Cidades

Chapa que concorre à eleição do Conselho de Serviço Social apresenta pautas prioritárias

Fiscalização do exercício da profissão e mais vagas no serviço público – inclusive nas escolas – são algumas das propostas dos candidatos da Chapa 2


Cleber Barbosa
Da Redação

Luciano Maia e Mônica Colares, que encabeçam como candidato a presidente e vice, respectivamente, a Chapa 2 na Eleição do Conselho Regional do Serviço Social, foram ao rádio nesta segunda-feira (09) falar das propostas para levarem aos colegas de classe e assumir as rédeas da entidade.

Falando ao programa Café com Notícia, na rádio Diário FM (90,9), eles disseram ser importante chamar a categoria para participar desse movimento, que é muito importante para o processo de fortalecimento da categoria. “Desde os tempos da graduação ouvia os professores falarem sobre a profissão desserviço social ser uma profissão de militância, então quando a gente começa a atuar percebe de que militância estavam falando, não só dos movimentos sociais, mas a própria defesa da profissão”, diz ele

Luciano defini como ‘desprofissionalização’ o processo de muita achar que pode fazer o trabalho do assistente social ou do psicólogo, pequenas coisas do cotidiano que ele diz acabam fragilizando e a categoria precisar estar atenta, com bom discurso, boa leitura da realidade e até mesmo teórica para enfrentar os desafios do dia a dia.

Entre as principais propostas que a chapa vem pregando está a fiscalização educativa também, como o acompanhamento de concurso público com cargos a serem ocupados por profissionais do serviço social. “O maior gerador de empregos para o serviço social ainda é o serviço público, mas agora com a derrubada de um veto presidencial o profissional também vai estar dentro das escolas, juntamente com os profissionais da psicologia”, disse.

Números

Mônica Colares diz que a chapa conta com nove cargos em disputa, com outros nove suplentes. O Processo de votação inicia nesta terça-feira, pela internet. São mais de 1 mil profissionais inscritos no Conselho, mas aptos a votar são poucos mais de 340 assistentes socias.


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