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Heraldo Almeida

Maniçoba: a feijoada da Amazônia

A maniçoba é um dos pratos da culinária brasileira, de origem indígena e africana, um dos mais conhecidos e mais consumido do povo da Amazônia . O seu preparo é feito com as folhas da maniva/mandioca moídas e cozidas, por aproximadamente uma semana (para que se retire da planta o acido cianídrico, que é venenoso), acrescida de carne de porco, carne bovina e outros ingredientes defumados e salgados.

 

A maniçoba é servida acompanhada de arroz branco, farinha de mandioca e pimenta. Tradicionalmente, a maniçoba, é um dos pratos principais nas festas tradicionais da região norte brasileira e de outros lugares do país.

 

A maniçoba também constitui prato típico do Recôncavo baiano, sobretudo dos municípios de Cachoeira e Santo Amaro, onde também é servida durante eventos comemorativos locais, como festa de São João da Feira do Porto. É vendida em feiras livres, em forma de bolos ou em refeições tipo “prato feito”. A maniçoba cachoeirana tem que ter bastante pimenta. Além de ser um prato muito apreciado no Recôncavo, a maniçoba tem histórias e lendas contadas principalmente pelas pessoas mais antigas. Dizem que é uma comida perigosa. Quem comer tem que descansar, ter repouso total pois corre risco de morte (bobagem pura).

 

Preparo: Coloque as carnes salgadas de molho de véspera, trocando a água até tirar o sal. Soque o alho, pique a cebola e coloque numa panela para refogar. Pique os tomates, os pimentões o coentro e a hortelã.

 

Quando a cebola estiver dourada, junte os outros temperos picados, menos a pimenta-de-cheiro e as folhas de louro. Misture as carnes e refogue. Lave bem as folhas de mandioca sobre uma peneira.

 

Coloque numa panela com água fervente e deixe por alguns minutos.

 

Escorra a água e lave de novo as folhas. Faça isso por três vezes, até sair toda a água verde. Escorra as folhas e misture com as carnes para cozinhar. Retire as carnes à medida em que forem ficando prontas e recoloque-as na panela pouco antes de apagar o fogo.

 

Junte as pimentas-de-cheiro e a água. Cozinhe até que as folhas estejam bem macias. Se necessário coloque sal e sirva com farinha. Tudo isso por uma semana. Alguém quer provar? Bom apetite.

 

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Sim, eu tenho a cara do Saci
O sabor do tucumã
Tenho as asas do Curió
E namoro cunhantã

Nilson Chaves

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Destaque

Músico há mais de 40 anos, produtor, compositor, Joãozinho Gomes tem um trabalho reconhecido no mundo da arte musical.

Como baterista, já tocou e gravou com muitos artistas renomados, no Amapá, em outras cidades do Brasil e no exterior. Atualmente está como secretário de cultura do município de Ferreira Gomes, onde desenvolve belos projetos. Merece o nosso respeito e admiração. #Parabéns.

 

Espetáculo

Foi espetacular o show da consagrada cantora e compositora brasileira, Lucy Alves, no sábado (11), em Ferreira Gomes.

Além das apresentações das quadrilhas juninas, Estrela do Norte, Coração Mazaganense, Coração Brasileiro e Tradição Junina. Parabéns à prefeitura do município pela organização do evento.

 

Investimento

Secretário da Secult, Cléverson Baía, informou no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9), nesta segunda (13), que o GEA vem fomentando o projeto da cultura junina (quadrilhas), desde abril.

São investimentos com estrutura de som, iluminação, palco, telões de led e outros, nos eventos de Ligas, Federações, Associações e quadrilhas.

 

Zona Norte

Secult está viabilizando a realização de um Festival de Quadrilhas Juninas na zona norte de Macapá. Secretário CLéverson Baía disse que ”aquela área da cidade precisa de mais eventos de arte e cultura, e que a maioria acontece no centro”.

 

Arraiá

Prefeitura de Macapá vai realizar o ‘Arraiá Du Mercadu Centrá’, de 24 a 26 de junho, no complexo do Mercado Central, a partir das 18h.

Terá apresentação de quadrilhas juninas, venda dw comidas típicas e o show nacional com a banda de forró ‘Anjo Azul’.

 

Exposição

Artista plástico amapaense, Jeriel Luz, vai realizar a exposição ‘Marabaixo a Essência de um Povo’. De 15 a 30 de junho, no Monumento Marco Zero do Equador, a partir das 10h.

 

Resultado

Funarte divulgou o resultado da etapa de habilitação do Edital Prêmio Funarte às Famílias Circenses e às Artes nas Localidades – Edição 2022.

Conheça a relação de projetos habilitados e inabilitados e o formulário para recurso da etapa de habilitação, no site www.gov.br/turismo.

