Wellington Silva
Khamenei: The monster is dead! O monstro está morto! E agora?

Evidentemente, ninguém gosta de guerras! Mas nem os soldados, sargentos e capitães gostam, eles que de imediato são jogados para a linha de frente das grandes batalhas e arriscam suas vidas para eliminar o inimigo enquanto comandantes simplesmente traçam o planejamento estratégico dos popularmente chamados “jogos de guerra”.
O final das batalhas, todos sabemos:
Vidas tão jovens perdidas de ambos os lados e famílias completamente destruídas, dilaceradas pela perda.
De lembrança apenas pedaços humanos e algumas vezes nem isso, com uma bandeira do país cobrindo o caixão…
Lamentavelmente e tristemente, algumas guerras são necessárias para derrubar a tirania, acabar com a barbárie, como foi a histórica e marcante luta dos Aliados e da Resistência francesa e polonesa contra os nazistas, entre 1.938 e 1.945, por exemplo.
Atualmente, assistimos com muita preocupação o desenrolar dos acontecimentos bélicos dos Estados Unidos da América e do estado de Israel contra o regime teocrático iraniano, após a morte de Khamenei e sua cúpula de líderes políticos e militares, até porque, pessoas inocentes estão morrendo no Irã, principalmente, crianças.
A bem da verdade, o líder iraniano Ali Khamenei não é nunca foi um líder político, na acepção positiva do termo, e sim um antigo ditador genocida de seu próprio povo, de sua própria gente, isso, desde 1.989 até o presente. Foi o “chefe de estado” há mais tempo no poder no Oriente Médio e o segundo com mais tempo no poder no Irã.
Sendo considerado o “preferido” do Aiatolá Khomeini para sucedê-lo, Khamenei foi eleito pela Assembleia dos Peritos para ser o novo “líder supremo” do Irã no dia 4 de junho de 1.989, aos 49 anos, após a morte de Khomeini. A partir de 1.989 em diante Khamenei desenvolve uma onda de terror não só no mundo como também em sua própria terra, mandando eliminar opositores, sistematicamente. Ele tinha o controle total, direto e absoluto sobre os poderes executivo, legislativo e judiciário, além das forças armadas e da chamada mídia estatal.
De acordo com Vali Nasr, da Escola de Estudos Internacionais Avançados Johns Hopkins, “Khamenei era um tipo incomum de ditador. Os funcionários sob o comando de Khamenei influenciavam múltiplos poderes do país, e, por vezes, instituições em conflito, incluindo o parlamento, a presidência, o judiciário, a Guarda Revolucionária, as forças armadas, os serviços de inteligência, as agências policiais, a elite clerical, os líderes da oração de sexta-feira e grande parte da mídia, bem como várias fundações não governamentais, organizações, conselhos, seminários e grupos empresariais”, observa.
Somente de 2025 para cá seu cruel regime teocrático eliminou mais de 36 mil civis, a maioria, jovens que apenas protestavam clamando liberdade, democracia, melhor qualidade de vida, trabalho, comida na mesa e saúde para todos.
O monstro está morto!
E agora?
Será o fim de uma era de terror no Irã?
Paz na terra aos homens e mulheres de boa vontade!
Paz, democracia e progresso para o sofrido povo iraniano!
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