Wellington Silva
Disque 100!? Alô, é do setor negacionista!?

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo pregado na Cruz eu sinceramente continuo me perguntando o que mais falta ocorrer no teatral circo dos horrores do palácio central do Brasil para que a coisa fique pior, mais tragicômica e muito mais louca, absurdamente louca?
A implantação do Disque 100 como disque-denúncia para casos de discriminação contra malucos negacionistas que se recusem veementemente a tomar vacina contra a covid-19 nada mais é do que um claro e espantoso atentado coletivo a vida das pessoas.
Pela sua própria natureza, a aberração do ato criado, o tal disque 100, é extremamente criminoso, danoso a ciência, danoso aos esforços científicos, danoso aos esforços da saúde e no geral danoso não só a população brasileira como mundial.
Este tipo de gente já deveria estar na cadeia ou no mínimo sendo julgada por tamanho ato absurdo e monstruoso contra a vida das pessoas, sim porque enquanto pesquisadores, médicos e equipes de enfermagem lutam desesperadamente para salvar vidas, esta gente louca e irracional descaradamente deseja barrar avanços da vacinação no Brasil.
Mas, a grande pergunta é:
O que o tragicômico disque 100 seria?
Loucura perde? Desgraça pouca é bobagem? A mula sem cabeça? O boi tatá? O boi da cara preta? O bicho papão? O papão da curuzu? O “bicho feio”? O “coisa ruim”? O “tinhoso”? O “cramunhão”?
Resposta:
Todas as alternativas estão corretas!
O certo é que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), colegiado atuante dentro da Procuradoria-Geral da República, já arguiu prazo de 10 dias para que a ministra Damares Alves explique a finalidade ou intenção do Disque 100.
Na avaliação do subprocurador Carlos Alberto Vilhena, considera “digna de preocupação o ministério insinuar que a exigência de vacinação é uma forma de violação de direitos, e em documento oficial considerar que a imposição de medida sanitária prevista em lei configure violação de direitos humanos, e, não bastasse isso, disponibilizar seu mais importante canal de denúncias para oitiva de ‘denúncias’ contrárias à obrigatoriedade de vacinação”, enfatiza.
O sub-procurador Carlos Alberto Vilhena ainda indaga se a nota é uma posição oficial do ministério e com base em que a pasta se fundamenta para sustentar tamanha decisão.
Até quando e até que ponto a população brasileira continuará sujeita a tais abismos e riscos?
Com a palavra, nossa justiça brasileira!