Cidades

Avenida FAB é tomada pela beleza regional apresentada no Desfile Cívico 2018

Quarenta e duas escolas deram um show e encantaram a população da capital com dança, performance e muita cultura regional.

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A Prefeitura de Macapá promoveu a terceira edição do Desfile Cívico das escolas municipais, na quarta-feira, 5. Com o tema Macapá 260 anos – Nosso jeito tucuju, mais de 2.500 estudantes dos ensinos infantil, fundamental, Praadis e Educação de Jovens e Adultos trouxeram a cultura do Norte para ocupar a Av. FAB com bandas de fanfarra, homenagens e patriotismo.

Quarenta e duas escolas deram um show e encantaram a população da capital com dança, performance e muita cultura regional. Com 15 pelotões, envolvendo estudantes, parceiros e funcionários da prefeitura, a principal via de Macapá foi tomada pela beleza das fantasias e dramatizações, que emocionaram os mais de cinco mil presentes.

“É o resgate de uma das tradições mais bonitas e saudosistas da nossa capital, que é o desfile cívico na Av. FAB. Com esse tema lindo, que é o aniversário da capital, ressaltamos o nosso jeito tucuju, além de mesclar educação e cidadania, apresentando para a nossa sociedade aquilo de mais bonito da nossa terra”, explanou o prefeito Clécio Luís, que acompanhou as apresentações.

Os estudantes municipais também fizeram lindas homenagens aos artistas regionais, como a cantora Patrícia Bastos, Banda Negro de Nós, o artista plástico Dekko Matos, entre outros. A segurança do evento contou com o apoio da Guarda Municipal dentro e fora da avenida, com a Banda da Guarda, que já desenvolve projetos de educação musical dentro das escolas do município; e o esquema de segurança para a comunidade presente.

Entre muitas homenagens, o desfile teve fim com a apresentação de toda a equipe de colaboradores da Educação Municipal de Macapá. Para a Samille Vitória, 10 anos, o nervosismo de entrar na avenida só não era maior que a vontade de fazer um lindo evento. “A gente fica nervosa porque tem muita gente aqui, mas ensaiamos bastante e aprendemos muitas coisas legais sobre o Marabaixo, que dançamos na avenida”, relatou.

 
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