Wellington Silva

Quando a Nação Brasil sobe a rampa presidencial 

 

Desconheço na história política e administrativa do Brasil e do mundo ato cerimonial de posse presidencial tão representativo e significativo como o ocorrido na posse do presidente Luís Inácio Lula da Silva!

 

É um ato inédito digno de registro histórico no livro das relações humanas e políticas do país e do mundo, um país e um mundo politicamente polarizado, dividido, cada vez mais competitivo e necessitado de humanismo, solidariedade e de respeito as diversidades culturais tradicionais.

 

Numa atitude inédita, muito significativa e representativa, repetimos, Lula e Janja subiram a rampa do Palácio do Planalto com o que de mais belo nossa Nação possui:

Nossa rica identidade ou diversidade cultural!

 

Esta tão significativa representação, revolucionária e inédita no mundo, dá uma verdadeira dimensão da expressão de igualdade e fraternidade, daquilo que realmente se concebe na prática como progressismo, ser progressista, lema claramente expresso em nossa Bandeira Nacional.

 

Um a um dos que ali representaram o Brasil pegaram e seguraram a faixa presidencial, passando de um a outro, até finalmente Aline Souza, catadora de materiais recicláveis, colocar a faixa presidencial em Lula, e tudo sob o olhar de emoção de todos os presentes e de todos os que assistiam na televisão.

 

Momento simbólico igual ou parecido de igualdade e fraternidade só vi da parte de Barack Obama e Michelle Obama, nos jardins da Casa Branca, brincando com crianças carentes, e as justas palavras e atos de Martin Luther King e Ghandi.

 

Para quem bradava aos quatro cantos do Brasil e do mundo o festival de bobagens de que Lula não subiria jamais a rampa do Palácio do Planalto fica cada vez mais difícil sustentar uma surreal paranoia a séquitos seguidores…

 

Agora é se colocar embaixo da mesa e cavar um buraco para se jogar pois nunca haverá golpe, nunca haverá estado de exceção, nunca haverá autoritarismo e jamais haverá castração das liberdades individuais e coletivas porque evoluir é preciso, e a conjugação do verbo presente deve ser ORDEM E PROGRESSO, lema claramente expresso em nossa Bandeira Nacional.

 

A indústria do terror no Brasil

 

Qual a origem ou a raiz da indústria do terror no Brasil?

Ela é oficial ou privada, ou as duas coisas?

Está muito claro que indiciados e presos como o senhor George Washington e os vândalos e incendiários de ônibus e de prédios públicos no Distrito Federal, obviamente seus atos devem ser classificados como atos de terror ou terrorismo!

Qual a fonte inspiradora e o motor gerador de todos estes cenários de violência e terror no Brasil, na capital federal?

O bolsonarismo!

E qual é a fonte inspiradora do bolsonarismo?

Para muitos cientistas políticos e analistas, está muito claro que a grande fonte inspiradora do bolsonarismo é o nazifascismo!

E qual é, afinal de contas, a relação teórica e prática do bolsonarismo com o nazifascismo?

 

Na visão de muitos analistas e cientistas políticos, ela se dá de forma total e irrestrita, a saber:

A visão do mito, do líder máximo, absoluto e incontestável, por sua própria natureza, livre para determinar regras e destinos de uma Nação.

 

Esta visão concentra a ideia inicial do pensamento totalitário nazifascista! A inadmissibilidade de outros poderes, como o parlamento, e seus partidos, e o poder judiciário, como poder de contenção e até de punição contra atos contrários aos preceitos constitucionais evidentemente que são incompatíveis ao nascimento, desenvolvimento e sobrevivência do totalitarismo.

 

O sindicalismo e a educação participativa, crítica, quer seja nas escolas e faculdades e universidades constituem ameaça ao sistema totalitário, assim como o exercício da livre imprensa. O fomento e desenvolvimento da arte e da cultura e do intelecto humano e o ativismo de artistas, intelectuais, livres pensadores, são logo sufocados, perseguidos e eliminados.

