Parlamento brasileiro faz justiça aos heroicos profissionais da saúde


Como disse justamente e anteriormente, eles não usam pistolas e não contam bravatas, entretanto e inegavelmente, de muito já são considerados, heróis nacionais.

Falo dos profissionais de saúde, valorosos heróis anônimos, dos quatro cantos do Brasil, os salvadores de vidas, e por vezes, desesperados lutadores, para salvar vidas…

A estes, incansáveis guerreiros e heróis, que não são o Super-Man e muito menos a Mulher Maravilha, mas, é como se o fossem, o eterno agradecimento, gratidão e reconhecimento do povo brasileiro.

Felizmente, esta semana o parlamento brasileiro definitivamente fez justiça a estes grandes heróis nacionais, fundamentalmente aos que morreram em plena atividade profissional e aos que ficaram com sérias sequelas do vírus maldito, o covid-19.

Após o Presidente ter integralmente vetado proposta de indenização a estes valorosos profissionais da saúde, a Câmara e o Senado Federal, por fim, decidiram derrubar o veto presidencial. Na Câmara, o placar foi de 439 votos pela rejeição do veto e 19 favoráveis a manutenção do veto presidencial. O Senado Federal deu a justa martelada final com um placar de 73 votos pela rejeição ao veto presidencial e apenas um favorável a manutenção do veto do Presidente.

A decisão legal, em grande maioria, da Câmara e Senado Federal, deve seguir agora para promulgação presidencial.

Terão direito a indenização de R$ 50 mil reais os profissionais de saúde que tenham ficado incapacitados após contrair Covid-19 em plena atividade laboral na linha de frente de combate à pandemia. Também terão direito a indenização de R$ 50 mil reais dependentes dos profissionais de saúde que tenham sido vítimas da doença, em plena atividade profissional.

Categorias que certamente serão beneficiadas:

Agentes Comunitários de Saúde ou de Combate a Endemias, justamente os que tenham feito visitas domiciliares a pacientes ou suspeitos de contaminação, durante a pandemia; profissionais de nível superior reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS); profissionais de nível técnico vinculados à área de saúde; e aqueles que, mesmo não exercendo atividades-fim de saúde, ajudam a operacionalizar o atendimento de pessoas diariamente.

O senador Otto Alencar (PSD-BA), Relatorda matéria no Senado, declarou que “nós estamos no pior momento da pandemia e esses profissionais continuam trabalhando. Foram vários óbitos queaconteceram e várias sequelas ficarão”, enfatizou, ao rejeitar o veto.

Justiça feita, aos valorosos guerreiros sobreviventes, da área de saúde, bem como às famílias enlutadas, dos bravos heróis que se foram…


O circo do horror!


Nestes últimos anos o Brasil vem tristemente figurando como um dos grandes protagonistas de lamentáveis indicadores no ranking mundial de desagradáveis cenários.

Além da corrupção, agora somos os campeões da maldita pandemia, e tudo por conta de um péssimo gerenciamento administrativo, “burrocracias”, “protocolos”, negacionistas, e a própria irresponsabilidade humana do brasileiro.

Já estamos liderando o ranking de pessoas que mais morrem de covid no mundo! E logo nós, uma das maiores economias do planeta e a segunda maior do quadro econômico das américas, perdendo apenas para os Estados Unidos da América!

E como se não bastasse a pandemia, o negacionismo e os negacionistas, somados aos preocupantes gráficos diários mostrando as vítimas da covid-19, nós, cidadãos brasileiros, ainda temos de aturar o senhor “Luizinho” na telinha do plim-plim alegando e vociferando uma inocência celestial após “ministros” condenarem e depois parcialmente “perdoarem” seus “pequeninos deslizes”, deslizes que quase implodiram a Petrobrás, BNDES e no geral a nossa delicada economia. Atacou promotores, adjetivando os membros da Lava-Jato de “quadrilha”!

