Ninguém sente a dor de ninguém


Eu vi homens sofrerem muito por amor, foi em um tempo. Um dia desses vi meus filhos sofrerem e se guardarem em prantos, eu tive a impressão que era pra sempre.

 

Então, fiquei assim, meio que penalizado ou emocionado, pois eu sofri de amor também, por sorte nunca matei, mas eu amei e aquilo sempre dói, eu não sei direito mais ainda dói, alguém disse que é porque preciso doer para escrever canções.

 

Eu desejo que o seu amor dissipe como neblina, que escorra entre os dedos como a água límpida das correntes, que o amor voe arisco como um pássaro que nunca foi seu, que passe feito chuva, que se vá como as estações, como as açucenas que se vão pelo fim da tarde e voltam pela manhã, como a vazante desse rio imenso.

 

Eu espero que o amor não te doa tanto ao ponto de não lembrar mais que era pra ser amor e não egoísmo ou morte. Deixe o amor doer, não o mate, deixei-o morrer. (Osmar Júnior).

 

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O mundo tá perdido
Com o sumiço do cupido
Que eu flechei num tiro certo
Pro gelo derreter

Fernando Canto/Nivito Guedes

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‘Rega Flor’

Título da música da paraense, Camila Honda (também gravada por ela) e produzida pelo maestro Manoel Cordeiro.

 

Adiamento

A 1º Festival da Canção Macapaense, que será realizado pela Prefeitura de Macapá, marcado para acontecer no final de agosto, foi adiado para a segunda semana de setembro.

 

Conselho

Depois das reuniões setoriais, que aconteceram no último final de semana, os nomes escolhidos para a subcomissão de apoio a eleição do Conselho Estadual de Cultura, são: Cayton Fariaz (dança); Cirley Picanço (teatro); Ricardo Pontes (literatura); Irlane Tavares (audiovisual); Jader Seabra (capoeira).

No sábado (21) haverá reunião dos segmentos: artesanato, às 8h, marabaixo, às 10h, cultura gospel, às 14h, música, às 16h, cultura quilombola e festas tradicionais e mais cultura popular e afrodescendentes, às 18h. As reuniões serão na quadra do Colégio Amapaense – Centro.

 

Destaque Cultural

A poeta tucuju, Annie de Carvalho, recebeu do Conselho Estadual de Cultura o diploma de Destaque Cultural 2021, pela sua contribuição ao segmento da poesia amapaense. Parabéns.

 

Jazz

O produtor musical, compositor e cantor, Finéias Nelluty, está anunciando que no próximo sábado (21), vai retornar o projeto Jazz na Calçada com o Coletivo Jazz AP. Aguardem mais informações.

 

Tambor

Cantor e compositor amapaense, Zé Miguel nos deu de presente mais uma bela obra musical, ‘Tam Tam do Tambor’.

“O Tam Tam do Tambor que não se cala, é testemunho vivo da história…”.

 

‘Filho da Aldeia’

Título da música que o compositor e músico Dossel (Roberto Barrucho) vai lançar na primeira semana de novembro, nas plataformas digitais.


Amadeu Cavalcante: “Eu canto a Amazônia”


Sem dúvida, nenhum artista tucuju tem uma das vozes mais privilegiadas do cancioneiro brasileiro e a mais marcante da Amazônia como Amadeu Cavalcante. Filho do Amapá, nascido na capital, Macapá, em 2 de setembro de 1961, iniciou sua carreira profissional cantando nos bares na década de 1980.

 

Em 1989, lançou o primeiro disco da carreira, o LP Sentinela Nortente, em parceria com o também cantor e compositor amapaense Osmar Júnior, que compôs todas as canções. Em 1991, lançou o segundo disco [Estrela do Cabo Norte], gravado no Rio de Janeiro.

 

Em 1996 foi a vez de Tarumã, que traz na capa a pintura do artista plástico amapaense Da Gama, retratando a lenda folclórica do rio Calçoene (município amapaense), vislumbrada na canção que dá nome ao disco. O CD foi gravado no MM Studio e masterizado no Rio de Janeiro.

 

A partir de abril de 1997, Amadeu Cavalcante passa a integrar o Quarteto Senzalas, junto com Zé Miguel, Val Milhomem e Joãozinho Gomes, lançando o CD Dança das Senzalas, em 1999, e realizando apresentações ao vivo nos palcos brasileiros por meio do Projeto Pixinguinha, além da Europa. Mais tarde, Zé Miguel deixou o Senzalas.

 

Com o grupo, Amadeu Cavalcante participou da gravação dos CD’s: Dança das Senzalas (com Zé Miguel, Val Milhomem e Joãozinho Gomes (1999); Tambores do Meio do Mundo (Senzalas – 2010).

 

O artista também gravou o disco ‘Amadeu Cavalcante Em Família’, em 2011, tendo a participação da esposa, Rosane Rodrigues, e as três filhas, Loren, Anne e Hanna Cavalcante. Em dezembro de 2014 gravou seu último disco solo “Equinócio”. O mestre da voz que canta a Amazônia avisa que em breve tem novidade pra lançar.

