Wellington Silva

Os monstros de Bucha e Borodianka

Novamente revendo a Carta das Nações Unidas que fora amplamente discutida em detalhes durante a Conferência de São Francisco, iniciada em 25 de abril de 1945, tendo entrado em vigor no dia 24 de outubro de 1945, e refletindo profundamente a histórica e memorável Declaração Universal dos Direitos Humanos, honestamente pergunto porque países tão cruéis e totalitários como a Rússia ainda fazem parte da Organização das Nações Unidas-ONU, e muito pior, na qualidade de membro da Comissão dos Direitos Humanos?

Se ambos e históricos documentos ressaltam tanto a questão da dignidade humana, direitos iguais para todos, justamente o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis, tendo como fundamento a liberdade, a justiça e a paz no mundo, não é um absurdo e altamente contraditório o Senhor Putin fazer parte da ONU e descaradamente perseguir e mandar eliminar opositores, determinar a invasão e a destruição da Ucrânia e mandar sufocar todo e qualquer protesto em Moscou em defesa da liberdade e da paz do povo ucraniano?

O assassinato em massa ocorrido em março deste ano, durante a Batalha de Bucha, na Ucrânia, mostra claramente ao mundo o terror covarde do exército russo, massacre somente agora evidenciado na mídia internacional, neste início de abril, logo após soldados e tanques russos bateram em retirada da cidade.

E o que se viu lá?

Tortura, mutilação, decapitação, estupro e abuso sexual contra uma população indefesa. A contagem de mortes cruéis e covardes já somam mais de 300, e se acredita que devem se aproximar de 400 ou mais.

A propaganda russa, como sempre, nega a veracidade dos fatos, e cinicamente inverte o que está muito claro para o mundo:

Soldados descontrolados, paranoicos, com a moral baixa, passando fome, assustados, muitos sob o efeito de álcool, vodka, ou alucinógenos, criam verdadeiros cenários de terror contra tudo o que se move.

Muitas imagens já correram o mundo mostrando tanques russos covardemente disparando contra prédios civis, e elas são bem reais!

A brava resistência e tenacidade do povo ucraniano, principalmente na área de entorno de Kiev, tem dado muito trabalho ao exército invasor. Seus RPG’s transformam em entulhos e mais entulhos o que antes era uma pomposa coluna de mais de 60 quilômetros de tanques, caminhões, carros de assalto, lançadores de mísseis, etc.

“Até agora o estado russo e os militares russos são a maior ameaça do planeta à liberdade, à segurança humana, ao conceito de direitos humanos, como tal”, declarou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Informações da mídia mundial dão conta de que o exército invasor já estaria usando crematórios móveis com o objetivo de dar fim aos cadáveres e eliminar evidências de assassinato. Em Borodianka, não existe nenhuma base militar. Lá, também, a população civil foi alvo de ataques cruéis. 26 corpos já foram encontrados. A Procuradora Geral da Ucrânia, Iryna Venediktova, enfatizou que “é impossível prever quantos mortos houve no local”. Recentemente, o covarde ataque a estação de trem em Kramatorsk matou 50 pessoas e deixou 98 feridos. Cinco crianças foram mortas. Os suspeitos são os líderes separatistas de Donetsk.

A Assembleia Geral da ONU já suspendeu a Rússia do Conselho de Direitos Humanos e estuda impor sanções mais duras ao regime de Mister Vlad, o sanguinário.

República e federalismo

Teoricamente todos nós fazemos parte deste imenso gigante de dimensão continental denominado República Federativa do Brasil.

Mas, será que é isso mesmo?

Somos, verdadeiramente, uma república federativa?

O federalismo no Brasil surgiu através da Proclamação da República, em 1.889.

E o que é um Estado Federal?

É uma forma de organização e de distribuição de poder onde o governo central não cria barreiras jurídicas centralizadoras que por ventura impeçam a divisão de competências e responsabilidades entre ele e os entes da federação.

