Todos contra o Coronavírus


As organizações  com participação ativa na vida internacional têm desenvolvido intensa campanha destacando os problemas gerais causados pelo temível Coronavíus que, de momento inesperado, incendiou  o mundo com suas mazelas das quais a morte é caminho sem volta, pesadelo que coloca as famílias das vitimas em desespero.

A Organização Mundial Saúde (OMS), diretamente ligada ao assunto é a primeira a tomar decisões, nem sempre aceitas pela maioria dos países,embora o descontentamento seja natural, porque padece do mal de querer, naturalmente, o melhor. A entidade de Tedros Adhenonn vigia os quatro  quantos do mundo e, claro, não satisfaz a todos, porém, edita normas que são seguidas pelos países.

Outra entidade de volume mundial é a ONU, que juntou-se  à OMS para defender o sofrimento da população mundial, ao mesmo tempo que faz alerta sobre a novicidade da pandemia, principalmente no campo escolar. O Secretário Geral, Antonio Gutteres, fez diversos alertas objetivando o prejuízo da juventude mundial com esses meses do Coronavírus.

Segundo Gutterres, 40 milhões de alunos de todo o mundo ficaram sem acesso as escolas,  em fase da faixa etária cujo ensinamento é vital para o desenvolvimento. “Esse momento é decisivo para as crianças  e os jovens de todos os países”, disse Gutterres.

A linha defendida pela OSM é diferente e trata da saúde do povo, sendo este lado mais afetivo porque ´são as emoções das pessoas que estão em jogo”. Nem sempre as observasões pessoais de Adhanon agradam porque levanta um tema que desagrada todo mundo,  ou seja, de que pandemia semelhante ao do  Coronavírus costuma durar uma décadas, opinião que pode ser verdadeira, mas no momento em que o mundo espera por uma vacina que acabe com tudo isso, é o que o mundo espera, para acabar com a agonia que parece não ter fim.

Juntas as duas entidades têm força e condição de sustentar suas opiniões porque representa o consenso de tantas outras pessoas, cujas decisões são balizadas nos critérios mas elevados, representando de fato o melhor para ser seguido.

Gutterres defende o ensino, dizendo que essa fase da vida mundial será certeza sentida mais tarde, porque não há  nada possa substituir a educação na formação das elites  mundiais, quando terão mais capacidade de desenvolver política mais sadia para a normalidade do mundo, principalmente mundo sem guerra.

É dificil entender a opinião de Tedros Adhanon de uma pandemia de 10 anos. Para isso todas as autoridades ligadas aos Covid 19, recomenda maior vigilância para não permitir a propagação do vírus.  As ordens mais sensatas não forem  respeitadas qualquer previsão sem sentido, no fim prevalecerão.


Coronavírus, a tristeza do mundo


Novidade no principio de ano 2020, o Coronavírus parecia ser um pequeno obstáculo a ser derrotado na primeira da  batalha que os infectologistas derrubariam em única intervenção e a China, e o resto mundo se livrariam da desprezível epidemia. Mas a previsão otimista se transfira como pessimista e o que era apenas considerado pequeno obstáculo, transformou-se, em pouco meses, em diabólica ruína para a saúde e o bem estar da população do mundo inteiro, comprometendo o maior valor da vida, que é a saúde.

Depois da realidade transformada em pandemia, os recursos para conter o vírus, ora de forma positivo, ora vem a realidade interpretada como vacina, com versão a mais otimista para no final ou princípio do próximo ano, isso aliás, é a esperança do povo para o  fim da doença.

Enquanto a doença dá trégua em alguns países e estados, verifica-se o aumento do vírus, levando as autoridades sanitárias a temerem a  chegada da segunda onda, motivo que leva a considerar que possa ser tão amarga como a primeira.

O fato que o balanço geral do coronavírus não é favorável a otimização das atividades, comerciais e escolares em todos os níveis. No ensino básico, calcula-se que o andamento será prejudicado, com alguns estados brasileiros praticamente admitindo a perda do ano letivo.

No comércio, igualmente, o prejuízo é demasiado provocando o desemprego em massa, na elevação de 13,1%, percentual que faz os empresários a pedirem  as autoridades estaduais a liberdade na liberação do comércio  quando encontram resistência dos governos, por serem eles, responsáveis pelo equilíbrio na saúde da população.