 

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Rambolde Campos: “Macapá foi amor à primeira vista”

Rambolde Campos é um nordestino de Natal (RN), com cara de amapaense, uma verdadeira mistura de gente que nasce no Brasil e que a identidade geográfica musical, pouco importa, pois, é no sabor do cancioneiro brasileiro que se ama o que se vive.

 

O cantor e compositor, Rambolde Cavalcante Campos, artisticamente conhecido como Rambolde Campos, decidiu registrar a própria carreira musical com um projeto de cantador autoral. E deu o nome de “Rambolde 30 anos”, uma coletânea de 30 músicas, onde dez são inéditas, fazendo parte de um álbum duplo especialmente produzido para celebrar a trajetória desse filho potiguar, de natal (RG), que um dia escolheu as terras tucujus pra morar, bem no comecinho dos anos 80. Desembarcou em Macapá escorado em um violão e na bagagem, uma penca de sonhos, com sons e ritmos brasileiros. Foi amor à primeira vista. Esse amor já dura mais de dez anos e desse casamento, r esultaram dezenas de composições próprias e com outros parceiros de outras paragens, como a canção “Nos passa vida”, feita com Osmar Júnior, um dos maiores compositores e letristas da Amazônia.

 

Sua cidade de nascimento é Cabugi, alguns quilômetros do município de Lages Pintadas (RG), lá Rambolde cresceu ouvindo o pai dele interpretar no assovio os clássicos de Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”. Apesar de muito jovem, Rambolde já entendia o que o “véio Lua” queria dizer com “terra ardendo qual fogueira de São João”. Era a seca castigando o povo nordestino. E a desolação era tamanha que até mesmo a Asa Branca, não suportando o braseiro, tinha batidos asas do sertão. Foram as canções de Luiz Gonzaga que serviram de inspiração para o cantor.

 

Atendendo a convites de parentes que já moravam em Macapá, aos 20 anos de idade, Rambolde Campos, desembarcou em terras tucujus “pra passar alguns dias”, apenas para rever tios e primos e conhecer a terra em que eles moravam há bastante tempo. “Meu tio foi pioneiro aqui em Macapá. Eu em Natal ouvia muito falar dessa cidade, do povo bom e hospitaleiro, e das riquezas naturais que aqui, segundo afirmavam, existiam em abundância. E ainda existem como a gente pode ver e me apaixonei imediatamente”, finalizou Rambolde.

 

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‘Portas’

Título do novo álbum da cantora e compositora brasileira, Marisa Monte, já disponível em todas as plataformas digitais. O disco é composto por 18 músicas, inclusive com a que dá nome ao projeto, Portas. Em áudio e vídeo.

 

Movimentação

Escolas de samba do Rio de Janeiro (grupo especial) já trabalhando para o carnaval de 2023. Definição de enredo e trabalhos de confecção de alegorias e adereços, iniciando. Organização, planejamento e responsabilidade. #Exemplo.

 

Site

Visite o site da escola mais querida do carnaval amapaense, Piratas Estilizados (www.piratasestilizados.com.br). Conheça a história da agremiação, eventos, carnavais, e seja mais um sócio da família alaranjada. #Visite.

 

Namorados

A Banda Sakarolha vai realizar o Baile dos Namorados, dia 11 (sábado), no Cabana Show (av: Sebastião Queiroz – Jardim Felicidade 1), a partir das 20h.

Atrações: DJ Luiz Carlos e o Cabaré do Sakarolha. Informações: 99136-5252 2 99156-9722.

 

Transmissão

Equipe de cultura da Diário FM 90,9 vai transmitir o tradicional concurso Garota Junina, direto do ginásio de esportes de Santana, a partir das 20h.

 

‘Rizoma da Mani’

Título da nova música de Naldo Maranhão em parceria com Afonso Sabão. A canção faz parte do próximo disco do artista e logo será lançado.

 

Luz do Mundo

Título de uma bela música do maestro, Manoel Cordeiro e do cantor, Ronery, gravada pela Banda Warilou e pela cantora, Gaby Amarantos, no primeiro disco solo de Manoel Cordeiro, ‘Sonora Amazônia’.

 

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Viradouro assume a liderança do Ranking Liesa

Após os desfiles no Carnaval 2022, a Unidos do Viradouro assumiu a liderança do Ranking LIESA (2018-2022), totalizando 47 pontos – 02 pontos a mais que a Beija-Flor de Nilópolis, que passou à vice-liderança, com 45 pontos. A Estação Primeira de Mangueira desceu para o 3º lugar, com 38 pontos, 01 ponto a mais que a Acadêmicos do Grande Rio, agora em 4o lugar, com 37 pontos. O Salgueiro caiu para o 5º lugar, com 34 pontos – com 02 pontos a mais que a Portela, que agora aparece em 6º lugar, com 32 pontos.