Estaremos vivendo um sanatório institucionalizado?

Sinceramente, não merecemos tanto!

Pois bem!

Para refletir:

O Brasil é o país que mais gasta no mundo com o poder judiciário. Em 2019 foram gastos 1,5% do PIB, o nosso Produto Interno Bruto, justamente a soma de todas as riquezas produzidas por uma nação. Última fonte revela uma despesa de 1,4% do PIB nacional com a justiça brasileira. Os Estados Unidos gastam 0,14% e a Itália 0,19%. Muito, mas muito mais abaixo do que aqui se gasta!

Levantamento da Transparência Brasil, em doze países, sobre gasto com parlamento, entre desenvolvidos e emergentes, evidencia que nenhum pesa tanto no bolso do contribuinte como no do cidadão brasileiro.

Fontes do próprio Ministério da Fazenda revelam que entre janeiro de 2001 a dezembro de 2015 os gastos do governo saltaram de R$ 205 bilhões para R$ 1,1 trilhão. Isso representa um aumento de 463% em um período de 14 anos dos governos Lula e Dilma.

A título de comparação, se levarmos em consideração o IPCA, o Índice de Preços ao Consumidor, indicador responsável por medir a inflação brasileira, chegaremos à conclusão de uma alta de 166,9% no período Lula/Dilma.

Estes são apenas pequenos e históricos exemplos do quanto a máquina pública pesa no orçamento da União para custear mordomias, polpudas gratificações, cargos fantasmas e desnecessárias estruturas administrativas para acomodações políticas.

Evidentemente que não podemos generalizar, pois todos sabem que existem diversas, históricas e boas exceções não só no Poder Judiciário como no Legislativo e Executivo, quer seja no Planalto Central do Brasil, sede do poder nacional, ou em outros estados da unidade federativa.


Por favor, não brinquem com o vírus!


A cada dia os números da pandemia assustam telespectadores e a mim pessoalmente se tornam cenários surreais inimagináveis em nossos piores pesadelos.

E mesmo e apesar dos noticiários diários as pessoas continuam brincando com este monstro invisível ceifador implacável de vidas:

O Covid – 19!

Em algumas cidades do Brasil e do mundo pessoas continuam irresponsavelmente aglomerando em festas de rua, boites, aniversários improvisados, discotecas e praias, etc…

Tais pessoas simplesmente agem como se o ato anormal de aglomerar, em plena pandemia, fosse um “etílico” ato normal de pura diversão, lazer, entretenimento e degustação, não importando ou não medindo quão pior um ato desta natureza pode resultar em desgraça para seus próprios familiares, amigos e vizinhos…

Assim sendo, já contaminados, em meio ao calor do “furdunço” da festa, e sabe-se lá de quem, de tabela levam para casa a morte de si mesmo e depois de seus entes queridos…

E então o vírus, cruel e arrebatador, não vai poupando ninguém. Ele invisivelmente gira e se agiganta como um furacão, como um poderoso tornado, torturando pessoas nos hospitais, definhando vidas, sem escrúpulos, sem dó e nem piedade. E é exatamente neste triste momento tardio que os arrependimentos e os lamentos, o choro desesperado, não podem mais trazer de volta as vítimas da irresponsabilidade ou mesmo a vítima de sua própria irresponsabilidade.

Recentemente assistimos na tvum cantor famoso, que já esteve preso, promover festa clandestina com “muitíssima” aglomeração. Ainda bem que o poder da justiça se fez presente para dar um basta na situação e o autor do fato se “autodeclarar” arrependido, que não estava aglomerando e não esperava ver tanta gente no seu “showzinho livre”, embora particularmente não tenha convencido os agentes da lei e muito menos a justiça.

Recentemente, o vizinho estado do Pará decretou toque de recolher!

Comércio, bares, restaurantes, discotecas, academias, tudo fechado…

Apenas os serviços considerados essenciais estão funcionando no Pará assim como em outros estados da federação.