 

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Não, nunca mais
Eu vou querer uma paixão assim
A gente briga, a gente sofre, a gente cresce
Por amar, eu sei

Osmar Júnior

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Reunião

Reuniões setoriais, para eleição do Conselho Estadual de Cultura, estão acontecendo desde o dia 13 (sexta). Artistas da dança, teatro, audiovisual, capoeira, artes visuais e literatura, já escolheram seus representantes.

As reuniões prosseguem no dia 21 com militantes do artesanato, marabaixo, cultura gospel, música, quilombolas e festas tradicionais e mais afrodescendentes. Informações: 99148-5866.

 

 ‘Setembro Samba’

Para comemorar os 30 anos do ‘Grupo Sambarte’, os sambistas e coordenadores, Carlos Pirú e Nonato Soledade, vão realizar no mês de setembro, o projeto ‘SS Setembro Samba’. Boa ideia.

 

Referência

A marabaixeira Del Marabaixo é uma grande referência na comunidade quilombola de Campina Grande, pelos belos projetos que realiza em prol da cultura tradicional do Amapá. Parabéns.

 

Pérola Negra

O concurso Pérola Negra está agendado para acontecer no dia 20 de novembro, com  mais de 30 candidatas inscritas.

O coordenador e produtor, Ray Balieiro, reforça que o projeto tem o objetivo de valorizar a beleza negra amapaense.

 

‘Pretinha Criola’

Título de uma bela música de Finéias Nelluty, já tocando nas plataformas digitais. O público gostou. Parabéns.

 

Cultura popular

Inscrições abertas para o Prêmio Silvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular. O concurso é voltado para trabalhos inéditos, de caráter monográfico, realizados individualmente ou em grupo, sobre cultura popular e folclore brasileiro.

Com premiações de R$ 25 mil e R$ 20 mil para o primeiro e o segundo lugares. As inscrições ficam abertas até o dia 12 de setembro de 2021. (www.iphan.gov.br).

 

‘Carimbó Caboclo’

Título da música que faz parte do novo projeto da cantora e compositora Lia Sophia. O EP ‘Eletrocarimbó’ está em todas as plataformas digitais.


Beto Oscar e Helder Brandão: Dois artistas amazônicos


Beto Oscar e Helder Brandão estilizam e fundem os ritmos tradicionais amapaense e amazônico, sobretudo, o marabaixo e batuque, partindo do principio que “o regional é universal”, pois a música é linguagem sem fronteiras. Assim, a musicalidade da dupla traz no bojo dos seus acordes uma sonoridade ‘new age’, com influências místicas e caboclas, de olhar sereno e atento a manutenção e valorização das tradições afrodescendentes e do cancioneiro popular.

 

Beto Oscar nasceu em 11 de janeiro de 1971. É instrumentista, cantor e compositor amapaense. Iniciou seus estudos musicais no antigo Conservatório Amapaense de Música, concluindo o curso técnico em violão erudito pela Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA).

 

Depois, graduou-se em licenciatura plena em Música pela mesma unidade de ensino superior paraense. Já participou de vários festivais de música no Amapá e em outras cidades brasileiras, obtendo diversas conquistas.

 

Helder Brandão é cantor e compositor amapaense, com formação no curso de Licenciatura Plena em Letras pela Universidade Federal do Amapá (Unifap). Atualmente exerce a função de músico na Banda de Música da Polícia Militar do Amapá. Ele também é compositor e intérprete e participou de diversos festivais em nível local e nacional.

 

A dupla tem um disco gravado denominado de ‘São Batuques’. Beto e Helder estão trabalhando num novo projeto para logo lançarem a segunda obra autoral.

 

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A bênção tia Venina
Sacaca e mestre Bolão
A bênção tia Dica Congó
Tia Vilsa e mestre pavão

Ilan do Laguinho

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Live

Dia 16 de agosto tem a live ‘A históriaa De Um Milagre com Elson Summer e Banda Renovação’, às 20h, pelo Facebook e Youtube.

 

‘Dono do Mundo’

Título da música que será lançada pelo cantor gospel, Elson Summer e a Banda Renovação, na live do dia 16 de agosto (Facebook e Youtube), a partir das 20h. Autoria da música é de Heraldo Almeida e Banda Renovação.

 

Estranho e belo

Um amigo riu quando eu disse que Djavan tem um estilo musical estranho e belíssimo. Mas é isso mesmo que penso.

Ele diz coisas e canta em melodias inusitadas, cheias de beleza. Ouçam a música Lambada de Serpente. Penso que ninguém nunca disse isso antes.

 

Mestre do Voo

Poeta Joãozinho Gomes e o cantor e compositor Eudes Fraga, assinam a bela obra musical ‘Urubu Mestre do Voo’, gravada por vários artistas.

