Cidades

64,56% da população do Amapá integra classes A, B e C

Entre 2022 e 2024, o estado ampliou de 55,38% para 64,56% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV


 

O estado do Amapá registrou um aumento de 9,18 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nessas faixas de renda passou de 55,38% para 64,56% no estado, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

 

“A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, disse Wellington Dias, ministro do desenvolvimento e assistência social, família e combate à fome.

 

Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.

 

Integração – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

 

Segundo o ministro do desenvolvimento e assistência social, família e combate à fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda.

 

“A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou o ministro Wellington.

 


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