Justiça Eleitoral coordena projeto de Conciliação Eleitoral e Gestão de Conflitos
Medida visa evitar que qualquer intercorrência eleitoral se torne um processo

Douglas Lima
Editor
Na manhã deste domingo, 4 de outubro de eleições, a juíza eleitoral da 14ª Zona, Elayne Cantuária, falou, entre outros pontos, sobre o projeto inédito da Justiça Brasileira, a Conciliação Eleitoral e a Gestão de Conflitos.
“Estamos aqui atuando no pré-processual para tentar resolver essas intercorrências e que isso não se torne um processo. Assim conseguimos uma eleição mais calma, mais amigável, num clima mais harmônico entre os participantes”, explicou a magistrada.
Acerca da movimentação no dia do pleito, Cantuária disse que, até o momento, não houve nenhuma intercorrência. A parte logística e estrutural da eleição também corre sem transtornos.
Desde às 6h31 da manhã, nenhuma urna estava mais no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AP), todas já estavam na mão dos coordenadores.
“A Justiça Eleitoral trabalha muito e intensamente com muitas estratégias para que o dia da eleição seja um dia de democracia. Se houver qualquer imprevisto, a gente tem o plano A, o plano B e o plano C”, garantiu Elayne.
O presidente do TRE-AP, Desembargador Carmo Antônio segue até o Bailique para o projeto e depois retorna para Macapá. A partir das 11h da manhã ele vem para o prédio do TRE para fazer, ao meio-dia, a primeira avaliação da manhã das eleições no estado do Amapá.
Recomendações
Ao comentar o número de candidatos neste pleito, a juíza aconselhou que os eleitores, em suas casas, façam a chamada “colinha”, com os números dos seus candidatos.
“Vá com a sua colinha em papel para a votação ser um pouco mais rápida, para todo mundo chegar em casa mais tranquilo esperando o resultado”, concluiu.
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