Governo do Estado avança na efetivação do Comitê Gestor de Fronteira do Amapá
Reunião do Comitê ocorreu nesta quarta-feira, 23, com participação de forças de segurança do Amapá, representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República

O Governo do Estado, por meio da Segurança Pública do Amapá realizou, nesta quarta-feira, 23, a primeira reunião do Comitê Gestor do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira do Estado do Amapá (GGIF/AP). O Comitê tem como objetivo fortalecer a integração entre os órgãos que atuam na região de fronteira, especialmente no município de Oiapoque, e ampliar a atuação conjunta no enfrentamento aos crimes transfronteiriços no território amapaense.
Coordenada pela Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), a reunião tratou de ações relacionadas à implantação e ao funcionamento do Gabinete, além da apresentação dos integrantes e da participação de representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
“A efetivação do Comitê é um reforço da segurança pública na fronteira, especialmente quando o Amapá, pelo fator Margem Equatorial, tem os olhos voltados para esse importante momento do Estado e necessita ter uma segurança eficiente na atuação transfronteiriça”, detalhou o secretário adjunto de Segurança, Felipe Vieira.
O Comitê reúne órgãos estaduais e federais que integram o Programa de Proteção de Fronteiras e busca estabelecer uma estrutura de atuação integrada na prevenção, no controle e na fiscalização de crimes transfronteiriços. É o que explica o gestor de Assuntos de Fronteiras do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, coronel André Bittencourt.
“Essa equipe e esse Comitê garantem uma estrutura de governança local prevista no decreto de instituição do programa, permitindo a interação do Governo Federal com os governos estaduais e facilitando a prevenção, o controle e a fiscalização de crimes transfronteiriços”, explicou o coronel.
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