Wellington Silva

Vini Jr. e a seleção brasileira

 

Anotem bem o que digo:

Vini Jr. ainda será o segundo Pelé da Seleção Brasileira de Futebol!

Eu só queria mais um, somente mais um Vini Jr. para a Seleção Brasileira ser feliz neste infeliz final que ela teve nas oitavas de final da Copa do Mundo de Futebol.

Inteligente, criativo, rápido, veloz, visionário nos momentos oportunos, assim defino Vini Jr.!

O problema é que os demais não conseguiram acompanhar o seu rápido raciocínio em campo, e aí senhores, deu no que deu…

Implorei ao Professor Pardal, da Disney, para fazer um clone bem legal do Vini Jr. e ele respondeu ser um risco clonar um craque como ele. Disse que sua máquina de clonagem ainda está em aperfeiçoamento, e pode dar problemas, problemas que geralmente ocorrem em seus primeiros experimentos científicos.

Implorei ao Pardal para trazer o técnico Zagalo em sua máquina do tempo e ele respondeu que também, geralmente, sua máquina do tempo enguiça no tempo de algum tempo atrás…

Então eu disse:

Lascou-se tudo Professor!

Ele respondeu:

– Tenha fé! A próxima Copa é em 2030!

E é exatamente nesta fé em Vini Jr. que eu e a torcida brasileira se apoia para a próxima Copa do Mundo, assim como em Endrik Felipe Moreira de Souza, a tabelinha criativa perfeita com Vini Jr. para bola na rede!

Perceberam como o nosso time verde e amarelo repentinamente cresceu em campo com a entrada um pouco tardia do Endrik?

Não teríamos um melhor destino no infeliz jogo contra a Noruega se Endrik e Neimar tivessem logo entrado na abertura da disputa Brasil X Noruega?

Creio, certamente, que sim!

Daí meu apelo ao Professor Pardal para trazer de volta o Zagalo, ele que era “turrão” mas fazia exatamente o que era pra fazer, ou seja, criar as melhores táticas, as melhores jogadas, com os melhores atletas disponíveis.

Com Zagalo, não tinha estrelismo!

Com Zagalo, entrava em campo quem ele observava que podia produzir resultados imediatos!

Com Zagalo, fomos felizes e vimos a Copa do Mundo por diversas vezes, o único tetracampeão mundial de futebol.

A grande lenda, Mário Jorge Lobo Zagallo, nos deixou em 2024, aos 92 anos.

Daí eu me pergunto:

Mas porque diabos estamos importando técnico internacional para comandar os destinos da Seleção Brasileira, se aqui temos bons técnicos?

Porque continuamos exportando bons jogadores para times europeus, a eles presenteando, e de bandeja, nossas técnicas, estratégias, a boa arte do futebol brasileiro?

Deixo com você, caríssimo leitor, tais indagações…

E, sinceramente, do jeito que está, NÃO DÁ MAIS!

 

 

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Dia D, nunca estivemos sozinhos!

 

Um filme pra pensar, esta é a definição da nova grande obra cinematográfica de Steven Spielberg, Dia D, obra que já está dando no que falar no mundo todo.

Dia D não é um filme para sentir medo, pavor, e muito menos para despertar insegurança e ansiedade em nossos corações, muito pelo contrário!

Seu final “cutuca” o espectador a aprender a ouvir:

ESCUTE!

Portanto, sabedoria é fundamentalmente saber ouvir!

Dia D é uma obra para profunda reflexão diante daquilo que é inteligentemente extremamente extraordinário. Algo muito, mas muito além das tolas vaidades, absurdos e aberrações humanas.

Dia D é uma obra que exorta a razão universal, o amor, o elevado conhecimento mental psíquico, a compaixão, a solidariedade, e começa exatamente evidenciando o contrário de tão nobres sentimentos humanos:

Poder, controle, manipulação!