 

Mocidade Independente e Unidos de Vila Isabel dividem o 7º lugar, com 27 pontos, e a Paraíso do Tuiuti aparece em 9º Lugar, com 18 pontos. A Unidos da Tijuca ficou em 10º lugar com 12 pontos. Logo depois, em 11º lugar, surge a Imperatriz Leopoldinense, com 04 pontos. Em 12º lugar, com 02 pontos, aparece a União da Ilha do Governador, atualmente na Série Ouro. Em 13º lugar, com 01 ponto, ficou a São Clemente, rebaixada para a Série Ouro. Empatadas em 14º lugar, sem pontuação, aparecem o Império Serrano, promovido para o Grupo Especial, e a Estácio de Sá, que permanece na Série Ouro.

O Ranking Liesap é formado pelo somatório obtido nos últimos cinco anos. Entre as Escolas que desfilam, as dez primeiras recebem a seguinte pontuação: campeã – 20 pontos; vice – 15; 3º lugar – 12; 4º – 10; 5º – 8; 6º – 6; 7º – 4; 8º – 3; 9º – 2; e 10º – 1.

 

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Olha meu amor
O que eu quero é te beijar
Seja onde for
Ou aqui ou acolá

Joãozinho Gomes/Amadeu Cavalcante

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Showzaço

Na sexta (11) tem show com a renomada cantora Brasileira, Lucy Alves, na orla da cidade de Ferreira Gomes.

O evento terá apresentação de quadrilhas juninas, de Macapá (Estrela do Norte), Mazagão Velho (Mazagão Mazaganense) e da cidade da festa (Coração Brasileiro).

 

‘O Canto da Amazônia’

Um programa com a cara e o jeito da nossa gente, de segunda à sexta, às 16h, na Diário FM 90,9. É bom de ouvir. Ele valoriza o que é nosso. Sintonize.

 

Imperatriz 2023

Escola de samba Imperatriz Leopoldinense já divulgou o seu enredo para o carnaval 2023, ‘O Aperreio do Cabra Que o Excomungado Tratou Com Má-Querença e o Santíssimo Não Deu Guarida’.

O novo carnavalesco da escola, Leandro Vieira, se debruça nas visões delirantes dos cordéis nordestinos que contam histórias fantásticas sobre a chegada de Virgulino Ferreira da Silva – o famoso Lampião – ao céu e ao inferno para criar o enredo.

 

Novo concurso

O tradicional concurso Garota Junina não foi finalizado, no sábado (4), por causa das fortes chuvas que caíram na noite do evento, em Macapá. A nova data do novo concurso, será no dia 16, com local a definir.

 

Portal

O novo portal do Iphan já está no ar com o endereço http://novoportal.iphan.gov.br. O site atual iphan.gov.br estará funcionando até sua completa substituição.

 

Anuncie

Anuncie no site da cultura ocantodaamazonia.com e garanta o sucesso na divulgação de sua marca no portal que respira arte e cultura da Amazônia. #VisiteEConfira.

 

‘Abaladora’

Título de uma música de Thamires Tannous, Marina Peralta e Makely Ka, em homenagem a todas as mulheres. “Eu sou a matriarca mãe, gaia na fogueira pagã. Uma cunha tchucarramãe, mulher que cuspiu a maçã…”.

Sua Imagem em Mim

“…a viagem foi longa até o destino para compor, em forma de imagem, as palavras pintadas sobre ela. É um exercício diário que habita em mim para construir novas formas de amá-la…”

Tenho lutado diariamente com o pincel das palavras para pintar escrevendo sobre você, minha mais importante obra de arte no painel (tela) da vida. Confesso que até pensei em desistir, mas a sua importância em mim me faz caçar essas palavras, incessantemente, no tempo que ainda me resta para respirar o ar que preciso e, assim, seguir minha sina. Penso, reflito, pinto escrevendo, escrevo pintando e me falta tinta no pincel de minha escrita para compor as letras certas nas palavras certas. Minha imaginação viaja longe e quando fecho os olhos vejo cada detalhe de seu rosto sorrindo em minha direção e me fazendo rapidamente suspirar emocionado de felicidade, por ter os elementos que preciso para concluir a obra de minha maior fonte de inspiração.

A herança da distância dificulta, mas as belas lembranças, sempre presentes, enriquecem essa ausência e continuo a longa caminhada.

O chão suado e batido pelo pisar de minhas longas passadas registra um caminho na direção de encontrar a imagem real para descrever o que meu pensamento registra. A caçada continua e os ventos sopram em direção contrária de minha procura. Preciso seguir meu instinto de caçador sonhador, mas o sentimento visita meus ouvidos e narra uma nova direção que devo seguir. E assim parto rumo a mais esse desafio sem saber ao certo o que encontrarei adiante e nem por onde começar o que preciso iniciar.