A pergunta é:

Até quando tais medidas extremas serão extremamente necessárias no Brasil e no mundo para que as pessoas entendam de uma vez por todas que este vírus possui uma rápida capacidade de disseminação e letalidade, não poupando ricos e pobres, pessoas idosas ou maduras, jovens ou adolescentes?

Se cada um no Brasil e no mundo tivessem feito ao menos o mínimo necessário, ou o pouco necessário, em termos de medidas preventivas contra o Covid-19, com toda certeza os gráficos da pandemia hoje não seriam tão preocupantes.

Então, por favor, não brinquem com o vírus covid-19!

Respeitem a si mesmos, respeitem a vida, respeitem a vida do próximo!

Se previna!

Se ame e se vacine, já!


Eu, robô?


O que poderá ocorrer nos meios de produção e da atividade comercial pós pandemia depois de vacinação expressiva da humanidade?

Não sei se o mundo empresarial do comércio e da indústria e principalmente os trabalhadores já se fizeram tal pergunta!

Consequentemente, os prejuízos causados pela pandemia tanto para o comércio como para a indústria inevitavelmente podem levar alguns “patrões” a insensibilidade social e a pesados gastos com tecnologia robótica buscando assim evitar despesas com pessoal. Esse sinceramente é um caminho futuro que pode ameaçar consideravelmente a atividade prática do trabalho humano no comércio e fundamentalmente nas fábricas.

Numa primeira visão comparativa, para alguns empresários que visam substancialmente o lucro, a robotização parece ser o melhor caminho quando se pensa um futuro batendo à porta, mas, parece que a coisa não é bem assim!

O primeiro fator pode ser o alto custo tanto com a compra de produtos ou elementos robóticos e sua instalação como com a manutenção destes através de prováveis substituições de peças. Portanto, com certeza, postos de trabalho ocupados, gerenciados, operacionalizados por humanos, além de ser mais racional, do ponto de vista financeiro, é mais inteligente e socialmente justo.

Nos “entretantos e finalmentes” alguns empresários tem sensibilidade social e outros nem tanto quando o assunto é o lucro da empresa. Nem todos conseguem enxergar a positividade em dividir lucros com seus empregados, por exemplo, atitude que com certeza pode “turbinar” ainda muito mais a capacidade de produção e venda de um produto. Outros, preferem ignorar esta fantástica possibilidade.

E bem a propósito de tão necessária e importante discussão fundamental também é ler ou rever a antológica obra Eu, Robô (I, Robot) do grande escritor russo Isaac Asimov, obra publicada no dia 2 de dezembro de 1950 pela Gnome Press, considerada de muito pela crítica especializada como um dos maiores clássicos da ficção científica.

Eu, Robô é um livro de dez contos, sendo que o último evidencia a total governança da Terra pelo dito e intitulado “Coordenador Mundial” Stephen Byerlev, sob quem pairam suspeitas de ser um robô, ele que administra integralmente a Terra através do uso de 4 máquinas e estas ditam e controlam o funcionamento da produção, consumo e emprego da mão-de-obra, na sua maioria, robôs.

A obra, tanto a escrita como o filme, tendo como protagonista Will Smith, nos faz refletir uma dicotomia dramática entre a humanidade e a máquina, entre a inteligência humana e a inteligência robótica.

Uma obra, uma situação, cenários para se pensar no amanhã…


Finalizem a pavimentação da BR-156!


Em julho de 2021 a BR-156 completará 89 anos de expectativas frustradas para sua completa pavimentação. Uma frustação histórica do povo amapaense em relação ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), uma velha agenda que teve início, a algumas décadas atrás…

E se a estrada existe no trecho Macapá/Oiapoque se deve muito, inicialmente e fundamentalmente, a perseverança e por que não dizer teimosia, no bom sentido, do saudoso empresário Walter do Carmo, ele que entre os anos 60 e 70 não mediu esforços juntamente com sua equipe técnica e operadores de máquinas pesadas para abrir, em plena selva amazônica, o que depois e hoje se define como BR-156 Rodovia Walter do Carmo. Um nome, um homem que jamais pode ser esquecido pela história do Amapá!