O grande dilema deste fantástico filme reside exatamente naquilo que ufólogos vem falando, comentando e escrevendo a muito tempo:

Os famosos arquivos secretos sobre ovnis e seus tripulantes por décadas escondidos por governos, principalmente, pelo governo dos Estados Unidos da América.

Quantas pessoas que tiveram contatos de primeiro, segundo e terceiro graus com naves espaciais e seres inteligentes já não foram ridicularizadas, perseguidas e taxadas de loucas por um sistema cruel, desumano e supremacista?

E agora, inesperadamente, após décadas parado, o projeto de conquista da Lua é retomado pelos americanos.

Porque será?

Desde quando o americano Neil Armstrong desceu do módulo Águia e pisou em solo lunar, em 1.969, que não se ouvia falar em custosos e ambiciosos projetos de conquista da Lua.

Até hoje não se sabe ao certo quais foram os motivos reais que levaram o governo americano a abandonar por décadas o projeto de conquista da Lua. Lembro, quando criança, da grande intenção dos americanos em construir uma base lunar em nosso satélite natural. Isso era amplamente divulgado nos meios de comunicação nas revistas Manchete, Veja e IstoÉ.

Passado tempos, revelações aos poucos surgem, vindas de nada mais e nada menos dos próprios astronautas, quase todos relatando terem tido contatos com naves espaciais providas de alta tecnologia, tecnologia totalmente desconhecida da engenharia humana.

Seria a Lua uma espécie de espaço de descanso para naves espaciais vindas de outros planetas?

Seria o nosso satélite natural uma espécie de base alienígena?

Astronautas da Apolo 11 assim como da Apolo 13 relataram terem sido acompanhados e observados por naves extraterrestres que do nada surgiam e do nada desapareciam.

Seria todo este histórico acervo, aliado ao testemunho de milhares e milhares de pessoas, militares, oficiais, astronautas, puro delírio coletivo?

Não seria o mesmo que tentar soterrar o histórico testemunho cabal que de muito existe vida inteligente no espaço, vidas e tecnologias muito além da nossa tão pequena compreensão humana?

PENSO, EVIDENTEMENTE, QUE DESDE O COMEÇO DAS ERAS NUNCA ESTIVEMOS SOZINHOS NO UNIVERSO!

 

 

“Master Club”

 

Nunca na história do Brasil se viu um grupo político e empresarial tão “traquina”, nocivo e depreciativo ao parlamento brasileiro, a ética e aos bons costumes como as “ilustres e impolutas” figurinhas investigadas, envolvidas, citadas e enquadradas no escândalo do Banco Master, figurando como gerente da situação do “esquemão” mister Vorcaro.

Podemos então “batizar” tal “esquemão” cinematográfico de Master Club, justamente, um clube de ratazanas onde milhões são descaradamente rateados entre eles?

Sinceramente, causa ESPANTO mister Flávio requerer 134 milhões de reais a Vorcaro para patrocinar a filmagem da história de um golpista subversivo fascista. Ele, o “intrépido” capitão mortalha, o gigante pela própria natureza negacionista a ciência e as normas gerais estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde para combater o mortal vírus da covid-19.

Sinceramente, não dá!

Isso é demais para meus neurônios cansados de tantos absurdos e aberrações!

Grande vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2025, Ainda Estou Aqui teve um custo estimado em cerca de 45 milhões de reais, valor

este sem nenhuma captação de recursos de leis nacionais de incentivo a cultura, a produção cinematográfica.

O filme Agente Secreto custou 28 milhões de reais, sendo 9 milhões oriundos de financiadores internacionais.

É mister o Master Club esclarecer que o montante de 134 milhões de reais não representa o espelho orçamentário total do filme do capitão mortalha.

Daí fica a perguntinha nacional que não quer calar, Senhor André Mendonça:

Não tem algo de muito errado neste império Master Club dos bolsoneros?

