Última hora Polícia Política Cidades Esporte

Wellington Silva

A dura batalha de Kiev

“O pior ainda está por vir”, é o que analistas militares preveem sobre o chamado ponto culminante da Guerra na Ucrânia:

A dura batalha de Kiev!

A brava e inteligente resistência ucraniana e sua desesperada luta contra a bestialidade covarde do exército russo sob a liderança e loucura dominadora de Putin é que poderá ou não definir o The Final Cut (O Ponto Final) deste triste e inesperado conflito. Uma guerra não provocada, mas de muito cuidadosamente arquitetada pela mente fria e ainda soviética de um ex-agente da KGB e sua velha sede expansionista de poder.

Se alguém, neste sofrido planeta de guerras, pandemias e sérios desastres ambientais, tentar buscar respostas sobre os objetivos reais do líder russo, logo verá que a afirmativa do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, não tem nada de exagero, ou seja, seu grande desejo é novamente anexar ao território russo as ex-regiões satélites soviéticas: Polônia, Estônia, Georgia, Lituânia, Romênia, Hungria, Finlândia, Bulgária, etc…

Diante de todos os cenários de horror, destruição, dor, sofrimento, humilhação e grandes perdas humanas ocorridas na Ucrânia, provocadas pelas forças russas, e se hoje dependesse da vontade da grande e esclarecida juventude russa, assim como de parte expressiva de sua população, Vladimir Putin já estaria deposto e condenado.

E por falar em condenado, muitos correspondentes internacionais que lá acompanham o dia a dia do conflito percebem não mais existir indícios de crimes de guerra na Ucrânia e sim claras evidências.

Porque bombardear prefeitura, hospital, prédios habitados por civis e espaço público e histórico destinado a memória das vítimas do holocausto?

É para causar, terror, pânico, medo?

Nunca é demais lembrar que no começo da Segunda Grande Guerra Mundial tropas soviéticas e nazistas cuidavam dos campos de concentração ou campos da morte. Somente Stalin, na União Soviética, mandou matar mais de 1 milhão de opositores ao regime.

Os argumentos do Senhor Vladimir já não cabem mais no mundo atual! Eles jamais serão admitidos no mundo livre de hoje!

Nem mesmo em sua terra natal, São Petersburgo, ou em Moscou, sede do poder máximo do establishment russo, o Kremlin, o Senhor Putin no momento é bem visto, muito pelo contrário. E todos no mundo pedem:

Fora Putin!

Diante de toda a insana monstruosidade praticada pelo invasor em solo ucraniano, fatos por todos diariamente assistidos, pergunto:

O que resta ao bravo povo ucraniano a não ser lutar pela sua liberdade, por seus filhos, família, pelo direito sagrado de um futuro melhor?

Que continuem então a usar a criatividade, gás de cozinha, cilindros de gás, coquetéis molotov, barreiras, armadilhas, para a contenção do inimigo covarde, cruel e impiedoso. Que ocorra o mais rápido possível o apoio logístico da OTAN e da ONU, seja com o tão necessário e imediato deslocamento de caças para as áreas de conflito ou o envio de armas anti-tanque, etc…

Se a liberdade é um legado de Deus outorgado a humanidade e aos animais, é inadmissível nos dias atuais ainda se pensar em apoiar regimes totalitários.

Portanto, Deus conceda a vitória a Ucrânia!

Glória Eterna a liberdade do povo ucraniano!

Vida longa ao povo ucraniano!

A matemática viável para a terceira via

As últimas pesquisas indicam Luís Inácio (Lula) da Silva com 42% das intenções de voto seguido de Bolsonaro com 28%, Ciro Gomes 6,7% e logo atrás e no páreo Sérgio Moro com 6,4% na preferência eleitoral.

Na avaliação do jornalista Boris Casoy, ainda é fevereiro, e Lula não pode cantar vitória antes do tempo. Muitas águas ainda podem rolar embaixo da ponte! Se os demais concorrentes se derem conta, pé no chão, a tendência é alcançarem um índice percentual de 45%, o que dá tranquilidade a derrota de Lula ou Bolsonaro. Mas isso exigirá muita união para o fortalecimento de um novo projeto político!

