Cidades

Amapá trabalha para colocar produtos nos novos mercados abertos após tarifaço

Medida do governo norte-americano atingiu sobremaneira o comércio do açaí; secretária das relações internacionais aponta motivos que justificam o Amapá ter o terceiro maior turismo do norte do país e ser área emergente da economia


 

Douglas Lima
Editor

 

O Governo do Amapá inicia articulações para ingressar nos quinhentos novos mercados abertos para o Brasil após o tarifaço norte-americano, que entre os seus efeitos atingiu sobremaneira o comércio do açaí do estado.

 

A informação foi dada pela secretária estadual de relações internacionais e comércio exterior, Patrícia Ferraz, com o esclarecimento de que a intenção é entrar nos novos mercados com a bioeconomia e os produtos do Selo Amapá.

 

 

A secretária lembrou que os novos mercados foram conseguidos pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), que insere empresas brasileiras no mercado global.

 

As declarações de Patrícia foram no ‘LuizMeloEntrevista’ (Diário FM 90,9), nesta quinta-feira, 8, também abordando o turismo, setor em que em 2025 o Amapá ficou em terceiro lugar em movimentação no Norte, atrás apenas do Pará e Roraima.

 

 

Sobre o mercado exterior, a secretária também informou que o estado articula negócios com a Noruega, Canadá, Inglaterra e China, além do Japão, que logo deverá estar importando o açaí amapaense.

 

A respeito da Inglaterra, a titular das relações internacionais disse que está sendo trabalhada a formalização de um intercâmbio de jovens com aquele país, visando troca de aprendizagem das línguas portuguesa e inglesa.

 

Patrícia Ferraz informou que um estudo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, revelou que o Amapá é um ponto do mundo para ser mais olhado. Ela interpretou que isso deva ser pelas características particulares do estado.

 

A secretária apontou a preservação da natureza, petróleo, eventos e o grande investimento em segurança pública como motivos do Amapá estar sendo falado em todo o mundo, justificando-o como o terceiro maior turismo do norte do país e área emergente da economia.

 

 


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