Mas, após Walter do Carmo, que enfrentou crises de malária e picada de cobra, e só não morreu por obra e graça de Deus, felizmente não tendo o fim de Henrique Galúcio, engenheiro da Fortaleza de São José de Macapá, sinceramente nos parece, a todos nós, que ficamos abandonados ao longo destes anos pelo Planalto Central do Brasil, isso desde o dia 24 de setembro de 1970, data em que Walter entrega ao governador do Amapá, Ivanhoé Gonçalves Martins, a BR-156 devidamente aberta como estrada de chão. Anotem: Foi a partir daí que começou os sonhos frustrados de amapaenses, justamente a promessa do DNIT de pavimentar o trecho Macapá/Oiapoque, até hoje, tão aguardado!

Nos anos 80, na qualidade de jornalista Redator do Jornal Combate, de propriedade do amigo jornalista Ranolfo Gato, nos deparávamos, comentávamos e cobrávamos providências para os terríveis atoleiros observados na estrada, principalmente no trecho Calçoene/Oiapoque, trecho próximo de chegada ao município fronteiriço com a Guiana Francesa. Depois, a partir dos anos 90 em diante, já como articulista do Jornal Diário do Amapá, nos deparávamos com os mesmos problemas. O Jornal Diário do Amapá registrou como reportagem diversas solicitações do estado amapaense ao governo federal, pedindo providências, chegando inclusive alguns municípios a decretar estado de calamidade pública e o Estado do Amapá pedir e obter apoio da FAB e do Exército, dado o grau de isolamento que ficaram os munícipes muito em função da grave dificuldade de trânsito na estrada para caminhões, ônibus e veículos de passeio.

Hoje, todos nós, de cabelos brancos e outros, já carecas de tanto esperar, ainda nos deparamos com os velhos e malditos problemas!

Tempo passa, e o nosso sofrido povo continua a sofrer em meio aquele velho e terrível lamaçal, por vezes quase não conseguindo chegar a lugar algum, em plena pandemia…

Constitucionalmente, o Estado do Amapá obviamente é parte integrante e permanente da Federação brasileira e faz parte do mapa do Brasil!

Aqui, neste ponto Norte Setentrional, cortado pela linha imaginária do Equador, moram brasileiros que de muito, mas de muito tempo mesmo, vem vendo seu direito de ir e vir com tranquilidade e segurança postergado, castrado, sacaneado, quando viajam pela BR-156.

E de pensar que ainda também falta pavimentar o trecho Macapá/Laranjal do Jari!

Portanto, senhores do DNIT, por favor, pavimentem integralmente e finalizem a BR-156!


Respeitem os barnabés!


Entra governo e sai governoe as mesmas histórias se repetem no tempo presente quando a agenda do governo é sacrificar o funcionalismo público como bucha de canhão para solucionar problemas, a tal crise econômica!

 

E de novo o anônimo brasileiro, o barnabé, que por anos seguidos dá movimento a estrutura administrativa ou operacional da máquina administrativa do executivo, legislativo e judiciário, vira alvo de uma série de medidas restritivas.

 

Em 2019 foi a chamada PEC Emergencial 186, apresentada ao Senado Federal pelo ministério da Economia. Seu conteúdo como proposta de emenda à Constituição torna permanente o ajuste determinado pela EC 95/2016, com vigência até 2036. A dita cuja possibilita a redução de salários e a jornada de servidores e servidoras dos três poderes em até 25%. E tem mais:

 

Suspende progressões automáticas, aumentos salariais, auxílios, vantagens, benefícios e reestruturação de carreira. Proíbea contratação de pessoal sob qualquer motivo e pagamento de despesa com pessoal em caráter retroativo. Fica também proibida a realização de concursos e a criação de cargos públicos, justamente num momento em que o mundo vive uma terrível crise sanitária, por conta da pandemia da covid-19, e o Brasil se encontra com um preocupante índice percentual de desemprego:

 

Mais de 14 milhões de desempregados!

