Em suposto protesto, Solidariedade é desclassificada após “operação tartaruga” de integrantes
A escola do bairro Jesus de Nazaré estourou tempo determinado na avenida, se apresentou com 13 minutos a mais que o limite máximo.

Da Redação
A Associação Recreativa Império de Samba Solidariedade foi sumariamente desclassificada da disputa pelo título do Carnaval 2026. O motivo teria sido uma suposta sabotagem de integrantes da agremiação, descontentes com a direção da escola.
Logo de cara, a agremiação atrasou a entrada na pista e depois o que se viu na apresentação foi uma estranha alteração na ordem das alas e demais dispositivos alegóricos, diferente da planta baixa apresentada previamente.
Mas o maior flagrante foi a recusa de integrantes da escola em acelerar o ritmo da evolução, mesmo diante da iminente punição pelo atraso, o que acabou se confirmando. O regulamento diz que estourar o limite máximo de 70 minutos enseja a desclassificação sumária da agremiação.
Enredo
A escola “Soli” levou pra avenida Ivaldo Veras o enredo ‘O Tambor que Liberta – A história dos tambores proibidos’.
A terceira escola a desfilar do grupo de acesso, se apresentou em 1h22 minutos, estrapolando tempo determinado de 80 minutos.
A escola, que desfilou com aproximadamente 600 brincantes, foi a primeira a pisar na avenida do samba, neste sábado de carnaval, no sambódromo.
Histórico
A Escola de Samba Solidariedade, oficialmente denominada de ASSOCIAÇÃO RECREATIVA IMPÉRIO DE SAMBA SOLIDARIEDADE, com sede no bairro Jesus de Nazaré, foi fundada em 15 de Janeiro de 1983.
O jacaré é o símbolo da escola, que adotou as cores verde-limão, grená e branco na bandeira.
Criada como bloco, o ‘Soli’, como é apelidada, se consolidou como escola de samba. Ao longo dos anos, conquistou diversos títulos, tornando-se uma das agremiações mais tradicionais do carnaval de Macapá.
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