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Repercute suposta agressão à presidente do Trem

Após registro de ocorrência na 6ª Delegacia de Polícia Civil, presidente da Locomotiva disse que pretendia levar o caso à Justiça e à Federação Amapaense de Futebol.



 

Pelo menos até ontem ainda não se tinha informação de que a presidente do Trem Desportivo Clube, Socorro Marinho, tinha ido além do registro policial que fez sábado na 6ª Delegacia de Polícia, no bairro do Trem, dando conta de que fora vítima de agressão supostamente por seguranças ligados ao presidente de honra do Santos, Luciano Marba.

O caso teria ocorrido sábado, mesmo, no estádio Glicério Marques, durante jogo entre os dois clubes já classificados no Campeonato Amapaense de Futebol Sub 20.

Socorro Marinho relata que Luciano Marba estaria dentro de um carro orientando supostos seguranças a ofender verbalmente jogadores e dirigentes do Trem. Ela diz ainda ter acionado a Polícia Militar do Amapá, mas o oficial que comandava o policiamento informou que não poderia fazer nada.

A presidente da Locomotiva afirma que o estopim de tudo foi uma entrevista do técnico do sub 20 do Trem, Sandro Macapá, alguns dias antes do jogo, quando teria afirmado que “Trem e Santos não era um clássico”.

Após o registro da ocorrência
na 6ª Delegacia de Polícia, Socorro Marinho disse que pretendia levar o caso à Justiça e à Federação Amapaense de Futebol (FAF).

O presidente de honra do Santos, Luciano Marba, informou a um órgão de comunicação, pelo telefone, que estava surpreso com a denúncia de Socorro Marinho. “Nem fui ao jogo”, disse Marba, acrescentando que na ocasião da partida ele se encontrava no interior do município de Macapá, tendo escutado Trem x Santos pelo rádio. Ele ainda disse que em fevereiro também registrou ocorrência policial contra Osmar Marinho, marido da presidente do Trem, porque teria sido ameçado de morte.


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