 

Não é por acaso a covarde perseguição no Brasil contra religiões de matriz africana, contra espiritualistas, contra Gilberto Gil, e tudo o que represente nossa lídima expressão cultural ou identidade cultural.

 

Não tenham dúvidas de que os atos de terror assistidos na televisão tem origem e uma mórbida base de amparo administrativo e legal:

O decreto presidencial 9.785, que aumenta de 50 para 1.000 o número de cartuchos e munições anuais aos tais CACs, Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores, devidamente “cadastrados”, e “membros” de clubes de tiro, porteira aberta a compra de verdadeiros arsenais como os encontrados na casa de Roberto Jeferson e George Washington.

 

Investigar e extrair o veneno e o chocalho das cobras e cortar as suas cabeças é extremamente necessário para que o país possa voltar a ter paz e normalidade democrática!

 

Assim seja!

 

Oração Universal

 

Oh! Divino Mestre, Fonte Fecunda de Luz, de Felicidade e de Virtude!

 

Oh! Grande Alah, Jeovah, Oh! Grande e Supremo Arquiteto do Universo Yhwh (tradução aproximada do hebraico do nome de Deus dada a Moisés no Monte Sinai)

 

Oh! Grande Buda, Krsna, Salomão, Maomé, Oxalá, Grandes Luzes da Sabedoria, profetas, anjos e santos, Grandes Luzeiros do Oriente Eterno, Grandes Consoladores:

 

Iluminem-se todas as almas do Firmamento; iluminem-se todas as mentes humanas; iluminem-se, principalmente, os homens e mulheres de boa vontade espalhados pela superfície do planeta Terra, pois, em verdade, são parte positiva integrante do plano temporal terreno de vida.

 

Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade para que cada vez mais ocupem cargos de destaque no executivo, legislativo e judiciário, transformando o que for necessário transformar, mudando o que for necessário mudar e revolucionando o que for necessário revolucionar para o benefício de seu povo, sua terra, sua gente…

 

Iluminem-se as matas, florestas, rios, cachoeiras, oceanos, o Grande Astral Superior, pois será chegada a hora inicial do grande momento de transformação, Iluminem-se as mentes sofridas, famílias, todos nós, carregados de saudades dos entes queridos que se foram, velhos amigos, vizinhos, profissionais de saúde, artistas, todos tão significativos, tão importantes, vítimas da covid-19.

 

Nos diz o Bhagavad-gitã que “os sentidos funcionais são superiores à matéria inerte: a mente é superior aos sentidos; a inteligência é ainda mais elevada que a mente; e a alma é mesmo mais elevada que a inteligência”.

 

Então, iluminem-se os cansados por sede de justiça, os abandonados pela sorte, a esquecida população de rua, os favelados, pobres, miseráveis e desamparados, para que surjam e se abram sempre as portas da assistência social, do socorro, da ajuda, das oportunidades de transformação, de mudança, de melhor qualidade de vida…

 

Iluminem-se todos os que verdadeiramente clamam por liberdade, respeito, igualdade e fraternidade, a Iluminada Trilogia Concebida, Fonte de Inspiração das Grandes Luzes da Sabedoria.

 

Ilumine-se todo o planeta Terra, e ilumine-se toda a humanidade, a juventude, transformando, mudando, gerando novas mentalidades mais conscientes com o meio ambiente e com as leis físicas da natureza, causa e efeito de tudo aquilo que sentimos, sofremos ou progredimos.

 

E finalmente, eliminem-se as guerras, o horror, abandono e morte, que só trazem dor e sofrimento a humanidade.

 

Glória, Paz e Liberdade ao povo ucraniano, SEMPRE!

 

Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade!

 

Durcides

 

Durcides:

Uma segunda mãe para mim, em meus saudosos tempos de infância!
Nunca mais a vi! E faz tempo que não a vejo!
Me disseram que reside no município de Amapá!
Tinha um cuidado especial com todos, principalmente comigo, que era muito “levado”, “traquina”, “presepeiro” mesmo!

