Professores acusam governo de querer privatizar ensino superior
Marco Leal e Alexandre Adalberto, da Unifap, apontam que no Amapá existem apenas três estabelecimentos de ensino superior público contra 30 da iniciativa privada.

Os professores da Unifap, Marco Leal e Alexandre Adalberto Pereira, disseram no programa ‘Café com Notícia’ (Diário FM 90,9), no início da noite desta segunda-feira, 3, que o governo Bolsonaro, ao anunciar contingenciamento nas verbas da educação, continua a prática que já vem de gestões anteriores de privatizar a educação do país.
Marco Leal analisou que primeiramente o governo procurou desconstruir a importância das universidades brasileiras, depois anunciou os cortes com o eufemismo de contingenciamento e agora procura diminuir os espaços universitários, visando a privatização do setor.

“Isso já vem de alguns governos”, acusou os professores, para mostrarem que no Amapá existem apenas três estabelecimentos de ensino superior contra 30 universidades privadas.
Em termos de Brasil, ainda segundo os professores da Unifap, as universidades privadas representam 75% do montante dos estabelecimentos de cursos superiores, ficando o restante para o ensino público.
Fazendo o contraponto, Marco e Alexandre citaram que no Reino Unido o ensino universitário público ocupa 90% dos estabelecimentos, contra apenas 10% de privados.
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