Política

Composição partidária da Alap é alterada após fechamento da janela partidária

O PDT passa a ter a maior bancada na Casa, seguido pelo União Brasil, já o PT ganhou uma deputada


 

A composição partidária da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) foi alterada após o encerramento da janela partidária, período definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que permitiu a troca de legenda sem perda de mandato. Ao todo, dez deputados mudaram de partido.

 

Mesmo com as mudanças, a distribuição das 24 cadeiras permanece conforme o resultado das eleições de 2022. A reorganização interna das bancadas consolidou o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o União Brasil como as maiores forças políticas da Casa.

 

 

O PDT passou a ter a maior bancada, com cinco parlamentares: Jesus Pontes, Aldilene Souza, Pastor Oliveira, que deixou o Republicanos, Jack JK, que saiu do Solidariedade, e Pedro Filé, suplente que assumiu após a eleição do deputado Inácio Maciel para a Prefeitura de Oiapoque.

 

O União Brasil conta com a presidente da Alap, deputada Alliny Serrão, além dos deputados Rodolfo Vale, que se transferiu do PCdoB, Hildegard Gurgel e Roberto Góes. Rede Sustentabilidade e Republicanos dividem a terceira maior bancada, com três parlamentares cada. Na Rede estão Dr. Victor Amoras, Fabrício Furlan e Dayse Marques, que saiu do Solidariedade. Já o Republicanos reúne os deputados Jaime Perez, ex-PRD/AP, Coronel Flexa, que deixou o Podemos/AP, e Rayfran Beirão, que saiu do Solidariedade/AP.

 

Outras siglas também sofreram alterações. O Podemos passa a contar com o deputado R. Nelson, que deixou o PL. O PSD ficou apenas com o deputado Lorran Barreto. A deputada Edna Auzier filiou-se ao PV, legenda da deputada Liliane Abreu. Já o PT ganhou representação com a deputada Zeneide Costa, que deixou o Podemos.

 

A janela partidária ocorre em ano eleitoral, durante 30 dias, seis meses antes do pleito, permitindo a mudança de legenda sem perda de mandato. Fora desse período, a troca só é permitida em casos de desvio do programa partidário ou grave discriminação pessoal. Para cargos majoritários, como presidente da República, governadores e senadores, não há janela partidária.

 


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