Wellington Silva
A dura batalha de Kiev

“O pior ainda está por vir”, é o que analistas militares preveem sobre o chamado ponto culminante da Guerra na Ucrânia:
A dura batalha de Kiev!
A brava e inteligente resistência ucraniana e sua desesperada luta contra a bestialidade covarde do exército russo sob a liderança e loucura dominadora de Putin é que poderá ou não definir o The Final Cut (O Ponto Final) deste triste e inesperado conflito. Uma guerra não provocada, mas de muito cuidadosamente arquitetada pela mente fria e ainda soviética de um ex-agente da KGB e sua velha sede expansionista de poder.
Se alguém, neste sofrido planeta de guerras, pandemias e sérios desastres ambientais, tentar buscar respostas sobre os objetivos reais do líder russo, logo verá que a afirmativa do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, não tem nada de exagero, ou seja, seu grande desejo é novamente anexar ao território russo as ex-regiões satélites soviéticas: Polônia, Estônia, Georgia, Lituânia, Romênia, Hungria, Finlândia, Bulgária, etc…
Diante de todos os cenários de horror, destruição, dor, sofrimento, humilhação e grandes perdas humanas ocorridas na Ucrânia, provocadas pelas forças russas, e se hoje dependesse da vontade da grande e esclarecida juventude russa, assim como de parte expressiva de sua população, Vladimir Putin já estaria deposto e condenado.
E por falar em condenado, muitos correspondentes internacionais que lá acompanham o dia a dia do conflito percebem não mais existir indícios de crimes de guerra na Ucrânia e sim claras evidências.
Porque bombardear prefeitura, hospital, prédios habitados por civis e espaço público e histórico destinado a memória das vítimas do holocausto?
É para causar, terror, pânico, medo?
Nunca é demais lembrar que no começo da Segunda Grande Guerra Mundial tropas soviéticas e nazistas cuidavam dos campos de concentração ou campos da morte. Somente Stalin, na União Soviética, mandou matar mais de 1 milhão de opositores ao regime.
Os argumentos do Senhor Vladimir já não cabem mais no mundo atual! Eles jamais serão admitidos no mundo livre de hoje!
Nem mesmo em sua terra natal, São Petersburgo, ou em Moscou, sede do poder máximo do establishment russo, o Kremlin, o Senhor Putin no momento é bem visto, muito pelo contrário. E todos no mundo pedem:
Fora Putin!
Diante de toda a insana monstruosidade praticada pelo invasor em solo ucraniano, fatos por todos diariamente assistidos, pergunto:
O que resta ao bravo povo ucraniano a não ser lutar pela sua liberdade, por seus filhos, família, pelo direito sagrado de um futuro melhor?
Que continuem então a usar a criatividade, gás de cozinha, cilindros de gás, coquetéis molotov, barreiras, armadilhas, para a contenção do inimigo covarde, cruel e impiedoso. Que ocorra o mais rápido possível o apoio logístico da OTAN e da ONU, seja com o tão necessário e imediato deslocamento de caças para as áreas de conflito ou o envio de armas anti-tanque, etc…
Se a liberdade é um legado de Deus outorgado a humanidade e aos animais, é inadmissível nos dias atuais ainda se pensar em apoiar regimes totalitários.
Portanto, Deus conceda a vitória a Ucrânia!
Glória Eterna a liberdade do povo ucraniano!
Vida longa ao povo ucraniano!