Historicamente o federalismo no Brasil experimentou seu melhor momento no período da Primeira República, entre 1889 e 1930, época em que os estados dominantes tiveram grande autonomia em relação ao poder central.

No período de 1964 a 1985 o Governo Central resolve ampliar os poderes da União e sua capacidade de arrecadação, controlando assim os recursos obtidos pela cobrança de impostos. Na prática, o federalismo enfraquece e coloca os estados na posição de acentuada dependência do governo federal. Daí em diante, esta realidade não muda, e gera cenários desiguais para muitos estados, principalmente aos das regiões Norte e Nordeste.

Se, no estado democrático de direito, todo poder emana do povo e em seu nome ele deve ser exercido, nada mais natural Sua Excelência o povo participar de tal debate.

A Carta Magna do País, em seu Título I, Dos Princípios Fundamentais, Art.1°, diz textualmente o seguinte:

“A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constituindo-se em Estado Democrático de Direito, e tem como fundamentos a soberania, cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e o pluralismo político”.

Em seu artigo 3°, afirma o seguinte:

“Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

A pergunta atual é:

Como construir uma República Federativa do Brasil forte, soberana, independente, sustentável, justa e solidária com a aplicação da velha teoria de centralização de poder?

O Professor Doutor Miguel Reale Júnior, em suas argumentações a imprensa, afirma existir muita concentração de poder nas mãos do presidente da República e do Presidente da Câmara Federal, poder que por vezes asfixia a necessidade de justiça, os estados mais pobres, as pautas mais emergentes e os justos clamores populares.

Só iremos garantir o desenvolvimento nacional se promovermos a descentralização de poder e a justa distribuição de recursos aos estados, principalmente aos mais carentes, reduzindo assim as desigualdades sociais no Brasil com acompanhamento, avaliação e controle do recurso público.

Pra Frente Brasil!

Homenagem ao Bicentenário (200 anos) da Independência do Brasil e a todos os libertadores republicanos.

O GOB no Amapá

Recentemente, o Grande Oriente do Brasil no Amapá deu um significativo salto histórico em sua trajetória como representação maçônica administrativa regional. De uma só tacada, o poder administrativo do GOB no Amapá passou de simples Delegacia a Grão-Mestrado estadual, isso graças ao relevante trabalho do Eminente Grão-Mestre Ubiracy Picanço. Mas, para que tal fato ocorresse, e fosse possível, dois nomes, duas grandes colunas históricas, José Alcolumbre e Valdim Pereira de Souza, foram os construtores dos necessários e possíveis caminhos para a criação, estruturação e consolidação da Delegacia do Grande Oriente do Brasil no Estado do Amapá.

Se, José Alcolumbre, foi o obreiro a definitivamente cortar o cordão umbilical com o Estado do Pará, possibilitando assim a criação, instalação e funcionamento da referida Delegacia, Valdim Pereira de Souza foi o obreiro a consolidar este trabalho e por fim entregar ao Eminente Grão-Mestre, Ubiracy Picanço, ao tomar posse, 14 lojas maçônicas, em plena atividade.

Em função do árduo trabalho de ambos, das dificuldades enfrentadas e superadas e dos caminhos abertos, por eles construídos, para a criação do Grão-Mestrado, José Alcolumbre e Valdim Pereira de Souza foram alvo de digna e merecida homenagem no Templo da Augusta e Respeitável Loja Maçônica Tiradentes 2599, recebendo o título de Grão-Mestre Honorário do Grande Oriente do Brasil no Amapá. O diploma foi entregue pelo Grão-Mestre estadual e os paramentos foram custeados pela Tesouraria da Loja Tiradentes.

