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Comitê apresenta ações para a candidatura da Fortaleza ao título de Patrimônio Mundial

Preparativos da candidatura envolve órgãos do Estado, Município e União que precisam garantir o cumprimento de 10 metas estabelecidas na Carta de Recife.

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O comitê técnico local formado para organizar a candidatura da Fortaleza de São José de Macapá ao título de Patrimônio Mundial, vai apresentar o andamento dos preparativos durante um seminário. Intitulado “Fortaleza de São José de Macapá: desafios para se tornar Patrimônio da Humanidade”, o evento ocorrerá no dia 25 de março, na Escola de Administração Pública (EAP), na capital. A fortificação completa 237 anos nesta terça-feira, 19, cujas comemorações contam um com uma programação especial, preparada pelo Governo do Amapá.

“Decidimos realizar este evento para alinhar as atividades e, para que cada setor que consta no plano de ação, mostre como está concretizando as suas demandas”, afirmou o chefe adjunto do Gabinete Civil e membro do grupo de gerenciamento da Fortaleza, Carlos Marques.

O seminário deverá reunir cerca de 70 pessoas entre representantes do Governo do Amapá, Prefeitura de Macapá, Instituto de Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) e Federação de Turismo do Amapá (Fetur). A formação do comitê técnico foi anunciada oficialmente no início de fevereiro deste ano, durante a abertura da programação de 261 da cidade de Macapá, organizada pelo Estado.

Após todos os encaminhamentos um dossiê será encaminhado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), oficializando a candidatura da Fortaleza de São José de Macapá.

Desde 2017, quando foi assinada a Carta de Recife com 10 metas para a candidatura de 18 fortificações brasileiras para concorrerem ao título de Patrimônio Mundial, o Governo do Amapá desenvolve uma série de intervenções na Fortaleza de São José de Macapá.

“Já realizamos várias atividades entre visitas técnicas e, até mesmo, a obra de revitalização do entorno da Fortaleza e, ainda existe, o serviço da área interna, como impermeabilização das cúpulas e a conservação da edificação”, destacou Carlos Marques.

 
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