Os poucos governadores que tiveram a coragem política de arriscaram abrir algumas áreas do comércio, liberando a aproximação das pessoas, tiveram críticas em razão do aumento da Covid-19,  de forma acentuada. Conclui-se então, autoridades médicas, governamentais e o povo não têm expectativa favorável para o Coronavírus sumir das nossas vidas, aqui e no mundo inteiro.

Claro que minha intenção é escrever algo que anime o povo, pois de tristeza já estamos fartos. Porém, a missão de quem escreve é levar alegria, dentro da realidade que vivemos. Por exemplo, acompanhamos atentamente o noticiário da Organização Mundial da Saúde (OMS) tudo que se refere ao vírus, presente malvado da China; e alguns conselhos e orientações nos servem de subsídios como autoridades para escrever.

No caso da pandemia, o diretor geral da entidade escreveu que uma das formas mais eficazes para combater o Covid-19 é a união. Dizia que uma autoridade ou mais pensando diferente, maculava a maioria, vindo com rapidez, o desequilíbrio e a desunião. Entende-se que é preciso união contra um adversário invisível.

A união não se refere apenas às autoridades do governo, mas engloba também a população em seguir a orientação para evitar a propagação do inimigo.


A democracia do Brasil por um fio


Em toda historia da democracia da República Brasileiro nunca o período legítimo de liberdade do povo, começando com o regime de exceção de 1930, com a mão forte de Getulio Vargas. Com índole ou não ao regime ditatorial, logo veio 1964, desta vez comandada pelo alto comando das Forças Armadas, movimento que ou obedecia ou sofria as consequências pesadas das leis, elaboradas para o perfeito ajustamento.

Estamos em 2020 depois de uma eleição em 2018 que prometia flores e a consolidação do desejo de cada um pensar sempre no ideal da vida feliz. Mas deve-se perguntar o que deseja da metade da população do Brasil que parecendo com o comportamento de crianças e sem piedade destrói o caminho que poderia contemplar todos 210 milhões de habitantes.

Apesar da simpatia, Jair Bolsonaro tem culpa no cartório, quando emite opiniões com teor longe da postura de Chefe da Nações. Sabe- que Nações democráticas têm seus princípios base apoiados nos Poderes Excecutivo, Legislativo e Judiciário que sem motivação altamente prejudical à segurança do Estado.

Hoje o cidadão se espanta sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal, órgão no estado de paz que é trincheira que defende a liberdade.No entanto, como vive ele, agora: ameaçado de invasão e até ameaça de morte aos seus membros.

Como se chegou ao resultado tão beligerante se não tivesse uma causa responsável.

Quando o |Ministro da Educação proferiu ameaçadora intenção aos 11 Juízes. Deveria, ali existir um freio por parte de um poder maior, no caso,o presidente. Silenciou e a guerra estava aberta.

Pergunta-se: Está todo Brasil alinhado para por fim a guerra contra o TSF. Negativo. A partir do Governo Luiz Ignácio Lula da Silva foi criado um grupo de esquerda que não deixa que nada prospere se ele não for o beneficiado.

Falam os sobre os pecados de Bolsonaro e agora é hora dizer que ele está cercado de esquerdista de todo lado , por isso a reação de seu grupo em citar o Artigo 142 da Constituição dando a ele
interpretação considerando que tudo pode,advindo daí o perigo.

Todos lembramos no inicio de 2019, quando Bolsonaro disse que no governo não haveria corrupção, porque caçar os corruptos , para o bem do país.Foi tranquilo com ações melhores e a esperança de ter um país sem igual no mundo, na riqueza e na genosidade. Perdemos tudo, a chance de vivermos em paz, graças um grupo que não quer perder privilégio.


O mal do Impeachment


De qualquer modo que se analisar a situação política no Brasil deste momento dificil do infeliz Covid 19,existem várias maneira,, porém, a mais feliz é a do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, em entrevista recentemente “ Nenhum país vem causando tanto mal a si mesmo que o Brasil”. Embora minha opinião pessoal retrate pouco valor, tenho a ousadia de concordar com Mourão, pois se viu durante a vida política brasileira que a mudança traumática do presidente nenhuma qualidade no apoio ao povo e, ao contrário, a parte que perdeu, pela mágoa, começa o mesmo trabalho de vingança exercido antes pelo vencedor.