Mas, como tudo tem um começo do começo, em 1989 um grupo de Mestres Instalados e Mestres Maçons do Grande Oriente do Brasil começaram a se reunir em Macapá para pensar na criação de uma loja maçônica do GOB, depois fundar outras lojas, futuramente pensar na criação de uma Delegacia e quem sabe mais em frente, criar e instalar o Grão-Mestrado estadual. Este grupo era composto pelos irmãos Elias Carneiro de Albuquerque (Capitão de Exército), Jorge Correia (Coronel e Comandante do 34º BIS), Raimundo dos Santos Lopes (médico), Edival Pereira de Farias (empresário), Alberto Andrade Cruz (bancário), Mestre Magalhães (comerciante). E assim surgiu a Loja Maçônica Tiradentes 2599, o grande embrião, o começo do começo de tudo. Seu nome foi proposto pelo saudoso Irmão Elias Carneiro de Albuquerque, aclamado por todos para atuar como o primeiro Venerável Mestre da Loja. A Função de Primeiro Vigilante ficou à cargo do saudoso Irmão, Cruz da Perfeição Maçônica, Raimundo dos Santos Lopes; Orador Jorge Correia; Secretário Alberto Andrade Cruz (in memorian); Mestre de Cerimônias Milton Cabral; Chancelaria Mestre Magalhães. Depois a função de Mestre de Cerimônias e posteriormente de Secretário seria realizada pelo saudoso Irmão Miguel de Jesus Moraes Mendes, tempos depois eleito Venerável Mestre da Tiradentes.

O primeiro templo da Loja Maçônica Tiradentes funcionou no bairro Jesus de Nazaré, próximo a Igreja Jesus de Nazaré, num pequeno galpão adaptado para funcionar como templo maçônico, gentilmente cedido pelo saudoso Irmão Ary Camargo de Freitas.

Em 1990, foi iniciada a primeira turma de aprendizes: João Lourenço (in memorian), Gionilson Borges, Edmilson Paulino, Diniz, Américo Naiff, Juracy Freitas (in memorian).

Em 1992, foi iniciada a segunda turma de aprendizes: Francisco Osvaldo Simões Filho e Wellington Silva.

Atualmente, o Templo e complexo administrativo da Tiradentes, onde funcionam outras lojas da jurisdição, está localizado na Avenida Raimundo Antônio Machado, 533, bairro Congós, com registro de utilidade pública 0405, e CNPJ 34.927.335/0001-71.

O petróleo é nosso!

Criada no dia 03 de outubro de 1953, em plena era Vargas, a Petróleo Brasileiro S.A. Petrobrás surgiu com o lema “ O petróleo é nosso”, lema idealizado pelo presidente Getúlio Vargas como forma de propaganda política e institucional em defesa do que obviamente e naturalmente seria e até hoje ainda é, patrimônio natural brasileiro.

Considerada como uma empresa de capital aberto (sociedade anônima), onde a figura do acionista majoritário é o governo federal, a União, com sede no Rio de Janeiro, ela ainda atua em 14 países nas atividades de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e derivados.

Mas, a grande pergunta que muitos brasileiros fazem é:

Como o Brasil, a Petrobrás, desde os anos 50, aqui, sendo uma grande empresa exploradora de petróleo em águas profundas, liderança mundial voltada ao desenvolvimento de avançadas tecnologias para exploração do ouro negro (petróleo) em grandes profundidades, proprietária de diversas refinarias, petroleiros e dona de grandes plataformas de exploração não consegue ou não cria uma política razoável de preços para a grande demanda interna da população brasileira que urgentemente necessita de uma gasolina, diesel e gás mais barato?

A resposta, pode estar na antológica canção de Caetano Veloso:

De muito o povo brasileiro é vítima de uma velha política entreguista “do avesso, do avesso, do avesso…”

Tradução:

Primeiro os de fora! As sobras ficam para os de casa!

É tipo aquele festeiro que para impressionar na festa procura fazer o possível e o impossível para agradar os convivas, ignorando completamente a turma de casa. Dias depois, o bolso esvazia, a barriga aperta e ronca e a “porca torce o rabo”.

Entenda-se, a Petrobrás décadas atrás adotou uma política de exportação de produção de petróleo e gás e ignorou demandas e necessidades internas da nação. Hoje, obviamente tem como objetivo central aumentar volume$ de lucratividade.