 

Enquanto Tia Irene (in memorian) me chamava de “careca”, porque até os 6/7 anos tinha apenas um “bolinho” de cabelo na cabeça, Tia Luiza me batizou de “chiquinho”, um macaquinho prego danado que era da saudosa Professora Virgolina, que morava na Presidente Vargas, bem ao lado do Restaurante Boscão. Como o “chiquinho” não parava e era por demais “artista”, e eu era um pouco a imitação de sua “arte” nas árvores, na pitombeira, nas mangueiras, ficou o apelido de “chiquinho”!

 

Durcides era zelosa, serena, paciente, alegre, gentil, prestativa, sempre muito atenciosa comigo nos meus tempos de criança. Morou conosco um bom tempo!

 

Lembro perfeitamente quando fomos para o município de Amapá, de onde é suas origens, e papai, Professor João Lourenço da Silva, para lá foi instalar o que hoje chamamos de ensino fundamental e médio. Passávamos o dia rodando em estrada de chão, em caminhão, na rural da Secretaria de Educação ou mesmo no Willys de papai, atravessando rios em improvisadas balsas, até chegar na “boquinha da noite” no município de Amapá. Morávamos em uma vila de casas construída pelo governo, onde ali se instalavam e moravam diversos funcionários responsáveis pelos destinos da bucólica região.

 

Foi neste bucólico ambiente que convivemos com Durcides, durante anos, e depois nos mudamos para o município de Oiapoque, com o Professor João Lourenço encarregado da mesma missão: dotar a região de estrutura e mecanismos necessários para a educação!

 

Era uma época em que tudo ou quase tudo estava por fazer e poucos tinham a ousadia e determinação para encarar tais desafios. E Durcides, como um braço direito e um braço forte, sempre ao lado de mamãe, Laura Josefa, encarou todos, junto com a gente…

 

Depois, tempos depois, se formou para Professora, casou, construiu família, e nunca mais a vi, ficando somente uma grande e imensa saudade de uma fantástica e grande alma, alma sempre doce, zelosa, alegre, serena e gentil.

 

Se Noel pudesse me dar um presente, meu presente seria o de ver Durcides, dar-lhe um grande abraço, contar histórias antigas, rever memórias que o tempo e o vento não apagam…

 

A necessária jurisprudência aos símbolos nacionais

 

Em boa hora o deputado federal Márcio Macedo (PT) apresenta à Câmara dos Deputados projeto de lei que visa proibir o uso político dos símbolos nacionais, principalmente, em manifestações antidemocráticas.

 

A atitude louvável e extremamente necessária é uma proposta legal com o objetivo único de coibir o uso indevido e abusivo da Bandeira Nacional do Brasil e do Hino Nacional em atos golpistas arquitetados por grupos bolsonaristas na frente de quartéis e em vias públicas.

 

Ultimamente o que se vê é justamente a banalização e o desgaste por conta da ridicularização quase diária dos principais símbolos nacional do país:

A Bandeira Nacional e o Hino Nacional Brasileiro!

 

Independentemente de partidos políticos e ideologias, de correntes partidárias, eis um tema que de muito já deveria ter sido seriamente pensado e discutido, pois muitos brasileiros já se ressentem de vestir o verde amarelo, por exemplo, para não serem confundidos com “bolso arianos”.

 

E, de fato, o maior símbolo nacional brasileiro, a Bandeira Nacional, já se tornou símbolo de divisão política uma vez que grupos radicais bolsonaristas já se apropriaram da Bandeira Nacional para ostentar um falso patriotismo, entenda-se no bom e claro português, o golpismo, o fecha tudo, a idolatria de um ser absoluto, reinante e incontestável, de acordo com sua louca natureza.

 

Seria muito cômico, se não fosse trágico!

 

A grave crise institucional gerada pelo líder do poder executivo e seguidores e suas práticas e oratórias abusivas e ofensivas contra os poderes da República vem gerando um desgaste sem igual na história política e administrativa do Brasil. Um desgaste que tem um único objetivo comum: dividir, gerar o caos, para depois do caos tentar melhor governar!