Neste corre-corre que ultimamente se vê, de fusão de partidos, tudo na base do salve-se quem puder, o conceito de federação partidária logo imprime, de bate-pronto, o chamado acordo de sobrevivência partidária. E então, o pesado tabuleiro do xadrez político nacional torna-se um jogo pesado de muitas conversações, diálogo, para finalmente fechar o acordo político. Quem souber com astúcia e boa articulação encorpar o jogo, aglutinando grandes forças partidárias, obviamente que terá maiores chances e oportunidades de tempo de mídia, apoios regionais, recursos para financiamento de campanha, etc…

Mas, todavia, fico cá com meus botões e com a opinião do Jornalista e Professor Marco Antônio Villa, ou seja, tudo isso fatalmente relega a escanteio o programa ideológico e partidário que com tanto ardor antes víamos e ouvíamos nas empolgantes retóricas de Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, Leonel Brizola e Miguel Arraes, durante a campanha das Diretas Já e durante e após a promulgação da Constituição, em 1988.

Esse empobrecimento temático, programático, retórico, de falta de planos, programas e projetos consistentes é que preocupa a todos nós, no momento e por enquanto prevalecendo a tal sobrevivência partidária.

Quando veremos ou teremos grandes novidades nos discursos, como Brizola por exemplo fazia nos anos 80, com brilho nos olhos e grande empolgação na oratória ao falar do fantástico e hoje abandonado projeto dos Centros Integrados de Educação Pública, os CIEP’s, instituições públicas criadas por Darcy Ribeiro, quando era Secretário de Educação no Rio de Janeiro, e Brizola era governador da outrora cidade maravilhosa?

O brilhante objetivo dos CIEP’s era oportunizar educação de qualidade, esportes, alimentação rica e nutritiva, boa assistência médica e atividades culturais variadas, em tempo integral, a crianças carentes. Portanto, o projeto era eminentemente focado nas classes populares.

E o que houve com os CIEP’s?

Abandonado!

Qual motivo?

Políticos o consideraram caro!

Mas, a grande questão é:

Quanto realmente vale a educação da criança brasileira se a Constituição expressa como dever de estado a educação, saúde, cultura e esporte?

Mas, voltando a grande questão da terceira via, em suas falas Ciro Gomes opta em atacar e dividir concorrentes desta terceira via.

Para analistas políticos, mesmo com sua experiência política Ciro atira no próprio pé, mira e atira em alvos errados e contribui a desmobilizar forças para frear Lula e Bolsonaro, colaborando dessa forma a polarização extrema e enfraquecimento de uma melhor opção.

Refletir é preciso!

 

 

Reflexões sobre a tragédia em Petrópolis

A tragédia ocorrida em Petrópolis, Rio de Janeiro, assim como outras já ocorridas, novamente acende o sinal de alerta para o seguinte questionamento:

Mesmo e apesar da força da natureza com suas fortes chuvas e erosões ocorridas em outras regiões do país, além de Petrópolis, tais tragédias poderiam ser evitadas ou seus impactos poderiam ser sensivelmente diminuídos?

Eu particularmente acredito que sim se os governos federal, estaduais, municipais e sociedade civil no geral associassem o tão prático e necessário exercício da educação, da ciência, das simples tecnologias e da inovação no ato de fazer a coisa certa no momento certo e não depois da tragédia ocorrida.

E mais uma vez e novamente digo que temos de reaprender com os povos da Idade Média e dos séculos XVII e XVIII, os grandes construtores de obras para a posteridade. Hoje, em pleno Século XXI, ano 2022, a humanidade dispõe e é usuária de importantes avanços tecnológicos, mas de muito deixa a desejar dos povos antigos quando o assunto em questão é realmente observar os importantes fenômenos cíclicos da Mãe Natureza.

O tempo passa, muitas décadas passam, e todos os castelos, antigos mosteiros, templos budistas, templos tibetanos, alguns inteligentemente erguidos em montes ou montanhas, assim como algumas igrejas, estão lá, sempre imponentes, resistentes ao tempo, assim como a pirâmide de Gizé.

E por que isso ocorre?

Primeiro, porque os povos da Idade Média e dos séculos XVII e XVIII estudavam cuidadosamente a geografia da região, sua topografia, solo, clima, tábuas das marés, etc, para depois aprovar ou não o local de construção escolhido por nobres, reis, príncipes ou pelo clero, observações óbvias que muitos atualmente deixaram de fazer por descuido, descaso, desleixo ou pura ignorância mesmo.

