Acusada de ordenar execução de adolescente é capturada pela Polícia Civil
Crime ocorreu em Calçoene; suspeita de 22 anos é líder de uma facção criminosa e foi localizada a 223 quilômetros do local do fato, no município de Oiapoque

Elen Costa
Da Redação
Uma mulher de 22 anos de idade, apontada como líder de uma organização criminosa, foi presa por uma equipe da Polícia Civil na cidade de Oiapoque. Ela é suspeita de ter ordenado a execução de uma adolescente. O fato ocorreu no dia 2 deste mês, no município de Calçoene, onde a acusada lidera uma facção. Na ocasião, outra jovem foi vítima do ataque, mas sobreviveu.
De acordo com o delegado Ederson Martel, titular do Núcleo de Operações e Inteligência (NOI) da PC, a motivação para os crimes tem relação com o crime organizado.
“Após investigações, foram expedidos quatro mandados de prisões preventivas. Um suspeito foi preso em flagrante pela Polícia Militar, no mesmo dia do ocorrido, e outro pela Polícia Civil no dia seguinte”, detalhou Martel.
Com dois suspeitos ainda foragidos, o NOI e a Delegacia de Polícia de Calçoene continuaram com as diligências e identificaram que a mulher foragida possivelmente estaria escondida no extremo norte do Amapá.
“Em posse dessas informações, o Departamento de Polícia do Interior enviou agentes do NOI, da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio, da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa, e da Coordenadoria de Inteligência e Operações da SEJUSP, para localizar e prender a foragida, o que foi realizado com êxito”, explicou o Delegado.
O quarto envolvido no crime ainda não foi localizado. O titular do NOI informou que o trabalho de inteligência da Polícia Civil está sendo expandido para todos os municípios do Estado do para auxiliar no enfrentamento ao crime organizado e nas prisões de seus integrantes.
“Ainda há um homem foragido, mas continuamos trabalhando e, em breve, iremos realizar a sua prisão. Para isso, contamos com a contribuição da população por meio de denúncias de integrantes de organizações criminosas, que podem ser realizadas por meio do disque-denúncia (96) 99202-6003”, concluiu.
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