 

Ocorre que o tiro saiu pela culatra, atingiu o pé, a virilha, de tão absurdas as palavras insanas, atos e omissões que certamente virão à tona ano que vem!

 

Perdeu “cafifento”!

 

E o gado bolsonarista, já disperso, uns vagando e outros loucos a correr no pasto, na base do salve-se quem puder, dão o tom do The Final Cut, O Ponto Final desta triste e alucinada tragicomédia nacional em que pequenos setores radicais das Forças Armadas um dia erroneamente pensaram em ser a “grande tábua de salvação nacional”, para vergonha de todos nós, evidentemente!

 

Já estão sendo vítimas de si mesmos!

 

E novamente, perdeu “cafifento”!

 

“Sopraram os ventos, vieram os vendavais, e deram de rijo contra esta casa, e foi grande a sua queda…”

 

Desde que Lula da Silva venceu a segunda volta das eleições, em 30 de outubro, houve protestos e mobilizações exigindo intervenção militar no país.

 

Entre as imagens mais polémicas estão dezenas de pessoas alegadamente fazendo a saudação nazista enquanto gritavam em frente a um quartel em Santa Catarina, onde Bolsonaro obteve mais de 69% dos votos.

 

A iniciativa do deputado surge no momento em que a esquerda tem lançado uma espécie de campanha para tentar recuperar alguns símbolos nacionais distorcidos por Bolsonaro e seus apoiantes a tal ponto de que muitos brasileiros desistiram de vestir a ‘t-shirt’ da equipa de futebol nacional.

 

Lula da Silva já criticou Bolsonaro pelo uso político desses símbolos, acusando-o de ter abandonado o povo brasileiro ao usar a bandeira para mentir e espalhar o ódio, e incentivou a esquerda a voltar a usar os símbolos nacionais.

 

 

Luiz Melo

 

Irrequieto e mente sempre pulsante e criativa!

 

O Mestre inovador na arte da comunicação!

 

Assim podemos, em síntese, resumir a alma do jornalista, do comunicador, radialista Luiz Melo!

 

Sem confetes e serpentinas, particularmente é o nosso professor na arte da comunicação do rádio, justamente a comunicação com alegria, bom humor e boa objetividade, sem floreios e direto ao ponto, por assim dizer…

 

Sinto-me honrado por desfrutar de sua amizade, respeitosa amizade que surgiu em meados dos anos 90, ano de criação do seu premiadíssimo programa de rádio, cap de audiência das manhãs tucujus, o Programa Luiz Melo Entrevista.

 

Recentemente, nosso pioneiro e professor de jornalismo radiofônico foi merecidamente homenageado na Câmara Federal como o maior expoente do rádio amapaense. Nada mais que justo, justíssimo!

 

A justa homenagem tem um significado maior pois ela se deu em memorável momento de comemoração dos 100 Anos de Rádio no Brasil. O pedido, a justa homenagem ao icônico jornalista é de autoria do Secretário de Comunicação da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Acácio Favacho (MDB), do Amapá.

 

É inegável negar o fato de que o Sistema Diário de Comunicação, o Jornal Diário do Amapá e os programas Luiz Melo Entrevista e Viva o Rádio, por exemplo, tem temperos especiais ou químicas de um grande e veterano alquimista na arte da comunicação: Luiz de Melo Ferreira!

 

E sempre foi justamente os seus temperos, as suas químicas, advindas de sua mente pulsante, criativa, que merecidamente lhe outorgaram inúmeras premiações e atos de reconhecimento público de parte do parlamento estadual e agora, federal.

 

Durante a recente corrida eleitoral para os cargos de deputado federal, senador e governador de estado Luiz Melo mais uma vez inovou e revolucionou o formato de entrevistas e debate entre candidatos. Na fase de candidatura ao governo do estado resolveu sair um pouco do velho sistema de bate e rebate entre candidatos para abrir espaço a perguntas inteligentes através da participação de técnicos, especialistas, jornalistas e gente do povo. Uma receita e tanto para frear ânimos e excessos dos candidatos!

