Petrobras ainda investiga causas do vazamento na Foz do Amazonas
Ao Ibama, companhia afirma que vazamento ocorreu durante testes, quando a sonda não estava perfurando o subsolo marinho

A Petrobras disse, no último final de semana, que ainda investiga as causas do vazamento de fluido de perfuração no poço exploratório Morpho, no bloco FZA–M-59, na bacia da Foz do Amazonas, na costa do Amapá.
Entretanto, a estatal descartou quaisquer problemas com a sonda ou com o poço, e afirma que ambos “permanecem em total condição de segurança”. A informação foi enviada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que acompanha o caso.
Segundo a companhia, “a ocorrência não oferece riscos à segurança da operação de perfuração, tampouco ao meio ambiente”, e pretende retomar a atividade após a conclusão dos trabalhos de reparo — que ainda não tem data.
Antes disso, a empresa precisa receber o aval da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que também acompanha o caso.
A agência determinou que a companhia tem até o dia 6 de fevereiro para produzir um diagnóstico inicial das falhas identificadas.
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