“Perdoa a mão que te apedreja, perdoa quem não te perdoa. Perdoa a pedra que te alveja, perdoa o preconceito e voa…”.

 

Belo cantar

A jovem cantora amapaense Deize Pinheiro, é dona de uma voz que faz bem aos ouvidos de quem ama a boa música popular brasileira. Ela tem um tom refinado no cantar, uma interpretação divinal e um repertório encantador.

 

‘Festejo’

Título de uma bela música composta por Rambolde Campos e Joel Elias, no ritmo do marabaixo, a cultura mãe do Amapá.

“Corre menina, chama o Munjuca, hoje é dia do senhor. É tanto devoto levando a bandeira que a Trindade abençoou…”.

 

‘Choro Antigo’

Título da obra musical de Eudes Fraga em parceria com Gonzaga Blantez, gravada por Eudes. Mais uma bela canção para acalantar nossos ouvidos Parabéns.


Liesa celebra parceria com a TV Globo


O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Perlingeiro, fala sobre a assinatura de contrato com a TV Globo que terá duração até 2025, as finais de samba, além da imensa procura por camarotes no Sambódromo para os desfiles do Carnaval 2022.

 

“As finais de sambas-enredo para o Carnaval 2022 são uma realização da TV Globo junto com a Liga. Vão ser cinco programas. Os quatro primeiros com três escolas cada e com as três obras por agremiação. No quinto programa já teremos todos os sambas escolhidos e apresentados. O corpo de jurados será de cada escola e a Globo faz a produção. O resultado de cada escolha será dado em cada um desses programas. Os programas vão ser exibidos a partir do início de outubro”.

 

Perlingeiro citou o grande interesse pelos camarotes para o Carnaval de 2022 e falou também da entrada de receita para as escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Com valores a partir de R$ 48 mil, a Liesa recebe nesta quinta-feira (12) os pedidos de pré-reserva de Camarotes para os desfiles do carnaval Rio 2022. As escolas do Grupo Especial estarão se apresentando no Sambódromo no domingo de carnaval, 27/02/2022; na segunda-Feira, 28/02/2022 e no sábado das campeãs, 05/03/2022. (www.liesa.com.br).

 

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“Aqui distante de ti fica tudo esquisito
Feito café com sal
Leite com pimenta, andiroba no mingau
Eu preciso voltar pra perto deste olhar bonito…”

Zé Miguel

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Calendário

Depois da entrega dos nomes dos enredos, escolas de samba do Amapá terão, até 4/10, para entregar o Demo com uma prévia do samba de enredo, em cumprimento ao calendário da Liesap.

 

Faltou

Unidos do Buritizal foi a única escola de samba que não entregou o título do enredo, até 30 de julho, de acordo com o calendário 2022 da Liesap. Até o fechamento desta edição não temos conhecimento se a escola fez a entrega.

 

‘Voei Além’

Título da nova música de Joel Elias em parceria com Naldo Maranhão, que gravou a canção. “Montado no meu poema eu revirei céus e terras, banhei-me em águas e nuvens, enfim…”.

 

Encerrando

As inscrições para o 34º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade se encerram no domingo (15). É considerada a maior premiação no campo do Patrimônio Cultural, o concurso promovido pelo Iphan.

Serão selecionadas doze ações em todo o país. As inscrições podem ser realizadas via formulário digital. Informações no site www.iphan.gov.br.

 

Retornando

O Movimento Costa Norte está voltando com força total. Vamos ficar ligados, pois ‘os feras’ Osmar Júnior, Val Milhomem, Amadeu Cavalcante e Zé Miguel, estão anunciando que vem coisa boa por aí. Aguardem.

 

‘Flor Morena’

Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD dos seus 10 anos de carreira.

A música ‘Flor Morena’ foi um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora. Confira nas redes sociais da artista e plataformas digitais.

 

‘Presentin’

Amigo poeta, cantor e compositor, Ricardo Iraguany, me presenteou com o livro ‘Poetas na Linha Imaginária’.

Além de seus poemas, a coletânea possui obras de vários outros poetas amapaenses. Recomendo.


O Mundo Pela Janela


Ilustrada pela premiada artista plástica Thais Linhares, a obra fala da pandemia da Covid-19 de maneira sutil: o vírus é citado como monstros que acabaram de chegar. Embora se refira ao momento atual, ‘O Mundo Pela Janela’ não se limita, já que a sensação de tédio e a saudade dos amigos pode se repetir em diversas outras ocasiões.

 

Este é o 133º livro de Regina Drummond, neta do consagrado poeta brasileiro Carlos Drummund de Andrade. Entre os lançamentos, já recebeu prêmios e destaques, entre eles o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Nascida em Minas Gerais, Regina Drummond é formada em Língua e Literatura Francesas. Atualmente mora em algum lugar entre São Paulo, no Brasil, e Munique, na Alemanha.