As mãos já tremulam aguardando o findar de minha dúvida viagem e o organizar de minha mente, para começar a escrever a pintura de uma história verdadeira sobre a mulher que mora em meus pensamentos.

A noite e 28 de maio foi testemunha daquele inesquecível momento, onde ela apareceu e ocupou todos os espaços possíveis do sentimento daquele homem. Foi paixão imediata. Foi forte o pulsar de seu coração ao registrar a chegada daquela morena-flor, que mais tarde ocupara a sua morada para nunca mais sair. Sua imagem nunca se ausentou de sua mente e é essa viva figura que ele tem registrada para o infinito e que deve ocupar cada escrever, cada pincelada, até formar a imagem esperada e perfeita diante de seus olhos.

O céu é testemunha de minha insistência em tatuar as infinitas palavras que decifram cada qualidade sua. Dia e noite o pensamento viaja em busca do que precisa e deve ser eternizado nesse registro de sentimentos meus que, a cada instante, faz florescer novas maneiras do querer apaixonante e eterno. (Heraldo Almeida – livro “Anaul”).

 

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‘Arraiá’

O Arraiá Du Mercado Centrá’, da Prefeitura de Macapá, está agendado para acontecer de 24 a 26 de junho, no complexo Mercado Central, a partir das 18h.
São 23 quadrilha juninas inscritas para o festival, sendo 19 estilizadas e 4 tradicionais. Cada uma das estilizadas vai receber 5 mil e das tradicionais 4 mil. Na última noite (26) o show fica por canta a Banda de Forró Anjo Azul, de Fortaleza (CE).

 

Críticas

São normais as críticas (comentários) dos profissionais de imprensa quando estão analisando a participação de um projeto em um concurso (disputa).
Se diretores, que estão na disputa, não aceitam as críticas, então é melhor não participar da disputa. #Fato.

 

Prêmio

Inscrições abertas para o 35º Prêmio Rodrigo Melo de Franco Andrade 2022, até 11 de julho. O tema deste ano é Sustentabilidade Socioeconômica do Patrimônio Cultural. Maiores informações no site do Iphan.

 

Carnaval 2023

Presidente da Liesap, Jocildo Lemos, anunciou no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) que fará a primeira visita técnica à Cidade do Samba, com sua diretoria, em julho.

 

Enredo

A Mangueira já anunciou o seu enredo para o carnaval 2023, ‘As Áfricas Que a Bahia Canta’. A verde e rosa voltará com uma narrativa de protagonismo feminino negro.
A escola mostrará as visões de África na Bahia, a partir de sua musicalidade e instituições carnavalescas negras, destacando as lutas contra a intolerância, o racismo e pelo fortalecimento da identidade afrobrasileira (liesa.com.br).

 

Poeta

Jovem poeta amapaense Neto Romano, com belos textos deixa seu talento registrados em suas inúmeras poesias (Escritores AP – YouTube).
“Quero beijar o canto da sua boca e tocá-la com as pontas dos meus dedos/Silenciosamente para quê o mundo aplauda nossa forma de amor sem culpa…”.

 

Valorização

Jovem e talentosa cantora da Armênia, Arpi Alto gravou um dos maiores clássicos da música brasileira e mundial, Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Uma bela interpretação. Veja em seu canal no YouTube.

 

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A intolerância é o próprio desamor

Uma coisa eu observei na tal da sofrência. Ela brinda as relações ditas casos de amor, casamento, namoro, amizade sexual e o escambal, com tolerância e a velha e boa fossa, elemento que nos proporciona chorar, esquecer e partir pra outra sem violência. Ou mesmo engolir seco e dizer: eu amo e pronto.

É que a sociedade transformou em um adjetivo chamado “corno”, até isso operou em uma mentalidade machista ou femini machista (*criei isso agora ).

O problema é que o tal do “chifre” carrega milênios de cultura machista e muitos terminam em morte.

Ora chifre! Isso só dói, só é um porre, esse negócio de lavar a honra com sangue é coisa de Coronel.

Então, viva Marília Mendonça e Reginaldo Rossi, e vamos parar de se matar.

Bora beber. (Osmar Júnior).

 

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A face do meu amor
Tem a cútis da leveza
É mais fina que o esplendor
Que o glamour da natureza

Rambolde Campos/Joãozinho Gomes

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Conselheiro

O ativista cultural, João de Barros, é o Conselheiro Estadual de Cultura da cadeira Quilombola e Festas Tradicionais, eleito no dia 22 de maio. Ele é descendente das comunidades do Ambé e Curiaú.

 

Organização

Os coordenadores dos grupos de Marabaixo da Favela estão de parabéns, pela organização dos eventos realizados na programação do Ciclo do Marabaixo e em outros projetos.

