Instituto Marias da Esperança sai da periferia da cidade para ganhar reconhecimento e apoio institucional
Um projeto social lançado por filhos e netos de mulheres simples do bairro Marabaixo, em Macapá, começa a ganhar reconhecimento a apoio para qualificar pessoas da comunidade

Cleber Barbosa
Da Redação
Nascido na periferia de Macapá, o Instituto Maria da Esperança ganha reconhecimento e parceiros da iniciativa pública e privada que busca colocar no mercado de trabalho pessoas que até já havia desistido do mercado formal. Adriano Costa, uma espécie de porta-voz do grupo, foi ao programa Café com Notícia, nesta terça-feira (11) na rádio Diário FM (90,9) e deu mais detalhes de da ação voluntária do grupo.
Natura, Senai Amapá e o Banco da Amazônia foram entidades que já abraçaram a causa e formalizam uma ação que vai ofertar os cursos de informática básica, confecção de ovos de pascoa e a customização de sandálias e bolsas, num total de160 vagas, entre os meses de março a maio e que terá como ponto alto o dia 8 de março, com oficinas de corte de cabelo e embelezamento para ajudar essas pessoas a se qualificarem e ajudarem a própria comunidade do bairro do Marabaixo.
Marias da Esperança foi um nome tirado a partir de exemplos de mulheres – marias – que eram da comunidade e que se caracterizavam pelo voluntariado, atuando como benzedeiras ou participando de grupos de oração. “Foram as famílias dessas duas marias que colocaram esse projeto em pé, então esse grupo hoje já ajuda mais de vinte famílias
Maria das Graças Carvalho Maciel e Maria Cordeiro da Costa hoje tem filhos e netos atuando como voluntários deste instituto. “Mas a nossa entidade não de faz nem com um ou duas pessoas, são várias, numa corrente do bem, envolvendo professores, técnicos de enfermagem, psicólogos, enfim pessoas engajadas para trazer benefícios de alguma maneira para a nossa população”, completa.
Exemplos
As duas histórias inspiradoras, de mulheres simples – uma vinda do Bailique e a outra do Afuá – que em Macapá constituíram famílias numerosas, mas que ainda tiveram a espiritualidade e o coração generoso para ajudar outras pessoas.
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