 

Trata-se de uma obra para crianças a partir dos 5 anos, em versos rimados, que fala da pandemia de um jeito sutil: as crianças estão presas em casa, tristes e sozinhas, se sentindo como passarinhos na gaiola, enquanto, lá fora, os monstros atacam sem dó. As belas ilustrações da premiada ilustradora e artista plástica Thais Linhares complementam a obra.

 

Regina Drummond é mineira. Mora em algum lugar entre São Paulo, no Brasil, e Munique, na Alemanha, mas vive mesmo é viajando pelo mundo afora. É pós-graduanda em Literatura Infantil e Juvenil na UCAM e fala francês, inglês e alemão. Além de ser autora de mais de 130 livros, Regina também é tradutora, mas o que ela mais gosta é de contar histórias. Sua obra já recebeu prêmios e destaques, entre eles o ‘Prêmio Jabuti’, da Câmara Brasileira do Livro como editora e uma indicação para o mesmo prêmio como autora; selos ‘Altamente Recomendável’ e ‘Acervo Básico’, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; além de terem sido traduzidos para outros idiomas. (Gabriela kugelmeier).

 

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Pra dançar Marabaixo
Não é preciso requebrar
Mais há de se ter cuidado
Pra sandália não engatar

Aldo Moreira/Joãozinho Gomes

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Reuniões

Diretoria do Conselho de Política Cultural definiu seu calendário das reuniões setoriais para a eleição do Conselho, Biênio 2021/2022.

Agenda: Dança – 13/08, às 18h; Teatro – 13/08, às 20h; Audiovisual – 14/08, às10h; Capoeira – 14/08, às 14h; Artes Visuais – 14/08, às 16h; Literatura – 14/08, às 18h; Artesanato – 21/08, às 8h; Marabaixo – 21/08, às 10h; Cultura Gospel – 21/08, às 14h; Música – 21/08, às 16h, Cultura Quilombola e Festas Tradicionais e mais Cultura Popular e Afrodescendentes – 21/08, às 18h. O local das reuniões é na quadra de esportes do Colégio Amapaense (em frente à Praça da Bandeira – Centro).

 

‘Açaí Fruta Mãe’

Título da poesia cantada de Negra Áurea, já disponível em seu canal no YouTube.

“Uma referência ao açaí, dando a ele a importância de fruta mãe, por ser responsável pela base alimentar da população nortista”, disse a artista.

 

‘Prece à Samaúma’

Título do mais novo poema de Joãozinho Gomes, que está sendo musicado pela compositora Simone Guimarães.

Um dos versos da obra: “Sagrada árvore neste agora alvorecer/Feito uma filha que acaba de nascer/Venho à sua sapupema me benzer/E sob a chuva de sua paina agradecer…”.

 

Novidades

Cantor e compositor Roni Moraes, avisando que logo estará lançando mais um belo projeto, pois está produzindo novas canções. Vamos aguardar as novidades.

 

‘Lumiar’

Cantor e compositor amapaense, Cley Lunna vai realizar a Live Lumiar, nesta quarta (11), às 20h, pela sua página, no Youtube.

 

‘Poemas Escolhidos’

São 41 poetas tucujus reunidos na coletânea ‘Literatura Amapaense – Poemas Escolhidos’, apresentando 205 belos poemas com alma de nosso povo.

O livro está disponível no site da livraria virtual www.amazon.com.com.

 

‘Mistério de Safira’

Título do novo livro do escritor e poeta Ricardo Pontes, lançado em Ebook, e já disponível nas plataformas digitais. O autor anuncia que até março de 2021 a obra ‘Mistério de Safira’ vai virar livro de papel.


Sérgio Souto: cantor e compositor acreano


Sérgio Souto nasceu no dia 11 de julho de 1950, na cidade de Madureira, no estado do Acre. É um cantor, compositor e instrumentista brasileiro. Mudou-se aos quinze anos de idade com a família para o Rio de Janeiro, em busca de melhores oportunidades. Trouxe consigo na memória sons da sua Amazônia natal.

 

Trabalhou como fotógrafo, gráfico e vendedor até conseguir lançar seu primeiro sucesso como cantor, a música “Falsa Alegria”, vencedora do Festival Rodada Brahma de Música Popular e gravada em LP independente no ano de 1980. No ambiente dos festivais de música popular brasileira, frequentes na década de 70 e 80, conheceu Amaral Maia, compositor e letrista carioca, com quem iniciou sólida parceria e amizade desde então.

 

Participou de quase todos os grandes festivais de música do país: Rodada Brahma de Música Popular Brasileira; Festival 79 da TV Tupi (SP); Festival dos Festivais da TV Globo; Festival Rímula de Música do SBT, em São Paulo; Festival O Som das Águas da TV Manchete, em Lambari, MG e outros.

 

A carreira de Sérgio começou a atingir o grande público na década de 80, com a exibição de um videoclipe da música “Falsa Alegria” no programa Fantástico (Globo). Outro sucesso foi a música “Minha Aldeia”, participante do Festival dos Festivais de 1985 e integrante da novela Sinhá Moça de 1986 na mesma emissora.