É pura teimosia você continuar a insistir em residir em uma área que sabe perfeitamente que é área de cheia anual de maré ou área de solo instável com sério risco de desmoronamento. Pior ainda é o poder público construir ou autorizar construção de moradias ou de prédios em áreas de solo instável ou de grandes oscilações observadas nas tábuas de maré.

Mas, nem tudo está perdido, e são justamente crianças brasileiras, orientadas por iluminados professores, que decidiram disseminar em Petrópolis a simples ciência inovadora de construção do pluviômetro, equipamento que tem a capacidade de medir a intensidade das chuvas.

Utilizando uma garrafa PET, e levando-se em consideração seus relevos de fundo e nele colocando bolinhas de gude (petecas) ou brita, pode-se conseguir calibração para regulação do nível com o uso de uma régua de 30 centímetros. A medição é feita com até 150 mm de água de chuva acumulada.

Portanto, os materiais são bem simples e o custo é baixíssimo!

Já imaginaram este simples e fantástico invento sendo disseminado em todo o Brasil, nas escolas, nos bairros, principalmente em regiões com áreas consideradas de risco como em Petrópolis e Minas Gerais?

Quanta coisa ruim não seria evitada!

Deus continue a abençoar nossas inventivas crianças e nossos iluminados Mestres!

Assim seja!

Dura lição aos não vacinados em New York

Nesta sexta-feira a prefeitura de Nova York promoveu demissão de mais de 3 mil funcionários que se recusaram a tomar vacina contra a covid-19, mesmo e apesar da obrigatoriedade ter sido instituída pela Câmara municipal a todos os trabalhadores da grande metrópole.

Em outubro do ano passado o prefeito Bill de Blasio decreta a obrigatoriedade de vacinação em toda a cidade de Nova York, principalmente dos servidores municipais. Seu sucessor, Eric Adams, não só endossa a medida como endurece o jogo contra os negacionistas. No dia 31 de janeiro deste ano anuncia na imprensa o prazo final ou data limite aos não vacinados que trabalham para a prefeitura:

Dia 11 de fevereiro de 2022, sexta-feira!

Declarou o atual prefeito de Nova York, Eric Adams:

“ Tem que se vacinar! Se não seguir as regras, você está tomando essa decisão”!

Mas, ao que tudo indica, esse número de demissões pode sensivelmente aumentar uma vez que 13.044 mil pessoas argumentaram principalmente absurdas questões religiosas e bizarras opiniões sobre saúde para não se vacinarem. Alguns entraram na justiça, alegando as tais razões que a própria razão desconhece, e tiveram seus pedidos logicamente negados.

De acordo com a mídia local e de fontes do município nova-iorquino até o fechamento deste texto quase 5 mil solicitações de não vacinação tiveram seus pedidos negados pela justiça. E de lembrar que a população de Nova York fora duramente atingida pela proliferação do vírus da covid-19 na primavera boreal de 2020.

Com uma população de quase 9 milhões de habitantes, levantamento indica perdas de cerca de 38 mil pessoas durante as fases iniciais e de pico da pandemia, na grande metrópole nova-iorquina.

Além de Nova York, cidades como Boston, Chicago, São Francisco e os estados de Washington e Massachusetts fizeram o mesmo e impuseram duras regras sanitárias assim como obrigatoriedade de vacinação aos seus funcionários, com pena de demissão, exemplos que deveriam muito bem serem seguidos pelo mundo todo!

Nos EUA, muitos já tentaram recorrer aos tribunais para impedir a obrigatoriedade da vacina, sem nenhum sucesso!

Mas, a grande pergunta que se faz é:

O que leva pessoas a induzirem outras pessoas, principalmente líderes religiosos, falsos pregadores, cegos guias de cegos, a propagarem que a vacina faz mal, altera DNA, altera o tipo sanguíneo, o tal sangue puro que nunca existiu, e outras bobagens absurdas? Fanatismo político-religioso? Conceitos aberrativos sobre as vacinas, saúde e ciência?

A verdade é que este tipo de gente ou aberrações da natureza deveriam estar presas, ou no mínimo respondendo a processo criminal, quer seja nos Estados Unidos, Brasil ou em qualquer canto do mundo, sim porque elas simplesmente representam um grau de fanatismo intolerável e praticam claros atentados a vida das pessoas.

Historicamente as vacinas sempre salvam vidas enquanto que os negacionistas em verdade ceifam vidas tal qual o barqueiro da morte.