E o povo?

Bom, o povo brasileiro, neste cenário atual de lucros e dividendos, é só um pequeno detalhe!

No final das contas, o Brasil acaba comprando do exterior um combustível caro, a doer consideravelmente o bolso do consumidor.

Mas, um momento, uma questão de Ordem:

Nossa Constituição, em seu Título I, Dos Princípios Fundamentais, Artigo 1º, diz textualmente que a República Federativa do Brasil é um Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos a soberania, onde todo poder emana do povo que o exerce por meio de representantes eleitos. O artigo 3º expressa que constituem objetivos fundamentais da República garantir o desenvolvimento nacional e erradicar a pobreza, marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.

Belas palavras, belas palavras…

Com toda certeza, a grande questão histórica brasileira é que enquanto americanos, europeus e asiáticos historicamente são extremamente protecionistas com suas riquezas naturais, o Brasil é exatamente o inverso, lamentavelmente…

Entre 2004 e 2012, a perda de dinheiro causada pela grande onda de corrupção na Petrobrás foi estimada em 6,194 bilhões de reais. Em 2015 a empresa registrou um prejuízo de 34,8 bilhões de reais. A queda do preço do barril do petróleo no mercado mundial, somada a crise moral e econômica do país, abalaram a economia brasileira e a de outros países.

Refletir e mudar é preciso, antes que todos afundemos!

Oração Universal

Oh! Divino Mestre, Fonte Fecunda de Luz, de Felicidade e de Virtude!

Oh! Grande Alah, Jeovah, Yhwh (tradução aproximada do hebraico do nome de Deus dada a Moisés no Monte Sinai)

Oh! Grande Buda, Krsna, Salomão, Maomé, Oxalá, Grandes Luzes da Sabedoria, profetas, anjos e santos, Grandes Luzeiros do Oriente Eterno, Grandes Consoladores:

Iluminem-se todas as almas do Firmamento; iluminem-se todas as mentes humanas; iluminem-se, principalmente, os homens e mulheres de boa vontade espalhados pela superfície do planeta Terra, pois, em verdade, são parte positiva integrante do plano temporal terreno de vida.

Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade para que cada vez mais ocupem lugares de destaque no executivo, legislativo e judiciário, transformando o que for necessário transformar, mudando o que for necessário mudar e revolucionando o que for necessário revolucionar exclusivamente para benefício de seu povo, sua terra, sua gente…

Ilumine-se as matas, florestas, rios, cachoeiras, oceanos, o Grande Astral Superior, pois será chegada a hora inicial do grande momento de transformação.

Ilumine-se as mentes sofridas, as famílias, todos nós, carregados de saudades dos entes queridos que se foram, velhos amigos, vizinhos, profissionais de saúde, artistas, todos tão significativos, tão importantes, vítimas da covid-19.

Nos diz o Bhagavad-gitã que “ os sentidos funcionais são superiores à matéria inerte: a mente é superior aos sentidos; a inteligência é ainda mais elevada que a mente; e a alma é mesmo mais elevada que a inteligência”.

Então iluminem-se os cansados por sede de justiça, os abandonados pela sorte, a esquecida população de rua, os favelados, pobres, miseráveis e desamparados, para que surjam e se abram sempre as portas da assistência social, do socorro, da ajuda, das oportunidades de transformação, de mudança, de melhor qualidade de vida…

Iluminem-se todos os que verdadeiramente clamam por liberdade, respeito, igualdade e fraternidade, a Iluminada Trilogia Concebida, Fonte de Inspiração das Grandes Luzes da Sabedoria.

Ilumine-se todo o planeta Terra, e ilumine-se toda a humanidade, a juventude, transformando, mudando, gerando novas mentalidades mais conscientes com o meio ambiente e com as leis físicas da natureza, causa e efeito de tudo aquilo que sentimos, sofremos ou progredimos.

