a pista de pouso localizada na reserva eram proibidas de aterrissar. Logo, milhares de garimpeiros fortemente armados sempre impediam o pouso de qualquer aeronave que viesse a socorrer a comunidade indígena.

 

Para agravar ainda mais o caos, as instalações de bases militares e de fiscalização, manutenção dos serviços de saúde e fiscalização bem como a execução de projetos essenciais de saúde e de segurança pública, tudo enfim foi lamentavelmente abortado em 2022!

 

Ao que tudo indica, parece que o lobby da turma do ouro deve ter sido muito forte, e bastante convincente!

 

O Marechal Rondon morreria de profundo desgosto e vergonha ao ver tão absurdo ato genocida perpetrado contra comunidades tradicionais da Amazônia. Ele, que com tanto cuidado, procurou se aproximar, conhecer, respeitar e proteger os povos originários do Brasil.

 

 

O terror e os erros primários na defesa de Brasília

 

A velha cartilha da malandragem e a antiga regra da boa observação policial sempre “rezam” que o malandro, o marginal, o criminoso e até mesmo o terrorista estudam minuciosamente o terreno antes de agir, observam o comportamento diário das pessoas, anotam horários do fluxo ou de ausência de pessoas, nível de policiamento ostensivo, etc, e no final avaliam os riscos de dar ou não certo a ação, o roubo, o crime em si. Portanto, o ato terrorista praticado na capital federal do Brasil certamente que foi cuidadosamente estudado e planejado, e isso está muito claro!

 

As ações de invasão, atos de terror e puro vandalismo praticados no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal-STF evidentemente foram facilitados pelos “amigos da onça” do estado democrático de direito e por “agentes contribuintes” do rei de deposto, nas urnas!

 

Todos sabem que a partir de sexta-feira a capital federal fica praticamente deserta e o fluxo de veículos e de pessoas cai consideravelmente. É o momento em que a grande maioria do parlamento visita sua base eleitoral, em seu estado, e dá entrevistas para divulgação de suas atividades.

 

Mas, ocorre que Brasília já vinha sendo alvo de grandes aglomerações da massa bolsonarista, em frente ao QG do Exército, com livre trânsito de ônibus e acampamento de pessoas em área restrita, militar.  Todo santo dia uma liderança fanática fazia graves incitações de crime de golpe de estado, bradava a ruptura total com o estado democrático de direito, e, no geral, clamava, usando o Santo Nome de Deus em vão:

“Intervenção militar já, com Bolsonaro no poder! Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”!

Desde o ano passado que este cenário espectral lamentável já vinha sendo alimentado, anunciado em movimentos de rua, divulgado nas redes sociais bolsonaristas e alertado pela imprensa, inclusive por nós, do Diário!

Portão de quartel e frente de quartel, como regra geral universal, sempre foi área restrita a civis. É uma área de mobilidade e treinamento militar, jamais para loucas aglomerações golpistas!

É Inegável que houve no mínimo negligência ou omissão da base de comando responsável pelo serviço de segurança pública se levarmos em consideração a associação de negligência ou omissão com o tal decreto golpista encontrado na residência de Anderson Torres, um documento “prontinho” para assinatura e “glorioso” retorno de “El-Rey” Salvatore, o “mito micológico” do estado de exceção!

 

E os erros primários observados na segurança pública do Distrito Federal?

Considerando o alto nível de ameaças consecutivas, por todos vistas nas redes sociais bolsonaristas, de que eles realmente iriam invadir e dominar geral o Planalto Central do Brasil, o que de muito poderia ter sido feito como medidas de segurança era antecipadamente posicionar carros-tanque d’água no STF, no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional, além de colocar de prontidão efetivos de tropas de choque e de contenção, todos municiados com caixas de bombas de gás para dispersar qualquer multidão fanatizada enfurecida.

 

O Day After, o fatídico domingo, em grande ato final evidenciou a destruição interna quase total dos três poderes, atos praticados por fanáticos terroristas bolsonaristas!

 

 

A histórica obra As Mulatas, de Di Cavalcanti, avaliada em mais de 8 milhões de reais, foi insanamente perfurada! Um relógio de Balthazar Martinot, do século XVII, trazido por D. João VI ao Brasil, em 1.808, foi insanamente destruído! Até a mesa de Juscelino Kubitschek foi insanamente jogada de cima abaixo!

