Começa implantação de postes de material sustentável em comunidade do Bailique
Os postes de poliéster e fibra de vidro beneficiam região que sofre com fenômeno de terras caídas. Vila Macedônia foi a primeira comunidade atendida.

A companhia fez aquisição de 250 postes produzidos em poliéster reforçado com fibra de vidro. Além de ser um material sustentável, os postes são mais leves (peso máximo de 125 quilos) em relação aos de concreto, que chegam a pesar até 1 tonelada. A ação é executada via administração direta.

“Em razão dos constantes desabamentos que ocorrem pela erosão, em função do fenômeno das terras caídas, esse material representa um menor risco à população e também à nossa rede elétrica. Outro ponto é que eles flutuam e podem ser recuperados numa ocorrência como essa”, reforçou o diretor.

O trabalho iniciou no dia 27 de outubro, com previsão de término para o dia 7 de novembro. A segunda etapa ocorrerá na comunidade de Vila Progresso. Sete profissionais da Diretoria de Engenharia da CEA estão envolvidos no planejamento.
A companhia executa o serviço contínuo de limpeza da faixa de segurança de rede de distribuição que atende o distrito.

Desde 2015 a CEA faz parte do grupo de trabalho permanente comandado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), formado por diversas instituições estaduais que realizam estudos e prestam assistência à população local afetada. O avanço do fenômeno é monitorado pela equipe técnica do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa).
O fenômeno das “Terras Caídas” é a erosão natural da margem fluvial. É o processo de desgaste das margens do rio, causado pelo fluxo de suas águas e pelas fortes chuvas que transportam pedaços de solo – ou de rocha – deteriorados (processo de sedimentação), resultando no deslizamento de terra.
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