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Evento Norte Export será aberto nesta segunda-feira no auditório do Sebrae em Macapá.

Um dos coordenadores do evento é Ricardo Falcão, presidente do Conselho Nacional da Praticagem (CONAPRA) e um entusiasta do desenvolvimento da chamada navegação de cabotagem.

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Cleber Barbosa
Da Redação

 

O Sebrae Amapá será palco entre esta segunda-feira (28) e terça-feira (29) do Norte Export, um evento voltado a debater soluções em logística de transporte para a região amazônica. Um dos coordenadores do evento é Ricardo Falcão, presidente do Conselho Nacional da Praticagem (CONAPRA) e um entusiasta do desenvolvimento da chamada navegação de cabotagem.

Falando ao programa LuizMeloEntrevista, na Diário FM (90,9), ele destacou a mobilização de autoridades, técnicos e lideranças do setor público e da iniciativa privada para o evento. “Também estarão presentes investidores, pessoal do Ministério da Infraestrutura, da ANTAQ, Secretaria de Portos, enfim, todos os entes que lidam com as hidrovias brasileiras, então é muito importante para a gente poder destacar o papel que o Amapá tem para ser parceiro desse grande processo, que é gerar exportações pelo Arco Norte”, disse ele.

Ele disse que em relação a outros terminais portuários, como Itacoatiara, Santarém e Barcarena, o Porto de Santana tem potencial enorme, extremamente viável, rentável economicamente, então é esse mote do evento que o Amapá passa a sediar.

As limitações de saída da chamada Barra Norte do Rio Amazonas, é outra coisa que também vem sendo trabalhada e desmistificada, para o pleno incremento da navegação de cargas. “O Brasil vai ganhar, junto com o Amapá, que vai ter grande geração de empregos, geração de renda, um grande desenvolvimento começando tudo por Santana”, disse ele.

Ricardo Falcão falou ainda sobre as possibilidades que o Arco Norte já representa para o país, ao escoar a produção do Centro-Oeste brasileiro, do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Goiás, assim como Rondônia e Roraima através das hidrovias do Norte. A proximidade do Canal do Panamá é que faz essa diferença e valoriza a localização geográfica do Amapá.

“Cada vez que você economiza 1 dólar você aumenta a sua competitividade, compete diretamente com os Estados Unidos e a Argentina, dada a necessidade de se ter mais competitividade, então o Porto de Santana pode operar de 4 a 5 milhões de toneladas, espaço para muito mais, novos terminais e investimentos muito caros, e o que precisava era dessa atenção, visibilidade”, concluiu.

 
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