 

Mas, afinal de contas, o que houve? Porque do cometimento de erros tão primários na defesa do Congresso Nacional, do STF e do Palácio do Planalto? Falta de comando? Absurda simpatia ou empatia com o movimento golpista? Absurdo apoio e empatia de autoridades e de algumas patentes das forças federais e estaduais com o movimento golpista?

 

As investigações, em breve tempo, devem responder a nação!

 

Lutero foi inspiração ao antissemitismo e nazismo?

 

Martinho Lutero foi fonte de inspiração para o antissemitismo e o nazismo?

 

Infelizmente, a resposta é sim, Martinho Lutero inspirou e muito influenciou com seu pensamento e obras o antissemitismo e o nazismo no mundo.

 

Se, por um lado, muitos historiadores, pesquisadores, teólogos e cientistas políticos admiram Lutero por sua coragem e fé ao desafiar a Igreja, sob risco de vida, e traduzir do grego para o alemão os textos sagrados bíblicos, por outro consideram monstruosas suas atitudes e obras contra judeus, negros e ciganos.

 

O historiador Robert Michael certa vez escreveu e comentou o fato de Martinho Lutero dedicar boa parte de sua vida contra os judeus. As obras de sua autoria intitulada Von den Juden und ihren Lügen (“Sobre os Judeus e Suas Mentiras“) e Vom Schem Hamphoras und vom Geschlecht Christi (“Do Inefável Nome e da Santa linhagem de Cristo”) , ambas escritas em 1.523, são absurdamente descabidas.

 

O monge alemão afirmava categoricamente que os judeus “não eram o povo eleito, mas o povo do diabo”. Aconselhava seguidores a incendiarem sinagogas judaicas, destruir livros judaicos, proibir rabinos de pregar, apreender seus bens e dinheiro e expulsá-los ou fazê-los trabalhar forçosamente. Também incentivava assassinatos, escrevendo:

 

“É nossa a culpa em não matar eles”!

 

Mesmo após sua morte o antissemitismo luterano persistiu. Durante o ano de 1.580 diversos judeus são espancados e expulsos de vários estados luteranos alemães.

 

Até hoje predomina entre historiadores a opinião de que a retórica antijudaica de Lutero sem dúvida alguma muito contribuiu para atiçar o antissemitismo na Alemanha. E foi justamente entre 1.930 e 1.940 que ocorreu o ápice das trevas da fundamentação teórica e de propaganda do ideário nazista contra judeus, ciganos e comunistas.

 

Adolf Hitler, em sua autobiografia Mein Kampf, considerou Martinho Lutero como uma das maiores figuras da Alemanha. No dia 5 de outubro de 1.933 o Pastor protestante Wilhelm Rehm de Reutlingen declarou publicamente para uma multidão fanatizada que “Hitler não teria sido possível sem Martinho Lutero”. Mês depois, em novembro de 1933, uma manifestação protestante reúne na Alemanha um recorde de 20.000 pessoas, e aprova três resoluções:

 

Adolf Hitler é a conclusão da Reforma; Judeus Batizados devem ser retirados da Igreja; o Antigo Testamento deve ser excluído da Sagrada Escritura.

 

O editor do jornal nazista Der Sturmer, Julius Streicher, em 1.945 declara o seguinte em sua defesa, no histórico Tribunal de Nuremberg:

 

“Nunca havia dito nada sobre os judeus que Martinho Lutero não tivesse dito 400 anos antes”.

 

Historiadores como William Shirer e Michael Hart afirmam que a retórica e as obras antissemitas de Lutero certamente causaram forte impacto no meio protestante e muito influenciaram no processo de aceitação da ideologia nazista. Em sua obra intitulada Ascensão e Queda do Terceiro Reich, William Shirer faz a seguinte observação:

 

“É difícil compreender a conduta da maioria dos protestantes nos primeiros anos do nazismo, salvo se estivermos prevenidos de dois fatos: sua história e a influência de Martinho Lutero (para evitar qualquer confusão, devo explicar aqui que o autor é protestante). O grande fundador do protestantismo não foi só antissemita apaixonado como feroz defensor da obediência absoluta à autoridade política. Desejava a Alemanha livre de judeus (…) — conselho que foi literalmente seguido quatro séculos mais tarde por HitlerGöring e Himmler”.