Muitos congressistas progressistas já estão afirmando que SIM, que esta grana toda, boa parte dela, pode ter tido um outro destino a financiar nos Estados Unidos da América operações articuladas contra a nossa pátria mãe gentil.

É exatamente deste tipo de “patriotas” que estamos falando, justamente, os mercenários vendilhões da pátria capazes de tudo, absolutamente TUDO, para retomar o poder da pátria mãe gentil, nem que seja na marra.

Como o tal famigerado golpe de estado que tanto defendiam, não deu certo, hoje eles defendem e exortam a absurda intervenção militar americana no Brasil!

São mercenários que simplesmente cospem na nossa Constituição e na Carta das Nações.

Esperamos, no frigir destes ovos quentíssimos, que o pleno do STF se manifeste sobre temas tão controversos, porém extremamente necessários!

Com a palavra o Senhor André Mendonça!

 

 

 

Alcione e o nosso Marabaixo

 

Não é um deslumbre ver ao vivo e a cores Alcione cantar Cartola, a antológica canção As Rosas Não Falam, uma belíssima construção poética na voz de quem tem um incrível potencial de canto?

Nossa, e como canta nossa querida Alcione, particularmente, para mim, a atual voz do Brasil, ela que brinca com as notas musicais e nos toca profundamente, lá no fundinho do coração.

Sua marcante e notável apresentação, realizada bem ao lado do Parque Residência do GEA, contou com uma plateia emotiva e muito contagiante. Cada canção que cantava era acompanhada do coro livre entoado por populares ali presentes, que dançavam e se divertiam ao som de uma incrível e muito criativa banda musical.

De um natural carisma bem popular, mulher verdadeira e por vezes muito brincalhona, ela também nos brindou com grandes clássicos da Música Popular Brasileira, samba de raiz tais como Retalhos de Cetim, do genial cantor, compositor e músico Benito di Paula.

Mas, o ponto central de seu SHOW, para nós, amapaenses, foi exatamente sua apresentação com marabaixeiros macapaenses, um show a parte que contagiou a todos em uma belíssima homenagem ao Amapá, a nossa cultura, a força da expressão cultural de nossa região.

O rufar dos tambores do Marabaixo com certeza e com cerveja ganharão muito mais força de divulgação com o apoio incondicional de nada mais e nada menos, da grande voz do Brasil:

ALCIONE!

Foi um momento único, impar, altamente significativo para a cultura local, para a alma cultural do Amapá.

Samba com Marabaixo dá em batuque, em uma grandiosa batucada, uma química ancestral fenomenal!

É momento que fica, que se registra, no tempo e no espaço, da beleza, força e vigor de nossa cultura de resistência, marca ancestral de nossa identidade cultural, de nosso povo, nossa terra, nossa gente.

GRATIDÃO ALCIONE, POR SEU APOIO, POR SUA ENERGIA VIBRACIONAL!

GRATIDÃO!

 

Telhado de vidro

Tem um antigo ditado que diz que quando alguém ou pessoas metaforicamente jogam muitas pedras em alguém com certeza e com cerveja querem esconder o jogo pra evitar a descoberta da sujeira escondida debaixo do tapete.

Este tipo de gente é exatamente aquele tipo maluco com metralhadora giratória, ele que alucinadamente dispara pra todo lado sem antes raciocinar para ter a exata dimensão da situação, analisar os fatos, avaliar as formas racionais de estratégia.

Gente assim não pensa, apela, e apela muito, e sempre e quase sempre dá vazão a absurdas emoções, fazem cagadas mil, fazem de tudo pra atrair a atenção pública, e depois, tardiamente se arrependem!

E aí, senhores e senhoras, Inês já é morta!

A cagada tá feita!

Tarde demais para retificações e desculpas esfarrapadas!

Foi assim e está sendo assim com o caso do Banco Master e foi assim e está sendo assim com o caso do escândalo da Previdência Social, uma “promocion” gerada pelo tal Careca da Previdência, exatamente “o cara” que muito aprontou pros aposentados e pensionistas, nomeado no governo bolsonarista.