 

Com um repertório que passa pela toada, samba, fado e música regional, as composições de Sergio Souto se enriqueceram com parceiros como Aldir Blanc (Circo Brasil) e Paulo César Pinheiro (Diamante) ao longo da década de 80 e seguintes.

 

A sofisticação e variedade dos arranjos de seus LPs ganharam o talento de mestres de nossa música como Jota Moraes e Gilson Peranzzetta.

 

Se apresentou pelos principais palcos do Brasil, tais como maracanãzinho, Anhenbi, Olímpia, Teatro Amazonas, Teatro da Paz, Teatro Castro Alves, Teatro Carlos Gomes, Teatro Plácido de Castro, Dragão do Mar e outros tantos.

 

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A face do meu amor
Tem a cútis da leveza
É mais fina que o esplendor
Que o glamour da natureza

Rambolde Campos/Joãozinho Gomes

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 ‘Mal de Amor’

Título da primeira composição musical de Val Milhomem e Joãozinho, gravada no ritmo do samba pelo grupo Gente de Casa.

Lançamento será na sexta (13) no programa ‘O Canto da Amazôia’ (Diário FM 90,9). Sintonize.

 

‘Valsa de Ciranda’

Música de Aroldo Pedrosa, Enrico Di Miceli, Joel Elias, Helder Brandão e Aldo Gatinho, gravada pela jovem cantora amapaense, Alícia Sá.

A canção participou do 16º Festival da Música Brasileira, em Paracatu (MG), e ficou em 6º lugar, no último final de semana.

 

Águas do Jari

Cantor e compositor paraense, Jerry Santos compôs a música ‘Águas do Jarí’, em homenagem ao município Laranjal do Jari, região sul do Amapá.

 

Festival

A música ‘Rap Em Preto e Branco’ de Alan Gomes, Judas Sacaca e Ademir Pedrosa, está selecionada no 51º Festival Nacional da Canção.

A única música representando a Amazônia e o Amapá. Vote na música amapaense pelo site www.festivalnacionaldacancao.com.br.

 

‘Eu Vim do Mar’

Título da música do compositor amapaense Paulinho Bastos, gravada pela paulista Mari Furquim, em seu 1º disco ‘Princesa de Iaocá’.

A canção tem participação especial da cantora amapaense, Patrícia Bastos, com produção de Dante Ozetti.

 

Extraordinário

O músico brasileiro Yamandu Costa, é uma excepcionalidade na arte de tocar violão com tanta técnica, improvisação, harmonia e perfeição.

O gênio gaúcho toca o instrumento de uma maneira diferente e as músicas executadas ficam mais ricas com seus arranjos de momento. #Extraordinário.

 

Música

O pianista, compositor e arranjador brasileiro Ricardo Bacelar, lançou o single ‘Nada Será Como Antes’ (música de Milton Nascimento/Ronaldo Bastos).

Participação especial da pianista, cantora e compositora Delia Fischer. Baixe o álbum e ouça pelo: http://ricardobacelar.com.br/discografia/ao-vivo-no-rio.


Mazagão Velho: berço da cultura amapaense


Mazagão Velho é um lugar cheio de encantos e rico em manifestações culturais, é lá que narramos o início da morada da história cultural amapaense, guardada há mais de dois séculos de vida no coração daquele povo.

O rio Mutuacá é o registro do início desse berço cultural, vindo de mar abaixo lá das bandas da mãe África, as danças das senzalas trouxeram em navios negreiros as maravilhas dos irmãos calejados da luta, grandes movimentos que expressam a arte e fincaram no Amapá a nossa maior manifestação cultura que é o Marabaixo, dança que perpetua nossa raiz folclórica. Essa expressão virou mania em todo o estado, mas foi no pátio da cidade de Mazagão Velho a criação dessa história.

Todo dia 23 de janeiro, Mazagão Velho festeja seu aniversário de cultura, recordando os momentos de conquistas trazidas dos Marrocos e que se instalaram aqui na nossa terra por volta de 1771, fincando o coração na vila que passou também a se denominar Mazagão, em homenagem à terra africana. Das várias contribuições marroquinas, existe a Festa de São Tiago, realizada todos os anos em Mazagão Velho.

Vários projetos e movimentos artístico-culturais defendem a sustentam a bandeira da tradição histórica do povo de Mazagão Velho como o marabaixo, grupos de dança, teatro, artesanato, artes plásticas, histórias, vídeos, ladainhas, festas religiosas, gravações de CD’s e outras manifestações de resistência cultural do povo da terra do padroeiro, São Tiago, filho daquele lugar que respira cultura.

 

 

TRADIÇÃO: É a continuidade ou permanência de uma doutrina, visão de mundo, costumes e valores de um grupo social ou escola de pensamento. Ao nível da etnografia, a tradição revela um conjunto de costumes, comportamentos, memórias, rumores, crenças, lendas, música, práticas, doutrinas e leis que são transmitidos para pessoas de uma comunidade, sendo que os elementos passam a fazer parte da cultura.