 

Conclusão: Haverá coincidência histórica entre nazismo e fanatismo bolsonarista, com propagações de ondas de violência, vandalismo e terror contra opositores e contra tudo aquilo que absurdamente a eles representem “obras e culturas do demônio, ou coisas do diabo”?

 

A resposta está com você, caríssimo leitor!

 

Quando a Nação Brasil sobe a rampa presidencial 

 

Desconheço na história política e administrativa do Brasil e do mundo ato cerimonial de posse presidencial tão representativo e significativo como o ocorrido na posse do presidente Luís Inácio Lula da Silva!

 

É um ato inédito digno de registro histórico no livro das relações humanas e políticas do país e do mundo, um país e um mundo politicamente polarizado, dividido, cada vez mais competitivo e necessitado de humanismo, solidariedade e de respeito as diversidades culturais tradicionais.

 

Numa atitude inédita, muito significativa e representativa, repetimos, Lula e Janja subiram a rampa do Palácio do Planalto com o que de mais belo nossa Nação possui:

Nossa rica identidade ou diversidade cultural!

 

Esta tão significativa representação, revolucionária e inédita no mundo, dá uma verdadeira dimensão da expressão de igualdade e fraternidade, daquilo que realmente se concebe na prática como progressismo, ser progressista, lema claramente expresso em nossa Bandeira Nacional.

 

Um a um dos que ali representaram o Brasil pegaram e seguraram a faixa presidencial, passando de um a outro, até finalmente Aline Souza, catadora de materiais recicláveis, colocar a faixa presidencial em Lula, e tudo sob o olhar de emoção de todos os presentes e de todos os que assistiam na televisão.

 

Momento simbólico igual ou parecido de igualdade e fraternidade só vi da parte de Barack Obama e Michelle Obama, nos jardins da Casa Branca, brincando com crianças carentes, e as justas palavras e atos de Martin Luther King e Ghandi.

 

Para quem bradava aos quatro cantos do Brasil e do mundo o festival de bobagens de que Lula não subiria jamais a rampa do Palácio do Planalto fica cada vez mais difícil sustentar uma surreal paranoia a séquitos seguidores…

 

Agora é se colocar embaixo da mesa e cavar um buraco para se jogar pois nunca haverá golpe, nunca haverá estado de exceção, nunca haverá autoritarismo e jamais haverá castração das liberdades individuais e coletivas porque evoluir é preciso, e a conjugação do verbo presente deve ser ORDEM E PROGRESSO, lema claramente expresso em nossa Bandeira Nacional.

 

A indústria do terror no Brasil

 

Qual a origem ou a raiz da indústria do terror no Brasil?

Ela é oficial ou privada, ou as duas coisas?

Está muito claro que indiciados e presos como o senhor George Washington e os vândalos e incendiários de ônibus e de prédios públicos no Distrito Federal, obviamente seus atos devem ser classificados como atos de terror ou terrorismo!

Qual a fonte inspiradora e o motor gerador de todos estes cenários de violência e terror no Brasil, na capital federal?

O bolsonarismo!

E qual é a fonte inspiradora do bolsonarismo?

Para muitos cientistas políticos e analistas, está muito claro que a grande fonte inspiradora do bolsonarismo é o nazifascismo!

E qual é, afinal de contas, a relação teórica e prática do bolsonarismo com o nazifascismo?

 

Na visão de muitos analistas e cientistas políticos, ela se dá de forma total e irrestrita, a saber:

A visão do mito, do líder máximo, absoluto e incontestável, por sua própria natureza, livre para determinar regras e destinos de uma Nação.

 

Esta visão concentra a ideia inicial do pensamento totalitário nazifascista! A inadmissibilidade de outros poderes, como o parlamento, e seus partidos, e o poder judiciário, como poder de contenção e até de punição contra atos contrários aos preceitos constitucionais evidentemente que são incompatíveis ao nascimento, desenvolvimento e sobrevivência do totalitarismo.

 

O sindicalismo e a educação participativa, crítica, quer seja nas escolas e faculdades e universidades constituem ameaça ao sistema totalitário, assim como o exercício da livre imprensa. O fomento e desenvolvimento da arte e da cultura e do intelecto humano e o ativismo de artistas, intelectuais, livres pensadores, são logo sufocados, perseguidos e eliminados.

 

Não é por acaso a covarde perseguição no Brasil contra religiões de matriz africana, contra espiritualistas, contra Gilberto Gil, e tudo o que represente nossa lídima expressão cultural ou identidade cultural.

