A missão de Davi

Observando vídeos na Internet me pergunto quem, em sã consciência, teria tamanha paciência de Jó para aguentar um Golias altamente deselegante e mal educado, muito mal acostumado a humilhar e acuar adversários políticos como se fosse o galo do terreiro? Mesmo derrotado, ele ainda pode dar trabalho,e por vezes é preciso cortar o mal pela […]

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Observando vídeos na Internet me pergunto quem, em sã consciência, teria tamanha paciência de Jó para aguentar um Golias altamente deselegante e mal educado, muito mal acostumado a humilhar e acuar adversários políticos como se fosse o galo do terreiro? Mesmo derrotado, ele ainda pode dar trabalho,e por vezes é preciso cortar o mal pela raiz e extrair o veneno, como se diz no velho adágio popular. Agora, aguentar serenamente gritos e insultos de uma mulher mal educada, não é saco pra qualquer um, por mais que a necessidade de eleição para presidência do senado tenha de ser regimentalmente presidida pelo senador mais velho, no caso, o senador Magalhães.

Sem confetes e serpentinas, o amapaense Davi Alcolumbre, senador do Amapá (DEM) teve paciência de Jó. De que adiantou tanto barulho contra o jovem senador amapaense se ele foi aclamado por esmagadora maioria como presidente do Senado Federal? Só restou o ranger de dentes do“figuraço” Golias, velho articulador da corrupção, portador de mais de 10 processos com tramite na Justiça.Após enfrentar e tranquilamente vencer adversários o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem agora como pautas grandes desafios. Soluções para a questão da segurança pública e seus graves problemas nacionais, a necessária Reforma da Previdência assim como a necessária Reforma Fiscal são temas fundamentais para a manutenção da paz, da saúde da economia, do equilíbrio fiscal do comércio brasileiro.

Entender a mecânica do déficit público, as reais razões da dívida da previdência pública eas dívidas dos estados exigirá massa encefálica para produzir soluções aos gargalos ou pontos de estrangulamentos. As boas fórmulas de solução exigirão um grande esforço e boa vontade política tanto do governo federal como do Congresso Nacional. O Brasil não aguenta mais sofrer o continuísmo de soluções paliativas. O trabalhador do serviço público não pode pagar esta pesada conta petista. Os servidores públicos federais da Seplan do Amapá, por exemplo, de muito aguardam que seus processos sejam devidamente analisados pelo Ministério do Planejamento, amparados que estão pelo artigo 29 da Lei nº 13.681, sancionada pelo presidente Michel Temer. Os tempos são outros! Arregacemos as mangas! Vamos à luta! Vamos ao trabalho!


 
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