Programa Imóvel da Gente beneficiará 572 famílias do Amapá em nova fase de entregas
Marco na gestão de patrimônios da União, iniciativa destina imóveis a diversas frentes, como habitação, regularização fundiária, educação, saúde, assistência social, cultura, esporte, segurança alimentar, entre outras. No Amapá, serão atendidas famílias de Macapá

Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto na quinta-feira (11/6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, participaram de um evento que marcou entregas do programa Imóvel da Gente. Em pouco mais de três anos de existência, o programa se transformou em uma das principais ferramentas de democratização e destinação social do patrimônio da União e a Bahia foi um dos estados beneficiados nesta nova fase de entregas.
O Amapá foi um dos estados contemplados nesta nova fase de entregas. No estado amapaense, 572 famílias das cidades Macapá serão beneficiadas no bairro Nova União I e II (Gleba Cumaú B). Todas as famílias atendidas no estado estão qualificadas para financiamento via PAC.
DEZ ESTADOS – O evento marcou o anúncio da destinação de 32 núcleos urbanos para regularização fundiária, medida que pode beneficiar mais de 60 mil famílias. Os novos contratos de destinação contemplam 15 municípios de dez estados: Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Paraná, Sergipe e São Paulo. Entre as mais de 62 mil famílias impactadas, cerca de 32 mil já estão qualificadas para financiamento do novo PAC.
“Muito significativo o que estamos fazendo. É uma coisa que me inquietava há muito tempo. Eu queria que a gente pegasse todos os imóveis que temos e os transformasse em coisas de utilidade pública. Eu estou feliz porque nós conseguimos fazer uma coisa que muita gente não conseguiu fazer. Isso é possível quando a gente tem pessoas interessadas”, celebrou o presidente Lula.
JUSTIÇA SOCIAL – Esther Dweck, apontou que, desde 2023, o patrimônio da União deixou de ser um conjunto de imóveis para se tornar um instrumento de justiça social, desenvolvimento territorial e fortalecimento de políticas públicas. “Às vezes, a pessoa pensa em um imóvel, em um apartamento ou em uma casa. Não. São áreas. Dentro dessa contabilidade, tem bairros inteiros. Na verdade, temos a possibilidade de beneficiar quase 400 mil famílias. São áreas inteiras, muitas vezes, que a gente conta como uma. Portanto, se a gente fosse contar imóvel por imóvel, o número seria muito maior, estaria na casa das centenas de milhares”, explicou.
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