Eliminem-se as guerras, o horror, abandono e morte, que só trazem dor e sofrimento a humanidade.

Glória, Paz e Liberdade ao povo ucraniano!

Paz na Terra aos homens e mulheres de boa vontade!

A dura batalha de Kiev

“O pior ainda está por vir”, é o que analistas militares preveem sobre o chamado ponto culminante da Guerra na Ucrânia:

A dura batalha de Kiev!

A brava e inteligente resistência ucraniana e sua desesperada luta contra a bestialidade covarde do exército russo sob a liderança e loucura dominadora de Putin é que poderá ou não definir o The Final Cut (O Ponto Final) deste triste e inesperado conflito. Uma guerra não provocada, mas de muito cuidadosamente arquitetada pela mente fria e ainda soviética de um ex-agente da KGB e sua velha sede expansionista de poder.

Se alguém, neste sofrido planeta de guerras, pandemias e sérios desastres ambientais, tentar buscar respostas sobre os objetivos reais do líder russo, logo verá que a afirmativa do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, não tem nada de exagero, ou seja, seu grande desejo é novamente anexar ao território russo as ex-regiões satélites soviéticas: Polônia, Estônia, Georgia, Lituânia, Romênia, Hungria, Finlândia, Bulgária, etc…

Diante de todos os cenários de horror, destruição, dor, sofrimento, humilhação e grandes perdas humanas ocorridas na Ucrânia, provocadas pelas forças russas, e se hoje dependesse da vontade da grande e esclarecida juventude russa, assim como de parte expressiva de sua população, Vladimir Putin já estaria deposto e condenado.

E por falar em condenado, muitos correspondentes internacionais que lá acompanham o dia a dia do conflito percebem não mais existir indícios de crimes de guerra na Ucrânia e sim claras evidências.

Porque bombardear prefeitura, hospital, prédios habitados por civis e espaço público e histórico destinado a memória das vítimas do holocausto?

É para causar, terror, pânico, medo?

Nunca é demais lembrar que no começo da Segunda Grande Guerra Mundial tropas soviéticas e nazistas cuidavam dos campos de concentração ou campos da morte. Somente Stalin, na União Soviética, mandou matar mais de 1 milhão de opositores ao regime.

Os argumentos do Senhor Vladimir já não cabem mais no mundo atual! Eles jamais serão admitidos no mundo livre de hoje!

Nem mesmo em sua terra natal, São Petersburgo, ou em Moscou, sede do poder máximo do establishment russo, o Kremlin, o Senhor Putin no momento é bem visto, muito pelo contrário. E todos no mundo pedem:

Fora Putin!

Diante de toda a insana monstruosidade praticada pelo invasor em solo ucraniano, fatos por todos diariamente assistidos, pergunto:

O que resta ao bravo povo ucraniano a não ser lutar pela sua liberdade, por seus filhos, família, pelo direito sagrado de um futuro melhor?

Que continuem então a usar a criatividade, gás de cozinha, cilindros de gás, coquetéis molotov, barreiras, armadilhas, para a contenção do inimigo covarde, cruel e impiedoso. Que ocorra o mais rápido possível o apoio logístico da OTAN e da ONU, seja com o tão necessário e imediato deslocamento de caças para as áreas de conflito ou o envio de armas anti-tanque, etc…

Se a liberdade é um legado de Deus outorgado a humanidade e aos animais, é inadmissível nos dias atuais ainda se pensar em apoiar regimes totalitários.

Portanto, Deus conceda a vitória a Ucrânia!

Glória Eterna a liberdade do povo ucraniano!

Vida longa ao povo ucraniano!

A matemática viável para a terceira via

As últimas pesquisas indicam Luís Inácio (Lula) da Silva com 42% das intenções de voto seguido de Bolsonaro com 28%, Ciro Gomes 6,7% e logo atrás e no páreo Sérgio Moro com 6,4% na preferência eleitoral.