 

 

Enquanto os homens exercem seus podres poderes
Motos e fuscas avançam os sinais vermelhos
E perdem os verdes
Somos uns boçais

Caetano Veloso

 

Tradição
Domingo (8) o projeto Tradição vai apresentar o grupo Berço do Marabaixo, na Casa de Cultura Sankofa, a partir das 18h. Na rua Beira Rio (Santa Inês). Informações: 99101-2881.

 

‘Noites Quentes’
Nome do projeto musical realizado pelo cantor e compositor amapaense, João Amorim, com músicas autorais do artista e outras composições.

 

Festivais
Escolas de samba do Rio de Janeiro (grupo especial) estão realizando seus festivais de sambas-enredo para o carnaval de 2022.

 

Vendas
Liesa/RJ iniciou a venda de camarotes e ingressos para os dois dias de desfiles (27 e 28/02) na Sapucaí, em 2022. Confira no site www.liesa.com.br.

 

‘Beatos Cabanos’
Nome de um belo projeto dos artistas Osmar Júnior, Marven Junius e Bruno Muniz, que junta a música e a poesia. Uma valorização da arte como um todo.

 

‘Mordaça’
Cantora e compositora, Samantha Mainine lançou seu novo single ‘Mordaça’, já nas plataformas digitais da artista e vídeo clipe, no YouTube.
A canção traz um lado mais denso, uma letra que aborda as diversas amarras sociais e afetivas que uma pessoa carrega no seu íntimo. #ConfereLá.

 

‘Orgulho Meu’
Título de um dos sambas do cantor e compositor Carlos Pirú em homenagem ao Laguinho, bairro onde nasceu. “Orgulho meu que eu canto agora/onde eu nasci/ me criei/ Laguinho tem muita história…”.

 


Oneide Bastos: “Sou uma caboca da Amazônia”


Uma cantora de voz aveludada e timbre perfeito que mora bem no meio da floresta verde esperança. Com um jeito tucuju de gente da beira do rio, que tem um cantar que se confunde com o cantar dos pássaros cantadores que nos saúdam a cada amanhecer nos convidando para mais um dia de vida livre.
Oneide Bastos é amapaense da gema e faz questão de falar: “eu não tenho vergonha de dizer que sou amapaense e assumir minha identidade artística de caboca tucuju”.
Oneide mergulhou na vida musical desde criança, nos festivais e bailes infantis já cantarolava as canções de sucesso no movimento da MPB. Ela passou por vários grupos musicais, corais (Vozes do Amapá) e outros. De 1977 a 1982 emprestou sua voz ao grupo Seomo, mas nunca deixou de participar de outros momentos. Em 1989 realizou um vôo mais alto em uma turnê pela Guiana Francesa.
Em 1992, Oneide Bastos gravou seu primeiro ensaio musical com parceiros paraenses no disco, em LP, intitulado ‘Tempero Regional’. Em 1994, surge seu primeiro disco, “Mururé”, gravado inicialmente em LP e depois prensado numa edição em CD. O disco recebeu inúmeros prêmios e elogios do público e da crítica, tendo merecido até um poema do escritor e poeta Luiz Alberto Costa Guedes, da Academia Amapaense de Letras. Em 1996 participou do 1º Especial de Música Popular da Amazônia, produzido pela Amazon Sat e Amapá FM. Em 1997, teve participação especial no show ‘As Mulheres Cantam o Amapá’, idealizado pelo produtor Luciano Santos.
Oneide Bastos também foi intérprete dos grupos Trio da Terra, Sonora Brasil e do Projeto Água. Entre 1991 e 2002, foi uma das protagonistas do musical ‘Meu Último Tango’, onde contracenou com o bailarino de nível internacional, Agessandro Rego. Em 2001, com o espetáculo ‘O show’, resgata e valoriza a música brasileira produzida entre 1930 e 2000. O último disco lançado pela artista foi ‘Quando Bate o Tambor’, em homenagem aos sons e ritmos da Amazônia. Ela já está gravando um novo projeto.

 

 

CANÍCULA: Canícula é um termo que designa períodos de ondas de calor em geral associadas à presença circulações atmosféricas anticiclônicas quase estacionárias, encontradas durante eventos de bloqueio atmosférico.

 

 

Meu coração menino
Trás no peito um beija flor
A procura de ninho
Voando atrás do teu amor
Beto Oscar e Helder Brandão

 

 

Músicas classificadas
Fumcult divulgou a lista das 20 músicas classificadas para o 1º Festival da Canção Macapaense, que vai acontecer de 29 a 31 de agosto.
Músicas: Pororoca (Sabrina Zahara); Nega Jolie (Amadeu Cavalcante); Macunaíma (Nonato Soledade); Retrato de Abril (Helder Brandão); Canícula (Ronilson Mendes); No Pé do Tambor (Zaqueu Santos); Lanterna Chinesa (Nitai Santana); Nega do Curiaú (Lucélia Torres); Jardineiro Cantor (Harinama Sukhi); Avepoema (Aroldo Pedrosa); Uirapuru (Rafael Senra); Sina(l) dos Tempos (Carol); Amazônia Meu País (Cley Lunna); Corpo Fechado (Nonato Santos); Mobília (Banda Desiderare); Estradas Festivaleiras (Chermont Júnior); Meu Raio de Sol (Letícia Sfair); Cantoria da Chuva (Bruno Muniz); Oração (João Amorim); Um Açaí Para Arrematar (Lene balieiro). Mais informações no site www.fumcult.macapa.gov.br.

