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Desocupação no Amapá cai no 1º trimestre de 2022

A taxa de informalidade para o Amapá foi de 46,3% da população ocupada.


A taxa de desocupação do Amapá no 1° trimestre de 2022 foi de 14,2%, caindo 3,3 p.p. em relação ao 4º trimestre de 2021 (17,5%) e ficando estatisticamente estável frente ao mesmo trimestre de 2021 (15,3%). As informações são da PNAD Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta (13) pelo IBGE.

As maiores taxas de desocupação foram as da Bahia (17,6%), de Pernambuco (17,0%) e Rio de Janeiro (14,9%) e as menores, de Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

Apesar dessa redução na taxa de desocupação, não houve crescimento correspondente no número de pessoas ocupadas.

No 1° trimestre de 2022, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 23,8%, no Amapá. Já o número de desalentados no 1° trimestre de 2022 foi de 24 mil pessoas.

O percentual de empregados com carteira assinada era de 72,4% dos empregados do setor privado no estado.

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria foi de 26,5%. Os maiores percentuais foram do Amapá (35,9%), Amazonas (35,7%) e Pará (34,6%).

A taxa de informalidade para o Amapá foi de 46,3% da população ocupada.

 

Rendimentos
No Amapá, o rendimento médio real mensal habitual foi estimado em R$ 2.295, ficando estável em relação ao 4º trimestre de 2021 (R$ 2.2.265) e em relação ao 1º trimestre de 2021 (R$ 2.309).

A massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, no Amapá, foi estimada em R$ 745 milhões de reais, registrando estabilidade tanto em relação ao trimestre anterior (R$ 760 milhões de reais) quanto frente ao 1º trimestre de 2021 (R$ 707 milhões de reais).


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