Brasil e Alemanha, a bola do dia

Usain Bolt que apareceu para o atletismo e o mundo em 2008, depois de seu tricampeonato nas prova de 100 e 200 metros rasos, esta anunciando que não pensa em competir nos Jogos do Japão, em 2020, pois com 29 anos, considera improvável de manter em forma até aquele ano.

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O futebol compõe um das mais de 45 modalidades dos Jogos Olímpicos, mas na tarde de hoje ,no Rio, pelo gosto do torcedor brasileiro, o futebol vai ocupar o primeiro lugar, durante a partida Brasil e Alemanha, decidindo o título olímpico, inédito para os brasileiros. A seleção brasileira ,com Neymar pode ser apontada como favorita, embora o nível do futebol alemão sempre se pressupõe partida equilibrada. O Brasil começou mal a competição empatando de zero com Iraque e África do Sul, resultado que deixou dúvida sobre as condições da equipe, logo reaquecida com vitórias sucessivas, sobre Colômbia e Honduras. Enquanto a seleção brasileira se formou com jogadores pertencentes aos times mais fortes do país, os alemães vieram ao Brasil, com sua maioria de jogadores sem expressão.

Usain Bolt que apareceu para o atletismo e o mundo em 2008, depois de seu tricampeonato nas prova de 100 e 200 metros rasos, esta anunciando que não pensa em competir nos Jogos do Japão, em 2020, pois com 29 anos, considera improvável de manter em forma até aquele ano. Bolt é integrante da equipe de revezamento 4x 100m, da Jamaica, grande favorita para conquistar novo tri e somar ao todo nove medalhas de ouro.

Decepcionado por estar excluída da equipe russa nos Jogos do Rio Yelena Isinbayeva anunciou, no Engenhão, quando assistia as provas de atletismo, que vai se aposentar das pistas. Com 34 anos, Yelena foi campeão olímpica em 2008 e 2012 e não pôde competir no Rio/16, devido a problema da Federação Russa, envolvida em dopping. Ela recorreu, mas seu recurso foi negado mas sempre afirmou que jamais usou drogas durante seu estagio nas pistas.

Faltando ainda dois dias para o término das disputas dos Jogos, a delegação dos Estados Unidos já somou 100 medalhas, sendo 35 de ouro. A equipe norte-americana é forte em todas as modalidades,e quando não obtém o ouro, complementa com prata e bronze, nas primeiras com 33 e nas segundas, com 32. A grata surpresa na disputa é a Grã-Bretanha, que tirou lições dos Jogos de Londres, em 2012, e está na segunda colocação, com 23 de ouro 21 de prata e 13 de bronze. A China, tradicional força do esporte olímpico, é a terceira colocada com 21 de ouro, 17 de prata e 23 de bronze. Mesmo com sua equipe incompleta, devido a punição de dopping, a Rússia é a quarta, com 13 de ouro, 15 de prata e 19 de bronze. O Brasil ocupa a 13ª posição, com 15 medalhas, sendo cinco de ouro.


 
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