Brasil, em nova aventura

Nos seis jogos disputados na era Dunga o Brasil ganhou um jogo empatou três e perdeu um, para o Chile. Quando se trata de seleção o torcedor se enche de entusiasmo, mas, com certa reserva em relação ao trabalho de preparação.

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Está chegando a hora: nesta quinta-feira, a seleção brasileira de futebol, agora comandada por Tite faz a tentativa para melhorar posição nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, jogando em Quito, contra o Equador, líder da competição, com o Uruguai, com 13 pontos ganhos e quatro vitórias.

Nos seis jogos disputados na era Dunga o Brasil ganhou um jogo empatou três e perdeu um, para o Chile. Quando se trata de seleção o torcedor se enche de entusiasmo, mas, com certa reserva em relação ao trabalho de preparação.

Vejam o exemplo atual: Os jogadores, vindo de lugares diferentes chegaram na noite de ontem, na capital equatoriana. Durante o dia, participaram de pequenos exercícios, com o treinamento coletivo reservado para hoje e amanhã. Sem treinamento é dificil se admitir bons resultados. Este era o problema de Dunga, que acabou demitido. Tomara que o mesmo não ocorra com Tite, pois vai acabar desacreditado, como seus antecessores. Por muito tempo, a seleção confiou no talento de seus craques. Hoje, a realidade é outra.

Fla, alegria geral
Nos últimos três Brasileiros, a luta era calcular pontos para fugir do rebaixamento. Por fim, acabava escapando. Este ano, na 22ª rodada, está mostrando vitalidade e chegou até a vice-liderança, atrás do Palmeiras, de Cuca. A história mostra uma realidade na vida do time. Os grandes títulos do clube foram conquistados, em sua maioria, com gente de casa, como Carlinhos e Andrade. Quando a diretoria investiu em estrelas, como Luxemburgo, Mano e Muricy pouco ganhou ou melhor perdeu. Novamente, com gente tida sem grande expressão, está indo bem.É o caso de Zé Ricardo que, modestamente, fala que “é cedo para pensar em título.” Mas, no íntimo, está pensando mesmo.

Inter no buraco
Quem poderia imaginar que o Internacional, talvez o clube mais organizado do país, com mais de 100 mil sócios, iria atravessar um período amargo indo parar na zona de rebaixamento do Brasileirão. Sempre existem causas. Depois de cair, a diretoria voltou a contratar Falcão e logo o dispensou e ficou a ver navio a espera de um novo salvador. Achou um profissional conhecido de todos:Celso Rother. Não está dando certo. E agora, José ?

Despedida
Gabigol deu adeus ao futebol brasileiro. Vai para o futebol italiano, defender o Inter, de Milão.Todos vão torcer pelo seu sucesso, mas o futebol brasileiro fica privado de mais uma esperança, de apenas 19 anos.


 
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