Disque 100!? Alô, é do setor negacionista!?

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo pregado na Cruz eu sinceramente continuo me perguntando o que mais falta ocorrer no teatral circo dos horrores do palácio central do Brasil para que a coisa fique pior, mais tragicômica e muito mais louca, absurdamente louca?

A implantação do Disque 100 como disque-denúncia para casos de discriminação contra malucos negacionistas que se recusem veementemente a tomar vacina contra a covid-19 nada mais é do que um claro e espantoso atentado coletivo a vida das pessoas.

Pela sua própria natureza, a aberração do ato criado, o tal disque 100, é extremamente criminoso, danoso a ciência, danoso aos esforços científicos, danoso aos esforços da saúde e no geral danoso não só a população brasileira como mundial.

Este tipo de gente já deveria estar na cadeia ou no mínimo sendo julgada por tamanho ato absurdo e monstruoso contra a vida das pessoas, sim porque enquanto pesquisadores, médicos e equipes de enfermagem lutam desesperadamente para salvar vidas, esta gente louca e irracional descaradamente deseja barrar avanços da vacinação no Brasil.

Mas, a grande pergunta é:

O que o tragicômico disque 100 seria?

Loucura perde? Desgraça pouca é bobagem? A mula sem cabeça? O boi tatá? O boi da cara preta? O bicho papão? O papão da curuzu? O “bicho feio”? O “coisa ruim”? O “tinhoso”? O “cramunhão”?

Resposta:

Todas as alternativas estão corretas!

O certo é que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), colegiado atuante dentro da Procuradoria-Geral da República, já arguiu prazo de 10 dias para que a ministra Damares Alves explique a finalidade ou intenção do Disque 100.

Na avaliação do subprocurador Carlos Alberto Vilhena, considera “digna de preocupação o ministério insinuar que a exigência de vacinação é uma forma de violação de direitos, e em documento oficial considerar que a imposição de medida sanitária prevista em lei configure violação de direitos humanos, e, não bastasse isso, disponibilizar seu mais importante canal de denúncias para oitiva de ‘denúncias’ contrárias à obrigatoriedade de vacinação”, enfatiza.

O sub-procurador Carlos Alberto Vilhena ainda indaga se a nota é uma posição oficial do ministério e com base em que a pasta se fundamenta para sustentar tamanha decisão.

Até quando e até que ponto a população brasileira continuará sujeita a tais abismos e riscos?

Com a palavra, nossa justiça brasileira!

O mundo quer PAZ!

Como se já não bastasse, no mundo todo, a crítica situação da pandemia, eis que inesperadamente e não mais que de repente os senhores da guerra novamente rufam tambores em disputa de poder e espaço territorial, desta feita, envolvendo a tão sofrida Ucrânia, e nos parece, grande parte da população a clamar por liberdade e total independência de Moscou ou do Krenlim, bem entendido.

Historicamente, não é de hoje que a Ucrânia luta pela sua libertação do jugo e total controle russo. Esse anseio advém desde a antiga União Soviética quando Polônia, Estônia, Lituânia e até mesmo o lado Oriental da Alemanha e Cuba eram áreas territoriais controladas pelas forças soviéticas.

Esse avanço territorial soviético ou russo teve início no mundo europeu após 1945, ano em que o nazifascismo finalmente fora derrotado pelos Aliados, obviamente com o apoio dos russos, e o histórico Tribunal de Nuremberg fora instalado em solo alemão para julgar as barbáries cometidas por nazistas, fascistas e imperialistas japoneses.

Mas, a grande questão central atual é:

Será que o Senhor Putin, seus generais e demais subordinados ainda não aprenderam nada quando recapitulamos visualmente em documentários e filmes todas as atrocidades sofridas pelo povo russo nas mãos dos nazistas, e justamente e fundamentalmente a luta desesperada e encarniçada travada por gente simples do campo, bosques e florestas, lutando em Kiev, Leningrado e Stalingrado, e tudo tão somente pela sua liberdade, sua terra, sua família, sua gente?

Quantas vidas não foram brutalmente ceifadas nestes cruéis combates?

Quantos jovens russos não foram despedaçados lutando pela liberdade dos seus, vítimas de morteiros, granadas e tiros de canhões?