 

Posse

Novos conselheiros de cultura, eleitos no dia 22 de maio, aguardam agenda do governador Waldez Góes, para empossar todo o Conselho.

 

Exposição

Tá acontecendo, até quarta (8), a exposição ‘Crescêntia Cujete-Natcultura’, do artista Francelino Mesquita, no Sesc Centro (esquina da av: Mendonça Furtado com a rua Tiradentes – Centro), das 8h às 20, entrada franca. Esse evento faz parte do projeto ‘Entre Aspas’, do Sesc.

 

Baile

Sábado (11) está agendado para acontecer o Baile dos Namorados, em Mazagão Velho, no Centro Mocito Ayres, a partir das 22h.

 

Atrações: Tiago Natan, DJ Wagner Digital Lucélia Torres. Informações: 99142-1115 e 99133-3492. A realização é da Comissão de São Gonçalo.

 

No Youtube

Programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9) apresentado de segunda à sexta, às 16h, está com uma página no YouTube.

Se inscreva e curta os vídeos (clipes) e fotos de artistas da Amazônia. Assista também, diariamente.

 

‘Virou Macapá’

Título da música do cantor e compositor, Mauro Guilherme (falecido), que retrata a chega da sexta-feira em Macapá. Uma bela homenagem à cidade morena.

A Região: uma rede de relações

O tema da região me persegue. Talvez pela circunstância de viver num Estado, o Rio Grande do Sul, cuja cultura, e especialmente cuja literatura, tradicionalmente vêm sendo apodadas de regionalistas. Em função disso, escrevi um ensaio (Pozenato, 1974), tentando separar as ideias de regionalismo e de regionalidade na literatura gaúcha, confrontando-as com o possível ideal da universalidade literária. Mas vivo também num espaço, o da colonização italiana, que reivindica de longa data ser classificada como região com identidade própria. Mais ainda, trabalho numa Universidade que tem um projeto de regionalização, sobre o qual também tentei refletir num novo ensaio (Pozenato, 1995) em que a ideia de região é mais uma vez posta em cena e, mais uma vez, em confronto com o ideal universitário da universalidade do conhecimento.

Agora, para cúmulo das circunstâncias, estou envolvido num projeto de estudos regionais. Não há como negar, portanto, que sou perseguido pela ideia de região. Mas desde o início dos meus estudos sobre o tema até agora, num período de vinte anos, mudou sensivelmente a inflexão com que a ideia de região é abordada. Talvez seja possível simplificar essa mudança dizendo que ela transitou de uma visão negativa para uma visão positiva. Quer dizer: antes era preciso demonstrar que o regionalismo não consistia numa visão estreita do processo social, em qualquer de suas dimensões; hoje, a percepção das relações regionais é vista como um modo adequado de entender como funciona, ou pode funcionar, o processo de mundialização de todas as relações humanas.

Mas não adiantemos a discussão. A ideia de região é antiga. Buscando a sua etimologia, Emile Benveniste (citado por Bordieu, 1989, p. 118) mostra que a palavra regio deriva de rex, a autoridade que, por decreto, podia circunscrever as fronteiras: regere fines. A região não é pois, na sua origem, uma realidade natural, mas uma divisão do mundo social estabelecida por um ato de vontade. Tal divisão só não é totalmente arbitrária porque, por trás do ato de delimitar um território, há certamente critérios, entre os quais o mais importante é o do alcance e da eficácia do poder de que se reveste o autor da região. Enquanto esse poder é reconhecido, a região por ele regida existe. Em suma, a região, sem deixar de ser em algum grau um espaço natural, com fronteiras naturais, é antes de tudo um espaço construído por decisão, seja política, seja da ordem das representações, entre as quais as de diferentes ciências. A idéia de região como um espaço natural talvez tenha surgido a partir de sua utilização pela geografia. A Geografia Física circunscreve territórios em função da paisagem, como se dizia antigamente, ou seja, da Meteorologia, da Hidrologia, da Topografia, da vegetação etc. A Geografia Humana define os espaços regionais também com critérios objetivos, fornecidos pela História, pela Etnografia, pela Lingüística, pela Economia, pela Sociologia. Como nem sempre esses critérios coincidem, é possível falar de região histórica, região cultural, região econômica e assim por diante, com fronteiras distintas no mesmo território físico. (José Clemente Pozenato – https://www.ucs.br)

 

 

CURUPIRA: Curupira é uma figura do folclore brasileiro. Ele é uma entidade das matas, um moleque de cabelos compridos e vermelhos, cuja característica principal é os pés virados para trás.

