Setor de bares e restaurantes prepara estrutura para reabertura do atendimento presencial
Lideranças do SINDBAR anunciam as adaptações para adequações dos estabelecimentos às regras criadas para permitir a volta dos clientes

Cleber Barbosa
Da Redação
Lideranças do setor de alimentação estão nos preparativos para se adequar às regras para a reabertura de bares e restaurantes ao atendimento presencial do público – prevista para 16 de julho. Márcio Bragança e Gil Marra, concederam entrevista nesta terça-feira (14) ao programa LuizMeloEntrevista, na Rádio Diário FM (90,9) e deram mais detalhes sobre a expectativa do segmento.
Segundo os empreendedores, além de dispensador de álcool gel, pia com torneira e sabão, as adaptações incluem ainda fornecimento de uniformes e EPI’s [equipamento de proteção individual] para os funcionários, como também ajustes da própria estrutura física dos estabelecimentos.
Empresário Márcio Bragança, proprietário do Restaurante Só Assados, disse que foram instalados painéis de vidro para restringir o acesso dos clientes, onde ficam os expositores de alimentos. “A partir de agora, nos restaurantes self service o cliente não vai mais se servir, mas ser servido, conforme as orientações que repassou aos nossos funcionários”, explicou.
Também estará sendo obedecido um distanciamento mínimo de dois metros entre as mesas, o que resulta em uma redução de 60% na capacidade do restaurante de Márcio, localizado na área central de Macapá.

Gil Marra, que é vice-presidente do SINDBAR/AP (Sindicato de Bares e Restaurantes do Amapá) disse que todo o esforço não só para atender às novas exigências das autoridades sanitárias e de saúde pública terá valido à pena para a retomada das atividades econômicas do setor. “É um recomeço, uma luta, adaptando-se aos novos critérios, de paciência, de entender o cliente, entender as normas e buscar que o retorno não seja tão dramático como foi a parada, pois nós entendemos enquanto sindicato que nossa função agora é trabalhar o empreendedor, o empresário para que ele não quebre no retorno, que não crie dificuldade”, disse.
Ele disse que a nível nacional, os sindicatos e outras entidades federadas do setor, como a Fecomércio, como entidades cooperadas, trabalham para a retomada da cadeia produtiva do turismo, como a cultura e outros segmentos que precisam estar unidos pois julga ter aprendido com a pandemia que só vai ser vencida essa paralisação mundial se todos estiverem ombreados pensando alternativas e se consorciando para destravar a economia.
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