 

De acordo com a nova proposta a PEC 186/2019 entraria com toda força e vigor como tribunal jurídico de sacrifício contra o funcionalismo sempre que for ultrapassado o limite de gastos, tais como despesas com salários e com aposentadorias. O universo de público alvo da referida PEC tem como foco servidores do Judiciário, Executivo, Legislativo, Distrito Federal, estados e municípios.

 

Caminhando de “mãozinhas dadas” com a PEC 186/2019 está também “altiva” a PEC 32/2020, proposta que prevê uma Reforma Administrativa já considerada por especialistas como injusta com os barnabés.

 

Motivo:

Parece que ela realmente não visa realizar um corte justo e reto de gastos públicos contra as “ilustres” figuras de gabinete, a dita elite do funcionalismo!

Alguns, com certeza, com polpudos salários, de muito em local incerto e não sabido…

Tobe, ornottobe?

Ser ou não ser?

Eis a questão!


Prisão em segunda instância já!


Eis um assunto que parece morno no Congresso Nacional, nos espaços de debate e nas falas de alguns parlamentares brasileiros:

Prisão em segunda instância!

Nas redes sociais o tema novamente se encontra em efervescência com a adesão de milhares e milhares de brasileiros totalmente favoráveis nos abaixo assinados.

O que grande parte da sociedade brasileira tanto deseja é a imediata e necessária proibição de progressão de regime ao membro de crime organizado, a execução imediata dos veredictos do Júri e a tão necessária aplicação de regras mais duras de cumprimento de penas para condenados por crimes hediondos com resultado de morte.

Imaginem e dimensionem a nossa realidade, justamente a de um país de dimensão continental como o Brasil com uma legislação de combate ao crime caduca, ultrapassada e muita das vezes absurdamente branda com a ilicitude ou com o crime, inversa e avessa ao escopo jurídico de vários países.

Imaginem isso!

Lamentavelmente, é esta a nossa dura realidade, o que de tabela coloca sociedade e instituições públicas à mercê de uma velha prática nociva, corrupta, justamente a de uma grave inversão de valores vista na história deste planeta.

A decretação de prisão após julgamento do réu em segunda instância de muito é regra jurídica sagrada em países como Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Portugal, Espanha e vizinha Argentina.

Foi numa quinta-feira do dia 12 de novembro de 2019 que o Supremo Tribunal Federal publicou os acórdãos das ações declaratórias de constitucionalidade 43, 44 e 54. A decisão do colegiado definiu a proibição da prisão logo após condenação em segunda instância. O relator da matéria foi o ministro Marco Aurélio Mello. O documento, apresentado pela relatoria, consta de mais de 480 páginas. Também votaram contra a prisão em segunda instância os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Rosa Weber, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, garantindo um placar apertado de seis a cinco.

O que particularmente impressiona é o lobby de advogados contrários a condenação ou manutenção da prisão em segunda instância, evidentemente mais preocupados com seus clientes e conveniências pessoais do que com o bem-estar público e da sociedade brasileira, no geral.

A velha estratégia é postergar o máximo possível a condenação do réu, mesmo que o caso esteja, por assim dizer, cheio de evidências. O resultado final, obviamente, é a impunidade!

Novamente, refletir a matéria é preciso!


Changes, mudanças? ou necessárias transformações?


O mundo passará por profundas transformações, a começar pelos Estados Unidos da América.

O fim da era Trump, como governante da maior potência mundial, e o prenúncio de impedimento de sua candidatura a cargo eletivo, de parte do Congresso americano, certamente podará as raízes do extremismo.