Agora, o caso do Banco Master cai “coladinho” no “colinho” do Flávio, logo ele que vive a jogar pedras no presidente Lula, e paralelamente, tira uma de “gringo latino americano”, justamente, aquela “linda mente brasileira” a lamber as botas de Donald Trump e séquitos seguidores.

Resultado do ato nupcial com o “Master” Vorcaro e com o trumpismo:

Queda inevitável nas pesquisas!

Sinal de que a sociedade brasileira está acordando, não dorme e está atenta aos fatos, ao noticiário nacional e internacional, pois, afinal de contas, nem tudo que reluz é ouro!

Portanto, quem tem telhado de vidro, não atire pedras nos outros! 

A história mostra fatos e mais fatos de discursos nacionalistas sempre a escamotear más intenções totalitárias.

Adolf Hitler, Mussoline, Stalin, Hugo Chavez e Maduro começaram exatamente assim, com falsos discursos populistas, discursos nacionalistas, para depois, articularem acordos até com o “coisa ruim” visando a extensão do poder.

As conveniências de momento sempre colocam em xeque-mate o caráter político deste tipo de gente, se é que se pode chamar de gente déspotas e entreguistas capazes de tudo pra se manter no poder.

Saber separar o joio do trigo, caríssimo eleitor, e o caroço, da boa fruta, eis o X da questão!

Refletir, é preciso!

É isso aí gente!               

O lendário Bandeirantes

Diz-se que memória afetiva coletiva pode ser o álbum fotográfico de família, o grandioso Círio de Nazaré, nosso tradicional Marabaixo, o batuque, o carnaval, as velhas fotos com os amigos de juventude.

Tudo isto e muito mais, pode ser entendido como memória afetiva coletiva, pois que envolve todo um conjunto de lembranças, recordações de um povo, de um grupo social.

Nosso lendário e querido Bandeirantes, agora, parte integrante do Museu Residência do GEA, é exatamente a memória física afetiva desta região, pois que ele salvou vidas, resolveu diversos problemas, encurtou sensivelmente distâncias e afastou diversas vezes o perigo de morte de vários amapaenses que corriam risco eminente.

Adquirido no governo Annibal Barcellos, ainda na fase do extinto território federal do Amapá, esta aeronave turboélice, produzida pela Embraer, foi muito mais que providencial para uma insulada região como a nossa, quando tudo estava por fazer.

Mais que um simples governante, Barcellos era o tipo de homem de poucas palavras, porém, de atitude, SEMPRE à frente de seu tempo!

Comandante Barcellos tinha a rara capacidade de visualizar o futuro, de medir o futuro, como um visionário. Detectava as necessidades e imediatamente providenciava as soluções urgentes mais que necessárias.

A aquisição do avião Bandeirantes foi apenas mais uma rápida e urgente decisão sua diante das agravantes situações de carência e de quase isolamento territorial de algumas regiões do Amapá.

Diversas decisões administrativas, importantes decisões administrativas foram tomadas em curto tempo em diversas regiões graças a este lendário avião, ele que sempre cumpria com tranquilidade a sua missão, tudo sob os cuidados do conhecido aviador, Comandante Carlão.

Particularmente, ainda chegamos a viajar algumas vezes neste lendário avião, durante o primeiro mandato do governador Waldez Góes, à serviço da Comunicação do governo amapaense, acompanhado dos colegas de labuta cinegrafista Leonai Sampaio e fotógrafos Sal Lima e Ita Nascimento.

É memória que fica, história que se registra, no tempo e o vento, para toda a comunidade amapaense.       

O Papa, a humanidade e a inteligência artificial

Percebo uma certa inércia nos meios de comunicação e no mundo livre sobre tema tão controverso e perturbador:

A inteligência artificial, e seus avanços tecnológicos!

