Arguição sobre o atentado a Jair Bolsonaro

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O número dele é 17. Na Cabala Hebraica, sete mais um é igual a oito. Oito é o infinito e o Infinito é Deus, Onisciente, Onividente e Onipresente. Coincidentemente, meu número astrológico também é oito. O oito é tudo e o todo, pois tudo que está dentro está fora e tudo o que está fora está dentro. Não se pode simplesmente eliminar ou abortar uma missão determinada pelo Povo do Andar de Cima. Lembram da lenda da Fênix ressurgida das cinzas?Bem, muita coisa precisa ser elucidada sobre o atentado a Jair Messias Bolsonaro, presidente eleito da República Federativa do Brasil. O cenário do crime, o “solitário” (será?) ator do crime e o fato como ocorreu o crime ainda suscita dúvidas na cabeça de muita gente, principalmente da vítima, a maior interessada na questão.Se o ator solitário do crime agiu sozinho, como arguiu o órgão investigativo, como ele, o criminoso, sabia que Jair Bolsonaro estava sem colete à prova de balas para poder optar por uma arma branca e atacá-lo rápido e quase fulminantemente, não fosse à rápida ação médica?Quem ou o que fez “adiantar o expediente” ao criminoso para que ele tivesse certeza da fragilidade física de Bolsonaro, sem proteção alguma?

 

Outra questão:
Em uma ação de ataque e defesa, como é o caso, reflexo, ação e reação, a primeira coisa a fazer é a técnica de mobilidade, ou seja, a triangulação da área. Com um razoável efetivo se faz com três ou mais, com um ou mais batedores na frente, observadores nas laterais e no fundão. No caso do ataque ao candidato do PSL à presidência da República, um ou dois cinturões humanos de defesa seria o ideal em meio àquela imensa multidão como medida protetiva. Ocorre que à frente do candidato em movimento estava coberta de jornalistas, situação de grande facilidade para a investida do criminoso. Foi num piscar de olhos que ele cobriu com um pano a arma branca (faca) e penetrou esta no abdômen da vítima girando-a propositalmente para ceifar sua vida. Tudo friamente planejado. Se Bolsonaro estivesse no chão teria sido muito pior. Agora, ele, o criminoso, estava sozinho nessa? Muitos já acham que não. Particularmente, eu não acho nada, só tenho certeza. Ah! maldito fanatismo político e religioso!

 

Em nome do fanatismo político e religioso, da inveja e da maldita ambição humana muita desgraça já houve na história da humanidade. O assassinato do presidente americano John Fitzgerald Kennedy, ocorrido no dia 22 de novembro de 1963 na cidade de Dallas, Texas, 35º presidente dos Estados Unidos da América, abortou a trajetória de uma das grandes personalidades do século XX. Isso só foi possível graças a grande facilidade do cenário apresentado ao criminoso, o ex-fuzileiro naval Lee Harvey Oswald. O carro em que Kennedy estava era aberto. De nada adiantou guarda-costas ao seu redor. O tiro preciso do alto de um prédio arrebentou sua cabeça. O criminoso foi preso e dias depois acusado de assassinato. Inesperadamente, Oswald foi assassinado por John Ruby. Queima de arquivo? A Comissão Warren concluiu que Oswald agiu sozinho no assassinato. Em 1979 o Comitê da Câmara sobre Assassinatos descobriu que talvez tenha havido uma conspiração contra o jovem presidente americano. Sabe-se que John Kennedy queria acabar com a Guerra do Vietnã e com o excesso de gastos com a indústria bélica, a chamada indústria da morte. Conseguiu obter durante sua gestão 70% de aprovação do povo americano. Ele continua sendo avaliado como um dos melhores presidentes dos EUA.Ainda jovem, em 1943, em plena 2ª Guerra Mundial, recebeu a Medalha da Marinha e dos Fuzileiros Navais por ajudar 10 colegas de farda a escapar e sobreviver em uma ilha, vítimas de um inesperado ataque do destroier japonês Amagiri, mesmo com sua coluna machucada. John Fitzgerald Kennedy era comandante do barco patrulha PT-109, que fora avariado.

 

Outro caso importante:
Na noite de 8 de dezembro de 1980 quando voltava para o apartamento onde morava em New York (edifício Dakota), frente ao Central Park, John Lennon é abordado por um rapaz que durante o dia lhe havia pedido autógrafo. Esse rapaz era Mark David Chapman, um provável (fã?) dos Beatles e de John. Fã? Ele disparou cinco tiros contra Lennon com um revólver calibre 38. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos intitulado O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, e logo foi preso. John Lennon morreu após perder cerca de 80% de sangue, aos quarenta anos de idade. Em seu julgamento Chapman declarou que na obra O apanhador no Campo de Centeio havia uma mensagem que dizia para matar John Lennon. Foi condenado à prisão perpétua e até hoje é mantido em cela separada de outros presos devido às ameaças de morte que sempre recebe. Motivação de Chapman: declarações do ex-Beatle consideradas por ele como blasfêmia, tais como se declararem mais populares que Cristo (1966). Sabe-se que JohnKennedy e John Lennondefendiam a paz, combatiam a indústria bélica e desejavam o fim da Guerra do Vietnã. Pergunta: Mark Chapman estava só ou foi apenas um louco inocente útil? Penso que a melhor segurança é tentar antecipadamente pensar como uma mente criminosa pensa ao planejar um ataque. Qual o melhor momento para o ataque? Que arma usar? Um drone, ultimamente muito usual para passar celulares, armas e drogas sobre os muros dos presídios? Qual a melhor posição de tiro, como friamente analisou Oswald? Um prédio abandonado? Tudo deve ser criteriosamente observado. Vigilância, vigilância,vigilância! Cuidado com o Presidente!


 
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