Polícia Civil prende 25 pessoas em megaoperação nacional contra o crime
Segunda edição da Rede Cargas reforça Amapá como o único estado do país sem registros de roubo de carga nos últimos anos

Elen Costa
Da Redação
As forças de segurança do Amapá finalizaram com saldo altamente positivo a segunda edição da Operação Rede Cargas. Deflagrada em todo o território nacional entre julho e agosto, a ofensiva no estado foi coordenada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio (DECCP).
A ação resultou na prisão de 25 pessoas e consolidou a eficiência do estado do Amapá no combate à criminalidade. O principal objetivo da operação foi sufocar a prática de delitos e dar cumprimento a mandados de prisão em aberto, com foco especial nos crimes contra o patrimônio.
A operação se estendeu por todos os municípios amapaenses. Ao todo, os agentes cumpriram 25 mandados de prisão, que incluíram ordens preventivas e condenações definitivas. O balanço aponta que os capturados respondiam por uma variedade de crimes graves, como homicídios; roubos e furtos; e estupro de vulnerável.
Um dos pontos altos da operação ocorreu no município de Oiapoque, região de fronteira. Em uma ação conjunta que envolveu a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as equipes conseguiram interceptar e flagrar dois estrangeiros portando substâncias entorpecentes. Após o flagrante, a dupla foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal para os procedimentos cabíveis.
De acordo com o delegado Bruno Braz, coordenador local da operação, o Amapá alcançou um feito histórico e isolado no país. Os dados oficiais mostram que o estado figura hoje como o único do Brasil a não registrar nenhum caso de roubo de carga nos últimos anos.
A autoridade policial ressaltou que o sucesso absoluto da missão é fruto direto da integração técnica e logística entre as diferentes esferas do poder público:
“A deflagração de operações como esta reflete o compromisso com a segurança pública nos três níveis de governo. A União providencia recursos e auxilia na logística, o Estado executa as ações por meio das forças de segurança e as prefeituras dão o apoio local para as equipes. Essa organização viabiliza o resultado exitoso de cada missão”, destacou Braz.
O resultado reafirma o impacto positivo do investimento em inteligência policial e cooperação integrada para garantir a preservação da ordem pública e a segurança da população amapaense.
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