 

O Jornalista Luiz de Melo Ferreira inicialmente atuou na Rádio AM Educadora de Macapá, nos anos 70, depois denominada de Rádio Difusora de Macapá, principalmente como locutor esportivo das memoráveis partidas de futebol narradas do Estádio Glicério de Souza Marques. Na época atuou também como radialista na Rádio Nacional AM, em Macapá e na Rádio Marajoara AM, no Estado do Pará. A partir de 1.974 torna-se Diretor Geral da Tv Amapá Canal 6, fase pioneira do primeiro veículo de comunicação televisivo no Amapá, ali deixando sua marca. Teve também brilhante passagem na Rádio e Tv Equatorial Canal 8, com sede em Macapá. Também em Macapá foi fundador da Rádio Antena 1 FM, 102.9 e do Jornal Fronteira. Na qualidade de Diretor-Superintendente criou e inovou o Jornal Diário do Amapá e a Rádio Diário FM, e desta química surgiu o premiado Sistema Diário de Comunicação.

 

Quem sabe fazer, sempre faz melhor!

 

A importância histórica e crucial da Imprensa Oficial no Amapá

 

Desde 1.943, data de criação do ex-território federal do Amapá, que a Imprensa Oficial do Amapá vem desenvolvendo um papel da mais alta relevância histórica ao imprimir e documentar em suas páginas atos históricos, políticos e administrativos da administração pública desta terra.

 

São milhares e milhares de fatos, nomeações importantes e publicação de diversos documentos que certamente mudaram os rumos desta insulada região tais como a Estrutura Organizacional do Estado do Amapá, documento assinado pelo governador Annibal Barcellos, em 1.989, após a aclamação plenária da chamada Constituição Cidadã, promulgada por Ulisses Guimarães no dia 05 de outubro de 1.988, no Congresso Nacional, ano em que o Amapá foi elevado a categoria de estado federado por força do artigo 14 e seus parágrafos primeiro e segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

 

Portanto, a história ou trajetória da Imprensa Oficial do Amapá se confunde com a fase inicial e de desenvolvimento do território federal e do estado.

 

Em 1.943, o Capitão de Artilharia Anti-Aérea de Val de Cães, sediada em Belém do Pará, Janary Gentil Nunes, é nomeado para governar o recém criado território federal do Amapá.

 

O território do Amapá foi elevado a tal condição no dia 13 de setembro 1.943, por Getúlio Vargas, por uma questão de segurança nacional, em plena Segunda Grande Guerra Mundial. Neste mesmo ano surge o informativo oficial do governo do território federal do Amapá intitulado Novo Amapá, com informações e fatos da administração pública janarista. Tais publicações, verdadeiras relíquias históricas, são até hoje guardadas com todo carinho por veteranos servidores públicos lotados na Imprensa Oficial do Amapá.

 

No dia 24 de julho de 1.964, ano da chamada intervenção militar no Brasil, é criado o Diário Oficial do Amapá para fins de publicações de atos de governo.

 

No governo de Ivanhoé Gonçalves Martins (10 de abril de 1.967 a 06 de outubro de 1.972) é adquirida a primeira impressora off set para a nossa região, uma Solna 75! Uma verdadeira “guerreira” que até hoje presta relevantes serviços sempre a imprimir atos da administração pública tucuju.

 

Ultimamente o valoroso apoio de veteranos servidores da Imprensa Oficial do Amapá vem sendo vital para a fundamentação documental de vários funcionários federais que pleiteiam direitos perante o governo federal, através de processo.

 

Hoje, urge a necessidade de se dar um espaço digno e mais que merecido a nossa gloriosa Imprensa Oficial do Amapá para abrigar comodamente o seu valoroso quadro de funcionários e todo o seu histórico acervo e maquinário. E que tudo finalmente possa ser comodamente abrigado em uma bem concebida arquitetura, em um bom prédio, a fim de que seus servidores confortavelmente possam continuar imprimindo e publicando a vida institucional de nossa região.