Hoje as críticas ao presidente Jair Messias Bolsonaro podem parecer justas, não pela função do cargo, mas pelo seu emocional e que se descontrola provocando ações incompatíveis à posição de líder de uma Nação .

Honestamente, é lícito reconhecer que antes da pandemia do Covid19,,Bolsonaro atuou convincentemente, disciplinando precisamente o desvio de verbas por parte de grande parte de políticos, além de ter concorridos para disciplinar os grossos salários do serviço público, verdadeira nau sem rumo.Conseguiu com o apoio de Ministro da Economia, Paulo Guedes, a aprovação de reformas essenciais para o crescimento do país e que viviam nas gavetas, inclusive desde 1982, desde a renuncia de Fernando Collor que, com as mesmas pressões dos parlamentares anunciavam seu voto conclamando progressos para seus estados e pelo progresso do Brasil.

Neste período dramático do mundo, com um pouco de responsabilidade da China que, no aparecimento do coronavíus, não reservou a importância por achar que jamais atingiriam os seres humanos.

A partir da doença, o mundo todo começou a pegar fogo e isso, naturalmente, atingiu o Brasil e também a Bolsonaro que tinha uma visão pessoal da epidemia e, com isso, brotaram vários inimigos que, ao invés, de ajudá-lo colocou mais lenha fogueira. Daí o choque foi inevitável e oposição não reconhecendo os erros do PT começou colocar os pingos nos ii, embora seu líder, Lula, seja atualmente contra, mas a totalidade dos seus deputados, pensando em futuras eleições, apoiam integramente o Impeachment.

O argumento para apoiar o afastamento de Bolsonaro é sua oposição ao fechamento do comercio e industria em alguns estados, sob o argumento que será terrível para a economia do país quando tudo passar. Claro que o presidente ficou sozinho no ar porque os governadores estaduais adotaram o sistema de cerceamento, prendendo pessoas em casa, sob o pretexto que a circulação de pessoas leva ao aumento da doença.

Por fim, vale o argumento de que o assento na cadeira da presidência é ambicionada por meio mundo e qualquer vacilo do titular chove um turbilhão de salvadores, achando que a queda é o melhor para o Brasil, quando na verdade, é desejo pessoal de alguns sem pensar no povo deixando de lado o melhor para o país e esse processo é renovado esquecendo todos os conceitos do mestre Platão, sobre a nobreza das nações.


Meus tempos de criança


“Eu era feliz e não sabia’’ este é o final de uma composição de autoria do carioca Ataulfo Alves, artista que enalteceu a musica popular brasileira de 5 de maio de 1909 até abril de 69,quando deixou grande luto no país inteiro. Ataulfo Alves, além do genial Meus tempos de criança viveu na boca do povo quando compôs Ai que

Saudade da Amélia, com parceria de Mário Lago, outro gigante da literatura musical brasileira.

Aqui mesmo no DIARIO DO AMÁPÁ comentei música e letra de ssa composição interpretando como autor o termo felicidade que para muitos são instantes como prêmio ao privilégio ser bom e vitorioso. Mas o alerta do compositor entende-se como sinal para quem vive em constante alegria, sem, , sem perceber, contudo, que é feliz e não tira proveito sábio desses momentos

Segundo os críticos das obras do Ataulf destaca como ele como conseguiu reunir dos tempos de crianças tantas memórias e saudades ainda menino que faz da obra em si uma obra prima, com sentença sobre a felicidade momentos que não pensa em crises, mas que vem sem endereço para poucos

Na análise da obra de Ataulfo vem a ideia de ligar ao passado que ficou no eterno ontem. As pessoas em seus estágios mais alegres da vida se divertem sem pensar no amanhã, que de acordo com o principio bíblico o importante é viver o agora, poque o passado já se foi e o amanhã é futuro impossível de ser prever

Mas a música no entanto, celebra um principio elementar de que às vezes os bens duram para sempre.Quando a letra diz que eu era feliz e não sabia remete ao fato de que naqueles momentos é hora de se pensar um pouco noutra situação

Que exige fé e paz, símbolo da crença em Deus.

Ataulfo Alves foi sucesso para a população musical do Rio Janeiro para o público carioca com extensão para todo o país, através do já citado Ai que Saudade da Amélia, Laranja na Beira da Estrada, Pois É, além do antológico Meus Tempo de Crianjça.