 

Não tenham dúvidas de que os atos de terror assistidos na televisão tem origem e uma mórbida base de amparo administrativo e legal:

O decreto presidencial 9.785, que aumenta de 50 para 1.000 o número de cartuchos e munições anuais aos tais CACs, Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores, devidamente “cadastrados”, e “membros” de clubes de tiro, porteira aberta a compra de verdadeiros arsenais como os encontrados na casa de Roberto Jeferson e George Washington.

 

Investigar e extrair o veneno e o chocalho das cobras e cortar as suas cabeças é extremamente necessário para que o país possa voltar a ter paz e normalidade democrática!

 

Assim seja!

 

Oração Universal

 

Oh! Divino Mestre, Fonte Fecunda de Luz, de Felicidade e de Virtude!

 

Oh! Grande Alah, Jeovah, Oh! Grande e Supremo Arquiteto do Universo Yhwh (tradução aproximada do hebraico do nome de Deus dada a Moisés no Monte Sinai)

 

Oh! Grande Buda, Krsna, Salomão, Maomé, Oxalá, Grandes Luzes da Sabedoria, profetas, anjos e santos, Grandes Luzeiros do Oriente Eterno, Grandes Consoladores:

 

Iluminem-se todas as almas do Firmamento; iluminem-se todas as mentes humanas; iluminem-se, principalmente, os homens e mulheres de boa vontade espalhados pela superfície do planeta Terra, pois, em verdade, são parte positiva integrante do plano temporal terreno de vida.

 

Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade para que cada vez mais ocupem cargos de destaque no executivo, legislativo e judiciário, transformando o que for necessário transformar, mudando o que for necessário mudar e revolucionando o que for necessário revolucionar para o benefício de seu povo, sua terra, sua gente…

 

Iluminem-se as matas, florestas, rios, cachoeiras, oceanos, o Grande Astral Superior, pois será chegada a hora inicial do grande momento de transformação, Iluminem-se as mentes sofridas, famílias, todos nós, carregados de saudades dos entes queridos que se foram, velhos amigos, vizinhos, profissionais de saúde, artistas, todos tão significativos, tão importantes, vítimas da covid-19.

 

Nos diz o Bhagavad-gitã que “os sentidos funcionais são superiores à matéria inerte: a mente é superior aos sentidos; a inteligência é ainda mais elevada que a mente; e a alma é mesmo mais elevada que a inteligência”.

 

Então, iluminem-se os cansados por sede de justiça, os abandonados pela sorte, a esquecida população de rua, os favelados, pobres, miseráveis e desamparados, para que surjam e se abram sempre as portas da assistência social, do socorro, da ajuda, das oportunidades de transformação, de mudança, de melhor qualidade de vida…

 

Iluminem-se todos os que verdadeiramente clamam por liberdade, respeito, igualdade e fraternidade, a Iluminada Trilogia Concebida, Fonte de Inspiração das Grandes Luzes da Sabedoria.

 

Ilumine-se todo o planeta Terra, e ilumine-se toda a humanidade, a juventude, transformando, mudando, gerando novas mentalidades mais conscientes com o meio ambiente e com as leis físicas da natureza, causa e efeito de tudo aquilo que sentimos, sofremos ou progredimos.

 

E finalmente, eliminem-se as guerras, o horror, abandono e morte, que só trazem dor e sofrimento a humanidade.

 

Glória, Paz e Liberdade ao povo ucraniano, SEMPRE!

 

Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade!

 

Durcides

 

Durcides:

Uma segunda mãe para mim, em meus saudosos tempos de infância!
Nunca mais a vi! E faz tempo que não a vejo!
Me disseram que reside no município de Amapá!
Tinha um cuidado especial com todos, principalmente comigo, que era muito “levado”, “traquina”, “presepeiro” mesmo!

 

Enquanto Tia Irene (in memorian) me chamava de “careca”, porque até os 6/7 anos tinha apenas um “bolinho” de cabelo na cabeça, Tia Luiza me batizou de “chiquinho”, um macaquinho prego danado que era da saudosa Professora Virgolina, que morava na Presidente Vargas, bem ao lado do Restaurante Boscão. Como o “chiquinho” não parava e era por demais “artista”, e eu era um pouco a imitação de sua “arte” nas árvores, na pitombeira, nas mangueiras, ficou o apelido de “chiquinho”!