 

Valorizar o que é nosso, é extremamente preciso!

 

A Disneylândia nazifascista no Brasil

 

Pelo visto os bolso arianos insanamente desejam destruir a nação brasileira ao defenderem abertamente a intervenção militar e o fecha tudo em todo o território nacional!

 

Por mais estapafúrdio que se apresente as características políticas das manifestações bolsonaristas no Brasil e por mais absurdo que tudo possa aparecer ao mundo eles em verdade já possuem fortes conotações ou inspirações nazifascistas. Basta observar o culto do “mito”, a imagem absolutista do líder máximo, incontestável por sua própria natureza, e a aberta pregação da intervenção militar já, em movimentos de rua. Uma espécie de fecha tudo, patrocinada por loucos incendiários!

 

Estaríamos já assistindo e vivendo uma espécie de Disneylândia nazifascista?

 

E seria o papagaio do bico dourado e outros conhecidos e insanos agitadores do caos os grandes patrocinadores de tamanha aberração?

 

O movimento inicial é exatamente a deflagração de um processo de aculturação em massa, a cegueira popular ao senso crítico e a violenta oposição aos contrários. Depois ocorre a negação total e irrestrita ao direito e principalmente aos direitos humanos.

 

A história nos mostra que os regimes totalitários começaram assim, inflando as massas, envolvendo e hipnotizando a juventude e combatendo com perseguições e violência implacável a todos os seus oponentes. A tolerância e a salutar convivência democrática entre contrários aos poucos são soterradas e todo e qualquer debate ou opinião de pessoas ou grupos devem ser imediatamente rastreadas e eliminadas.

 

Os primeiros que são rastreados são os potenciais formadores de opinião, lideranças políticas e sindicais, gnosticistas, espiritualistas, padres, freiras, escolas e universidades e faculdades públicas ou privadas. Logo tudo é monitorado para depois e aos poucos sofrer poda, enfraquecimento, pressão psicológica moral, violência verbal ou física e finalmente eliminação. Fatalmente é um processo natural totalitário bem típico do dominador sobre os dominados. É a imposição e depois a prevalência ou supremacia da dita e intitulada “cultura superior” sobre toda e qualquer cultura, seja ela política ou religiosa, em curso como um rio sujo e caudaloso, o processo de aculturação das massas.

 

Urge a necessidade vital de cortar o mal pela raiz e promover um profundo nível de informação nas escolas, universidades e faculdades sobre o que é nazismo, o que é fascismo e o que é progressismo, sua origem, causas, efeitos e consequências para o mundo.

 

Torna-se vital inserir nos currículos escolares do ensino médio e nas mesas de discussão, em seminários e em programações de palestras acadêmicas todo e qualquer vídeo, filme e documentário histórico que foque as atrocidades do nazismo, o holocausto, o terror fascista e o terror do totalitarismo stalinista na Rússia, por exemplo. Isso seria o mesmo que extrair o veneno e o chocalho da cobra e cortar a sua cabeça!

 

Mas, até quando viveremos este insano e vergonhoso estado do absurdo, do intolerável e do inaceitável no Brasil?

 

O Pacificador

 

Muito diferente de seu oponente, diria até um abismo de diferença, Lula aos poucos apazigua ânimos e acalma o mercado, externa sua grande preocupação com os desvalidos e articula e dialoga com o parlamento e com o poder judiciário, caminhos democráticos naturais antes rompidos pelo governo bolsonarista.

 

Se, antes, o estado brasileiro e seus apoiadores fabricavam a agitação do caos, do ódio, da desordem, do enfraquecimento e da desagregação institucional, política e religiosa, assim como fabricavam o enfraquecimento do conhecimento, do senso crítico, da pesquisa, das universidades e faculdades e das comunidades tradicionais, atentando contra o bem maior de uma nação livre, soberana e democrática, justamente, a educação, hoje, com imensa satisfação vemos a indicação de Kátia Paulino para integrar a equipe pensante de transição do governo Lula, uma amapaense, negra, Reitora da Universidade Estadual do Amapá, e exatamente para pensar, escrever e propor uma educação progressista, participativa, plural e integradora para uma nação tão rica em diversidade cultural, em especial, a nossa Amazônia.

