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Dilma defende em cúpula fim do embargo dos EUA a Cuba

A presidente Dilma Rousseff afirmou durante discurso na abertura da III Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos


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A presidente Dilma Rousseff afirmou durante discurso na abertura da III Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em San José, na Costa Rica, que foi de “transcendência histórica” o restabelecimento das relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba.

Mas classificou de “medida coercitiva” a persistência do embargo econômico dos EUA e defendeu que seja “superada”. O presidente de Cuba, Raúl Castro, estava presente. Ele e Dilma se cumprimentaram antes do início da cerimônia de abertura.

“Começa a se retirar da cena latino-americana e caribenha o último resquício da Guerra Fria em nossa região. Não tenho dúvidas de que a Celac tem sido um catalisador desse processo. Foram necessários coragem e sentido de responsabilidade histórica por parte dos presidentes Raúl Castro e Barack Obama, para dar esse importante passo”, declarou Dilma no discurso.

Dilma afirmou que os dois chefes de estado merecem reconhecimento, mas lembrou que o embargo econômico dos Estados Unidos a Cuba permanece. “Essa medida coercitiva, sem amparo no direito internacional, que afeta o bem-estar do povo cubano e prejudica o desenvolvimento do país deve, tenho certeza, do ponto de vista de todos os países aqui representados, ser superada”.

 
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