Wellington Silva

Metamorfoses


 

Inicialmente, ela achava que sua obra Metamorfoses não seria vista, e se perguntava se conseguiria ao menos vender um livro no meio de tantos autores diversos, autores vindos das mais diversas regiões do país, todos ansiosos como ela, no meio de um “mundaréu” de gente, público estimado em mais de 700 mil pessoas após finalização periódica deste importantíssimo evento, a 28ª Bienal Internacional do Livro, realizada em São Paulo, neste mês de setembro.

Contando com o apoio da Editora Ler Amar, com a participação direta da CEO Marjore Lacerda, a receptividade de sua obra Metamorfoses, no Estande dos Autores Independentes do Brasil, foi tamanha que surpreendeu a própria autora, uma jovem escritora amapaense, Psicóloga por profissão e poetisa por paixão à arte, as formas espontâneas de expressão.

Seria o seu natural carisma,a sua reflexiva veia poética e o tocante e muito bem ilustrado conteúdo de sua obra, com imagens por ela criadas, expressões de sua alma que harmonizam uma bela interação entre poesia e desenhos?

E “entonces”, Andressa Silva foi só sucesso na Bienal do Livro, uma tucuju da cidade de Macapá, atuante como Psicóloga na Universidade do Estado do Amapá-UEAP, Especialista em Saúde Coletiva com ênfase em Saúde Mental pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP e Especialista em Arteterapia pela Faculdade FAMART.

De acordo com Andressa Silva, Metamorfoses é um conjunto de pequenas notas de palavras e desenhos soltos extraídos de seu caderninho.

E assim, a autora se expressa, sobre sua obra:

“É a parte de um todo que a gente necessita em tempos difíceis. É sobre um emergir por todas aquelas artes conversadas, escritas, musicalizadas, abraçadas, pintadas, fotografadas, poetizadas por aí. É afeto que tem arte. Arte leve, pesada, engraçada, física, metafísica, dolorosa, doce, amarga, triste, risonha. Eu falo de momentos. Quando se está junto ou quando se está só. Solitude, estado de espírito. Compasso e descompasso. Encaixe e desencaixe. O sentido e o sem sentido”.

A autora afirma que a viagem pelo interior de si tem muitas turbulências, tempestades e dias nublados. Mas, também tem sol.

E argumenta, para reflexão:

“O encontro do eu, ou desencontro?

Ecos, descobertas, reviravoltas, escolhas. Para onde vai o nosso sentir, e o nosso expressar?

Este livro se torna um eco, um grito que ecoa forte o poder da fala, do afeto, da força feminina, o poder de acreditar, de perceber as diversas possibilidades que a vida nos convida, a cada instante”.

O que mais particularmente podemos dizer ou desejar a esta notável amapaense que conseguiu se destacar na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, entre tantos autores diversos?

Sucesso, e boas inspirações, SEMPRE!

Para maiores informações sobre a obra acessar www.leramar.blog ou o instagram @ler_amareditora, e da autora @criar.te (Andressa Silva).