Programação do Ciclo do Marabaixo exalta a mais autêntica manifestação da cultura afro-amapaense
Coordenadores dos barracões destacaram a importância do fomento estadual para a garantia da tradição mantida por gerações

Com apoio do Governo do Estado, iniciou oficialmente o Ciclo do Marabaixo 2026. No sábado, 4, as caixas rufaram, nos barracões Dica Congó (Raízes da Favela), Berço do Marabaixo e Azebic, na área urbana de Macapá e na União Folclórica de Campina Grande e Santíssima Trindade da Casa Grande, na zona rural da capital.
No barracão Dica Congó, no Centro, todos os coordenadores dos barracões se reuniram para a abertura oficial, que contou com a presença do governador Clécio Luís, da secretária de Estado da Cultura, Clícia Di Micelli e da diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos. Na ocasião, todos os representantes dos grupos culturais destacaram o apoio do Governo do Amapá para o fortalecimento do período dedicado à mais autêntica manifestação da cultura afro-amapaense.
“O marabaixo também ganha a força na zona rural e hoje com muito orgulho também fazemos parte oficialmente dessa que é a nossa mais autêntica identidade cultural”, destacou Josefa Chagas da comunidade Santíssima Trindade da Casa Grande, localizada na região da APA do Curiaú.
A diretora-presidente adjunta da Fundação Marabaixo, Laura Silva, reiterou a participação e o apoio do Governo do Estado, fomentando o período voltado à cultura ancestral mantida por gerações.
“A gestão do governador Clécio Luís fomenta, apoia e fortalece a cultura em todos os segmentos, assim reafirmando as políticas públicas e afirmativas com equidade. Porém, há um olhar diferenciado para o marabaixo, por se tratar de nossa mais autêntica manifestação cultural, reconhecida como Patrimônio Imaterial do Brasil”, argumenta Laura.
Após a abertura, os festeiros seguiram para os seus barracões para o Marabaixo da Aceitação, que durou até por volta de meia-noite. A programação do Ciclo do Marabaixo 2026 segue neste domingo, 5, nos barracões Tia Biló, sede do grupo Raimundo Ladislau e Marabaixo do Pavão.
Segunda tradição, o período festivo inicia no Sábado de Aleluia e segue até o chamado Domingo do Senhor, após a celebração de Corpos Christi – este ano, 7 de junho.
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