Polícia

Homem é preso em flagrante por armazenamento de material de abuso sexual infanto-juvenil

Caso foi registrado em Mazagão durante cumprimento de mandado de busca e apreensão; agentes localizaram no aparelho celular do investigado arquivos contendo material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes


 

Elen Costa
Da Redação

 

A Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DR-Cciber) cumpriu nesta quarta-feira, 13, um mandado de busca e apreensão que resultou na prisão em flagrante de um homem de 25 anos de idade, pelo crime de armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

 

A ação aconteceu no distrito de Mazagão Velho, no município de Mazagão. Durante as diligências, os agentes localizaram no aparelho celular do investigado arquivos contendo material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.

 

Segundo o delegado Breno Esteves, titular da DR-Cciber, a unidade especializada vem intensificando de forma significativa a repressão aos crimes envolvendo abuso sexual infantojuvenil no ambiente virtual desde dezembro de 2025.

 

“Ao longo desses meses, já cumprimos oito mandados de busca e apreensão relacionados a esse tipo de crimes, prendemos três pessoas em flagrante e apreendemos um adolescente. Parte dessas operações foi realizada em parceria com a Polícia Federal, demonstrando a integração das forças de segurança no combate a esse delito”, destacou o delegado.

 

A autoridade policial informou ainda que as investigações envolvem crimes de armazenamento, disponibilização, compartilhamento, venda, divulgação e aquisição, dentre outros, de material de abuso sexual envolvendo criança e adolescente.

 

“Esses números evidenciam que crimes dessa natureza não serão tolerados pela Polícia Civil do Amapá e seguem sendo tratados como uma das prioridades da DR-Cciber”, alertou esteves, reforçando que armazenar, compartilhar, disponibilizar, vender, transmitir, divulgar, publicar, adquirir ou produzir conteúdo de abuso sexual envolvendo criança ou adolescente são crimes graves previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, com penas severas, especialmente quando praticados no ambiente virtual.

 


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