Amapá e KaMin articulam provável exportação de caulim pelo Porto de Santana
Empresa norte-americana, nova majoritária da Cadam S.A., faz tratativas com a Semin; vantagem do estado na transação seria tributária

Douglas Lima
Editor
A Secretaria Estadual de Mineração (Semin) tem entre as suas principais incumbências, no momento, tratar com a empresa norte-americana KaMin sobre a possibilidade do uso do Porto de Santana para exportação de caulim e outros produtos derivados do aditivo mineral existente na região do Jari, no sul do Amapá.
A KaMin adquiriu participação majoritária da Cadam S.A, responsável pela exploração de caulim na Mina Morro do Felipe, no município de Vitória do Jari. As negociações entre o governo do estado e a empresa ampliaria a atividade exportadora da KaMin e beneficiaria o Amapá, através da cadeia tributária.
No programa ‘LuizMeloEntrevista’ (Diário FM 90,9), o secretário de mineração, Mamede Barbosa, informou que a empresa norte-americana faz exportações, no momento, em seu porto no rio Jari com calado de quatro a oito metros. O Porto de Santana, por sua vez, com 11,85m de calado, é capaz de operar com navios de até 65 mil toneladas.
Caso venha a utilizar o Porto de Santana, ressaltou o secretário Mamede Barbosa, a KaMin vai ampliar a escala na exportação que faz para os Estados Unidos e a Europa, e o Amapá, por outro lado, será beneficiado com cobrança de impostos.
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