O Brasil e os países mais pacíficos do mundo

O Brasil está na 105ª posição, isto é, entre os fonas (últimos da fila), no total de 163 países. Isso quer dizer que o nível de segurança em nosso país continua ruim muito em função dos graves conflitos locais capitaneados pela violência urbana.

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O Índice Global da Paz divulga os 20 países mais pacíficos do mundo. A pesquisa, minuciosa, foi realizada e complementada no fim do ano passado. Ela mostra em primeiro lugar a Islândia, país nórdico europeu situado no oceano Atlântico Norte. Seu território é uma ilha com cerca de 103 mil quilômetros quadrados. Sua população é de quase 320 mil habitantes. Island fica próxima a algumas pequenas ilhas localizadas entre a Europa Continental e a Groenlândia. Seu sistema de governo é republicano parlamentarista.

Em segundo lugar figura a Dinamarca. Depois vêm a Áustria, Nova Zelândia, Portugal, República Theca, Suíça, Canadá, Japão, Eslovênia, Finlândia, Irlanda, Butão, Suécia, Austrália, Alemanha, Noruega, Bélgica, Hungria e Cingapura. O Índice Global da Paz 2016 mediu o nível de proteção e segurança na sociedade, grau de conflitos locais ou internacionais e o grau de militarização de 163 países e territórios independentes.

O Brasil está na 105ª posição, isto é, entre os fonas (últimos da fila), no total de 163 países. Isso quer dizer que o nível de segurança em nosso país continua ruim muito em função dos graves conflitos locais capitaneados pela violência urbana. Então temos como sérios vetores a violência urbana aos extremos, drogas, armas e corrupção como imagens negativas para o mundo.
O brasileiro decente já não sabe o que mais no momento lhe preocupa. Se é a violência urbana cada vez mais assustadora nas grandes capitais e nos presídios, a corrupção sem fim a cada dia com novos fatos e cifras assustadoras mostradas pela mídia, ou o desemprego.

Muitos já concordam com o professor Ulisses Laurindo, do alto de sua experiência, na qualidade de comentarista da Rádio Diário FM e articulista do Jornal Diário do Amapá. Realmente, o presidente Michel Temer herdou uma herança maldita, assim como o presidente americano Barak Obama. A diferença é que os EUA buscaram superar uma crise econômica. Aqui, a nossa crise é moral. Bombas de retardo de governos que antecederam o presidente Temer simplesmente implodiram a economia deste país, chegando inclusive a abalar a economia internacional, vide o escândalo de milhões e mais que tais da Petrobras.

E o partido traíra dos trabalhadores, com seus caciques? Bom, na ânsia do topa tudo por dinheiro, praticaram oceanos de corrupção, deixaram uma herança de 14 milhões de desempregados e a desconfiança e insegurança nos investidores.

Heranças de imagens péssimas, isso é o que sempre vemos nos noticiários, nesses últimos tempos, cumprindo a imprensa o seu importante papel em denunciar e informar a sociedade local e mundial acerca destes lamentáveis fatos.

Isso tem que mudar!
O presidente Temer tem um grande desafio em suas mãos: construir um novo Brasil mais digno com oportunidades e qualidade de vida para homens de boa vontade, pessoas simples e decentes, jovens que edificarão o Brasil do futuro.


 
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