Joe Biden e Kamala Harris, a primeira mulher a ocupar o cargo de vice-presidente dos EUA, inegavelmente já são os grandes diretores e atores de um necessário roteiro de transformação interna, em solo americano, roteiro que certamente dará uma boa “sacudidela” e revolucionará a América e o mundo.

Combate ao racismo e ao preconceito, em todas as suas formas e nuances; combate à desigualdade social, defesa e assistência aos que se encontram na linha de pobreza e abaixo da linha de pobreza, e oportunidades aos desfavorecidos e esquecidos, são metas, ações, programas do novo governo de Joe Biden. Bem planejados, certamente irão influenciar o mundo!

O Brasil passará por este mesmo processo de mudança porque é extremamente necessário que assim seja!

A Ordem natural daquilo que é reto não pode de forma alguma permitir que o monstro do extremismo ganhe corpo e forma, seja através de grupos, ideólogos de plantão, falsos pensadores sem formação, ou através de radicais religiosos e políticos.

Tudo passa, tudo passará, como diz a belíssima letra de Nelson Ned, mais atual que nunca!

Nazismo? Fascismo? Stalinismo?Castrismo? Totalitarismo?

A humanidade já sofreu terrores e horrores demais como grandes vítimas de laboratório de monstros genocidas!

Os campos de concentração, as bombas, as torturas, o horror e as diversas cidades arrasadas durante a Segunda Grande Guerra Mundial,tudo enfim parece que ainda não serviu de lição a mentes doentias da atualidade.

Quantas jovens vidas perdidas nos campos de batalha, nas lutas fraticidas em prol da liberdade, pela libertação de seu país?

Quem lembra seus nomes?

Quem sabe dizer dossoldados desconhecidos, heróis que bravamente lutaram pela liberdade do mundo?

Quem lembra dos nomes de algumas vítimas dos campos de concentração nazista na Polônia, emAuschwitz, Belzec, Chelmno, Majdanek, Sobibor e Treblinka?

Quem lembra das mais de 1 milhão de vítimas do Stalinismo, na União Soviética (Rússia), logo após a revolução russa?

Hoje, débeis mentes simplesmente cospem sobre suas memórias ao defenderem verdadeiros atentados a democracia, quer seja nos Estados Unidos da América, ou no Brasil.Cenários de explícitos atos de ignorância ou de pura má fé cínica,obviamente contrários as liberdades individuais e coletivas e a livre expressão do pensamento.

Logo, quem discorda, é perseguido e lhe é colocado rótulo!

O vento da mudança é a Ordem natural daquilo que é reto, em prumo, e justo e perfeito levará estas velhas páginas da história mundial que nunca mais queremos ver…


Imunização já!


Sinceramente, não merecemos tanto!

Como pode a nona economia do planeta ainda se encontrar “enrolada” e muito atrasada na urgentíssima campanha de combate ao maldito vírus covid-19?

Enquanto isso, a população da vizinha Argentina vai muito bem obrigado com a vacina russa Sputnik V, a primeira vacina contra covid-19, registrada no mundo. Vizinhos chilenos, também, vão muito bem obrigado com vacinação.

E de pensar que a economia brasileira foi classificada em 2017 como a oitava maior economia do planeta, exponencial latino americano de um Produto Interno Bruto de 7,3 trilhões de reais, dados estimados do Fundo Monetário Internacional.Em 2011, o estado brasileiro chegou a competir o sexto lugar com a Grã-Bretanha.

No continente americano, o Brasil é a segunda maior economia, perdendo apenas para os Estados Unidos da América.

Em 2019,nosso país cai para a nona posição, ao apresentar um PIB de 1,8 trilhão de dólares.

A questão fundamental é justamente refletir como e de que forma intempestivas ações desastrosas, principalmente no campo diplomático, podem significativamente e negativamente impactar na vida de uma nação?