Na avaliação do jornalista Boris Casoy, ainda é fevereiro, e Lula não pode cantar vitória antes do tempo. Muitas águas ainda podem rolar embaixo da ponte! Se os demais concorrentes se derem conta, pé no chão, a tendência é alcançarem um índice percentual de 45%, o que dá tranquilidade a derrota de Lula ou Bolsonaro. Mas isso exigirá muita união para o fortalecimento de um novo projeto político!

Neste corre-corre que ultimamente se vê, de fusão de partidos, tudo na base do salve-se quem puder, o conceito de federação partidária logo imprime, de bate-pronto, o chamado acordo de sobrevivência partidária. E então, o pesado tabuleiro do xadrez político nacional torna-se um jogo pesado de muitas conversações, diálogo, para finalmente fechar o acordo político. Quem souber com astúcia e boa articulação encorpar o jogo, aglutinando grandes forças partidárias, obviamente que terá maiores chances e oportunidades de tempo de mídia, apoios regionais, recursos para financiamento de campanha, etc…

Mas, todavia, fico cá com meus botões e com a opinião do Jornalista e Professor Marco Antônio Villa, ou seja, tudo isso fatalmente relega a escanteio o programa ideológico e partidário que com tanto ardor antes víamos e ouvíamos nas empolgantes retóricas de Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, Leonel Brizola e Miguel Arraes, durante a campanha das Diretas Já e durante e após a promulgação da Constituição, em 1988.

Esse empobrecimento temático, programático, retórico, de falta de planos, programas e projetos consistentes é que preocupa a todos nós, no momento e por enquanto prevalecendo a tal sobrevivência partidária.

Quando veremos ou teremos grandes novidades nos discursos, como Brizola por exemplo fazia nos anos 80, com brilho nos olhos e grande empolgação na oratória ao falar do fantástico e hoje abandonado projeto dos Centros Integrados de Educação Pública, os CIEP’s, instituições públicas criadas por Darcy Ribeiro, quando era Secretário de Educação no Rio de Janeiro, e Brizola era governador da outrora cidade maravilhosa?

O brilhante objetivo dos CIEP’s era oportunizar educação de qualidade, esportes, alimentação rica e nutritiva, boa assistência médica e atividades culturais variadas, em tempo integral, a crianças carentes. Portanto, o projeto era eminentemente focado nas classes populares.

E o que houve com os CIEP’s?

Abandonado!

Qual motivo?

Políticos o consideraram caro!

Mas, a grande questão é:

Quanto realmente vale a educação da criança brasileira se a Constituição expressa como dever de estado a educação, saúde, cultura e esporte?

Mas, voltando a grande questão da terceira via, em suas falas Ciro Gomes opta em atacar e dividir concorrentes desta terceira via.

Para analistas políticos, mesmo com sua experiência política Ciro atira no próprio pé, mira e atira em alvos errados e contribui a desmobilizar forças para frear Lula e Bolsonaro, colaborando dessa forma a polarização extrema e enfraquecimento de uma melhor opção.

Refletir é preciso!

 

 

Reflexões sobre a tragédia em Petrópolis

A tragédia ocorrida em Petrópolis, Rio de Janeiro, assim como outras já ocorridas, novamente acende o sinal de alerta para o seguinte questionamento:

Mesmo e apesar da força da natureza com suas fortes chuvas e erosões ocorridas em outras regiões do país, além de Petrópolis, tais tragédias poderiam ser evitadas ou seus impactos poderiam ser sensivelmente diminuídos?

Eu particularmente acredito que sim se os governos federal, estaduais, municipais e sociedade civil no geral associassem o tão prático e necessário exercício da educação, da ciência, das simples tecnologias e da inovação no ato de fazer a coisa certa no momento certo e não depois da tragédia ocorrida.