Particularmente, considero uma boa, uma ótima mesmo, os avanços tecnológicos gerados para computadores, o celular, sistemas GPS de observação e de localização, a mecânica robótica à serviço da medicina para delicadas cirurgias e a incrível capacidade de comunicação, leitura e armazenamento de memória que um simples celular pode dispor ao seu usuário.

Tudo isto é muito incrível, mas, concordando integralmente com o Papa Leão XIV, TAMBÉM considero extremamente perigoso e perturbador imaginar um super cérebro artificial comandando sistemas, a estrutura robótica de uma fábrica, de uma empresa, em substituição a capacidade humana de raciocínio.

Já imaginaram robôs e estruturas mecanizadas programadas a um sistema único, decidindo o destino de um ambiente de trabalho, alijando pessoas de um espaço que outrora, por anos, fora seu ambiente de trabalho?

Este deslumbramento com os avanços tecnológicos, e porque não dizer também financeiros, podem fatalmente colocar em risco empregos, a renda e a sobrevivência de milhares e milhares de trabalhadores, de milhares e milhares de famílias.

Eis a grande preocupação do Papa e de milhares e milhares de pessoas, no mundo todo!

Portanto, pensar com consciência social e humanismo é essencial, principal e fundamental neste delicado momento de “progresso” que o mundo atravessa.

Este futuro triste e sombrio, apenas com um clic, pode dar um xeque-mate mortal no mundo do trabalho!

Tal futuro pode significar, muito em breve, o sepultamento destes espaços de trabalho atualmente e ainda ocupados pela inteligência e sensibilidade humana.

O protagonismo da inteligência artificial sobrepondo a inteligência e a sensibilidade humana pode ser o Day After (O Dia Seguinte) ou o ponto final deste drama científico, com resultados catastróficos para a sociedade.

Este cenário sombrio nos faz relembrar o grande clássico da ficção científica, I Robot (Eu, Robô), de Isaac Asimov, lançado em 1.950.

I Robot (Eu, robô) é um conjunto de nove contos com narrativas que relatam a evolução dos autômatos, através do tempo, onde são apresentadas as célebres Leis da Robótica. Nos nove contos, interligados entre si, figuram os primeiros autômatos, incapazes de falar. Depois surgem os robôs super inteligentes, aptos a tomar decisões que podem afetar para melhor ou para pior a vida humana na Terra.

Neste ponto final, como sinal de alerta fico com os cenários surrealistas de nosso genial artista plástico, Ivan Amanajás, ele que de muito vem alertando em suas telas sobre como será este mundo sombrio e assustador, dominado pela inteligência artificial.

Dosimetria ou jurisprudência absurda?

 

 

Você já imaginou o que é pessoas cometerem atos absurdos contra a democracia e obterem redução de pena e depois quem sabe absolvição completa, amparados em uma jurisprudência absurda, inconstitucional, mercenária e estúpida?

Esta foi a nova “presepada” inconstitucional articulada no Congresso Nacional pelo grupo político bolsonarista com o claro intuito de proteger e “ungir” os golpistas das garras da lei e da justiça.

A Auditoria Geral da União já protocolou argumentos válidos ao Supremo Tribunal Federal para que a tal Lei da Dosimetria, aprovada no parlamento brasileiro, seja por fim e enfim declarada INCONSTITUCIONAL!

O Parecer da Auditoria Geral da União analisou a Ação Direta de Inconstitucionalidade da Associação Brasileira de Imprensa, a ABI, que questionou duramente a validade da famigerada “lei”.

Houve também manifestação encaminhada ao STF, assinada pelo presidente Lula, argumentando a inconstitucionalidade da matéria.

A tal lei da dosimetria foi recentemente promulgada no Senado Federal agora recentemente, dia 8 de maio, após o Congresso derrubar o veto presidencial ao texto do projeto de lei.

O arcabouço jurídico da lei permite a redução de penas dos condenados pelos ataques do 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão como o “comandante” do movimento golpista.