Quantos jovens soldados alemães, apavorados e contra sua própria vontade, não foram forçados a lutar e a morrer para defender o maldito Terceiro Reich?

Hoje me comoveu profundamente a visão dos sobreviventes do holocausto:

Vered Kater, Rabino Arthur Schneier, Ella Blumenthal, Pinchas Gutter e Leon Weintraub, judeu polonês que passou por três campos de concentração e perdeu 64 de seus familiares na guerra. Ele até hoje dá palestras. Diz que “é a sua contribuição para que o passado nunca se repita”.

Sinceramente rogo aos céus que os senhores da guerra, de olho na Ucrânia, sonhem e percebam o horror da guerra, o flagelo humano da guerra, a grande desgraça da guerra e a grande desgraça que o totalitarismo historicamente já causou a humanidade, em todo este tempo tão temporal…

Se a liberdade é um legado de Deus outorgado a humanidade, desde tempos idos historicamente o homem por ela sempre lutou!

Ah! LIBERDADE! Algo intrínseco, inerente, integrante e tão necessário a humanidade na sua histórica luta contra a tirania, a barbárie, o totalitarismo…

Assim como Deus criou toda a vida existencial no mundo, os peixes, aves e tudo o que habita nas matas, florestas, campos, montanhas, rios, mares e oceanos, e lhes deu liberdade plena, assim o homem e a mulher, ditos “racionais”, também são dignos de liberdade, em toda a superfície do planeta Terra…

E que assim seja…

Manifesto da Mãe Natureza

Além da gravidade da pandemia que o mundo atravessa, a humanidade sente, sofre, e quase tudo apavora após cada um sentir na pele a perda de um ente querido vítima de enchentes, quedas de barreiras, erupções vulcânicas, inundações, chuvas de raios, deslocamentos inesperados de grandes blocos rochosos, tufões, tornados, incêndios, etc…

 

Não só no Brasil como no mundo, Estados Unidos no meio, justamente, a maior potência do planeta, pessoas, vidas humanas, famílias, estão sendo vítimas inesperadas de inundações. Casas, muros, comércio, prédios e árvores de repente são arrancadas do solo.

 

Repentinamente, tudo é destruído por fortes ventos e inundações…

 

A primeira erupção do vulcão localizado bem próximo a cidade de Tonga, arquipélago localizado na Oceania, deixou a comunidade científica mundial e autoridades em estado de alerta. O fenômeno foi tão forte que sua imagem pode ser facilmente capturada de satélite. Quem vê tem a impressão de ser a detonação de uma bomba atômica, um gigante cogumelo, que Deus nos livre e guarde!

 

O deslocamento do grande volume de água fervente e de rochas incandescentes, saídas do vulcão, foi algo tão amplificado que pode ser sentido no Brasil 17 horas depois, elevando o nível do mar com agitações no Arraial do Cabo, Região dos Lagos, Rio de Janeiro.

 

O ministério das Relações Exteriores e de Comércio da Nova Zelândia alerta a probabilidade de ocorrência de outras erupções vulcânicas, informação prestada pelo GNS Science, instituto de pesquisa geológica da Nova Zelândia. Os próximos dias ou semanas serão de risco de tsunami.

 

No Brasil, as fortes chuvas ocorridas em Minas Gerais resultaram em inundações de cidades, deslocamentos e quedas de morros e destruição de importantes patrimônios históricos como o Casarão Baeta Neves, do fim do século 19, transformado em escombros após o deslizamento em massa do Morro da Forca. Não bastasse isso, e os transtornos causados à população por conta das fortes chuvas, o grave acidente ocorrido na região de Capitólio, Lago de Furnas, interior de Minas Gerais, causou grande comoção pública e ao mesmo tempo aquele sentimento geral de pequenez e de impotência diante da força e fúria da natureza. Observado o ocorrido, jamais deverá ser permitido naquela região novos passeios ou novas levas de embarcações em períodos de fortes chuvas.

 

Cerca de 34 pessoas estavam passeando em embarcações na região de Capitólio no momento do grave acidente de descolamentos rochosos que acabaram vitimando várias pessoas, acidente que poderia muito bem ter sido evitado se todos tivessem um pouco mais de cuidado, bom senso e principalmente senso de observação do comportamento da Mãe Natureza regional.