 

Durcides era zelosa, serena, paciente, alegre, gentil, prestativa, sempre muito atenciosa comigo nos meus tempos de criança. Morou conosco um bom tempo!

 

Lembro perfeitamente quando fomos para o município de Amapá, de onde é suas origens, e papai, Professor João Lourenço da Silva, para lá foi instalar o que hoje chamamos de ensino fundamental e médio. Passávamos o dia rodando em estrada de chão, em caminhão, na rural da Secretaria de Educação ou mesmo no Willys de papai, atravessando rios em improvisadas balsas, até chegar na “boquinha da noite” no município de Amapá. Morávamos em uma vila de casas construída pelo governo, onde ali se instalavam e moravam diversos funcionários responsáveis pelos destinos da bucólica região.

 

Foi neste bucólico ambiente que convivemos com Durcides, durante anos, e depois nos mudamos para o município de Oiapoque, com o Professor João Lourenço encarregado da mesma missão: dotar a região de estrutura e mecanismos necessários para a educação!

 

Era uma época em que tudo ou quase tudo estava por fazer e poucos tinham a ousadia e determinação para encarar tais desafios. E Durcides, como um braço direito e um braço forte, sempre ao lado de mamãe, Laura Josefa, encarou todos, junto com a gente…

 

Depois, tempos depois, se formou para Professora, casou, construiu família, e nunca mais a vi, ficando somente uma grande e imensa saudade de uma fantástica e grande alma, alma sempre doce, zelosa, alegre, serena e gentil.

 

Se Noel pudesse me dar um presente, meu presente seria o de ver Durcides, dar-lhe um grande abraço, contar histórias antigas, rever memórias que o tempo e o vento não apagam…

 

A necessária jurisprudência aos símbolos nacionais

 

Em boa hora o deputado federal Márcio Macedo (PT) apresenta à Câmara dos Deputados projeto de lei que visa proibir o uso político dos símbolos nacionais, principalmente, em manifestações antidemocráticas.

 

A atitude louvável e extremamente necessária é uma proposta legal com o objetivo único de coibir o uso indevido e abusivo da Bandeira Nacional do Brasil e do Hino Nacional em atos golpistas arquitetados por grupos bolsonaristas na frente de quartéis e em vias públicas.

 

Ultimamente o que se vê é justamente a banalização e o desgaste por conta da ridicularização quase diária dos principais símbolos nacional do país:

A Bandeira Nacional e o Hino Nacional Brasileiro!

 

Independentemente de partidos políticos e ideologias, de correntes partidárias, eis um tema que de muito já deveria ter sido seriamente pensado e discutido, pois muitos brasileiros já se ressentem de vestir o verde amarelo, por exemplo, para não serem confundidos com “bolso arianos”.

 

E, de fato, o maior símbolo nacional brasileiro, a Bandeira Nacional, já se tornou símbolo de divisão política uma vez que grupos radicais bolsonaristas já se apropriaram da Bandeira Nacional para ostentar um falso patriotismo, entenda-se no bom e claro português, o golpismo, o fecha tudo, a idolatria de um ser absoluto, reinante e incontestável, de acordo com sua louca natureza.

 

Seria muito cômico, se não fosse trágico!

 

A grave crise institucional gerada pelo líder do poder executivo e seguidores e suas práticas e oratórias abusivas e ofensivas contra os poderes da República vem gerando um desgaste sem igual na história política e administrativa do Brasil. Um desgaste que tem um único objetivo comum: dividir, gerar o caos, para depois do caos tentar melhor governar!

 

Ocorre que o tiro saiu pela culatra, atingiu o pé, a virilha, de tão absurdas as palavras insanas, atos e omissões que certamente virão à tona ano que vem!

 

Perdeu “cafifento”!

 

E o gado bolsonarista, já disperso, uns vagando e outros loucos a correr no pasto, na base do salve-se quem puder, dão o tom do The Final Cut, O Ponto Final desta triste e alucinada tragicomédia nacional em que pequenos setores radicais das Forças Armadas um dia erroneamente pensaram em ser a “grande tábua de salvação nacional”, para vergonha de todos nós, evidentemente!

 

Já estão sendo vítimas de si mesmos!

 

E novamente, perdeu “cafifento”!