Na verdade, a lei é um “habeas corpus” cego e surdo visando blindar os golpistas, eles que agrediram frontalmente o Código Civil Brasileiro e acima de tudo, a Constituição da República Federativa do Brasil, a democracia, o estado democrático de direito.

Basta ver os áudios e vídeos com as falas, gestos e atos absurdos de Bolsonaro, General Heleno e ministros, todos suscitando a necessidade de tomada de poder. Outras provas demonstram claramente a tentativa de assassinato de autoridades públicas, atos INADIMISSÍVEIS para qualquer democracia.

Dias após a promulgação da famigerada lei o ministro do STF, Alexandre de Moraes, decidiu suspender a eficácia, ou seja, a devida aplicação da lei, isso em caráter liminar, por considerar a existência de fortes indícios de inconstitucionalidade e de interferências políticas em investigações e nos julgamentos do curso do processo.

O polêmico caso está sob a Relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Eu sinceramente fico me perguntando:

O que mais irão inventar, a beatificação do “beato” salu belzebu e o papado do malafaia?

Misericórdia Senhor!

 

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Fronteiras Sangrentas, um roteiro cinematográfico

 

Não é a primeira vez e nem será a última que prazerosamente escrevo sobre a antológica obra de Silvio Meira, Fronteiras Sangrentas, um fantástico roteiro cinematográfico que deve ser lido por todos os nossos representantes eleitos, e amapaenses, no geral.

 

Publicada em 1.975, com o apoio do Conselho Estadual de Cultura do Pará, composta e impressa na Editora Gráfica Luna Ltda, Fronteiras Sangrentas possui interessante roteiro histórico baseado em documentos, jornais da época, com fatos relevantes sobre a histórica questão do Contestado, desde o começo do começo, quando os irmãos Germano e Firmino, após longas caminhadas, selva adentro, descobrem ouro, na região do Calçoene.  

 

Após a rica descoberta dos irmãos Germano e Firmino, que extraíram bastante o rico metal precioso, a notícia rapidamente se espalha no norte e nordeste do Brasil e na Guiana.

 

Em 1.895, mais de mil pessoas já habitavam o curso do rio Calçoene. Eram aventureiros vindos de Caiena, Guiana Francesa, tais como Clement Tamba, e diversos brasileiros oriundos das regiões norte e nordeste. Logo todos passam a disputar metro a metro a rica região aurífera.

 

Os franceses insistiam em interpretações equivocadas sobre limite territorial, com certeza, com a clara intenção de expandir seu domínio territorial dentro de terras brasileiras.

 

A motivação principal?

 

A ambição pelas reservas de ouro!

 

Trajano, um brasileiro mercenário e entreguista, representante de Charvein, delegado do governo francês em Caiena, é preso pelo Governo do Triunvirato na Vila do Amapá. Imediatamente, Charvein determina o envio de legionários mercenários, fortemente armados, para prender Cabralzinho. Inesperadamente, a corveta francesa Bengali aporta em solo brasileiro, e dela salta o capitão Lunier, para dar voz de prisão a Cabralzinho, isso no dia 15 de maio de 1.895. Cabralzinho reage ao inimigo e o mata, tendo o mesmo destino um tenente e um sargento.

 

A resistência brasileira consegue deter o invasor até o esgotamento da munição.

 

Ocorre que a grande superioridade numérica bem como a capacidade bélica dos franceses é bem maior e muito ofensiva. Etiènne, porta-bandeira francês, embora ferido no rosto, porém irado, ordena que toquem fogo nas casas, saqueiem o comércio e matem a todos. Mulheres, velhos e crianças não são poupados e são mortos sem dó e nem piedade. Logo, a notícia chega em Belém e é amplamente divulgada em detalhes, no jornal Diário de Notícias, através de seu diretor, Felipe José de Lima, veículo de comunicação do Partido Republicano Democrata. No informativo consta o nome e idade de cada vítima e a forma brutal como fora assassinada.