 

Mas, de acordo com analistas, o pior mesmo, em 2021, foi a gravidade de inversão de valores “mui” descarados contra o meio ambiente. Incêndios intencionais em grandes áreas de preservação ambiental, como no Pantanal e na Amazônia, exploração mineral irregular, absurda e indevida em área indígena assim como muita poluição no ar, nas grandes cidades, mundo afora, são os tristes cenários que muitos não querem ver mais.

 

Estaremos próximos, daqui a alguns anos, a vivenciarmos uma nova versão do Livro de Eli, um dos melhores papéis já desempenhados por Denzel Washington, com a Mãe Natureza deflagrando guerra contra a humanidade, a grande responsável pela destruição do mundo, um mundo criado por Deus, narrado em Genesis, Capítulo I ?

 

Depende de cada um de nós, eis a reflexiva resposta!

O exemplo de Quebec

Após constatar que a província de Quebec já evidenciava em todo o cenário de saúde canadense expressivo e maior número de óbitos de pessoas vitimadas pela covid-19, o primeiro-ministro da referida província, François Legault, imediatamente cria o chamado imposto de saúde destinado a qualquer morador não vacinado contra a covid-19.

Apesar dos moradores não vacinados de Quebec representarem apenas 12,8% da população eles contribuem para um triste quadro de quase metade de todos os casos hospitalares registrados, pesado fardo ao sistema de saúde pública.

De acordo com levantamentos feitos por órgãos federais a campanha e o processo de vacinação em Quebec ainda não colheram os resultados esperados uma vez que 85% da população recebeu tão somente uma dose da vacina, até 1º de janeiro.

Na terça-feira, 11 de janeiro, o primeiro-ministro comunicou a imprensa que a província seria a primeira região canadense a multar os não vacinados e a tomar outras medidas duras para conter o avanço da pandemia. Os radicais hesitantes em não se vacinar não poderão utilizar os serviços de trem e de avião e muito menos trabalhar em qualquer função no serviço público.

E qual o resultado desta extremamente e tão necessária medida de prevenção sanitária?

Tão logo a população de Quebec tomara conhecimento da multa a ser aplicada imediatamente o número de agendamentos para vacinação rapidamente aumentou nestes últimos dias.

Cristian Dube, ministro da Saúde de Quebec, comemorou:

“ Fantástico! É encorajador”!

O grande exemplo adotado pelo poder público de Quebec deveria ser seguido pelo mundo todo, principalmente nos Estados Unidos e no Brasil, multando qualquer cidadão não vacinado e natural propagador do perigoso vírus covid-19.

Lamentavelmente ainda existem pessoas no Brasil e no resto do mundo totalmente movidas pela desinformação sobre as vacinas e tristemente guiadas por fanáticos, aberrações teóricas do sangue puro.

São, em verdade, portadores do caos e da desgraça alheia. Detratores da ciência e da pesquisa e promotores do terror!

A estes, o nosso mais profundo repúdio, em nome de todos os que se foram, vítimas da pandemia:

Familiares, amigos, vizinhos, profissionais de saúde, artistas, gente da gente, lacunas impreenchíveis….

Aberrações

Sinceramente já não sabemos mais até que ponto as aberrações advindas do planalto central do Brasil, emanadas da Presidência da República, irão prejudicar a saúde e a sobrevivência da população brasileira, na luta contra a pandemia do covid-19.

É de causar profundo espanto e indignação, a qualquer pessoa, ver o presidente de seu país morbidamente criticar a aplicação de vacinas a crianças na faixa etária de 5 a 11 anos simplesmente por considerar uma “tara” a urgentíssima necessidade de um simples ato público de governo, ato tão necessário a sobrevivência e ao futuro de um país.

E mesmo e apesar dos dados oficiais evidenciarem, aqui no Brasil, um total de 301 óbitos de crianças vitimadas por Covid-19, sua “excelência insolença” publicamente declara não conhecer mortes nessa faixa etária.

Não bastasse tudo isso, notáveis técnicos da Agência de Vigilância Sanitária, a Anvisa, sofrem novas ameaças e solicitam urgentemente proteção policial a diretores e servidores de carreira do órgão, pedido encaminhado à direção da Polícia Federal, ao Ministério da Justiça e a Procuradoria Geral da República.

Qual a motivação política, tão extremista, da perseguição e das ameaças praticadas contra diretores e técnicos da Anvisa?

A vacina e a vacinação de crianças!