 

“Sopraram os ventos, vieram os vendavais, e deram de rijo contra esta casa, e foi grande a sua queda…”

 

Desde que Lula da Silva venceu a segunda volta das eleições, em 30 de outubro, houve protestos e mobilizações exigindo intervenção militar no país.

 

Entre as imagens mais polémicas estão dezenas de pessoas alegadamente fazendo a saudação nazista enquanto gritavam em frente a um quartel em Santa Catarina, onde Bolsonaro obteve mais de 69% dos votos.

 

A iniciativa do deputado surge no momento em que a esquerda tem lançado uma espécie de campanha para tentar recuperar alguns símbolos nacionais distorcidos por Bolsonaro e seus apoiantes a tal ponto de que muitos brasileiros desistiram de vestir a ‘t-shirt’ da equipa de futebol nacional.

 

Lula da Silva já criticou Bolsonaro pelo uso político desses símbolos, acusando-o de ter abandonado o povo brasileiro ao usar a bandeira para mentir e espalhar o ódio, e incentivou a esquerda a voltar a usar os símbolos nacionais.

 

 

Luiz Melo

 

Irrequieto e mente sempre pulsante e criativa!

 

O Mestre inovador na arte da comunicação!

 

Assim podemos, em síntese, resumir a alma do jornalista, do comunicador, radialista Luiz Melo!

 

Sem confetes e serpentinas, particularmente é o nosso professor na arte da comunicação do rádio, justamente a comunicação com alegria, bom humor e boa objetividade, sem floreios e direto ao ponto, por assim dizer…

 

Sinto-me honrado por desfrutar de sua amizade, respeitosa amizade que surgiu em meados dos anos 90, ano de criação do seu premiadíssimo programa de rádio, cap de audiência das manhãs tucujus, o Programa Luiz Melo Entrevista.

 

Recentemente, nosso pioneiro e professor de jornalismo radiofônico foi merecidamente homenageado na Câmara Federal como o maior expoente do rádio amapaense. Nada mais que justo, justíssimo!

 

A justa homenagem tem um significado maior pois ela se deu em memorável momento de comemoração dos 100 Anos de Rádio no Brasil. O pedido, a justa homenagem ao icônico jornalista é de autoria do Secretário de Comunicação da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Acácio Favacho (MDB), do Amapá.

 

É inegável negar o fato de que o Sistema Diário de Comunicação, o Jornal Diário do Amapá e os programas Luiz Melo Entrevista e Viva o Rádio, por exemplo, tem temperos especiais ou químicas de um grande e veterano alquimista na arte da comunicação: Luiz de Melo Ferreira!

 

E sempre foi justamente os seus temperos, as suas químicas, advindas de sua mente pulsante, criativa, que merecidamente lhe outorgaram inúmeras premiações e atos de reconhecimento público de parte do parlamento estadual e agora, federal.

 

Durante a recente corrida eleitoral para os cargos de deputado federal, senador e governador de estado Luiz Melo mais uma vez inovou e revolucionou o formato de entrevistas e debate entre candidatos. Na fase de candidatura ao governo do estado resolveu sair um pouco do velho sistema de bate e rebate entre candidatos para abrir espaço a perguntas inteligentes através da participação de técnicos, especialistas, jornalistas e gente do povo. Uma receita e tanto para frear ânimos e excessos dos candidatos!

 

O Jornalista Luiz de Melo Ferreira inicialmente atuou na Rádio AM Educadora de Macapá, nos anos 70, depois denominada de Rádio Difusora de Macapá, principalmente como locutor esportivo das memoráveis partidas de futebol narradas do Estádio Glicério de Souza Marques. Na época atuou também como radialista na Rádio Nacional AM, em Macapá e na Rádio Marajoara AM, no Estado do Pará. A partir de 1.974 torna-se Diretor Geral da Tv Amapá Canal 6, fase pioneira do primeiro veículo de comunicação televisivo no Amapá, ali deixando sua marca. Teve também brilhante passagem na Rádio e Tv Equatorial Canal 8, com sede em Macapá. Também em Macapá foi fundador da Rádio Antena 1 FM, 102.9 e do Jornal Fronteira. Na qualidade de Diretor-Superintendente criou e inovou o Jornal Diário do Amapá e a Rádio Diário FM, e desta química surgiu o premiado Sistema Diário de Comunicação.

 

Quem sabe fazer, sempre faz melhor!