‘Eu aprendi que trote é crime’, diz estudante ao visitar o projeto Alôzinho
Liz Vasconcelos, da escola Pequeno Príncipe, foi umas das visitantes do projeto que funciona no Ciodes e faz parte das atividades educativas de combate ao trote

Há 15 anos, o Projeto Alôzinho leva informação a crianças para combater os trotes aos serviços de emergência. Nesta sexta-feira (25), foi a vez de alunos do 5º ano da Escola Pequeno Príncipe conhecerem de perto o funcionamento do Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes), em uma atividade de conscientização sobre o uso correto dos canais de atendimento.
“Eu gostei da visita, achei bem legal o Alôzinho. Hoje eu aprendi que trote é crime e não é legal, não”, disse a pequena estudante Liz Vasconcelos, de 5 anos.
O Projeto Alôzinho proporciona atividades educativas e lúdicas para crianças, especialmente sobre cidadania e combate ao trote telefônico. Durante a programação, os participantes conheceram a estrutura do Ciodes, entendendo como funcionam os atendimentos de emergência e a integração das forças de segurança pública.
“Essa atividade busca desde muito cedo conscientizar as crianças sobre essa prática ilegal que causa sérios danos no atendimento de emergência, podendo até causar perda de vidas. Então adaptamos a linguagem e mostramos para as crianças como isso não é legal”, explicou a sargento Cíntia Alencar, coordenadora do projeto.
O Ciodes completou 20 anos e já contabiliza mais de 2,2 milhões de ocorrências registradas, reforçando sua importância no gerenciamento de demandas emergenciais e na integração entre os órgãos de defesa social.
“O trote mata e hoje ainda temos uma média de 30 ligações diárias, então atuamos integralmente no combate a isso. E nada melhor que conscientizar as crianças que essa prática mata e causa sérios dados”, enfatizou o coordenador do Centro, Major Diego Alves.
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