Eis o resumo do teor do documento encaminhado pelos servidores da Anvisa a Polícia Federal e a demais órgãos de investigação competentes:

“Solicita-se a adoção das medidas necessárias para apuração criminal dos referidos atos praticados e conhecidos contra os diretores e servidores da ANVISA e, além disso, reitera-se com urgência o pedido de proteção policial aos citados agentes públicos e suas famílias a fim de salvaguardar a sua integridade física e psicológica diante da gravidade da situação enfrentada”.

Portanto, por tudo isso honestamente perguntamos as autoridades competentes do poder legislativo e judiciário brasileiro:

Até que ponto esta inadmissível loucura chegará a prejudicar consideravelmente a saúde do povo brasileiro, nossas crianças, jovens, adolescentes, adultos, a ciência, a pesquisa e fundamentalmente a própria segurança de nossos incansáveis pesquisadores, atualmente e insanamente ameaçados por um fanatismo doentio, louco e altamente aberrativo, por sua própria natureza esdrúxula?

Não senhores, não merecemos tanto!

Nossas crianças não merecem isso e sinceramente não merecem tanto!

Em verdade, em geral o povo brasileiro não merece tal absurdo, de muito passado dos limites!

Desgraça pouca é bobagem e loucura perde!

Grimualdo

Grimualdo Barbosa:

Homem simples, reservado, por vezes introspectivo, talento notável, arquiteto do barro, mente genial, criativa, idealizadora de cenários, formas, cores, tons, cantos e recantos do Amapá, da Mãe Natureza tucuju, das nossas mandalas ameríndias…

Em suas atuais e incríveis pirogravuras figuram belos mergulhões, flamingos, guarás, aves típicas da Amazônia, assim como figuram nossos caboclos, fazedores de farinha, ribeirinhos, tocadores de caixa e bailantes de Marabaixo.

Seu notável talento para a arte, inicialmente para a escultura, despertou cedo, ainda jovem, na qualidade de aluno da Escola de Artes Candido Portinari.

Grimualdo foi aluno de dois grandes mestres das artes plásticas do Amapá:

Herivelto Maciel e Luiz Porto!

Admirador da arte da saudosa Mestra Niná Barreto, histórica e grande referência da escultura amapaense, dela sofre algumas influências. Logo, logo, busca, pesquisa, faz experimentos e encontra seu próprio caminho, a metamorfose criativa própria das formas, com fortes expressões gestuais, movimentos, retratos vivos de nossa história, nossa cultura, nosso povo, nossa terra, nossa gente.

Em 1990 realiza sua primeira mostra plástica na Escola de Artes Cândido Portinari. Em 1993 ocorre o mais que merecido reconhecimento para expor seus trabalhos na capital federal, com apoio do Sebrae Amapá. Neste mesmo ano, diversas obras de sua autoria são selecionadas para exposição em um grande salão de arte. Na ocasião recebe o merecido e primeiro prêmio, categoria escultura em argila. Daí em diante suas obras provocam admiração e conquistam o Brasil e o mundo, e são adquiridas por diversos colecionadores, de várias nacionalidades.

Tive a honra de conhecer e acompanhar a trajetória deste grande artista amapaense desde a realização do Movimento Artístico Popular do Amapá-MOAP, a partir de 1984, ele ainda em sua fase embrionária como artista, mas desde já mostrando grande potencial para progredir no campo da escultura. Nesta época, o grande decano da pintura amapaense, Raimundo Braga de Almeida/R.Peixe, assim a ele se referiu:

“Este rapaz tem talento! É humilde, criativo e tem tudo para progredir como artista”.

E como progrediu!

Era professor, autodidata, da Escola de Artes Cândido Portinari.

Seus últimos trabalhos, expostos na União dos Negros do Amapá-UNA, durante o Encontro dos Tambores, por mim vistos e divulgados no Diário do Amapá, são belas pirogravuras que retratam nossa fauna e flora, mergulhões, flamingos, guarás, tocadores de caixa e bailantes de Marabaixo, além da construção de belas mandalas, expressões do artista para homenagear a nossa cultura indígena.

Jamais imaginava que este seria o último brinde e o último papo com esta grande figura da arte amapaense. Um homem simples, genial, mente sempre pulsante e criativa, parte integrante e muito significativa de nosso rico universo cultural tucuju.

Mas, um grande artista não morre! Ele nunca morre!

Seu nome e sua arte são imortais!