 

‘Mal de Amor’
Título da música de Val Milhomem e Joãozinho Gomes, gravada no ritmo do samba, pelo grupo amapaense, Gente de Casa.
O lançamento está agendado para a sexta (13) no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9), às 16h.

 

Luto
Faleceu na quarta (4), vítima de um mal súbito, o diretor de carnaval da Liesap, Alexandre Evangelista. Carnaval de luto.

 

Blocos
A Liga Independente dos Blocos Carnavalescos do Amapá – LIBA, definiu o dia que vai realizar a sua live, 11 de setembro.

 

‘Meio do Mundo’
Cantador da Amazônia, Nonato Santos lançando músicas de seu novo disco e nos enviou ‘Festa no Meio do Mundo’, bela música. “Tem festa no meio do mundo, é pra lá que eu vou, que eu vou me mandar…”.

 

Pesquisa
Produtora cultural e pesquisadora brasileira, Cris Rangel está realizando uma pesquisa de levantamento sobre programadores, radialistas, rádios educativas e rádios web que pautem a música independente produzida no Brasil.

o projeto é uma proposta da Feira Internacional da Música do Sul, com o objetivo de conhecer os espaços de radiodifusão que falam de música independente. Mais informação acesse https://www.fims.com.br/.

 

‘Eletrocarimbó’
Título do novo disco da cantora Lia Sophia, já disponível em todas as plataformas digitais. Um repertório refinado e uma rítmica que só a Amazônia sabe oferecer.

 


Eu sou da Amazônia


O poetinha amapaense, Osmar Júnior, conta como foi a inspiração para compor a música ‘Eu Sou da Amazônia’.
Uma história ocorreu comigo em uma viagem de barco.
O cidadão dizia ao telefone:
– Manda um beijo pro meu pai, mês que vem eu vou por aí.
– Com licença, eu disse. O senhor é caixeiro viajante? Perdão, não pude deixar de escutar o fim da sua conversa ao telefone. O senhor passa muito tempo longe de casa?
– Sim. Sou representante comercial de uma fábrica de alimentos; a minha área de trabalho são as localidades ribeirinhas; passo um bom tempo longe da família.
Estendemos o papo e assim a viagem foi agradável.
Olhei ao redor e vi rostos viajantes, viajantes de rio, viajantes da Amazônia. O barco motor do Norte chega aos festivais do interior, que são muitos, tocando alto um som de festa, um som que essa minha gente gosta.
Eu fiz ‘Os passa vida’ em parceria com o Rambôlde Campos, que foi um grande sucesso, gravada por Alcyr Guimarães, Lucinha Bastos e Sayonara, e também por Fafá de Belém.
‘Fiz coração tropical’, gravada por Amadeu Cavalcante.
Agora mando mais algumas dessas receitas de salão, através de Dani Li, uma cantora que vai dar o que falar. A voz poderosa, o ritmo, o carisma e uma mensagem vinda do fundo do coração de sua terra. A receita certa para fazer sucesso na região.
Às margens, o povo, a dança, esses caminhos de rio, essas cidadezinhas de interior, essas meninas da Amazônia me encantam, fazem compor. Quero ser nortista, quero ser habitante do coração dessa gente, dos capitães de barcos que são bons de alma. Eu sou da Amazônia. (Osmar Júnior).

 

 

CARAVANA: uma caravana é um comboio de mercadores, viajantes, peregrinos, torcedores ou qualquer tipo de pessoa, que agrupam-se para percorrer grandes distâncias, muitas vezes por motivo de segurança. Nos desertos, como o do Saara, são movidas por camelos ou dromedários.

 

Sim, eu tenho a cara do Saci
O sabor do tucumã
Tenho as asas do Curió
E namoro cunhantã
Nilson Chaves

 

 

Futevôlei
Dia 7 (sábado) tem Torneio de Futevôlei na arena atrás do Super Fácil do bairro Beirol, às 15h30. Informações: 13 98129-9735 e 96 98133-4621.

 

Homenagem
No sábado (7) tem homenagem especial antecipada ao Dia dos Pais. O cantor Dom Eládio e o violonista Beto 7 Cordas, às 17h, no Empório Café Postal (Rua Odilardo Silva, 2364 – Centro.