Para mostrar os leitores a poética e esaudosista composição, transcrevo a letra completa, pedindo perdão pela ousadia de sugeri que os amáveis leitores (as) recorram ao GOOGLE

Meus Tempos de Criança
Meus tempos de criança
Eu daria tudo que tivesse
Para voltar aos meus tempos de criança
Eu não sei porque a gente cresce Enão sai da gente essas lembranças
Aos domingos missa na matriz
Ai meu Deus eu era tão feliz
Na cidadezinha onde eu nasci
No meu pequeno Miraí
Que saudade da professorinha
Que me ensinou o beabá
Onde estará Mariazinha
Primeiro amor onde andará
Eu igual a toda meninada
Quantas travessuras eu fazia
Jogo de botões sobre a calçadEu era feliz e não sabia


Tri no Volei


Dez jogos, dez vitórias, apenas cinco sets perdidos…Com uma campanha praticamente perfeita, a seleção masculina de vôlei conquistou, nesta segunda-feira, em Hiroshima, no Japão, o título da Copa do Mundo.

O triunfo que garantiu a primeira posição para o o time comandado por Renan Dal Zotto, veio com um 3 a 1 sobre o Japão, parciais de 25/17, 24/26, 25/14 e 27/25 .

É a terceira vez na história que a seleção chega ao título, já que tinha vencido em 2003 e 2007. A Copa do Mundo é disputada de quatro em quatro anos, sempre no ano que antecede a Olimpíada, e no sistema de pontos corridos.

A conquista é a mais relevante da “Era Renan”. O técnico assumiu o comando no início de 2017, depois de 16 anos com Bernardinho no cargo. Desde então o Brasil foi vice-campeão da Liga Mundial de 2017 e também levou a prata no Campeonato Mundial de 2018. Na Liga das Nações (antiga Liga Mundial) ficou em quarto lugar em 2018 e 2019.

No período, o time foi campeão sul-americano em 2017 e 2019, além de ter levado a Copa dos Campeões de 2017, eventos de menor relevância se comparados com a Copa do Mundo.
O Brasil chegou a 29 pontos na classificação, enquanto a Polônia, em segundo lugar, está com 25, não podendo mais passar a seleção verde-amarela na tabela, faltando uma rodada para o fim.

A Campanha do Brasil
Brasil 3 x 0 Canadá (25-14, 25-22, 25-14)
Brasil 3 x 0 Austrália (25/15, 25/20 e 25/17)
Brasil 3 x 1 Egito (25-19, 21-25, 25-19, 25-22)
Brasil 3 x 0 Rússia (25-16, 25-22, 25-22)
Brasil 3 x 1 Irã (25/27, 25/21, 27/25 e 25/22)
Brasil 3 x 0 Argentina (25/19, 25/19 e 26/24)
Brasil 3 x 0 EUA (25/23, 25/22 e 25/17)
Brasil 3 x 0 Tunísia (25/17, 25/14 e 25/13)
Brasil 3 x 2 Polônia (19/25, 25/23, 25/19, 16/25 e 15/11)
Brasil 3 x 1 Japão (25/17, 24/26, 25/13 e 27/25)
Brasil X Itália – Brasil já campeão


Villeneuve dispara contra Ferrari


A maior polêmica do GP da Rússia, como não poderia deixar de ser, foi comentada por um dos ex-pilotos de Fórmula 1 mais polêmicos: como de costume sem papas na língua, o campeão mundial de 1997 Jacques Villeneuve disse que a Ferrari ter perdido a vitória em Sochi para a Mercedes e Lewis Hamilton foi um “carma” pelo polêmico jogo de equipe na corrida deste domingo.

Com medo de um ataque de Lewis Hamilton na largada, a Ferrari combinou com Charles Leclerc que ele deixaria Sebastian Vettel pular de terceiro para primeiro caso ele superasse Lewis Hamilton, e que depois a liderança seria devolvida. Como o alemão rapidamente subiu para segundo, Leclerc deixou o companheiro passar, mas Vettel não quis ceder logo a posição, e a inversão só foi feita após os pit stops. Logo depois, o carro do alemão quebrou, e Hamilton aproveitou um safety car virtual para ficar na ponta.