 

 

Seu boto dono das águas
Ensine-me a remar
Cortar essas marés de léguas
Cavalgar feito égua
Annie Carvalho/poeta

 

 

É hoje
Neste sábado (4) vai acontecer o tradicional concurso garota junina, a partir das 20h, na quadra do super Fácil, bairro Beirol. São sete candidatas concorrendo ao título. A realização é da quadrilha junina Reino de São João.

 

Festivais
Artistas sentem falta dos festivais de músicas que descobriam novos talentos para a música (compositores, músicos, cantores, produtores, etc. #BonsTempos.

 

Museu
Governo Federal anuncia que em setembro entregará o Novo Museu do Ipiranga. O projeto custou 84 milhões de reais captados e 76 milhões autorizados a captar. Um total de 160 milhões de reais, em parceria com a iniciativa privada.

 

‘Pegada de Gorila’
Nome do mais novo grupo de samba do Amapá, sob coordenação do sambista Zeca Mazagão. Só músicos da pesada compõem o projeto. #MeteACara.

 

Samba
Sambista Nonato Soledade está com um novo disco pra ser lançado, em breve. A música ‘Canto de Lamento’ faz parte do projeto. É composição dele com Darlan Ribeiro. Essa toca no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9).

 

Homenagem
Neste sábado (4), a partir das 21h, tem show da banda Roupa Nova Cover, no Enceada (Garden Shopping). Informações: 98117-1889. Abertura com a cantora Taty Taylor.

 

‘Luz do Mundo’
Título de uma bela música do maestro, Manoel Cordeiro com o cantor, Ronery, gravada pela Banda Warilou e pela cantora, Gaby Amarantos, no primeiro disco solo de Manoel Cordeiro, ‘Sonora Amazônia’.

 

 

 

Projeto Sextou Poesia apresenta literatura, oficinas, música e poesia

Nesta sexta-feira (3), acontece mais uma edição do projeto Sextou Poesia no Sesc Centro, com a participação de músicos e poetas. Durante o evento acontece também uma Oficina de roteiro para quadrinhos e lançamento de livros do professor Ivan Carlo. O Sextou aglutina artistas e amantes da arte, em ambiente propício para os bons encontros.

 

O Sextou Poesia é uma realização do Coletivo Juremas e do SESC Amapá, com apoio do Quarta de Artes da Pleta, Secult Amapá e do O Charme da Poesia. O projeto vai além de um espaço de arte e cultura, é mais uma oportunidade de dialogar sobre a cadeia produtiva da cultura, bem como criar laços para fortalecer o setor no Amapá.

 

Programação

18h – Oficina Roteiro para quadrinhos com o professor Ivan Carlo (2º piso), 19h Lançamento dos livros “Jornalismo em Quadrinhos”; “O roteiro nas histórias em quadrinhos”; “Cabanagem”; “A bíblia do roteiro de quadrinhos” do professor Ivan Carlo/Gian Danton, 19h20 – Show Musical com Roni Moraes, 20h – Recital poético Fogo com Hayam Chandra, 20h30 – Show Musical Mambembeando com Jota Mambembe

 

21h10 – Show Musical A Barca com Ricardo Iraguany e intervenções poéticas com o Coletivo juremas e convidados. No restaurante do Sesc Centro – R. Tiradentes, 920-1004 – Central, Macapá, entrada livre. (Mary Paes – Assessoria de Imprensa).

 

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No Curiaú tem tambor marabaixo
São José é minha fé na beira mar
Isso é o Amapá
Ver nossas tradições rio acima  e abaixo

Ivo Canuty

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Marabaixo

Domingo (5) tem programação do Ciclo do Marabaixo, com o Marabaixo da Murta da Santíssima Trindade. Cortejo da Murta, levantação do mastro e rodas de Marabaixo.

No Barracão Tia Gertrudes, na av: Duque de Caxias, 1203 – Santa Rita, a partir das 16h. A realização é do grupo Berço do Marabaixo.

 

‘Sextou Poesia’

Nome do projeto que o Sesc Amapá vai realizar, na sexta (3), no Sesc Centro (Esquina da av: Mendonça Júnior com a rua Tiradentes), a partir das 18h.

Terá a participação de músicos, poetas, oficina de roteiro para quadrinhos e lançamento de livros do professor Ivan Carlo. Entrada franca.

 

Junho

Chegou o mês de junho e com ele as tradicionais festas juninas. Os concursos de quadrilhas juninas já estão agendados para acontecer. Vamos curtir e comemorar as festanças de junho, sô!

 

‘Moh’

Título da nova música do cantor e compositor amapaense, Zé Miguel, em homenagem aos namorados, abrindo as portas para o romantismo explícito. A obra está no repertório do próximo disco do artista. Já disponível no Youtube.

 

No ar

Programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) está há 11 anos no ar sempre valorizando e divulgando obras de artistas da Amazônia.  De segunda à sexta, ás 16h. #BomDeOuvir.