 

Rolê
Domingo (8) tem samba de qualidade no projeto Rolê Zim, às 18h, em frente à Cidade do Samba (Rua Ivaldo Veras).
Os sambistas Vitinho Oliveira, Catatau e Júnior Madureira são as atrações. Ingressos limitados. Informações: 99164-3920.

 

‘Lugar Sagrado’
Título da nova música do cantor e compositor amapaense, Roni Moraes, incluída no repertório do 2º disco do artista, ‘Amazônia Lugar Sagrado’.

 

Tempos Remotos’
Título da primeira parceria musical do poeta Joãozinho Gomes com o músico e cantor, Thiago K. A obra está disponível em todas as plataformas digitais.

 

‘Senhora Inspiração’
Título da nova música do cantor e compositor, Naldo Maranhão, já no repertório do novo disco.
“Te quero de manhã cheia de manha. Saindo à francesa ou chegando da Espanha…”.

 

Agrado
Um agrado merecido à professora e poeta, Maria Áurea, a ‘Negra Áurea’ como gosta de ser chamada.
Com sua voz forte e clara, declama seus belos poemas e ilustra com amor os temas sobre a negritude, os preferidos da artista. Bravo.

 


Nonato Santos: o cantador da Amazônia


Conheça um pouco da história artística do cantor e compositor amapaense, Nonato Santos, ‘o cantador da Amazônia’. Um músico que passou a infância e parte da adolescência nas Ilhas do Xingu e na cidade de Senador José Porfírio, no Pará, que teve o seu primeiro contato musical através das composições de Luis Gonzaga, Jacson do Pandeiro, Nelson Gonçalves e mais tarde com Waldick Soriano e a moçada da jovem guarda.

Nonato é fã do pernambucano, Paulo Diniz, compositor daquele que é considerado um hino de protesto que alcançou os primeiros lugares das paradas em todo o país, “Quero Voltar Pra Bahia”, em parceria com o amigo Odibar. Diniz é uma grande referência musical na carreira de Nonato Santos.

Nos anos 70, definitivamente de volta a Macapá, começou a compor músicas que traziam nas suas letras a inspiração na cultura da Amazônia. O artista queria, através da música, fazer com que as pessoas valorizassem mais o lugar onde vivem.
Já participou de muitos festivais universitários da música amapaense, hoje tem três cd’s gravados, o ‘Canto Tapuia’, cd lançado em 1998, trabalho que de cara lhe deu reconhecimento no meio artístico, ‘Quixote Caboco’, lançado em 2012 e ‘Nas Asas da Noite’. Nonato vem trabalhando seu novo projeto musical.

 

 

AUTOR: É aquele que cria, causa ou dá origem a alguma coisa, especialmente obra literária, artística ou científica. É diferente de narrador.Na narratologia, o autor é uma das três entidades da história, sendo as outras o narrador e o leitor/espectador. O leitor e o autor habitam o mundo real. É função do ‘E’ desafia a ideia de que um texto pode ser atribuído a um único autor.

 

 

A face do meu amor
Tem a cútis da leveza
É mais fina que o esplendor
Que o glamour da natureza
Rambolde Campos/Joãozinho Gomes

 

 

Valorização
Jovem e talentosa cantora da Armênia, Arpi Alto gravou um dos maiores clássicos da música brasileira e mundial, Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Uma bela interpretação. Veja em seu canal no YouTube.

 

‘Valsa de Ciranda’
Título da música de Aroldo Pedrosa, Enrico Di Miceli, Helder Brandão, Joel Elias e Aldo Gatinho. Uma das primeiras músicas cantada por Patrícia Bastos, em festivais.

 

Festival de samba
Unidos do Viradouro (RJ) marcou para a quinta (5), o início do festival de sambas-enredo para o Carnaval 2022, em sua quadra. O enredo da escola é ‘Waranã – A Reexistência Vermelha’.

 

Economia criativa
Secretaria Nacional da Cultura lançou Edital para selecionar até 270 empreendedores culturais e criativos.
O objetivo é a participação nas rodadas de negócios e demais atividades do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil. Na modalidade virtual, entre os dias 26 e 29 de outubro deste ano. (www.gov.br).

 

Cultura popular
Inscrições abertas para o Prêmio Silvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular. O concurso é voltado para trabalhos inéditos, de caráter monográfico, realizados individualmente ou em grupo, sobre cultura popular e folclore brasileiros.
Com premiações de R$ 25 mil e R$ 20 mil para o primeiro e o segundo lugares. As inscrições ficam abertas até o dia 12 de setembro de 2021. (www.iphan.gov.br).

 

‘Carimbó Caboclo’
Título da música que faz parte do novo projeto da cantora e compositora Lia Sophia. O EP ‘Eletrocarimbó’ está em todas as plataformas digitais. #TáShow.

 

‘Canto de Atravessar’
Música que está no repertório do disco ‘Raiz’ da cantora paraense, Leila Pinheiro. Uma louvação à Amazônia.
“O pescador quer beber, vai beber no Guajará. Vento no bote, força no remo, canto de atravessar…”.