 

A histórica questão do Contestado (regiões do Amapá e Calçoene) só fora definitivamente resolvida, em 1.900, com o Laudo de Berna, na Suíça, sendo Barão do Rio Branco o grande protagonista a realizar brilhante defesa em favor do Brasil. Sua tese teve como base principal de defesa a cartografia, um mapa francês em que se registra o direito do Brasil à margem esquerda do rio Amazonas; o Tratado de Utrecht, de 11 de abril de 1.713, e principalmente, a antológica obra L’Oyapoc et L’Amazone (1.891), do grande pesquisador e geógrafo brasileiro, Joaquim Caetano da Silva.     

 

 

O petróleo é realmente nosso?

 

Olha só que “maravilha”!

O Amapá corre sério risco de levar uma boa rasteira na questão da distribuição dos tais royalties do petróleo que será explorado em sua área litorânea.

Rápidos no gatilho, poderosos estados requerentes, principalmente do sul e sudeste, desejam abocanhar as maiores fatias do bolo, deixando migalhas para o estado produtor, no caso, o nosso Amapá.

Não é, uma “beleuza” creuza!?

O Procurador Geral do Estado do Amapá, Miguel Zimmermann Martins, enfatizou que a questão da redistribuição dos royalties do petróleo deve ser mais justa uma vez que estados com menor Índice de Desenvolvimento Humano-IDH, tais como o Amapá, não podem jamais financiar estados ricos como Mato Grosso do Sul e Paraná.

O Procurador solicitou a correta modulação dos efeitos da Lei 12.734/12 para que estados da margem equatorial brasileira, tais como o nosso, possam adequadamente e justamente se beneficiar dos recursos oriundos da exploração do petróleo.

Nada mais correto, e muito correto!

As águas barrentas já estão rolando, e não é “marolinha” não!

No STF, a matéria já está sendo analisada, desde quarta-feira, dia 6, justamente o julgamento sobre a constitucionalidade das regras de distribuição dos royalties do petróleo para estados e municípios.

Estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Mato Grosso do Sul, Alagoas, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás já manifestaram seus argumentos com sustentação propositiva a Corte.

Esperamos, sinceramente, que este julgamento seja justo, JUSTÍSSIMO aos estados produtores, entes federativos naturalmente dignos de tal deferimento.

Ademais, reza o padrão internacional que o ente federativo produtor de riqueza natural seja o grande e maior beneficiado desta riqueza natural.

Não é à toa que os Emirados Árabes, Dubai e até mesmo o Irã despontaram como ricas regiões produtoras do ouro negro.

O próprio Irã, apesar de ser um governo teocrático xiita, dispõe de grandes reservas do ouro negro petrolífero. Chegou a se firmar, por algum tempo, como potência emergente, agora em conflito bélico com os Estados Unidos da América e Israel, ambos “zulhudos” naquilo tudo, exatamente, o ouro negro iraniano.

Lembrar que no Amapá, no final dos anos 40, amapaenses sonhavam, e como sonhavam, com um Amapá melhor, rico e promissor.

Sonhávamos como uma espécie de El Dourado da Amazônia, e tudo por conta do tão propagado Contrato do Manganês do Amapá, assinado em 1.947.

No final das contas, o tal contrato promoveu um dos maiores crimes de lesa pátria ocorrido na fase obscura do regime militar, governo Eurico Gaspar Dutra.

A denúncia, feita pelo grande escritor, poeta e advogado Álvaro da Cunha, ganhou as páginas dos jornais. Sua obra, intitulada Quem Explorou Quem no Contrato do Manganês do Amapá, deu no que falar!

A obra de Álvaro da Cunha ainda é um alerta nestes tempos atuais de propagandas, royalties, denúncias, embates e julgamentos no Supremo Tribunal Federal.

Nós, cá de casa, só queremos JUSTIÇA!

Alô Davi Alcolumbre!

 

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