– Não gostei de como a Ferrari administrou a estratégia. Eles não precisaram dizer a Vettel imediatamente para devolver o lugar e, em seguida, passaram o resto da corrida pensando em como colocar Leclerc de volta na frente e depois o carma os puniu. Vettel estava mais rápido hoje e merecia ficar à frente, disse.

Vettel eleito “Piloto do Dia”
Pelo visto, os fãs não gostaram nada do fato de a Ferrari ter usado os pit stops para inverter as posições de Sebastian Vettel e Charles Leclerc novamente. Isso porque o alemão foi eleito o “Piloto do Dia” em votação na internet.

Fato é que, com o abandono de Vettel, Leclerc se consolidou como terceiro colocado no campeonato, atrás de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, da Mercedes. Agora, o monegasco soma 215 pontos contra 194 do alemão, quinto na tabela.

Magnussen irritado com punição
Kevin Magnussen voltou a marcar pontos depois de quatro corridas com o nono lugar no GP da Rússia, mas não estava nada feliz ao fim da prova. Isso porque ele teria acabado em oitavo não fosse uma punição de cinco segundos por ter cortado a curva 2 após disputa com Sergio Pérez.

Ele não conseguiu contornar as placas colocadas na área de escape colocadas para delimitar a trajetória que os pilotos deviam fazer no retorno à pista, e os comissários entenderam que o piloto da Haas ganhou tempo. O dinamarquês, que perdeu a posição para Lando Norris (McLaren) ficou revoltado:


Pâmela campeã do skate


O mundo do skate street reverencia duas atletas brasileiras. Neste domingo, no Campeonato Mundial realizado na cidade de São Paulo, a líder do ranking Pamela Rosa conquistou o título, enquanto sua compatriota Rayssa Leal, de apenas 11 anos, ficou na segunda posição. O resultado deixa as duas com um pé, na verdade, com as rodinhas, muito perto da Olimpíada de Tóquio. Aori Nishimura, do Japão, ficou em terceiro.

– Eu estou muito feliz. Quando eu piso no skate eu já estou me divertindo. Esse título não é só meu. Estou focado nos próximos campeonatos para eu representar meu país. O Brasil é muito bom, essa torcida é muito boa. Eu quis correr com a camisa do Brasil para mostrar que a gente é Brasil, disse.
Rayssa Leal liderou a prova após cinco das sete rodadas, quando Pamela assumiu a ponta com uma manobra espetacular que gerou a nota de 7,8, a maior de toda a decisão. Na última rodada, Rayssa ainda tentou passar, mas não conseguiu, caindo. As duas comemoram muito a conquista, para o delírio dos mais de seis mil presentes. Desta forma, o título volta para o Brasil após três anos. Em 2015, Letícia Bufoni tinha ficado com o título, mas nos três anos seguintes ela foi vice.

O skate fará sua estreia em Jogos Olímpicos no ano que vem, em Tóquio, com as disputas das categorias street e park. O ranking mundial é uma das formas de classificação, e Pâmela, que já era líder, deu um passo ainda maior para o Japão. Rayssa, que era vice-líder, também se manterá em segundo, e com a vaga encaminhada.

Importante lembrar que Letícia Bufoni, brasileira campeã em 2015 e três vezes vice-campeã (2016/17/18) está lesionada e não participou. Ela esteve no Anhembi, com uma bota ortopédica no pé. Ela está na terceira posição no ranking mundial e tem totais condições de pegar a vaga olímpica na classificação que fecha em maio do ano que vem.

Resultado masculino
O americano Nyjah Huston conquistou pela terceira vez seguida o título mundial masculino. A segunda posição ficou com o japonês Yuto Horigome e a terceira posição ficou com o português Gustavo Ribeiro.


Mundial de Clubes


O caminho está praticamente traçado para aqueles que ainda mantêm vivo o sonho de conquistar o mundo em 2019. A Fifa sorteou nesta segunda-feira os confrontos do Mundial de Clubes, que será realizado entre 11 e 21 de dezembro, no Catar. E as bolinhas definiram que o vencedor da Copa Libertadores enfrentará o Esperánce, da Tunísia, ou o campeão asiático nas semifinais.

O Liverpool, campeão europeu, também entra direto na fase anterior à decisão, e terá como rival o Monterrey, do México, ou o vencedor do jogo de abertura – Al Sadd, do Catar, contra Hienghène, da Nova Caledônia.