 

E hoje, mais que nunca, pensar é preciso, porque pensamento é movimento, é causa e efeito, ação e reação para o bem de uma nação antes tão dividida por força e efeito das sementes desagregadoras do caos, do ódio, da desordem, das trevas da ignorância.

 

O verdadeiro caminho democrático não tem curvas sinuosas, abismos, trevas, escuridão, divisões de classes, preconceitos, racismos, radicalismos e outras aberrações tais advindas do degradante pensamento e comportamento inumano.

 

O verdadeiro caminho democrático é o que está sendo feito agora, construído tijolo a tijolo, ao ouvir a sociedade e convocar e provocar boas cabeças pensantes a edificarem um Brasil melhor para todos.

 

Sabem porque os grandes gênios, artistas, pensadores, poetas, intelectuais, músicos, dramaturgos, foram ou são progressistas?

 

É uma questão de valores para a evolução humana!

 

Não pode haver legalidade naquilo que é ilegal, absurdo, quando o estado democrático de direito e as instituições públicas são ameaçadas de fechamento por conta de uma louca retórica golpista ufanista. Nenhum país democrático do mundo livre pode aceitar tais atos como normal, e, muito pelo contrário, tais atos constituem uma aberração!

 

Sabiamente e em boa hora as Forças Armadas do Brasil novamente reiteram em nota pública o seu total e irrestrito apoio e respeito a Constituição e ao estado democrático de direito, e de tabela também reiteram o seu irrestrito respeito a Carta das Nações, postura natural e legal de muito já esperada considerando que qualquer força armada de qualquer nação livre integrante da Organização das Nações Unidas também tem o mesmo dever de obediência constitucional e universal.

 

Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade…

 

Juvenal Canto

 

Nunca esquecerei a imagem sempre serena de Juvenal Canto, inicialmente, no Centro Espírita Frei Evangelista, ele e Sol Ellarat Canto, espaço muito significativo para mim de profundo conhecimento introspectivo. Ali, por diversas vezes, ouvi palavras de conforto, o bálsamo necessário, a palestra necessária com mensagens vindas do Alto, onde Juvenal Canto era apenas o Instrumento do Criador, isso, em meados dos anos 80.

Foi também, naquele mesmo espaço, um pouco antes, que com ele aprendi educação de trânsito na Auto Escola Aruana, e o rigoroso e saudoso “Bacaba” era o examinador no Departamento de Trânsito. Quando, de oito ou dez, uma média de três ou quatro passavam, era muito!

Juvenal foi vereador numa época em que não existia remuneração para o cargo e o trabalho era servir o povo, ser solidário. Percorria os quatro cantos do Amapá, fosse de barco, rabeta, remando em montaria, de automóvel em estrada de chão ou a cavalo para levar apoio e uma palavra amiga de conforto às comunidades mais distantes.

E o que dizer do sempre salutar convívio com nosso Grande Decano da Ordem na Academia Amapaense Maçônica de Letras, antes, durante e após nossas reuniões?

Na qualidade de presidente da Academia mudou a sua rotina e o tempo de uso da palavra através do emprego de uma ampulheta.

Motivo:

Na sua avaliação alguns confrades se empolgavam na oratória e por vezes tomavam muito o tempo na pauta de discussão ou na apresentação de algum trabalho literário. Ele ficava olhando a ampulheta, e quando a areia parava de cair, altivamente falava:

– Tempo encerrado!

E o que dizer da nossa tão legal farofa acadêmica por ele sempre “incrementada” com aquela cachacinha “mui” especial acompanhada de uma farofa de piracuí, tão bem preparada pelo Juvenal, com amor?

Então é isso!

Ele era um misto de humor e amor como Decano da Ordem!

Juvenal, tu és e sempre serás LUZ em nossas vidas!