Ulisses Laurindo
Cristiano Ronaldo contra Chile, hoje

A Copa das Confederações, evento que antecede por um ano a Copa do Mundo, sempre deixa alguma garantia sobre o potencial do campeão para o título, um ano depois. Hoje, jogam Portugal e Chile, às 15 hs, (Brasília), fazendo a primeira semifinal, em Kasan, na Rússia. Quanto à possibilidade dos portugueses, de hoje a um ano, existe conotação porque a seleção de Cristiano Ronaldo foi a vencedora da Europa 2016 e tem-se apresentado sempre com destaque. Ao Chile as chances são menores, embora a seleção andina possa surpreender, embora para o título a distancia seja muito grande. O mesmo papel se repete na segunda semifinal de amanhã, entre Alemanha e México. Com equipe renovada os alemães mesmo assim, são categorizados para a vitória, embora os mexicanos tenham registrados bons espetáculos nos últimos tempos. Amanhã, a partida será em Sochi, também, às 15 horas, de Brasília.
Diego Souza
Só agora os clubes descobriram valor no jogador Diego Souza, atualmente no Sport. Durante muito tempo ele vagou por vários clubes brasileiros sem que algum visse nele o grande jogador. Depois que foi convocado para a seleção brasileira despertou seu bom futebol. O treinador Cuca enxergou longe e foi atrás do jogador e o presidente do Sport, Arnaldo Barros, dificultou, mas abriu a chance através de R$ 30 milhões. Diego tem contrato até 2018.
Substituição
A CBF está estudando modificações às regras do jogo. A entidade pensa em introduzir uma substituição por 10 minutos para o jogador lesionado, principalmente na cabeça. O atingindo deixaria o campo e outro jogador entraria no lugar. Decorridos 10 minutos a assistência médica daria o parecer sobre a volta ou não do jogador. Constatou-se que as lesões na cabeça só perdem para contusões nas coxas.
Coaracy Nunes
A turma da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos tendo à frente Coaracy Nunes ganhou habeas corpus para responder em liberdade a acusação de R$ 40 milhões desviados da entidade. Além de Coaracy foram liberados Ricardo Moura, Sérgio Lins e Ricardo Cabral. O grupo dirigiu a entidade aquática por quase de três décadas. Após a prisão, Coaracy não se sentiu bem o que levou o juiz decretar sua liberação, sob a alegação de que ele e os demais não teriam qualquer acesso à entidade.