O evento foi realizado em Zurique e teve como convidado de honra o atacante Michael Owen, que disputou 297 partidas com a camisa do Liverpool. No procedimento padrão das grandes confederações, as equipes estavam separadas em um pote, enquanto as posições dos confrontos estavam em outro.

Primeiro, foram sorteados os chamados times A, B, C e D, que figuravam em aberto na tabela divulgada anteriormente pela Fifa. Estes ficaram definidos como Monterrey, Esperánce, representante da Ásia e vencedor do jogo 1, respectivamente. Depois, ficou definido que o vencedor do jogo 3 seria o rival do representante da Conmebol, e o triunfante do jogo 2 duelaria com o Liverpool.

O Mundial de Clubes deste ano – penúltima edição neste formato – tem cinco de seus sete representantes definidos: Liverpool (Europa), Monterrey (Américas Central e do Norte), Esperánce (África), Hienghène (Oceania) e Al Sadd (Catar, país sede). Restam as definições dos campeões da América do Sul (Boca Juniors, Flamengo, Grêmio ou River Plate) e Ásia.
Veja o calendário do Mundial de Clubes:

Primeira fase:
11 de dezembro – Jogo 1 – Al Sadd (Catar – a confirmar) x Hienghène Sport (Nova Caledônia)
Segunda fase:
14 de dezembro – Jogo 2 – Monterrey x Vencedor do jogo 1
14 de dezembro – Jogo 3 – Representante asiático x Esperánce
Disputa de quinto lugar:
17 de dezembro – Jogo 4 – Perdedor Jogo 2 x Perdedor Jogo 3
Semifinais:
17 de dezembro – Jogo 5 – Campeão da Libertadores x Vencedor Jogo 3
18 de dezembro – Jogo 6 – Vencedor Jogo 2 x Liverpool
Disputa de terceiro lugar:
21 de dezembro – Jogo 7 – Perdedor Jogo 5 x Perdedor Jogo 6
Final:
21 de dezembro – Jogo 8 – Vencedor Jogo 5 x Vencedor Jogo 6


CBB aprova o trabalho de Petrovic


Aleksandar Petrovic só não continua no comando da seleção brasileira de basquete caso não queira. O treinador, há dois anos no comando do Brasil, tem saldo mais que positivo com a gestão da Confederação Brasileira de Basketball, que tem a intenção de mantê-lo visando o pré-olímpico de junho do ano que vem, quando o time irá buscar sua última chance de vaga na Olimpíada de Tóquio 2020.

A avaliação é de que o Brasil apresentou evolução tática e técnica e recuperou o respeito dos rivais. E de que Petrovic, respeitado em toda a Europa, trouxe de volta a energia perdida após a campanha ruim na Rio 2016. Nos próximos dias, a CBB pretende conversar com Petrovic já para estabelecer os primeiros passos do planejamento para 2020. O treinador só sai se quiser.

– Nós aprovamos o trabalho dele e contamos com o Petrovic. Temos um acordo com ele e na próxima semana vamos conversar sobre junho do ano que vem. Do lado de cá, da CBB, queremos contar com Petrovic, citou Marcelo Souza, diretor da CBB.

Vale lembrar que o croata tem um salário considerado baixo para o padrão internacional. Ganha cerca de R$ 21 mil do Comitê Olímpico do Brasil, e outra parte da CBB. E também tem mercado no seu continente. A permanência no país se daria mais pelo desafio do que por dinheiro, como citou em entrevista ainda na Copa do Mundo.

Com Petrovic no comando, a seleção se classificou para a Copa do Mundo sem sofrimento, apesar da vaga ter vindo apenas na última janela, em fevereiro.

Já na preparação para o Mundial, vitórias sobre Uruguai, Montenegro, Argentina e China. Na Copa do Mundo, o time foi o primeiro do Grupo F, batendo Nova Zelândia, Grécia e Montenegro. E caiu na competição na segunda fase para República Tcheca e Estados Unidos.

Para o ano que vem, o Brasil deve tentar a candidatura para receber o pré-olímpico em que participará. Para isso, terá que enviar documentos para a Fiba, e pagar uma taxa que costuma ser alta, além de todos os custos do torneio. A questão financeira é exatamente o maior entrave. A CBB se recupera após anos no vermelho e cheia de dívidas. Serão quatro pré-olímpicos, com seis seleções em cada. Apenas os campeões vão para Tóquio.