Fátima Diniz, presente, sempre. Desde 23 de fevereiro do ano de 1985
E é exatamente nesse contexto em que indispensável evocar o que inaceitável ser invisibilizado e, assim, designadamente, os horrores, por exemplo, da escravidão, de Hiroshima, Nagasaki, do nazismo e, em palavras que não sei escrever, em particular para Macapá, o feminicídio que extraiu a vida de Fátima Diniz.