Cidades

Audiência Pública debate marco regulatório do ciclo do Marabaixo

O Ciclo é realizado anualmente entre os meses de abril e junho, e faz parte do calendário cultural do estado e do município de Macapá.

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Célio Alício
Da Redação 

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), através da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, realizou na segunda-feira (24), no auditório do Sebrae, uma audiência pública com a finalidade de discutir a criação do marco regulatório do Ciclo do Marabaixo.

O Ciclo é realizado anualmente entre os meses de abril e junho, e faz parte do calendário cultural do estado e do município de Macapá, apresenta os rituais, a composição, os símbolos e demais elementos constitutivos daquela que, ao lado do tradicional Batuque, é a maior manifestação cultural e folclórica do Amapá.

O dispositivo de debate foi coordenado pelo promotor Marcelo Moreira e contou com a participação de personalidades da cultura local, representantes do poder público, Instituições, associações e entidades culturais, além de militantes do Marabaixo. Maykom Magalhães (Improir), Márcio Pimentel (Semam), Evandro Barros (Iphan), Rodney Santos (Seafro), Jairo Pantoja (Ctmac), Danniela Ramos (Associação Marabaixo do Laguinho), Pe. Paulo Roberto (Academia de Marabaixo e Batuque e Ijoma), a deputada estadual Cristina Almeida (PSB), entre outros.


Ao fazer uso da palavra, Cristina Almeida reafirmou o compromisso de defesa dos valores da cultura amapaense, especialmente das manifestações culturais e folclóricas de raíz africana.

“Meu mandato sempre atua na defesa das causas do povo negro, e o Marabaixo é a manifestação que melhor nos representa e define nossa identidade cultural e o sentido de pertencimento, por isso essa audiência é importante para que possamos estabelecer junto ao MP, o poder público e demais setores da sociedade, os instrumentos que garantam a sua prática sem preconceito e discriminação” disse ela.

De um modo geral, todos os que fizeram uso da palavra convergiram no discurso de valorização e salvaguarda do Marabaixo e das demais manifestações culturais e folclóricas, assim como reconheceram a importância de se buscar mais conquistas através do marco regulatório proposto pelo Ministério Público.

 
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