Qualquer acadêmico de economia, diplomata, político ou pessoa de bom senso sabe perfeitamente do tradicional, necessário, estratégico e fundamental apoio que o Brasil deveria ofertar a Índia para a tão necessária quebra de patentes, importantíssimo ato que certamente traria a todos os brasileiros, em um momento tão grave de pandemia, o imediato apoio da Índia em socorro ao seu tradicional parceiro comercial.

Enquanto isso, os absurdos ditos pelo senhor Weintraub sobre a China até hoje custam caro e ainda repercutem muito mal no campo diplomático e internacional.

Quantas vidas já se foram neste espaço de tempo?

A Pátria, que são todos os cidadãos que a habitam e a constituem, constitucionalmente e obrigatoriamente deve ser o coração, a mente, o corpo e espírito de um verdadeiro governante, e não o contrário.

Urge a necessidade urgentíssima de imunizar o mais rápido possível a população brasileira. Estamos atrasados, e muito, e o relógio não espera, o vírus não espera, o tempo não espera!

O clamor e o desespero das famílias já não podem esperar mais!

Imunização já!


Salvem vidas!


O Brasil atualmente vive uma grave situação de potencial mutação do maldito vírus covid-19, tendo como principal cenário regional o estado do Amazonas, onde já foram registrados, nestes últimos dias, 198 mortes.

Vidas precisam ser salvas com urgência urgentíssima e essas vidas, muitas em estado grave, não tem muito tempo para esperar a liberação verde do cartão visa protocolar da Anvisa, agência nacional reguladora encarregada em analisar documentação para autorização emergencial do uso e emprego das vacinas.

Em tempo:

Se a vacina Coronavac, da China, com eficácia anunciada em 78% para casos mais leves e 100% para casos graves, está sendo usada com sucesso na própria China, na Indonésia, Chile e recentemente na Turquia, como leigo não vemos nenhuma razão protocolar para tanta burocracia brasileira, de parte da Anvisa e do Ministério da Saúde, para enfim autorizar a vacinação nos municípios brasileiros. Enquanto isso, no nosso plano temporal terreno de vida, vidas humanas se vão em meio a tanta burocracia e meras disputas políticas de bastidores. Essas, tristes disputas políticas de poder, em bastidores, inevitavelmente já estão causando desgraça a muitas famílias, em termos de vidas humanas perdidas.

Lamentavelmente, o Instituto Butantan comunicará nesta segunda-feira, dia 18, o cancelamento de todos os acordos firmados com as cidades do Brasil. O presidente Dimas Covas adiantou a imprensa nacional que todas as doses da vacina só serão entregues ao Ministério da Saúde após a Anvisa aprovar o uso emergencial ou registro.

Mais alguns dias, mais uma semana, tempo passa, e vidas e velhas amizades se vão…

E como se já não bastasse tudo isso ainda existem os fake news criados por negacionistas suicidas, puras aberrações de um sanatório político e religioso criado para gerar confusão, desinformação e descrédito nas vacinas e na ciência, vacinas aprovadas pelos mais renomados institutos do mundo.

Peço, de joelhos dobrados, humildemente, neste espaço democrático de argumentação, o Diário do Amapá, e programa Viva o Rádio, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo pregado na Cruz, em nome de todos os Profetas, anjos e Santos, Buda, Maomé, e enfim, em nome do Grande Criador, Fonte Fecunda de Luz, de Felicidade e de Virtude, a Grande Luz Onisciente, Onividente e Onipresente, que:

Por favor, SALVEM VIDAS!

Salvem vidas! Salvem vidas! Salvem as vidas humanas do Brasil!

Vacinem o mais rápido possível as pessoas doentes nos hospitais, em estado de emergência, nas CTI’s e UTI’s, e os profissionais de saúde, médicos, enfermeiros e enfermeiras, maqueiros, socorristas e motoristas de ambulâncias, e os idosos.

Novamente, como leigo, penso que esta deveria ser a prioridade das prioridades para combater este vírus mortal!

Por favor, salvem as vidas humanas do Brasil!