E mais uma vez e novamente digo que temos de reaprender com os povos da Idade Média e dos séculos XVII e XVIII, os grandes construtores de obras para a posteridade. Hoje, em pleno Século XXI, ano 2022, a humanidade dispõe e é usuária de importantes avanços tecnológicos, mas de muito deixa a desejar dos povos antigos quando o assunto em questão é realmente observar os importantes fenômenos cíclicos da Mãe Natureza.

O tempo passa, muitas décadas passam, e todos os castelos, antigos mosteiros, templos budistas, templos tibetanos, alguns inteligentemente erguidos em montes ou montanhas, assim como algumas igrejas, estão lá, sempre imponentes, resistentes ao tempo, assim como a pirâmide de Gizé.

E por que isso ocorre?

Primeiro, porque os povos da Idade Média e dos séculos XVII e XVIII estudavam cuidadosamente a geografia da região, sua topografia, solo, clima, tábuas das marés, etc, para depois aprovar ou não o local de construção escolhido por nobres, reis, príncipes ou pelo clero, observações óbvias que muitos atualmente deixaram de fazer por descuido, descaso, desleixo ou pura ignorância mesmo.

É pura teimosia você continuar a insistir em residir em uma área que sabe perfeitamente que é área de cheia anual de maré ou área de solo instável com sério risco de desmoronamento. Pior ainda é o poder público construir ou autorizar construção de moradias ou de prédios em áreas de solo instável ou de grandes oscilações observadas nas tábuas de maré.

Mas, nem tudo está perdido, e são justamente crianças brasileiras, orientadas por iluminados professores, que decidiram disseminar em Petrópolis a simples ciência inovadora de construção do pluviômetro, equipamento que tem a capacidade de medir a intensidade das chuvas.

Utilizando uma garrafa PET, e levando-se em consideração seus relevos de fundo e nele colocando bolinhas de gude (petecas) ou brita, pode-se conseguir calibração para regulação do nível com o uso de uma régua de 30 centímetros. A medição é feita com até 150 mm de água de chuva acumulada.

Portanto, os materiais são bem simples e o custo é baixíssimo!

Já imaginaram este simples e fantástico invento sendo disseminado em todo o Brasil, nas escolas, nos bairros, principalmente em regiões com áreas consideradas de risco como em Petrópolis e Minas Gerais?

Quanta coisa ruim não seria evitada!

Deus continue a abençoar nossas inventivas crianças e nossos iluminados Mestres!

Assim seja!

Dura lição aos não vacinados em New York

Nesta sexta-feira a prefeitura de Nova York promoveu demissão de mais de 3 mil funcionários que se recusaram a tomar vacina contra a covid-19, mesmo e apesar da obrigatoriedade ter sido instituída pela Câmara municipal a todos os trabalhadores da grande metrópole.

Em outubro do ano passado o prefeito Bill de Blasio decreta a obrigatoriedade de vacinação em toda a cidade de Nova York, principalmente dos servidores municipais. Seu sucessor, Eric Adams, não só endossa a medida como endurece o jogo contra os negacionistas. No dia 31 de janeiro deste ano anuncia na imprensa o prazo final ou data limite aos não vacinados que trabalham para a prefeitura:

Dia 11 de fevereiro de 2022, sexta-feira!

Declarou o atual prefeito de Nova York, Eric Adams:

“ Tem que se vacinar! Se não seguir as regras, você está tomando essa decisão”!

Mas, ao que tudo indica, esse número de demissões pode sensivelmente aumentar uma vez que 13.044 mil pessoas argumentaram principalmente absurdas questões religiosas e bizarras opiniões sobre saúde para não se vacinarem. Alguns entraram na justiça, alegando as tais razões que a própria razão desconhece, e tiveram seus pedidos logicamente negados.

De acordo com a mídia local e de fontes do município nova-iorquino até o fechamento deste texto quase 5 mil solicitações de não vacinação tiveram seus pedidos negados pela justiça. E de lembrar que a população de Nova York fora duramente atingida pela proliferação do vírus da covid-19 na primavera boreal de 2020.