 

‘Ilhas Que Bailam’

Título de uma das músicas de Osmar Júnior e Fernando Canto, que está no disco “Piratuba a Cantoria no Lago”, do poetinha Osmar Júnior.

 

‘Estrada de Mazagão’

Título do disco da Banda Mano Roots, que também é o nome da música carro-chefe do projeto.  “Tocamos o verdadeiro reggae tucuju”, disse Dylan Rocha, cantor do grupo.

Conheça a música instrumental

A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como ‘Taiane’, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou ‘The Great Gig in the Sky’, da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

 

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar o compasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

 

A música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões.

 

Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

 

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Olha meu amor
O que eu quero é te beijar
Seja onde for
Ou aqui ou acolá

Joãozinho Gomes/Amadeu Cavalcante

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‘Tocando em Frente’

Título da música de Almir Sater, que é uma das maiores referências da música popular brasileira, para o povo brasileiro que carrega o dom de ser capaz e ser feliz.

 

Premiado

Festivaleiro com alma de cantador, Chermont Júnior foi premiado no Festival OnLine da Canção e Artes de Barcelos (AM).

O artista conquistou o 3º lugar, com a música ‘Andarilho do Norte’, e  a melhor letra. Parabéns.

 

Resgate

Sábado (4) vai acontecer o tradicional concurso Garota Junina 2022, na quadra do Super Fácil (Beirol), a partir das 20h.

É um resgate desse evento que estava esquecido. A realização é da quadrilha junina Reino de São João. Informações: 99110-3883.

 

Flor Morena

Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD de seus 10 anos de carreira.

A música ‘Flor Morena’ é um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora. Confira em todas as plataformas digitais.

 

‘Abaladora’

Título de uma música de Thamires Tannous, Marina Peralta e Makely Ka, em homenagem a todas as mulheres. “Eu sou a matriarca mãe, gaia na fogueira pagã. Uma cunha tchucarramãe, mulher que cuspiu a maçã…”.

 

‘Depois dos 60’

Título da nova música da cantora e compositora, Rose Show, com arranjos de Delmir Nunes. “O amor se reinventa, inventa, depois dos 60. Sentimento voa fora como um pássaro na aurora…”.

 

‘Bento Banto’

Título de uma música de Zé Miguel e Joãozinho Gomes gravada pelo grupo Senzalas.

“A caixa, a murta, o mastro, o santo. A dança, a santa, a cor, o canto. Bento Banto, Bento Banto…”.

Banda Mano Hoots lança seu 1º disco, ‘Estrada de Mazagão’

A banda musical amapaense, ‘Mano Roots, lançou nas plataformas digitais o seu 1º disco denominado ‘Estrada do Mazagão’.

 

O cantor da banda, músico e compositor, Dylan Rocha, disse que por causa da pandemia, do novo coronavírus, o grupo ficou impossibilitado de realizar seus projetos, o que gerou crise geral com conseqüências nada boas na economia, na sociedade e na vida cotidiana.

 

Em 2003, um grupo de amigos se reuniu criando a banda que logo despontou no cenário amapaens. Eles transitaram pela MPB, choro, rock, carimbó, baião, mas se identificaram mesmo com o reggae, que foi mesclado com as batidas do Marabaixo, ritmo originalmente tucuju.

 

A banda apresenta um repertório inspirado na realidade da região, como identificado na música ‘Negrinha do Curiaú’, que retrata a beleza e cultura negra remanescente no quilombo do Curiaú, localizado na zona norte de Macapá. Também na canção ‘Estrada do Mazagão’ (título do disco), que aborda o conflito religioso entre mouros e cristãos durante a ocupação da região e a manutenção da tradição perpetuada na encenação na festa católica de São Tiago.

 

Na música ‘Gueto’, expressa os problemas sociais que atingem a cidade e o país, citando as drogas: “o crack se levanta/ te afasta da família, te escraviza e você cai/a precariedade do saneamento básico e a prioridade da preservação da natureza”. Nas letras ainda se vislumbra a declaração clara dos temas sociais que atingem humanidade: “O lixo enxotando as garças e a água declarando a falência da cadeia alimentar…”.

 

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Juro pela bênção de Deus, tentei fugir
Desse teu moreno amor
Tantas vezes eu tentei dormir
Mas o batuque do coração não deixou…

Osmar Júnior

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‘Ensaio Show’

Com esse título a quadrilha junina, Estrela Santanense, está realizando ensaios em pontos turísticos de Macapá e Santana, às sextas-feiras, a partir das 22h. #BoaSacada.

 

Compromisso

Os Conselheiros de Cultura, eleitos, além de assumirem as cadeiras dos segmentos representados, também precisam assumir o compromisso de estarem presentes nas atividades. #Compromisso.

