Polícia

Vítimas relatam golpe de Odacyl

Um funcionário de uma agência bancária de Macapá abriu mais de cem contas correntes em nomes de pessoas indicadas pelo presidiário, que fazia contatos exclusivamente via telefone celular, embora estivesse dentro da penitenciária. Quando a gerência do banco descobriu que tudo era uma farsa o funcionário foi demitido. Uma senhora alugou um carro de luxo […]


Um funcionário de uma agência bancária de Macapá abriu mais de cem contas correntes em nomes de pessoas indicadas pelo presidiário, que fazia contatos exclusivamente via telefone celular, embora estivesse dentro da penitenciária. Quando a gerência do banco descobriu que tudo era uma farsa o funcionário foi demitido.


Uma senhora alugou um carro de luxo para fazer o recebimento de dinheiro entre os municípios de Macapá e Santana, haja vista que Odacyl Lima lhe garantia o emprego ou outro benefício, mas a pessoa tinha de pagar no mínimo R$ 250. Essa mulher herdou um prejuízo de R$ 20 mil e ainda está com o nome no Serviço de Proteção ao Crédito.

 

Entre as vítimas existe uma mulher para quem Odacyl Lima efetuou mais de mil ligações, sendo que ambos tinham um relacionamento amoroso virtual. A polícia ficou sabendo que ela era responsável por receber o dinheiro dos possíveis beneficiados, cujo ponto de encontro era em uma lan house. Por enquanto a polícia descobriu um rombo de aproximadamente R$ 1 milhão e mais de 3 mil pessoas enganadas pelas trapaças de um interno da penitenciária.


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