Com uma população de quase 9 milhões de habitantes, levantamento indica perdas de cerca de 38 mil pessoas durante as fases iniciais e de pico da pandemia, na grande metrópole nova-iorquina.

Além de Nova York, cidades como Boston, Chicago, São Francisco e os estados de Washington e Massachusetts fizeram o mesmo e impuseram duras regras sanitárias assim como obrigatoriedade de vacinação aos seus funcionários, com pena de demissão, exemplos que deveriam muito bem serem seguidos pelo mundo todo!

Nos EUA, muitos já tentaram recorrer aos tribunais para impedir a obrigatoriedade da vacina, sem nenhum sucesso!

Mas, a grande pergunta que se faz é:

O que leva pessoas a induzirem outras pessoas, principalmente líderes religiosos, falsos pregadores, cegos guias de cegos, a propagarem que a vacina faz mal, altera DNA, altera o tipo sanguíneo, o tal sangue puro que nunca existiu, e outras bobagens absurdas? Fanatismo político-religioso? Conceitos aberrativos sobre as vacinas, saúde e ciência?

A verdade é que este tipo de gente ou aberrações da natureza deveriam estar presas, ou no mínimo respondendo a processo criminal, quer seja nos Estados Unidos, Brasil ou em qualquer canto do mundo, sim porque elas simplesmente representam um grau de fanatismo intolerável e praticam claros atentados a vida das pessoas.

Historicamente as vacinas sempre salvam vidas enquanto que os negacionistas em verdade ceifam vidas tal qual o barqueiro da morte.

Disque 100!? Alô, é do setor negacionista!?

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo pregado na Cruz eu sinceramente continuo me perguntando o que mais falta ocorrer no teatral circo dos horrores do palácio central do Brasil para que a coisa fique pior, mais tragicômica e muito mais louca, absurdamente louca?

A implantação do Disque 100 como disque-denúncia para casos de discriminação contra malucos negacionistas que se recusem veementemente a tomar vacina contra a covid-19 nada mais é do que um claro e espantoso atentado coletivo a vida das pessoas.

Pela sua própria natureza, a aberração do ato criado, o tal disque 100, é extremamente criminoso, danoso a ciência, danoso aos esforços científicos, danoso aos esforços da saúde e no geral danoso não só a população brasileira como mundial.

Este tipo de gente já deveria estar na cadeia ou no mínimo sendo julgada por tamanho ato absurdo e monstruoso contra a vida das pessoas, sim porque enquanto pesquisadores, médicos e equipes de enfermagem lutam desesperadamente para salvar vidas, esta gente louca e irracional descaradamente deseja barrar avanços da vacinação no Brasil.

Mas, a grande pergunta é:

O que o tragicômico disque 100 seria?

Loucura perde? Desgraça pouca é bobagem? A mula sem cabeça? O boi tatá? O boi da cara preta? O bicho papão? O papão da curuzu? O “bicho feio”? O “coisa ruim”? O “tinhoso”? O “cramunhão”?

Resposta:

Todas as alternativas estão corretas!

O certo é que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), colegiado atuante dentro da Procuradoria-Geral da República, já arguiu prazo de 10 dias para que a ministra Damares Alves explique a finalidade ou intenção do Disque 100.

Na avaliação do subprocurador Carlos Alberto Vilhena, considera “digna de preocupação o ministério insinuar que a exigência de vacinação é uma forma de violação de direitos, e em documento oficial considerar que a imposição de medida sanitária prevista em lei configure violação de direitos humanos, e, não bastasse isso, disponibilizar seu mais importante canal de denúncias para oitiva de ‘denúncias’ contrárias à obrigatoriedade de vacinação”, enfatiza.

O sub-procurador Carlos Alberto Vilhena ainda indaga se a nota é uma posição oficial do ministério e com base em que a pasta se fundamenta para sustentar tamanha decisão.

Até quando e até que ponto a população brasileira continuará sujeita a tais abismos e riscos?

Com a palavra, nossa justiça brasileira!