 

Respeito

Os artistas precisam ser respeitados no projeto de cada pré-candidato ao governo do Amapá. É preciso ficar atento a quem tem a cultura desse chão e seus artistas, como prioridade necessária. #Respeito.

 

‘Rizoma da Mani’

Título da nova música de Naldo Maranhão em parceria com Afonso Sabão. A canção faz parte do próximo disco do artista e logo será lançado.

 

‘Ilhas Que Bailam’

Título de uma das músicas de Osmar Júnior e Fernando Canto, que está no disco “Piratuba a Cantoria no Lago”, do poetinha Osmar Júnior.

 

‘Estrada de Mazagão’

Título do disco da Banda Mano Roots, que também é o nome da música carro-chefe do projeto.  “Tocamos o verdadeiro reggae tucuju”, disse Dylan Rocha, cantor do grupo.

 

‘O Canto da Amazônia’

Um programa com a cara e o jeito da nossa gente, de segunda à sexta, às 16h, na Diário FM 90,9. É bom de ouvir. Ele valoriza o que é nosso. Sintonize.

Tacacá: iguaria típica da Amazônia

O tacacá é uma iguaria da região amazônica, em particular do Pará, Acre, Amazonas, Rondônia e Amapá. É preparado com um caldo fino de cor amarelada chamado tucupi, sobre o qual se coloca goma, camarão e jambu. Serve-se muito quente, temperado com sal e pimenta, em cuias. O tucupi vem da tapioca (da qual se prepara a goma), são resultados da massa ralada da mandioca que, depois de prensada, resulta num líquido leitoso-amarelado. Após deixá-lo em repouso, a tapioca fica depositada no fundo do recipiente e o tucupi, na sua parte superior.

 

Sua origem é dos indígenas paraenses e, segundo Câmara Cascudo, deriva de um tipo de sopa indígena denominada ‘mani poi’. Câmara Cascudo diz que “Esse mani poí fez nascer os atuais tacacás, com caldo de peixe ou carne, alho, pimenta, sal, às vezes camarões secos”.

 

O tacacá não é considerado uma refeição. É uma espécie de bebida ou sopa, servida em cuias e vendida pelas ‘tacacazeiras’, geralmente ao entardecer, na esquina das principais ruas das cidades nortistas. Na hora de servir são misturados, na cuia, tucupi, goma de tapioca cozida, jambu e camarão seco. Pimenta-de-cheiro a gosto.

 

O jambu é uma planta rasteira, companheira inseparável do tucupi na preparação dos pratos típicos da região norte, sobretudo do tacacá e do pato. Suas folhas, quando mastigadas, produzem leve tremor nos lábios e, talvez por isso, muitos o apontem como afrodisíaco. Antes de ser acrescentado nos diversos pratos em que é usado, o jambu deve ser ligeiramente aferventado em água com pouco sal.

 

O tacacá não pode faltar nos fins de tarde da população da Amazônia, e é tão significante, que os compositores da região incluem nos versos de suas canções, esse precioso alimento que já é cultural na vida do povo da região amazônica do Brasil.

 

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No Curiaú tem tambor marabaixo
São José é minha fé na beira mar
Isso é o Amapá
Ver nossas tradições rio acima  e abaixo

Ivo Canuty

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Carnaval

“Governador Waldez Góes e o senador Davi Alcolumbre, anunciaram que 3,5 milhões serão destinados as escolas de samba para o carnaval 2023”.

Assim disse o presidente da Liesap, Jocildo Lemos, ao programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9), na terça (24).

 

‘Estrada de Mazagão’

Título do disco da Banda Mano Roots, que também é o nome da música carro-chefe do projeto.  “Tocamos o verdadeiro reggae tucuju”, disse Dylan Rocha, cantor do grupo.

 

‘A Pausa’

Título da música campeã do 1º Festival de Música realizado pela Assembleia Legislativa do Amapá, em 2011, quando aquela casa completou 20 anos de criação.

A canção vencedora é de composição de Serginho Salles, com bela interpretação de Ingrid Sato.

 

‘Belém’

Título da nova música do cantor e compositor paraense, Edilson Moreno, já no repertório do próximo disco. O artista tem muitos clássicos gravados por outros cantores.

 

Qualidade

Produtor musical amapaense, Alan Flexa, coordena o Studio de Produção Artística Zarolho Records, que oferece serviços de produção musical, gravação, edição e masterização. Confira em sua página, no Facebook.

 

‘Rizoma da Mani’

Título da nova música de Naldo Maranhão em parceria com Afonso Sabão. A canção faz parte do próximo disco do artista e logo será lançado.

 

‘O Canto da Amazônia’

Um programa com a cara e o jeito da nossa gente, de segunda à sexta, às 16h, na Diário FM 90,9. É bom de ouvir. Ele valoriza o que é nosso. Sintonize.